segunda-feira, 17 de outubro de 2011

Upgrade (parte I)

Obviamente, a primeira coisa que fiz quando cheguei a casa, foi ligar para a Ana e contar-lhe tudo o que tinha acontecido entre mim e o pai dela, excepto, como é óbvio o “pormenor” de que o homem que me tinha possuído era, de facto, o pai dela.
Ao descrever-lhe os pormenores fui ficando excitada e ela também. Acabamos por nos masturbarmos ao telefone.
Agora que tinha atingido um objectivo tão importante para mim, senti de novo saudades do corpo da Ana. De beijar os seus lábios doces, sentir a sua língua na minha, os meus seios contra os dela, saborear o seu suco vaginal, fazê-la gritar o meu nome.
Voltei a ligar-lhe:

- Preciso muito estar contigo! Quero fazer amor…

- Eu também, querida! E agora já te posso penetrar bem fundo!

- Não queres vir cá casa hoje à noite?

- Vou pedir ao meu pai para me levar.

Ao ouvir isto, senti um arrepio de tesão. As minhas fodas favoritas juntas no mesmo carro. Nenhuma desconfiando do que se passava entre mim e a outra. Por breves instantes cheguei a pensar em algo a três…

- Ana, estás aí?

- Ah… sim, desculpa, distraí-me aqui com uma cena.

- Então logo estou aí!

- Sim… anda bem vestida!

- Como uma puta?

- Como a minha puta!

Após desligar, os meus pais batem porta do meu quarto.

- Filha, hoje à noite vamos sair. Temos um jantar em casa de uns amigos. Desculpa só avisar agora, mas foi combinado à pressa. Tens o teu jantar no micro-ondas.

- Tudo bem… divirtam-se!

Sozinha em casa, com a Ana… mas a Ana só vinha depois de jantar… precisava de algo mais. Percorri a lista do meu telemóvel à procura de um nome que me trouxesse boas memórias. Ricardo! Passei bons momentos com ele. Nunca tínhamos ido até ao fim, mas agora a situação era diferente. Mandei SMS “Estou sozinha em casa. Queres vir matar saudades?”
A resposta veio quase de imediato: “Estou a ir para aí…”
Duche rápido, creme, lingerie, produção…  Optei por uma lingerie azul escura. O soutien destacava ainda mais os meus seios. As cuecas eram tipo “short” todas rendadas, cobrindo apenas metade das nádegas. Blusa com os botões abertos até meio e saia curta (como eram quase todas as minhas saias).
Acabava de pintar os lábios quando a campainha tocou.
Lindo e sexy como sempre, o Ricardo ali estava, barbeado e perfumado, sorrindo para mim
Então, lembrei-me da Ana! SMS: “Quando cá chegares tenho uma surpresa para ti!” Resposta: “A melhor surpresa era teres aí um gajo!” Mal ela sabia que tinha acertado em cheio.
Um beijo terno e um olhar prometedor. Peguei-lhe pela mão.
Sentei o Ricardo no sofá. Um pouco de conversa de circunstância. Ele tenta beijar-me:

- Calma, querido!

Levantei-me, esforçando-me por caminhar de forma bem sensual à sua frente. Reduzi a luz para criar um clima sensual. Acendi algumas velas que a minha mãe usava para disfarçar o cheiro a tabaco (os meus pais costumavam fumar dentro de casa). Sentei-me na mesa de jantar, que ficava atrás do sofá…

- Ricardo…

Voltou-se e eu vi todo o desejo nos seus olhos. Veio até mim. Agora deixei-o beijar-me à vontade. Desapertei-lhe a camisa e deixei-a cair no chão. Abri as pernas e prendi-as à volta dele. As suas mãos agora viajavam. Desapertou a minha blusa…

- Tinha saudades delas…

- Hmmm… pois hoje vais ter a oportunidade de conhecer algo novo…

- Finalmente?

- Finalmente.

Nisto as suas mãos prenderam-me as cuecas. Cinco segundos depois estavam no chão, em cima da camisa dele. Deitei-me para trás na mesa. O Ricardo ajoelha-se no chão e com a boca e a língua leva-me ao meu primeiro orgasmo daquela noite.

- Vamos para um sítio mais confortável? – perguntei.

- Sim! – respondeu ele, num tom de voz que demonstrava toda a sua vontade de entrar dentro de mim.

- Deixa-me só resolver um assunto.

Peguei no telemóvel e nova mensagem para a Ana. “A porta da rua fica aberta. Entra directamente para o meu quarto”.

O Ricardo ia apanhar a camisa dele e as minhas cuecas. Impedi-o. Naquele momento queria imaginar que aquela casa era minha na totalidade e que podia espalhar os vestígios do sexo por todos os cantos.

A caminho do quarto caiu o meu soutien, a minha saia, os sapatos, as meias e as calças do Ricardo. Imaginava qual seria a reacção da Ana ao ver aquele trilho de tesão espalhado pela casa.

