segunda-feira, 14 de novembro de 2011

Férias no Algarve - O taxista

- Não vais provar nada. Vais vestir-te e bazar daqui.

Fiquei sem reacção! Nua e disponível à frente dele e dá-me uma tampa daquelas?

- Tens a certeza que é isso que queres?

- Ouve, miúda, noutra altura, às tantas até aproveitava. Mas estou cansado e preciso dormir…

Conformei-me, vesti-me e saí. Só quando cheguei à rua é que me lembrei que não tinha como ir para casa. No fundo da rua surgiu um táxi. Acenei feita doida. O carro parou e automaticamente entrei para o banco de trás. Cuspi a morada, fechei os olhos e recostei-me, na esperança de sentir o carro arrancar, mas o veículo não se mexeu.

O motorista estava especado a olhar para mim com um sorriso idiota estampado no rosto.

- Que se passa? Porque não arranca?

- Porque estou fora de serviço. – respondeu exibindo o mesmo sorriso.

- Então porque parou?

- Porque me pareceu em apuros e quero ajuda-la.

“Boa desculpa!”, pensei eu. O gajo queria comer-me. Analisei-o. Tinha bom ar, 25-30 anos, corpo bem tratado. Eu estava disposta, mas resolvi dar luta:

- Ouça… se me quer ajudar, leve-me a casa. Eu tenho dinheiro, posso pagar.

- Já lhe disse que não estou de serviço.

- Sendo assim, vou procurar outro táxi…

Abri a porta do táxi e saí, fazendo questão de não olhar para trás e fingindo que procurava outro táxi para apanhar. Enquanto olhava para um ponto inexistente no horizonte, senti um forte perfume, masculino, intenso, que, num acto reflexo, mas fez voltar. Era o taxista de novo. De pé pude apreciá-lo melhor e todo ele era apetecível. Contudo, decidi manter o meu jogo.

- Eu não sei o que quer mas, das duas uma, ou me leva a casa, ou desampara-me a loja!

- São 8h da manhã e a menina está vestida como se fosse para a noite; tem a roupa amarrotada e um ar cansado; quer um táxi para regressar; pelo seu sotaque, calculo que não seja algarvia; deve ter entre 16 e 18 anos… provavelmente 18… está cá de férias como prenda por ser boa aluna e por ir para a faculdade; calculo que esteja com os papás com um grupo de amigas; borga ontem à noite, entreteve-se com um gajo toda a noite e agora tem que ir para casa, se não vai ter sarilhos.

- Muito perspicaz! Acertou em quase tudo. E agora? Vai levar-me a casa?

O cromo pareceu ignorar a minha pergunta.

- Estive a trabalhar toda a noite e ia agora para casa. A minha profissão, apesar de me proporcionar contactos com muita gente, é solitária. Gostava de ter um pouco de companhia, agora que o meu “dia de trabalho” está a terminar.

- Então há bocado estava preocupado comigo e queria ajudar-me, agora já precisa de companhia? Decida-se, ou então seja sincero. Sabe… eu já ouvi muitas desculpas de homens que me queriam saltar em cima e o senhor não tem jeitinho nenhum.

K.O. para a Marta. O “Don Juan” de meia-tigela ficou mudo e quedo. Continuei:

- Estou um trapo. Preciso de tomar banho, trocar de roupa e descansar. Mas não posso negar que tu não és de se deitar fora.

O rapaz recuperou a fala:

- Isso quer dizer que…

Interrompi:

- Quer dizer que me vais levar a casa, como eu estou farta de pedir e depois vê-se.

Caminhei resoluta de volta ao táxi e voltei a sentar-me no banco de trás. Rendido, o motorista seguiu-me.
Ao chegarmos ao prédio, ele tentou logo agarrar-me no elevador mas, mais uma vez, cortei-lhe o tesão:

- Meu menino… as coisas são à minha maneira!

- Mas…

- Mas o quê? Entre obedeceres e teres uma manha de sexo inesquecível ou armares-te em garanhão e ires para casa a chupar no dedo, o que preferes?

Confesso que depois de ter dito isto, me arrependi. Não conhecia o gajo de lado nenhum e estava sujeita a que ele se passasse da cabeça e cometesse alguma loucura. Mas não. Meteu o rabinho entre as pernas e fez tudo o que lhe pedi.

Ao entrar em casa, deixei-o no hall, enquanto fui procurar a Ana. Estava a dormir. “Óptimo! Isto vai ficar ainda mais engraçado!”

Voltei para o meu “motorista” e beijei-o loucamente. Instantaneamente, senti-o a crescer. Estava mesmo cheio de tesão.

- Querido… vamos tomar um banho juntos, antes de eu… te comer todo?

Falava com dificuldade, pois a sua boca já me devorava e as suas mãos apalpavam-me toda.

- Sim…

Fomos para o duche. Depois de alguns beijos e apalpanços, ajoelhei-me e abocanhei-lhe o sexo. Eu estava nas nuvens, sentindo a água escorrer no meu corpo e a misturar-se com a saliva que eu ia espalhando naquele pénis. O rapaz não aguentou muito tempo. Estava de facto com muito tesão acumulado e ejaculou nas minhas mamas.
Nisto, a cortina do duche abriu-se. Era a Ana. Provavelmente acordou com o barulho da água, juntamente com os grunhidos do meu parceiro.

