sábado, 26 de novembro de 2011

Férias no Algarve - A despedida

Os dias seguintes foram passados entre noitadas e praia, com muito sexo pelo meio. Saía com a Ana para a noite, mas depois separávamo-nos. Depois do sucedido na primeira noite, optamos sempre por levar as nossas conquistas para o nosso apartamento. Era divertido estar enrolada com um homem e ver a Ana a entrar no quarto com outro, fazer uma careta e ir para a sala. Era excitante estar a ser possuída e ouvir os gritos dela. O contrário também aconteceu, mas eu era mais atrevida. Ao ver a Ana nua, entregue a um homem, eu largava o meu, ia ter com ela à cama e beijava-a, deixando os dois machos ainda mais loucos.
Tivemos também uns casos fugazes nas idas à praia, que terminavam com rapidinhas no parque de estacionamento, ou debaixo das arribas.
Contudo, já no último dia, tive o melhor sexo daquelas férias. Não pela intensidade do prazer em si mas porque, nunca como naquele dia, me senti tão puta. Nem quando fodi com um homem casado tive tal sensação.
Meio da tarde. A praia cheia. Era difícil encontrar um metro quadrado de areia para estender as toalhas. Quando vimos um pequeno espaço, corremos até ele, sem reparar que junto a nós estavam dois homens lindos, sexys e super atraentes. Já tinham um certo ar maduro, provavelmente, perto dos quarenta.
Estendemos as toalhas, arrumamos as nossas coisas e despimo-nos. Como sempre, tiramos a parte de cima dos bikinis, exibindo as nossas mamas orgulhosas e ainda desafiantes à gravidade. Só nessa altura reparamos em dois pares de olhos sedutores que nos devoravam de alto a baixo.

- Estás a ver o mesmo que eu? – sussurrei.

- Sim, é a nossa próxima foda. – respondeu a Ana.

- Mas já viste bem? Eu não sei se aguento até ao apartamento… eu quero comê-los aqui!

- Eu também estou cheia de tesão, mas aqueles corpinhos merecem ser bem aproveitados…

- Faz como quiseres. Eu vou avançar.

Procurei o tabaco na mala e fingi não encontrar o isqueiro. O truque era velho, mas foi o primeiro que me ocorreu.

Quando me aproximei dos meus alvos, praticamente atirei as mamas para os olhos do que estava mais perto:

- Podem-me arranjar lume?

E um isqueiro acende-se de imediato.

- Obrigada.

E voltei para o meu lugar, desta vez bamboleando o meu rabo adornado por um diminuto fio dental.

Quando terminei o cigarro, o dono do isqueiro aproximou-se, com o objecto incendiário na mão:

- Presumo que vá ficar aqui toda a tarde e vá fumar mais… tome, ofereço-lhe!

- Obrigada, mas não costumo aceitar presentes de estranhos.

- Não seja por isso… André! – disse, estendendo-me a mão.

Levantei-me para retribuir o cumprimento. Coloquei-lhe uma mão no pescoço e, após um beijo na face direita, respondi:

- Marta…

- Muito prazer…

- Acredite que sim…

Convidei-o a sentar-se a partilhar a minha toalha. Não foi preciso dizer nada à Ana, para ela se levantar e ir fazer companhia ao outro homem. Ao fim de 10 minutos estavam ambos a arrumar as coisas e a irem embora.

- Parece que a sua amiga e o meu amigo vão passar um resto de tarde interessante…

- Sim, tenho pena do seu amigo.

- Então?

- Se bem conheço a Ana, ela só vai parar quando ele não tiver mais nada para dar… se é que me entende…

- Perfeitamente… e você também é assim?

- Tem dias…

- Hoje é um desses dias?

- Não… hoje apetece-me algo diferente…

Nesta altura, não me saía da cabeça o que se tinha passado, dias antes, naquele mesmo local, quando me masturbei dentro de água.

- André, siga-me…

Caminhei em direcção à água, sempre à frente dele. Esperei que ele chegasse ao pé de mim. Beijei-o e… meu deus! Nunca tinha sentido uma boca como aquela. Firme, decidida, intensa. De imediato imaginei-a a devorar-me a coninha. Ao mesmo tempo, senti algo a crescer-lhe nos calções. Sem me preocupar com as milhares de pessoas na praia, agarrei a sua intumescência e disse-lhe:

- Quero-o dentro de mim… agora!

Os seus olhos não demonstraram surpresa, mas determinação.