Deixei a porta do quarto aberta para trás. Deitei o Ricardo na cama. Beijamo-nos avidamente e, como seria de esperar, deslizei a minha boca por aquele peito depilado e bem definido, até chegar ao objecto que desejava ter dentro de mim. Ao fim de algum tempo a dar o melhor de mim àquele pénis, girei o meu corpo, oferecendo, novamente, o meu interior à boca hábil do Ricardo.

Era impressionante a forma como ele se controlava e retinha o orgasmo, apesar de me proporcionar o prazer supremo a mim e apesar da forma como a minha boca devorava o seu sexo.

Estivemos imenso tempo em jogos de prazer. Os nossos corpos jovens, bem constituídos e sensuais, enrolavam-se num único, procurando a união definitiva.

- Quero-te tanto… quero-te toda! – sussurrou-me, entre beijos.

- E podes ter-me… agora!

Nisto vejo a Ana à porta do quarto, sorrindo, completamente nua…

sexta-feira, 14 de outubro de 2011

Finalmente, mulher (parte II)

O banho foi relaxante e ao mesmo tempo excitante. Beijamo-nos e trocamos carícias, fiz-lhe um broche até ele se vir na minha boca.
Voltamos para a cama. Ele retirou os lençóis manchados com o meu sangue e deitou-se de costas. Deitei-me ao lado dele, beijando-lhe o peito e masturbando-o suavemente. Não dizíamos nada. Apenas olhares, beijos, toques…
Ele voltou a crescer. Sentia-o duro na minha mão e com vontade de o sentir de novo dentro de mim.

- Quero-te dentro de mim… mas não quero arriscar de novo…

- Pega no meu casaco, bolso interior do lado direito…

Dois preservativos. Abri um e coloquei-o naquele pénis que se erguia orgulhoso à minha frente. Abri as pernas por cima dele e deixei-me deslizar, lentamente. A dor voltou. Permaneci imóvel, deixando o meu corpo adaptar-se à segunda investida. À medida que a dor ia desvanecendo, comecei a movimentar-me, como uma amazona na sua montada. Cravei as mãos no peito do Gustavo, enquanto que as suas mãos me prenderam o rabo e iam guiando o ritmo do meu corpo. Os testículos tocavam-me nos lábios vaginais. Estranhamente, só naquela altura reparei no enorme espelho que havia na parede da cabeceira da cama. Vi os nossos corpos, naquela pose erótica. Vi o meu rosto de prazer. As minhas mamas firmes, os mamilos erectos e vermelhos e senti de novo o meu corpo a expelir o mel do prazer. Inconscientemente aumentei o ritmo das minhas ancas. Deixei-me cair para a frente, deixando as minhas mamas à mercê da boca de Gustavo que as devorava como se a sua vida dependesse disso. Nesta posição, já não era eu que comandava, mas sim ele. Penetrava-me violentamente, produzindo o pornográfico som do seu corpo a bater nas minhas nádegas. Eu gritava. Todo o meu corpo era tesão.
Com a sua força masculina, Gustavo virou-me e fodeu-me com tanta força que as dores voltaram. Explodiu sem esperar por mim. Senti-me frustrada, não por ele se ter vindo sem mim, mas por ter transformado aquela foda num acto puramente egoísta dele. Ao contrário da primeira, em que se tinha empenhado em me proporcionar o máximo prazer, naquele momento, tinha sido apenas uma pura descarga de desejo no meu corpo. Mesmo assim, beijei-o. Mesmo assim, eu estava feliz e, antes que as coisas piorassem, disse-lhe:

- Tenho que ir embora…

- Mas ainda temos tanto para fazer!

- Talvez outro dia…

Vestimo-nos antes de sairmos do quarto, beijamo-nos novamente. Bolas! Aquele homem fazia-me mesmo perder a cabeça. Encostou-me à parede. Encostou-se a mim e senti-o novamente duro. Fiquei de novo excitada. Meteu-me as mãos por dentro da saia e puxou-me as cuequinhas até aos tornozelos. Tirou-as e guardou-as num bolso. Do outro bolso tirou o preservativo que minutos antes não tinha sido utilizado. Abri-lhe a braguilha e tirei para fora o pénis. Preparava-me para o abocanhar, mas o Gustavo não deu tempo. Colocou-lhe o preservativo, pegou-me pelas nádegas e fodeu-me contra a parede. Desta vez não houve dor.
Arrisquei:

- Quero-me vir contigo!

- Sim… - respondeu-me no meio de um arfar.

O meu tesão aumentava, novamente, ao ver a cena reflectida no espelho:

- Dá-me, querido! Fode-me com toda a tua força!

Senti o orgasmo a aproximar-se. Aquela descarga eléctrica que explodia no meu corpo, dos pés à cabeça.

- Dá-me! Dá-me! Dá-me tudo agora!

Gritou como um animal. Três estocadas longas, profundas, fortes e o nosso prazer foi simultâneo.

Saiu de mim. Enquanto retirava o preservativo, aproximei-me e chupei-o, limpando o sémen que tinha ficado preso à sua pele.