- Puta! Tu só pensas em foder?

- Já sabes que sim, amor! Mas, para não ficares triste, podes usá-lo!

Então a Ana despe-se, entra no duche e beijamo-nos. Ela sorveu as gotas de esperma que ainda repousavam nas minhas mamas.

- Hmmm… adoro este sabor! Quero senti-lo bem fundo na minha boca!

Apesar de se referir ao rapaz, a Ana falava a olhar para mim, como se ele não estivesse lá.

Por sua vez, o taxista (de quem eu ainda não sabia o nome) estava totalmente atordoado com a situação que estava a viver.

A Ana deixou-me e foi-se agarrar ao rapaz, beijando-o avidamente na boca e com uma mão a segurar-lhe o pénis que ainda se mantinha firme depois do broche com que tinha sido brindado.

A Ana começou a provocá-lo:

- Vais ter tesão para nós as duas? Tens noção que te vamos levar para a cama e não te vamos dar um segundo de descanso? Sabes que só te vamos deixar quando já não tiveres gota de leite nesses tomates?

Esta conversa dela deixou-me completamente doida. A água continuava a correr. Coloquei-me por trás dela e enfiei-lhe dois dedos na vagina e o polegar no cu, enquanto ela continuava a masturbar o taxista e a beija-lo. Ficamos assim alguns minutos. Ele ia alternando entre a minha boca e a boca dela. Por vezes beijávamo-nos os três, até que a Ana atingiu o orgasmo e, ainda ofegante, decretou:

- Vamos para a cama!

terça-feira, 8 de novembro de 2011

Férias no Algarve - Round 1

Após terminarmos o 12º ano, ambas com excelentes notas nos exames e que, praticamente, nos garantiam a entrada na faculdade, os nossos pais premiaram-nos com umas férias no Algarve… as duas… sozinhas.

No nosso íntimo sabíamos que seria uma despedida. Dentro de pouco tempo seguiríamos rumos diferentes e, dificilmente, conseguiríamos manter a nossa fidelidade à distância, conhecendo outros ambientes e outras pessoas.

Portanto, íamos decididas a aproveitar cada segundo, dispostas às maiores loucuras para que aquelas duas semanas fossem únicas e inesquecíveis.

Os pais da Ana disponibilizaram-nos o seu apartamento de férias, dado que eles iriam viajar para o estrangeiro. O irmão teria que passar o Verão em casa, dado que tinha que estudar para exames em Setembro. Por isso, estávamos por nossa conta: jovens, bonitas e cheias de tesão.

Como é natural, os primeiros momentos na nossa casa de férias foram para matar o desejo que nos tinha consumido durante a viagem. Após termos feito amor, ficamos deitadas na cama, nuas, fumando o mesmo cigarro. A Ana, sempre que dava uma passa, espalhava o fumo, com um leve sopro, pelo meu corpo nu. Cansadas da viagem e do sexo, adormecemos. Quando acordamos já era de noite. A dispensa e o frigorífico estavam vazios pelo que fomos forçadas a jantar fora. Tomamos banho e produzimo-nos para a noite.

Depois de jantar, percorremos alguns bares. Obviamente, despertávamos a atenção de todo o tipo de homens: adolescentes como nós, homens mais velhos, mas ainda jovens, homens com idade para serem nossos pais. Claro que algumas mulheres também nos miravam, mas para isso tínhamo-nos uma à outra.

Num determinado bar, focamos a nossa atenção num grupo de trintões bastante atraentes. Eles eram seis, nós apenas duas. Uma orgia (pelo menos naquele dia) estava fora de questão, pelo que escolhemos os dois mais interessantes para atacar. Primeiro tínhamos que os isolar do resto do grupo. A Ana levantou-se de cigarro apagado na mão. Caminhando de forma sensual dirigiu-se ao que tinha escolhido e pediu lume. O homem, de forma desinteressada passa-lhe o isqueiro. A Ana pega nele, volta costas e regressa à nossa mesa, acendendo o cigarro pelo caminho.

Os cinco amigos riram-se da situação. O assaltado levantou-se e dirigiu-se a nós:

- A menina tem algo que me pertence…

- Ai sim?

- Sim… o meu isqueiro!

- Ooopss… Pois… sou mesmo distraída…

- É distraída ou queria um pretexto para me afastar dos meus amigos?

- Hmmm… que perspicaz! Mas sabe… aqui a minha amiga não tira os olhos ali do seu amigo de t-shirt azul escura… pode chama-lo?

Eu estava totalmente embasbacada com a Ana. O homem regressou à mesa para chamar o amigo e eu perguntei à minha namorada onde é que ela tinha aprendido a ser assim.

- Nos filmes querida… A pornografia não serve só para te dar tesão.

Meia hora depois estávamos a sair, cada uma para seu lado, com um homem diferente. O meu chamava-se Pedro.

- Onde queres ir? – perguntou.

- Escolhe tu…

- Podemos ir a uma discoteca.
- Fixe! Adoro dançar!

- Importas-te só que passemos por minha casa para ir buscar o meu carro? É que eu estou a passar férias aqui perto, mas a discoteca ainda é longe.

- Claro!

Ao entrarmos na garagem, praticamente deserta de veículos, tive uma visão e decidi por em prática.

Entramos no carro, o Pedro ia por o cinto, mas eu não deixei. Atirei-me à boca dele e beijei-o com toda a luxúria, enquanto a minha mão direita acariciava-lhe o pénis por fora das calças.

Enquanto o beijava, sussurrei:

- Eu gosto de dançar… mas o meu tipo de dança é diferente…

E nisto, pus-me em cima dele.

- Então não queres ir dançar lá para cima?

- Quero… mas primeiro dançamos aqui… é mais excitante!

- Podemos ser vistos!

- Não quero saber!

Foi uma típica rapidinha de carro: arrumar a cuequinha para o lado… e já está.

- És de mais!

- A noite ainda está a começar querido.

Fomos então “dançar” para o apartamento. Mal entramos no elevador, ajoelhei-me disposta a revitalizar o pénis que, minutos antes tinha estado dentro de mim. Fiquei surpreendida com a rapidez com que o senti de novo duro na minha boca. O elevador parou, a porta abriu-se e eu ainda de joelhos a chupá-lo.

“Dançamos” toda a noite. Há muito tempo que não estava sozinha com um homem e resolvi aproveitar ao máximo. Adormecemos já de madrugada.

Fomos acordados pelo rapaz que tinha saído com a Ana:

- Ainda estás aqui? Olha que a tua amiga já foi para casa…

Ensonada, nem me preocupei com a minha nudez perante o desconhecido e procurei o telemóvel.

Tinha várias SMS e chamadas da Ana a perguntar onde eu estava. Uma das SMS dizia: “Como correu? Ou ainda está a correr? O meu foi um espectáculo! Fez cada coisa! Só provando!”

Respondi: “Ainda está a correr. Vou agora provar o teu.”

domingo, 6 de novembro de 2011

O fim de um ciclo

A cada momento que passava sentia-me mais dividida. Por um lado, atraída pelo tesão, pelo prazer… mas por outro, com medo de estar a ultrapassar um ponto sem retorno.

Contei à Ana que, naquela tarde, estaria com o pai dela. Reagiu friamente o que aumentou a minha apreensão. No entanto, as memórias dos momentos que já tinha vivido com o Gustavo aliadas à ansiedade de ser novamente possuída por ele, faziam-me avançar sem temer e com uma onda de desejo que percorria todo o meu corpo.

Antes de sair da escola fui ao WC e tirei as cuecas. Quando estava mesmo a chegar ao consultório do Gustavo, mandei-lhe uma SMS: “Estou de saia, sem cuecas e quase a chegar. Quero-te bem teso!”

Estava decidida que, desta vez, seria eu a controlar, a usar e a abusar.

O consultório ficava numa luxuosa clínica privada. A sala de espera estava com meia dúzia de pessoas. Dirigi-me à recepção. Ao falar com a recepcionista, interrogava-me se, também ela, já teria caído nas garras dele. Indicou-me o caminho e mandou-me entrar.

Enquanto caminhava comecei a sentir o meu suco deslizar para o exterior, percorrendo a vulva e chegando às coxas. Nunca na vida me tinha sentido com tanta vontade de sexo.

Nem bati à porta. Gustavo estava sentado atrás da secretária. Vi de imediato a webcam que, provavelmente, já estaria ligada. Avancei sem dizer uma palavra. Os olhos dele ardiam de desejo. Avancei. Conforme tinha pedido, ele apresentava-me um pénis erecto, rubro, ansioso por me penetrar. Abri as pernas por cima da cadeira e deslizei aquele membro duro para dentro de mim. Finalmente!

Cavalguei-o como nunca o tinha feito, lentamente, sentindo-o a preencher-me completamente. Sabia que estava a ser vista pela legítima. No meu íntimo, encarei aquela foda como um desafio. A cada movimento das minhas ancas, sentia ondas e ondas de prazer, muito perto do orgasmo. A minha sensibilidade estava nos píncaros e o meu clítoris perto da explosão. Deixei-o desapertar-me a blusa, o soutien e sugar-me as mamas. Neste momento, poderia jurar que entrei em transe. A minha mente viajou para outros mundos, deixei de ver o homem que estava dentro de mim, o espaço onde estávamos. Perdi a noção de quem era e de onde estava. Um prazer como nunca tinha sentido. E aumentei a velocidade. A espaços ouvia o barulho da cadeira a protestar contra o esforço a que era submetida. Não sei se gritei, mas é natural que o tenha feito de forma exagerada.

Depois, veio o orgasmo e, nesse mágico momento, voltei àquele consultório e ao homem que me possuía. Podia ler nos seus olhos que, também ele estaria prestes a vir-se. Mas aquela foda era a minha foda.

Decidi ficar por ali. Vesti-me, deixando desta vez o soutien como lembrança:

- Se quiseres voltar a ver-me…

E abandonei o consultório da mesma forma como tinha entrado.

Mas eu não queria voltar a estar com o Gustavo. Cada vez mais tinha a sensação de que as coisas não iriam correr bem.