Virei costas e desci para a garagem, antes que o animal acordasse de novo.  “As cuecas”, pensei.

Já no carro:

- Vais devolver-me algo que tens no teu bolso e que me pertence?

- Sim, da próxima vez em que estivermos juntos. O que quer dizer que não precisas trazer nada semelhante vestido…

quinta-feira, 13 de outubro de 2011

Finalmente, mulher (parte I)

O meu dilema adensava-se. Queria contar à Ana que tinha encontrado o homem que tanto procurava… mas não lhe podia dizer que esse homem era pai dela!
Resolvi inventar.
Contei basicamente tudo o que tinha acontecido entre mim e o pai dela, mas usando como actor principal um amigo desconhecido do meu pai. A cena da cozinha foi fácil de transpor: ele mora longe e vem visitar-nos de vez em quando, ficando cá a dormir. Mas a cena do carro foi, a seu modo, transporta para o quarto dele.
Adiante.
Esta semi-confissão das minhas aventuras com um homem com idade para ser meu pai (e que era, de facto, pai da Ana) fez-nos ficar cheias de desejo e fizemos amor… no WC de um shopping!
Entretanto, eu aguardava, cada vez mais ansiosa, um contacto do Gustavo. Masturbava-me na minha cama, imaginando-o a masturbar-se no banho, ou pensado em mim enquanto fazia amor com a mulher. Imaginava-nos a foder no quarto da Ana, na cama dele, na sala… Rapidinhas na cozinha durante a noite.
Aquele homem não me saía da cabeça e alimentava todas as minhas fantasias.
“Tive uma operação que durou a noite toda e hoje estou de folga. Sei que de tarde não tens aulas. Podes?”
Foi a mensagem com que acordei no dia que me transformou.
“Sim. Onde? A que horas?”
“Mal saias das aulas, vais embora como se fosses para a casa. Age naturalmente para a Ana não desconfiar. Encontro-me contigo na paragem do BUS junto ao shopping.”
“Ok”.

Saltei da cama e tomei um banho demorado. Fiz a depilação… total. Espalhei creme pelo corpo, perfumei-me, maquilhei-me. Escolhi uma lingerie que ainda não tinha estreado. Fio dental, com renda à frente. Soutien todo em renda. Conjunto preto a combinar com meias e cinto de liga. A ocasião merecia. Não pude vestir uma saia muito curta para que nas aulas ninguém reparasse nas ligas. Escolhi uma saia pelo joelho, mas justa, tipo “executiva”. Assim vestida parecia mais velha, o que me fez sorrir ao ver o resultado final da produção, junto ao espelho.
Ao ver-me assim na escola, a Ana exclamou:

-Não me digas que é hoje?!

- Sim, no fim das aulas.

- Posso ir contigo, só para o ver?

- Não, desculpa querida. Mas ele, não quer ser visto, obviamente.

- Eu percebo, mas depois quero saber todos os pormenores!

E, de facto, houve muitos pormenores. Mal saí do autocarro, vi o carro dele do outro lado da rua. Dirigi-me directamente para lá, entrei e, mal fechei a porta, arrancou sem dizer uma palavra. Estaria nervoso.
Fomos para um motel. A porta da garagem fecha-se atrás de nós e acontece o primeiro beijo, longo, molhado, intenso…

- Quero-te… - sussurrado ao ouvido.

- Vou ser tua…

Subimos para o quarto. Encostou-me à parede e continuou a beijar-me, enquanto que os seus dedos me desapertavam a blusa. Assim que se viu livre da primeira peça de roupa, a sua boca caiu para o meu pescoço e para os meus ombros.
As suas mão experientes encontraram rapidamente o fecho da minha saia que, poucos segundos depois caía no chão.

- Estás linda!

Encostei-o à parede e desapertei-lhe a camisa. Percorri-lhe o peito com a boca, até chegar à cintura. Ajoelhei-me, abri-lhe as calças e segurei firmemente o seu pénis, guiando-o até á minha boca. Venerei, acariciei, chupei, aquele membro que me ia tornar mulher. Enquanto o chupava, imaginava-o dentro de mim e o meu tesão ia aumentando.

- Pára… - gemeu ele.

Pus-me de pé e beijei-o novamente. Agarrou-me pelas nádegas e enrolei as minhas pernas na sua cintura. Levou-me até à cama e caíu em cima de mim, sem parar de me beijar. Rolamos na cama e eu fiquei por cima. Sentei-me de forma a colocar a vagina mesmo em cima do pénis dele, de forma a ambas as fontes de prazer se estimularem. Desapertou-me o soutien e imediatamente beijou, sugou, chupou avidamente as minhas mamas. Comecei a gritar de prazer, enquanto com movimentos das ancas ia proporcionando prazer a ambos. Virou-me novamente e, com a boca, despiu-me as cuequinhas. Senti, então, a boca dele a beijar-me nos lábios vaginais, fazendo a língua deslizar lentamente para dentro de mim. Os movimentos dos seus lábios eram em tudo semelhantes aos movimentos que fazia quando me beijava na boca. Eu estava cada vez mais louca. Usou os dedos para alargar a vagina e poder penetrar-me mais fundo com a língua. O meu prazer era cada vez maior:

- Fode-me!