De imediato, mandei SMS à Ana “preciso estar contigo”.

Apesar de sexualmente ter acabado de ter uma experiência inesquecível, sentia-me vazia, oca. Precisava mesmo da Ana, a única pessoa que, para além de me proporcionar prazer, fazia-me sentir algo, fazia o meu coração vibrar.

“O que se passa? Não devias estar com o meu pai?”

“Já estive. Mas não estou bem.”

Quando nos encontramos, só consegui abraça-la com toda a minha força e chorar copiosamente no ombro dela.

Ao fim de alguns minutos, lá me recompus e contei-lhe, sem entrar em grandes pormenores, o que tinha acontecido.

A Ana estava sozinha em casa e fomos tomar um banho juntas. Enchemos a banheira de espuma e ali ficamos a trocar carinhos e prazer.

Depois de nos secarmos fomos para a cama. A determinada altura diz a Ana:

- Sabes, amor… eu adoro estar contigo e o prazer que me dás, mas não achas que falta aqui algo?

- Puta! Queres uma pila, não é?

- Quero! Então, se és tu que queres, pega no telemóvel e liga a quem quiseres…

Apesar de ter ficado com o meu soutien de recordação e com uma falsa promessa de um novo encontro, o Gustavo nunca mais tentou estar comigo.

Eu e Ana amávamo-nos e éramos fiéis uma à outra. Continuamos a estar juntas, sozinhas, ou a três mas, cada vez mais, a nossa relação transcendia o sexo. O terceiro elemento era apenas um complemento para nos proporcionar um prazer maior.

Entretanto, entramos para a faculdade. Cursos diferentes, em cidades diferentes e as nossas vidas mudaram, principalmente a minha…

domingo, 30 de outubro de 2011

A revelação

Apesar da excitação, nos tempos seguintes a esta noite, sentia-me estranha ao entrar em casa da Ana. Se já era estranho envolver-me com pai e filha, mais estranho se tornava ao saber que a esposa e mãe, não só, permitia a traição do marido, como também o incentivava e se excitava com isso.
Sabia que, a qualquer momento, poderia receber a SMS a combinar o tal encontro no consultório. Passaram-se dias, semanas até, e nada… Teriam desistido da ideia?
Entretanto, com tudo isto, comecei a sentir-me desconfortável com a Ana. Sentia que a estava a trair, ao envolver-me nos jogos sexuais dos pais dela. Na verdade, eu traí-a desde o primeiro momento com o pai dela. E a Ana, não ficou indiferente à minha nova atitude:

- Que se passa querida? Tu não andas bem…

Não sabia o que lhe dizer. Apetecia-me contar-lhe tudo, correndo o risco de a perder como amante e como amiga. O final do ano lectivo aproximava-se. Íamos para o 12º e depois para a faculdade. As coisas não voltariam a ser como dantes, portanto, decidi arriscar. Contei tudo. A Ana escutou em silêncio. Quando terminei, continuou em silêncio, de olhos no chão.

- Então? Não dizes nada? Diz qualquer coisa… diz que me odeias, bate-me, insulta-me… mas reage!

Levantou os olhos lentamente e fitou-me:

- Marta, o que farias se me ouvisses dizer que ando enrolada com o teu pai e que a tua mãe é uma depravada? Estou sem reacção. Não te vou bater, nem dizer que te odeio, porque eu amo-te! Mas não te consigo olhar com os mesmos olhos. Enquanto eu dormia nesta cama, a sonhar contigo, tu eras enrabada pelo meu próprio pai! Tu viste os meus pais a foderem e masturbaste-te a assistir! Marta, o que queres que pense, diga, faça?

Ela tinha razão e eu sentia-me reles e baixa a cada palavra dela. Continuou:

- Preciso pensar, assentar as ideias… O meu pai já marcou encontro contigo no consultório?

- Não…

- E tu vais?

- Vou… eu preciso disto, é quase como um vício! Chama-me puta, tarada, depravada, ninfomaníaca, mas eu não posso viver sem sexo.

- Caramba… sabes muito bem que não me importo que andes enrolada com gajos e até com outras miúdas. Eu sei como tu és, porque também sou um pouco assim. Mas com o meu pai? A minha mãe?

- Perdoa-me…

- O que há para perdoar? O meu pai é um homem como outro qualquer. Se não fosse o meu pai, ia ser o pai de outra miúda qualquer…

E os seus olhos encheram-se de lágrimas. Por contágio, pena, remorsos, amor, chorei também. Recomposta, a Ana continuou:

- E agora, como vou olhar para os meus pais? Provavelmente, tu não és a primeira a entrar nas cenas deles…

- Vê o lado positivo! Estão casados há anos e conseguem manter a chama acesa! Quantas mulheres com a idade da tua mãe nunca tiveram um orgasmo? Eu pude ver a química sexual que há entre eles. Dão prazer um ao outro, amam-se… de uma forma que pode parecer estranha e pouco convencional, mas amam-se!

Não sei como estas palavras saíram da minha boca. Nunca tinha pensado nisso até àquele momento.
Seja como for, pareceram bater fundo no coração da Ana:

- Sim… é verdade… pensado bem, prefiro saber que eles “swingam” contigo do que com outra qualquer… mas não deixa de ser estranho.

Sorri.

- Tu amas-me, Marta?

- Sim, Ana eu amo-te e os teus pais também te amam muito!

A Ana sorriu.

Beijamo-nos. Despimo-nos, como tantas vezes tínhamos feito mas, desta vez, não conseguimos ir mais longe. O choque das revelações bloqueou-nos o tesão. Ficamos abraçadas, a trocar carícias e beijos, sem dizer mais uma palavra.

Uma buzina no exterior da casa anunciava a chegada do meu pai para me levar embora. Após entrar no carro e cumprimentá-lo, o meu pai perguntou:

- Sabes com quem estive hoje? O Dr. Gustavo, o pai da tua amiga.

Tremi.

- Ai sim?

- Sim! Falou-me muito bem de ti e da amizade que tens pela Ana.

- Óptimo…

- Ah! E pediu-me para te transmitir um recado.

“Não acredito!”

- Pediu para passares pelo consultório dele amanhã de tarde quando saíres das aulas. Parece que tem lá qualquer coisa para te mostrar, mas não percebi muito bem o que era… Sabes o que é?

- Sei, sim… - respondi com medo que o meu pai me perguntasse mais pormenores.

- Óptimo! E então, como foi o teu dia?

Estava safa daquela. Enquanto conversava com o meu pai sobre o meu dia, SMS do Gustavo: “O papá já te deu o recado? Estarei à tua espera. Hoje à noite vou ligar-te. Atende, mas não fales.”

Mal consegui jantar, esperando que o telemóvel tocasse. Não me consegui concentrar nos trabalhos de casa, nem em mais nada. As horas iam passando e o aparelho silencioso. Onze, onze e meia… Perto da meia-noite, tocou. Atendi.

Ruídos, passos, uma porta a bater. Passos. Uma voz feminina desconhecida:

- Estava a ver que a operação nunca mais acabava, Dr. Gustavo…

- Então porquê? – era a voz dele.

- Para me entregar completamente a si!

- Hmmm… sua puta! Em vez de estares concentrada no paciente estavas a pensar em foder? Que raio de enfermeira és tu?

- Uma enfermeira que é doida por esse corpo, por esse caralho! Estava e estou toda húmida!

- Quero ver isso!

Seguiu-se um grito agudo da mulher e o que veio depois é fácil de antever. A enfermeira deu tudo o que tinha ao meu amante, durante meia hora. Oral, anal, ambos se entregaram ao prazer de forma intensa, praticamente sem pausas. Deitada na minha cama, com o telemóvel em alta voz, completamente nua, imaginava que era a mim que o Gustavo fodia e masturbava-me.
Gustavo descrevia o que acontecia, não sei se por puro tesão, ou com o objectivo de me informar detalhadamente do que se estava a passar.
Num momento em que a enfermeira engolia todo o sémen do meu amante, a chamada caiu.
Alguns minutos depois, SMS: “Ouviste? A ti vou fazer bem pior!”

sábado, 29 de outubro de 2011

A surpresa

- Pareces perdida…

- Ah?

Voltei-me. A mãe da Ana, a mulher legítima do homem que acabava de sair de dentro de mim.

- Sim, estás aqui no meio da cozinha, são quase quatro da madrugada. Posso saber o que fazes aqui?

- Tive fome… vim comer um iogurte…

- E porque não estás junto ao frigorífico? É lá que guardamos os iogurtes…

Não sabia o que dizer…

- Pois, deve ser do sono… estou meia atordoada…

- Claro, claro. Senta-te. Precisamos conversar.

Gelei. Será que ela desconfiava? Ou saberia mesmo de algo? Terá ouvido o que se passou minutos antes naquele preciso local?

- Sabes que aprecio a tua amizade com a Ana. Vocês dão-se bem e sei que a vossa relação é boa para a minha filha. Gosto quando vens cá a casa, mas há algo que me perturba.

As palavras eram afáveis, mas o tom era frio e inexpressivo.

Continuou:

- Estás vestida com uma t-shirt que mal te tapa o rabo e consegui ver que trazes um reduzido fio dental por baixo. Por sorte cruzaste-me comigo. Imagina que era o meu filho, ou o meu marido… por falar nisso, não o viste por aí?

- N.. não…

- É que quando acordei ele não estava na cama… pensei que tivesse vindo cá baixo. Voltando ao que te estava a dizer, não gosto da maneira como desfilas por aí, quando ficas cá a dormir.

- Desculpe… não queria ser mal educada!

- Não tem mal, querida. Desde que me prometas que irás ter mais cuidado no futuro. Eu já tive a tua idade e sei como funciona a tua cabeça. Tens um corpo lindo e fazes muito bem em mostrá-lo, mas há formas de o fazer.

- Percebo…

- Como te disse há bocado, imagina que era o Gustavo ou o meu filho que apareciam aqui? O Bernardo, com a idade que tem, atira a tudo o que mexe e, já se sabe, que os homens na idade do meu marido ficam facilmente embeiçados por adolescentes de corpos perfeitos. E, apesar do teu corpo de mulher, ainda és menor.