- Ainda não…

Continuou, continuou até eu me vir toda na boca dele.

Ao sentir o meu orgasmo, colocou-se de joelhos e abriu-me mais um pouco as pernas. Abraçou-me, segurando-me ternamente nos seus braços. Olhou-me nos olhos, beijou-me e, à medida que me ia beijando, senti o seu membro colocar-se em posição para me penetrar.

- Não pões preservativo?

- Não vai ser necessário querida… confia em mim…

Eu sabia que estávamos a arriscar em demasia, mas a sensação de sentir a carne dele dentro de mim, sem qualquer entrave artificial, fez-me perder a cabeça.
Como estava toda molhada, por causa do orgasmo que tinha tido há pouco, a entrada foi suave enchendo-me de prazer. Além disso, a segurança daquele abraço faziam-me perder o medo da dor que se aproximava.
Mais uma vez, olhou-me nos olhos e, nesse momento, senti-me invadida e uma dor que percorreu todo o corpo. Agarrei-o. Ficou dentro de mim, algum tempo, sem se mexer. A dor ia desaparecendo. Mais um beijo, carícias e a dor foi dando lugar ao prazer. Saiu um pouco, voltou a entrar com força. Dor. Nova pausa. Prazer.
Era claro que o Gustavo tinha experiência a desflorar mulheres. Sabia dosear a dor e o prazer. Fê-lo de tal forma que, ao fim de alguns minutos toda eu era tesão. Então, começou a foder-me. Cada vez com mais força e cada vez mais fundo. Largou o abraço e as suas mãos estavam agora apoiadas lateralmente ao meu corpo. Arqueava as costas e penetrava-me com movimentos lentos e profundos. As minhas mãos apertavam-lhe as nádegas, numa tentativa vã de controlar os seus movimentos.
Retirou o pénis ainda manchado pelo meu sangue virginal e veio-se em cima de mim, espalhando o seu sémen no meu ventre e nas mamas. Foram vários jactos, quentes, cheios de força, resultantes da acumulação de tesão que aquela tarde estava a proporcionar. Eu espalhei aquele leite como se fosse um creme hidratante. Adorava a sensação!

- Vamos tomar um banho, que a tarde ainda está a começar…

domingo, 9 de outubro de 2011

O pai (parte II)

Ao chegar à cama, sentindo o corpo da Ana, nu, junto ao meu e sentindo ainda a humidade provocada pelo encontro com o pai dela, poucos minutos antes, na cozinha, não resisti: acordei-a suavemente, com beijos e carícias por todo o corpo e fizemos amor.
Adormecemos novamente, abraçadas. Ela, provavelmente satisfeita por aquela surpresa nocturna; eu, imaginando como seria perder a virgindade com o pai dela.
Depois dessa noite, eu sabia que ser possuída pelo Gustavo era uma questão de tempo. Tornou-se o meu motorista. Era sempre ele quem me ia levar a casa. E eu ia notando os seus olhares aos meus decotes e às minhas pernas, quase sempre destapadas.
As nossas conversas iam ganhando interesse e o nível de intimidade aumentava. Contei-lhe eu tinha uma namorada, longe de ele imaginar que era a própria filha.
Não foram poucas as vezes em que notava uma gloriosa erecção nas suas calças.
Até que um dia, avancei:

- Sabe, Gustavo… gosto muito destes momentos que passamos juntos, é pena serem tão curtos…

- Sim, tens razão. Era bom que pudéssemos passar mais tempo a conversar.

- E então, porque não o fazemos?

O Gustavo riu e perguntou:

- Estás a convidar-me para um encontro?

- Na verdade, para muito mais que um encontro…

O carro parou bruscamente:

- Marta… sou o pai da tua melhor amiga, sou casado, tenho uma carreira e uma reputação… e tu és menor!

- Gustavo, sabe muito bem que o que está no meu B.I. não corresponde ao meu corpo, nem ao meu desejo. O Gustavo sabe que o desejo e eu sei que me deseja. É um homem. Eu sou uma mulher. Porque não?

- Porque não pode…

E beijei-o.

Terá sido, até àquela altura, o beijo mais intenso que os meus lábios sentiram e proporcionaram. Ali estava eu, numa relação mais que proibida, a escassos metros da minha rua. O risco, o pecado, excitavam-me e eu não conseguia largar a boca dele. As nossas línguas entrelaçavam-se cada vez mais e as nossas mãos ganhavam vida.
Senti o Gustavo a ficar cada vez mais louco, pela forma como me agarrava, pela erecção a despontar entre as suas pernas e pelas suas palavras:

- Quero-te tanto… preciso tanto de te ter… quero-te nua, quero fazer amor contigo?

- Fazer amor? Ou foder-me?

- Como quiseres, querida!

- Quero as duas coisas!

Sim, eu queria tudo o que aquele homem tinha para me dar: a ternura e a luxúria. Queria experimentar sensações que jamais tinha experimentado.