- Percebo isso tudo e, mais uma vez, peço desculpa… estou muito envergonhada!

Não estava. Mas aquela era a altura de fazer o papel de “santinha”.

- Eu aqui com vocês sinto-me em família, por isso é que me comporto como se estivesse em casa. Não quero que olhem para mim com outros olhos…

Nesta altura a D. Graça fixou o meu olhar e notei algo familiar. Uma conjugação dos elementos do rosto que me faziam lembrar a Ana antes de fazermos amor! “Raios! Devo estar maluca”. De facto, a respeitável senhora que estava à minha frente era o único membro daquela família a quem eu ainda não tinha “posto as mãos”. Mas só podia estar a alucinar, também ela se atirava a mim? “Não, pode ser.”

A D. Graça abandonou a sua pose séria e sorriu:

- Vai lá buscar o teu iogurte e depois vai dormir, que eu vou fazer o mesmo.

Nisto, aparece Gustavo, vindo do jardim:

- Será que ninguém tem sono nesta casa?

- Olá querido! Por onde andaste?

- Fui ao jardim, pareceu-me ouvir um barulho vindo de lá. Dei uma volta, mas não vi nada… deve ter sido apenas impressão minha.

- Sendo assim, vamos para a cama.

E despediram-se de mim. Lá fui comer o iogurte e voltei para o quarto. Ao chegar ao cimo das escadas, ouvi ruídos do quarto deles. Pareciam estar a conversar. Invadida por um lampejo de curiosidade, resolvi ir escutar junto à porta.

- Conta-me… conta-me tudo o que fizeste com ela!

E ouvi o Gustavo descrever pormenorizadamente, e utilizando o mais sujo calão, tudo o que se tinha passado entre nós na cozinha.
Estava em choque. Todo aquele sermão tinha sido uma encenação!

- Agora faz comigo o que fizeste com ela! Come-me o cu!

- O sabor dela ainda deve estar impregnado no meu caralho… não queres provar?

- Oh! Sim!

E seguiram-se vários minutos de sons sexuais, obscenidades e o meu nome repetido várias avezes, por ambos. No meio dos devaneios de ambos, Acabei por descobrir que o meu fio dental tinha sido utilizado pela D. Graça. Caramba, eles usavam-me para se excitarem! Enquanto escutava, conduzi dois dedos para dentro de mim e masturbei-me até ao orgasmo, e depois outro e mais outro… Nem pensei que a Ana podia acordar e sentir a minha falta na cama. Só pensava em abrir a porta do quarto e juntar-me a eles. Arrisquei e abri muito ligeiramente a porta. Embrenhados como estavam em darem prazer um ao outro e a obterem o máximo dos seus corpos, nem repararam. O corpo do Gustavo já me era familiar, mas fiquei agradavelmente surpreendida pelas formas da D. Graça. A Ana tinha a quem sair. Apesar da idade, os seios eram firmes. A Ana tinha-me dito que a mãe tinha posto silicone. Com a pouca luz, era difícil perceber, contudo as duas protuberâncias desafiavam orgulhosas as leis da gravidade. A pele era lisa e bem cuidada. Notava-se nos seus gestos e na forma de se entregar ao marido a experiência de muitas camas. 

Quando ambos se deram por satisfeitos e eu preparava-me para voltar à cama, o diálogo sobre mim continuou:

- E agora? Quando e onde a vais voltar a foder?

- Não sei… o que sugeres?

- No teu consultório! Ligas a webcam que tens no PC e eu posso assistir aqui em casa!

Se já estava excitada, ainda mais fiquei! Voltei para a cama, idealizando uma forma de tornar esse momento inesquecível para os três… 

terça-feira, 25 de outubro de 2011

Reencontro na madrugada

O pai da Ana tinha uma promessa por cumprir. Devolver-me a minha peça de roupa interior, que tinha guardado no nosso último encontro, à guisa de troféu.
Aguardei algum tempo por novo contacto dele. Entretanto, a química sexual entre mim e a Ana estava cada vez mais apurada e, uma vez por outra, lá juntávamos aos nossos encontros um rapaz. Adorava ver a Ana a ser possuída, de quatro, ou cavalgando o macho, numa posição em que o seu corpo atingia uma plenitude de sensualidade.
Uma vez por outra, cruzava-me com o pai dela lá em casa. Uns olhares cúmplices e nada mais. Até que chegou uma daquelas noites em que eu dormia lá. Estava prestes a deitar-me com a Ana, quando recebo SMS: “Esta noite, 3h, na cozinha.”
O tesão disparou no meu corpo e foi a Ana quem lucrou.

- Hmmmm, querida, nunca te vi assim tão… quente!

- Estou inspirada!

A ansiedade manteve-me acordada até à hora de descer à cozinha. Quando lá cheguei a luz já estava acesa. Apresentei-me com a mesma roupa do nosso primeiro encontro, ou seja, apenas uma t-shirt. Gustavo estava em boxers.

- Tens algo que me pertence…

- Isto? – perguntou Gustavo segurando a minha tanguinha preta por um dedo.

- Sim…

- Vem cá buscar…

Fui. Como da primeira vez, caminhando sensual e lentamente. Cravei os olhos na zona genital dele e pude ver algo a crescer.

Ao chegar junto a ele, deixou cair a tanguinha no chão. Ajoelhei-me para a apanhar. Pude ver o seu tesão a crescer. A minha vontade era chupa-lo todo, logo ali. Mas levantei-me.

- Veste-as…

Preparava-me para as vestir, quando ele interrompeu:

- Tira primeiro a t-shirt.

Despi-me. Ali estava eu, nua, de madrugada, a exibir-me para o homem que me desflorou, pai da minha melhor amiga, que me olhava com um ar tranquilo, mas no qual se notava um desejo crescente.

- Linda… agora sim… veste-as…

Mal o fio dental assentou na cintura, as mãos de Gustavo prenderam-se às minhas nádegas descobertas e arrastaram-me para ele. Com força do agarrão, as minhas mamas balouçaram à altura da sua boca que logo as acariciou, alternadamente e avidamente, de tal forma que a saliva do meu amante deslizava pelo contorno curvilíneo dos meus seios firmes de adolescente.

Num ágil e único movimento, levantou-se e debruçou-me sobre a mesa. Arrepiei-me com o contacto frio do objecto com a minha pele, mas Gustavo permaneceu indiferente. Senti o fio dental ser arrumado para o lado e, quando ainda me mentalizava para uma penetração, senti-me totalmente invadida por um pénis duro, quente, que parecia rasgar-me ao meio. Ali ficou, repousando alguns segundos. A violência da penetração provocou-me alguma dor, apesar de já estar lubrificada. Contudo, não articulei um som. Esta nova experiência estava a ser de tal forma surpreendente que me sentia numa montanha russa. Por cima de nós dormia a família daquele homem, que agora me penetrava repetidamente com todas as suas forças, proferindo obscenidades. Senti que aquela cópula terminaria num prazer unilateral e só nessa altura ganhei consciência do perigo que corria. Eu ainda não tomava a pílula e ele estava sem preservativo.

- Não te venhas dentro de mim!

- Uma puta como tu não toma a pílula? Foda-se!
Dito isto, parou. Eu continuei debruçada na mesa, à espera. Nem me atrevia a olhar para trás.

- Felizmente, vim prevenido.

“Ok… vai colocar o preservativo”, pensei. Mas não foi o som do invólucro que eu ouvi. Algo parecido com uma tampa de plástico. Enquanto tentava adivinhar o que se seguiria, senti algo húmido e frio no meu ânus e percebi o que se estava a passar. Seria a primeira vez. Apesar de vários dos meus parceiros sexuais terem sugerido a penetração anal, para contornar a minha virgindade, nunca tinha aceitado. Não por qualquer espécie de tabu, pura e simplesmente pelo medo da dor.
Com mais medo fiquei por saber o estado selvático em que o Gustavo se encontrava.

- Vai com calma querido…

-Hmmm… não me vais dizer que nunca levaste no cu?

- Não…

- Então isso vai dar-me ainda mais gozo! Vais ver que vais gostar!

Lubrificou-me mais um pouco. Depois, com o dedo, foi-me abrindo lentamente. Enquanto com a outra mão e com a língua me estimulava a vagina. Voltei a sentir prazer. O Gustavo voltava a ser o amante dedicado e empenhado em fazer-me sentir bem.
O prazer fez-me relaxar. O meu buraquinho ia abrindo e preparava-se para receber dentro dele a virilidade do Gustavo, bem como o sumo do prazer.

- Vai, querido… fode-me!

- Sim…

Cumpriu com o que eu lhe pedi. Lentamente, dando-me espaço para me habituar à invasão, Gustavo foi-me penetrando o cu, até eu sentir os testículos beijarem-me as nádegas. Senti alguma dor, mas a habilidade e a experiência de Gustavo amenizaram-na.

- Estás bem?

- Sim, querido! Agora fode-me e vem-te no meu cuzinho!

Gustavo começou a mexer-se e eu a sentir-me estimulada. Não sei se por ser mais uma experiência nova, pela hora ou pelo local, o que é certo é que, dentro de mim, despertou o fogo que me levava aos meus melhores orgasmos.

Aos poucos, Gustavo voltou ao seu estado selvagem. Recomeçaram as obscenidades (o que me excitou ainda mais), até que, após uma estocada mais violenta, senti-me inundada por aquele líquido espesso e quente que me era tão familiar, mas não naquela zona do meu corpo. O meu amante abrandou o ritmo e ia parar, mas não deixei:

- Estou quase a vir-me, cabrão! Não pares agora!

Não sei como estas palavras saíram da minha boca, mas ele gostou e, sem deixar esmorecer o pénis, continuou a enrabar-me até eu ter o meu orgasmo.

A luz da escadaria acendeu-se. Alguém se aproximava. Tínhamos pouco mais de vinte segundos para nos recompormos. Eu só tinha que vestir uma tshirt, mas Gustavo tinha muito que explicar. Quando acabei de me vestir, ele já lá não estava. Provavelmente, fugiu pela porta que liga a cozinha ao jardim. Atordoada com estes pensamentos, nem reparei que a pessoa que descia as escadas já se encontrava ao pé de mim…

sexta-feira, 21 de outubro de 2011

Upgrade (parte II)

Nua e com aquele sorriso malicioso que tantas vezes eu tinha visto antes, durante e depois de fazermos amor. Levantei-me da cama e dirigi-me à minha namorada:

- Obrigada por teres vindo. Tinha-te pedido para vires bem vestida, mas não estava á espera que viesses nua!