- Queres uma amostra? – perguntei.

- Sim…

- Aqui é perigoso. Arranca e segue as minhas indicações.

Conduzi-o ao local onde, semanas antes, tinha comido o filho dele. Mal o carro parou, como o filho tinha feito, atirou-se para cima de mim. Num ápice rebateu o meu banco e colocou-se entre as minhas pernas que abri sem hesitação. Finalmente, sentia em mim, o peso, a força daquele homem. Sentia o seu pénis erecto a tocar a minha vulva… Como eu o queria dentro de mim!
Senti também a experiência e os conhecimentos do objecto do meu desejo. Com uma destreza própria de homens daquela idade, despiu-me da cintura para cima e acariciou cada centímetro da minha pele nua com a sua boca e língua. Demorou-se nos meus seios, fazendo-me libertar pequenos gemidos. O seu pénis continuava a tocar a minha intimidade, apenas protegida por uma pequena cuequinha que, calculava eu, em breve, iria desaparecer. A saia, já de si curta, estava enrolada na minha cintura.
Tinha eu oferecido uma amostra e mas era ele que o estava a fazer…
Sem parar de me beijar senti dois dos seus dedos a abrirem-me e a tocarem-me com cuidado. Mais uma vez a experiência do Gustavo falou mais alto e tocou-me naquele ponto que me fazia entrar noutra dimensão. Ao sentir aquela ligeira pressão no sítio mágico, soltei um grito profundo, arqueei o corpo e mexi o ventre como se estivesse a ser penetrada e quisesse mais.
Os seus dentes cravavam-se agora no meu pescoço. Eu tinha tanta coisa para dizer naquele momento, mas apenas conseguia gritar.
Vim-me. Senti o meu gozo deslizar pelas coxas até aos estofos de cabedal. Apercebi-me que levou os dedos à boca para me saborear. Nesse momento desejava que o fizesse directamente e que a sua língua invadisse o meu interior.
Com um sorriso do tipo “sou mesmo bom naquilo que faço” perguntou:

- Era esta a amostra a que te referias?

- Não… era a outra amostra…

- Qual?

- Sai do carro…

Obedeceu. Saí atrás dele e fechei a porta. Abraçamo-nos. Beijamo-nos.
Pus-me de cócoras, ficando de caras para a erecção que continuava a pulsar dentro das calças. Fecho para baixo, cinto, botão. Agarrei as calças e os boxers em conjunto e puxei-os até aos tornozelos.
Aí estava ele, pronto a ser devorado pela minha boca. Jurei a mim própria que nem uma só gota seria desperdiçada e comecei a lamber, a chupar, a masturbar aquele pénis que queria com urgência expelir todo o gozo retido.
Inicialmente, os meus movimentos eram lentos, sensuais, cuidadosos mas, ao sentir o tesão do Gustavo a aumentar, a minha cabeça iniciou um vai e vem frenético, conduzindo aquele homem que, poucos segundos antes, transpirava segurança, a um cataclismo de emoções:

- Vai! Chupa-me todo! Quero-me vir todo para ti nessa boquinha!

Respondi, obedecendo, até sentir os jactos de esperma quente atingirem a minha garganta. O homem deu um grito seco e mexeu a pélvis como que a foder-me a boca, com uma mão a prender-me e a orientar a cabeça.
Engoli e beijei-o.
Sem dizer nada, voltei para o carro e vesti-me. Ele recompôs-se e levou-me a casa.
Antes de sair, dei-lhe mais um beijo, desta vez terno e carinhoso:

- Sabes o meu horário escolar, logo, sabes quando estou livre para ti. Aguardo notícias tuas…

Mais um beijo e saí, com a certeza de que estaria para breve a passagem definitiva à condição de Mulher.

quinta-feira, 6 de outubro de 2011

O Pai (parteI)

No dia seguinte conversamos com mais calma e a Ana contou-me que, uma vez, tinha ouvido o irmão a fazer amor com uma namorada dele e que, a dada altura, ouviu “Já te vieste?”. Passado pouco tempo acabaram.
A experiência com o irmão da Ana aumentou em mim as certezas de que a minha virgindade deveria ser entregue a um homem mais velho e experiente.
Ao comentar isto com a Ana ela responde de imediato: “Não me digas que, depois de mim, depois do meu irmão, queres comer o meu pai!”
Ela riu-se e notei que estava a brincar, mas a ideia ficou-me presa na cabeça. O pai da Ana tinha tudo o que as mulheres querem: rico, charmoso, bem constituído, culto e divertido. “Porque não?”, pensei. As minhas idas a casa da Ana eram frequentes, mas nunca tinha olhado para ele com outros olhos para além de pai da minha melhor amiga. Mas, depois do gracejo da Ana, fiquei a ponderar a questão. Afinal, era homem e eu, apesar de ter idade para ser filha dele, tinha corpo de mulher, não seria difícil despertar-lhe desejo, se é que tal já não teria acontecido.
Decidi atacar, mas com imensas cautelas, dado que estava muita coisa em jogo. Não seria difícil ter oportunidades de estar sozinha com ele. Muitas vezes era ele que me ia buscar ou levar a casa. Mas qual seria a sua reacção ao ser seduzido pela melhor amiga da filha? Poderia por em causa a minha amizade com a Ana? Era necessária uma abordagem inteligente e madura.
Em primeiro lugar, era necessário reter o olhar dele no meu corpo. Comecei a vestir-me de forma mais insinuante que nunca nas minhas visitas à Ana. A Ana não desconfiava pois, para além de saber como eu era, ficava doida ao ver-me “semi-nua” ao entrar em casa dela.
Usava tops decotados e largos, sem soutien, de modo que, ao curvar-me ligeiramente, poderia exibir os mamilos.
Quando jantávamos ou nas viagens de carro, procurei sempre meter conversa com assuntos que o interessassem. O pai da Ana era cirurgião, bem sucedido e era fácil perguntar-lhe sobre como tinha corrido a última operação ou sobre as perspectivas para as próximas intervenções. Fomos, com o tempo, criando alguma confiança.
Numa certa noite em que dormi com a Ana, acordei de madrugada com fome. Eu era da família e tinha liberdade para usar e abusar da dispensa e do frigorífico. Sempre que dormíamos juntas, fazíamo-lo sem qualquer peça de roupa. Contudo, para ir ao WC ou passear pela casa eu lá vestia uma tshirt e uns calções. Nessa noite, como era tardíssimo, vesti apenas uma t-shirt comprida, mas que não me cobria a totalidade das nádegas. “Não deve estar mais ninguém acordado a esta hora”, pensei. Ao descer as escadas vi a luz da cozinha acesa. Primeiro fiquei constrangida pelo meu preparo, mas depois pensei: “Se for a mãe, não há crise, estamos entre mulheres; se for o irmão, dá para brincar com ele; se for o pai… é o meu dia de sorte”.
E era mesmo.
Estava sentado à mesa, em tronco nu, bebendo um copo de leite. Usava boxers justos, pretos. Só esta visão fez-me sentir um arrepio e os meus mamilos dispararem, como que a quererem furar a t-shirt. Estava junto ao homem ao qual eu queria entregar-me, apenas como uma peça de roupa cada um…

Pus o meu ar mais ensonado e simultaneamente inocente.

- Boa noite, Sr. Gustavo.

- Olá, Marta. Já te disse que podes tirar o “Sr.”

- Oh… desculpe mas não consigo.

- Insónias?

- Fome. E pelos vistos não sou a única.

- Como já te disse, tenho tido umas operações longas e ando com os sonos meios trocados. Estás à vontade, serve-te do que quiseres.
Eu sabia muito bem do que me queria servir, mas dirigi-me ao frigorífico. Abri a porta e curvei-me. Sabia que a t-shirt ia subir e mostrar tudo ao Gustavo. Ele viu, mas fez de conta que não. Contudo, atirou:

- Acho estranho… não teres namorado.

- Vou namorando. – respondi ainda com a cabeça “dentro” do frigorífico. – Mas porque diz isso?

- Não me interpretes mal mas… és muito bonita, inteligente e com uma maturidade pouco própria da tua idade.

Peguei num iogurte e voltei-me para ele:

- Nunca tomo a mal os elogios. Acho que o Sr…. o Gustavo está a exagerar. Sou uma rapariga como as outras. Além disso, o rapaz que quiser namorar comigo, a sério, vai ter que cumprir certos e determinados critérios.

- Ai sim? Posso saber quais?

- Claro. Tem que ser mais velho, experiente e que me procure agradar de todas as formas. Quando estiver comigo, em qualquer situação, tem que ser seguro e saber o que está a fazer.

- Tens razão, isso é muito importante.

- Os rapazes da minha idade, e mesmo um pouco mais velhos, são demasiado ansiosos… em todos os aspectos… se é que me faço entender.

- Sim.

Sentei-me junto a ele e cruzei as pernas. É claro que ele já tinha visto muito mais. Era altura de saber se queria usufruir, ou não.

- Sabe… há algo que gostaria de conversar com alguém, mas é difícil. O Gustavo é médico, penso que me posso abrir consigo…

- Já sabes que estás à vontade.

Resumi-lhe a minha vida sexual, omitindo as referências às brincadeiras com a filha dele. Pela primeira vez senti como qualquer homem, mesmo o mais íntegro e de personalidade vincada, se desfaz completamente perante uma mulher que se insinua. Bastou o relato das minhas aventuras para que abandonasse aquela postura séria de cirurgião e se derretesse completamente. Para além disso era visível a enorme erecção que despontava pelos seus boxers.

“Tenho a certeza que, quando sairmos daqui, vai para o WC.”, pensei enquanto aguardava o seu comentário ao meu relato.

- Bom… como tinha dito antes, estás mesmo à frente da tua idade. Compreendo tudo o que dizes, mas será difícil encontrares um homem que cumpra os teus requisitos. Afinal, ainda és menor e…

Interrompi-o:

- Por acaso acho que já encontrei esse homem…

Já não era o meu ar ensonado e inocente, mas sim o sedutor. Proferi esta frase olhos nos olhos.