Beijamo-nos. Os nossos corpos um contra o outro. Confesso que uma das melhores sensações de fazer amor com a Ana era sentir os meus seios contra os dela.

- Eu vim bem vestida. Mas ao entrar apercebi-me que não ia precisar de roupa para o que vinha aqui fazer.

Novo beijo.

O Ricardo continuava deitado, incrédulo. Duas mulheres nuas, trocando carícias à frente dele e, tudo indicava, dispostas a sexo com ele.

- Já viste a tua surpresa?

- És um amor!

- Anda!

Peguei na mão da Ana e conduzi-a ao Ricardo que continuava sem dizer nada, mas com o pénis preparado para a investida.

Beijaram-se. Eu fiquei deitada ao lado deles a observar. Rapidamente, a mão da Ana procurou o sexo de Ricardo. Acariciava-o como se lhe estivesse a tirar as medidas.

Beijei os dois, beijamo-nos os três e resolvi afastar-me. Sentei-me num puff a observar, com as pernas cruzadas e a mão entre elas. Eles ali ficaram, totalmente entregues um ao outro.

A dada altura, ao colocarem-se na posição 69, a Ana fixou o seu olhar no meu enquanto sugava o pénis do Ricardo.

Não aguentei tanta tesão e tive um orgasmo. Ofereci os meus dedos à Ana que fez com eles o que estava a fazer ao rapaz.

Lembrei-me, então, que os meus pais poderiam voltar e fui recolher as roupas que tinham ficado espalhadas pela casa. Seria pouco provável, dado que estes jantares costumavam durar até às tantas.

Ao pegar nas calças do Ricardo, caiu um preservativo. “Está na hora de dar outro presente à Ana”.

Juntei-me de novo a eles na cama. Nesta altura a Ana já gritava e eu conhecia muito bem aquele grito. Estava prestes a atingir a plenitude do prazer carnal.

O Ricardo, por sua vez, desesperava. Então decidi que era altura de ele ser recompensado por satisfazer aquelas duas raparigas, doidas por sexo. Montei-o, segurando o preservativo pela mão:

- Estás a ver isto? Vais usá-lo na Ana… Mas antes vais foder-me de 4! Quando te estiveres a vir, tiras fora e espalhas o teu leite no meu rabo, sim?

Nem conseguiu responder. Coloquei-me de gatas. Ao meu lado, a Ana recuperava do orgasmo, mas ainda teve força para se colocar debaixo de mim, e sugar-me as mamas. Entretida com as carícias da Ana, fui surpreendida por uma forte estocada do Ricardo. Estava selvagem, animalesco, fodendo-me com toda a força! Esta fornicação bruta não terá durado uns 30 segundos, o que se compreendia, devido ao tesão acumulado pelo macho. Então senti os jactos de sémen no meu rabo, nas costas, chegando até ao pescoço. A doida da Ana apressou-se a limpar-me com a sua própria boca.

Beijou-me e eu pude sentir o sabor do Ricardo na boca dela. Na minha mão continuava o preservativo…

- Querida, está na hora de outra surpresa… mas primeiro temos um macho para revitalizar.

Nisto, ouvimos a porta da entrada. Os meus pais!

Pus em prática o plano de emergência que tinha desenhado na minha cabeça: Ricardo, debaixo da cama; Ana, veste-te rápido; eu enfiei uns calções e uma tshirt. Apressei-me a ir à sala informar que a Ana estava a estudar comigo.

- Está bem filha, nós vamos dormir, porque estamos cansados.

Sim, dormir… Quando eles se deitavam assim cedo, eu sabia muito bem o que acontecia depois, pois ouvia no meu quarto.

A Ana, esperta como um rato, ligou a música, não muito alta mas o suficiente para disfarçar os sons do nosso prazer. Em poucos minutos estava restabelecida a normalidade.

O que se seguiu foi um festim dos sentidos: 3 corpos numa cama, entregues à luxúria; gemidos e murmúrios; toque e carícias; o odor do sexo feminino e do sémen; e os sabores emanados pelos corpos.

A certa altura, quando já estávamos em pleno transe erótico decidi que era altura da segunda surpresa da Ana:

- Meu amor, vais tornar-te mulher e o Ricardo vai ter o prazer de te ajudar.

Coloquei o preservativo ao Ricardo. Sentei-me encostada à cabeceira da cama e abri as pernas para que a Ana se encaixasse no meu colo.

O Ricardo veio e, muito lentamente e cuidadosamente, entrou dentro dela. Eu beijava-a e acariciava-a. O rapaz beijava-nos. Estávamos em harmonia perfeita até ao orgasmo dele. A Ana não se veio, talvez pela dor, mas estava radiante.

Repousamos juntos mais uns minutos, até à hora de eles se irem embora. Antes de dormir, masturbei-me mais uma vez, recordando aquela noite a três.