Levantei-me, virei-lhe costas e disse:

- Até amanhã…

Sabia que estava de olhos colados no meu rabo, por isso caminhei lentamente.
Ao chegar à porta, virei a cabeça por cima do ombro e olhei-o novamente.
Ele estava na minha mão.

terça-feira, 4 de outubro de 2011

O irmão dela

Acho que posso dizer que, desde esse dia, ficamos “namoradas”. É certo que, tanto eu como a Ana, continuávamos com as nossas “curtes” com rapazes, mas prazer a sério tínhamos uma com a outra. Qualquer momento em que nos apanhássemos sozinhas era pretexto para cairmos nos braços uma da outra e as nossas línguas enrolarem-se em beijos intensos. Fosse no WC da escola, nos provadores das lojas de roupa, ou numa carruagem vazia do metro, arriscávamos tudo pelo prazer.
No entanto, era nos nossos quartos que nos entregávamos a um sexo louco e quase sem limites. Os nossos únicos cuidados era não rompermos os nossos hímens e não gritar demasiado para os nossos pais não se aperceberem que tipo de matéria estávamos a estudar.
Apesar do prazer que tinha ao fazer amor com a Ana, continuava à procura do homem que havia de ficar com a minha virgindade. Nas minhas idas frequentes a casa da Ana, acabei por encontrar a solução. Naquela casa havia dois homens: o irmão dela e o pai. O irmão, pouco mais velho que nós, já na faculdade, fartava-se de se atirar a mim. Era giro e bem constituído, mas nunca houve nada nele que me atraísse. Para tirar as dúvidas, resolvi ceder a um dos seus avanços.
Certo dia, ofereceu-se para me ir levar a casa. Pela tensão no olhar dele percebi imediatamente que a gentileza dele tinha segundas intenções. Mal entrei no carro, recebo SMS da Ana “O meu irmão quer comer-te. Depois conta como foi. Bj.” Ainda eu lia a mensagem quando ele pergunta:

- Estás com pressa?

- Não muita… porque?

A minha determinação surpreendeu-o e demorou um pouco a responder:

- Pensei que podíamos ir dar uma volta…

- Estou nas tuas mãos.

Acelerou o carro e percebi que o seu ritmo cardíaco também estava acelerado. A perspectiva de foder a melhor amiga da irmã, uma “pitinha toda boa”, estava a deixa-lo fora de si.
Quando chegamos ao “quecodromo”, caiu em cima de mim quase desesperado.

- Calma! – disse-lhe.
Empurrei-o para o lugar do condutor e comecei a despir-me lentamente. Deixei ficar apenas a lingerie.
Sentei-me em cima dele e beijei-o, enquanto lhe ia abrindo a camisa. Ao sentir, no meio das minhas pernas, o seu pénis duro, comecei a cavalgá-lo, mesmo por cima das calças.
Ele gemia e arfava. Agarrou-me as nádegas firmemente e fixou os olhos nas minhas mamas, ainda protegidas pelo soutien.

- Gostas, querido? Queres tê-las na tua boca?

Respondeu com um acendo de cabeça. Soltei o soutien e rapidamente abocanhou-me as mamas. Também eu começava a ficar excitada. Aumentei a pressão no pénis dele e a velocidade dos meus movimentos. Passado pouco tempo…

- Pára! – disse ele.

- Que foi, querido? Não é bom?

- É… mas se não paras eu venho-me!

- Hmmmm… já estás assim? Isso é bom! Eu quero que te venhas!

Enquanto tínhamos este diálogo eu continuava a beijá-lo e acariciá-lo.

- Quero vir-me dentro de ti!

- Isso não… ainda sou virgem e não vais ser tu a ter o privilégio de alterar esse estado.

Saí de cima dele e desapertei-lhe as calças. O pénis já furava para fora dos boxers. Fiquei ainda mais excitada ao ver o nível de tesão dele. Agarrei-o e levei a minha boca até ele. Estava quente, duríssimo e, pela minha experiência calculei que em trinta segundos explodiria na minha boca.
Mal senti o primeiro jacto, tirei o pénis para fora e apontei-o às minhas mamas. Recebi contente todo aquele leite, enquanto o meu parceiro contorcia-se de gozo.

- Bem, querido… em condições normais, agora era a tua vez de me fazeres ter um orgasmo. Mas, tens que me levar a casa, por isso, ficas a dever-me uma.

- Isso quer dizer que podemos repetir?

- Sim, quando eu quiser dou-te um toque.

Enquanto falava com ele, ia espalhando o esperma no meu peito. Ele olhava embasbacado e surpreendido.

Não disse mais nada enquanto eu me vestia e ele se recompunha. Eu pensava que precisava de um homem mais experiente a quem entregar a minha virgindade. O irmão da Ana era demasiado… ansioso!

Quando chegamos a minha casa, espetei-lhe um linguado e segredei-lhe: “Não és mau, mas tens que ter mais calma…”

segunda-feira, 3 de outubro de 2011

A melhor amiga

Experiências do género foram acontecendo com este e com outros rapazes. O meu corpo ia crescendo, chamando mais atenção do sexo masculino. Adorava ir pela rua, no autocarro, no shopping e sentir os olhares dos homens fixarem-se em mim. Chegava mesmo a ficar excitada. Achava piada à expressão no rosto de homens mais velhos, simultaneamente de tesão e culpa, por desejarem uma criança com corpo e atitude de mulher.
Eu própria “desejava-me”. Comparava o meu corpo às mulheres que apareciam nas capas das revistas e pensava “é assim que quero ser”.

Voltando à escola, todos sabemos que os rapazes não sabem manter a boca fechada. Também já disse atrás que rapidamente conquistei fama de puta, o que deixava as raparigas invejosas e os rapazes doidos.
Já que tinha a fama, queria ter o proveito. Afinal, independentemente daquilo que diziam, eu gostava do que fazia. Ponto final. Nas viagens de estudo, enquanto as minhas colegas iam aos beijinhos, eu ia aos beijões e sempre com algo mais na mão.

Apesar de todas as experiências e brincadeiras que ia tendo, continuava sem coragem de me entregar a um rapaz. Não porque estava à espera do “homem da minha vida” como as outras raparigas da minha idade, mas porque queria que fosse mesmo bom, no sítio adequado e com um gajo que realmente soubesse o que estava a fazer.

Enquanto esse gajo não aparecia, aconteceu algo que eu não estava à espera: a minha primeira vez com uma rapariga.
Estávamos em casa dela, supostamente a estudar. Contudo, tudo o que fazíamos era partilhar experiências. Partilhar é uma força de expressão, porque basicamente era eu que falava, pois eu tinha muitas mais histórias para contar. Como fazíamos muitas vezes, a dada altura, fomos ao quarto do irmão mais velho dela, raptar um filme porno.
Sempre que víamos pornografia juntas, acabávamos por nos masturbarmos, separadamente. Mas, desta vez, o filme era lésbico e, ao vermos aquelas cenas, não resistimos.
Os nossos corpos foram ficando cada vez mais próximos. Apercebi-me que o corpo da Ana era atraente, ficando fascinada pelos seus seios, firmes, desafiando a própria força do soutien cor-de-rosa que envergava.
Beijamo-nos. Que delícia de beijo, quente, doce, húmido, profundo. Um beijo que parecia não terminar enquanto as nossas mãos percorriam os nossos corpos. Nunca nenhum rapaz me tinha tocado assim. Despimo-nos.
O filme continuava no ecrã, mas agora, na cama da Ana, fazíamos o nosso próprio filme. Deitei-a de costas e coloquei-me em cima dela. Coloquei uma perna entre as pernas dela e pude sentir o seu suco vaginal na minha pele. Ela fez o mesmo e gemeu um “estás húmida…”. “Estou com tesão por ti…” respondi. Beijamo-nos novamente e ficamos longos minutos naquela posição, na qual os nossos sexos eram estimulados nas nossas pernas. Os gemidos do filme iam-se misturando com os nossos. Adorei sentir os meus seios tocarem nos seios dela.

- És tão boa! – disse, sentindo o orgasmo a aproximar-se.

Aumentei a intensidade dos meus movimentos. Ela correspondeu. O meu corpo explodiu num orgasmo, como nunca tinha tido antes. Nem mais, nem menos intenso, mas diferente.
Ela não se veio, mas eu estava empenhada em fazer com que isso acontecesse.
A minha boca desceu pelo seu corpo, enquanto os meus dedos a penetravam suavemente (também ela era virgem). Toquei-lhe o clítoris e todo o seu corpo estremeceu. Nesta altura já a minha boca devorava as suas mamas de adolescente, firmes e desafiantes.

- Come-me toda!

E eu entendi isto como uma ordem para a possuir com a minha boca. Quando a minha cabeça ficou colocada entre as suas pernas, prendeu-me com força e agarrou-me os cabelos:

- Vai! Fode-me!

Abri a vagina com os dedos e fiz a minha língua deslizar para o seu interior, de onde brotava um sumo de sabor intenso e que aumentava o meu tesão. Entreguei-me totalmente àquele minete, desejando que a minha amiga pudesse experimentar o prazer máximo… e assim foi. Com o corpo contorcendo-se num espasmo e com um grito longo, percebi que a Ana estava a vir-se. O caudal do seu gozo aumentou e eu saboreei cada gota. Fiz questão de a beijar de seguida para que pudesse sentir o gosto que vinha do corpo dela.
O beijo demorou mais do que eu queria e, dentro de mim, voltou a acender-se o fogo do desejo.
No ecrã tinha-se iniciado outro filme. Na cama isso também iria acontecer:

- Não sabes há quanto tempo queria fazer isto!

A Ana selou esta afirmação com um novo beijo e rapidamente a sua boca procurou outros lábios para beijar…