Entramos dentro de água, até um ponto em que, tínhamos pé mas a água já cobria grande parte dos nossos corpos. Enleei os meus braços em torno do seu pescoço e as pernas em torno da cintura. Sem parar de o beijar, senti o meu fio dental ser arrumado para o lado, expondo o meu interior. Poucos segundos depois ele entrava dentro de mim. Deixei descair a cintura para que ele pudesse penetrar mais fundo. E ali ficamos, entre movimentos embalados pelas ondas, beijos, carícias, até sentir o meu ventre invadido por um, dois, três… cinco jactos quentes. As mãos firmes do André continuavam a aprisionar as minhas nádegas e não me largou até sentir que também eu explodia de prazer, mordendo o seu ombro para não gritar.

Voltamos a terra. Sequei-me e vesti-me.

- Já vamos embora? – perguntou-me.

- Eu vou embora. Tu fazes o que quiseres. Por mim, hoje, chega.

- Posso ao menos ficar com o teu número?

- Não… já tiveste o que muita gente queria e não conseguiu.

Beijei-o e saí dali.

Não foi preciso entrar no apartamento para ouvir os gritos desvairados da Ana. Desta vez nem fui ao quarto espreitar. Deitei-me no sofá da sala, masturbei-me imaginando-me possuída, novamente, pelo André e depois adormeci.

quarta-feira, 23 de novembro de 2011

Férias no Algarve - A solo

O resto da manhã foi passado em sexo quase sem limites. Já passava do meio dia quando o motorista foi embora, deixando a mim e à Ana extenuadas na cama. Sentia as pernas doridas, como se tivesse acabado de correr uma maratona. Na boca tinha o sabor a esperma e ao suco vaginal da Ana. Nos lençóis e nos nossos corpos abundavam as marcas e odores de sémen, de suor e dos nossos fluidos.
Foi neste ambiente de depravação e luxúria que adormecemos.

Acordei a meio da tarde, a Ana dormia. Resolvi tomar duche sozinha, porque sabia que, se o fizesse com a Ana, iríamos voltar à história do costume e, sinceramente, estava cansada. Antes do banho acendi um cigarro e resolvi sentar-me um pouco na varanda. Enquanto aspirava o sabor do tabaco, apreciava a vista privilegiada sobre a praia, adornada por corpos sexys e bronzeados. Decidi ir um pouco até lá, antes da hora de jantar.

Tomei banho, limpando da minha pele os vestígios da noite e da manhã. A Ana continuava a dormir. Tirei para fora da mala todos os bikinis que tinha levado. Indecisa entre um branco que, facilmente, ficaria transparente em contacto com a água, e um preto “push-up” que me realçava (ainda mais) as mamas, optei pelo preto. Vesti uma mini-saia de praia, calcei as sandálias, peguei numa toalha e nos objectos pessoais, deixei um bilhete à Ana e dirigi-me ao elevador. Atendendo a que estava num prédio de apartamentos de férias, não vesti nada na parte de cima. Já tinha visto várias mulheres assim e homens em tronco nu, apenas de toalha ao ombro.
Chamei o elevador. Nele vinham dois rapazes, provavelmente da minha idade. Olharam-me como todos os rapazes de 18 anos olham para uma rapariga em bikini. Ignorei-os. Apesar de me saber bem despertar-lhes o desejo, a última coisa que me apetecia era aturar dois putos.
Seguiram-me até à praia. Afastei-me o mais que pude e eles desistiram.

Pus a toalha sobre a areia, acendi mais um cigarro e olhei em volta. Se, quando pensei em ir à praia, o sexo era a última coisa que me passava pela cabeça, ao ver o cenário que me rodeava mudei de ideias.
Homens de corpo tonificado e bem definido, mãos firmes e olhares para lá de sexy. Mulheres de bikinis reduzidos ou até mesmo em fio dental.

Na minha mente, escolhi uns três ou quatro homens e umas três ou quatro mulheres. Apaguei todos os outros frequentadores da praia. Emparelhei-os e coloquei-me entre eles. Uma orgia de sol, mar e sensualidade. Imaginei-me a ser penetrada com todo o vigor enquanto a minha boca devorava os seios e a vagina de uma mulher. Antevi como seria sugar o sexo daqueles machos. Desejei ser possuída por dois homens ao mesmo tempo, enquanto chupava um terceiro.

Estes pensamentos desceram pelo meu corpo, até me fazerem sentir húmida. O cigarro chegava ao fim.

Pensei atacar um dos rapazes que jogava vólei à minha frente, mas ainda tinha o corpo dorido, por dentro e por fora, das loucuras da noite e da manhã passadas. Senti-me reles, mas isso excitou-me ainda mais.

Apaguei o cigarro na areia e tirei o bikini. Apesar de muitas outras mulheres estarem em top-less, não pude deixar de atrair vários olhares masculinos em direcção às minhas mamas. E o tesão crescia…

Precisava mesmo de aliviar aquela tensão.

Levantei-me e caminhei em direcção ao mar. Mergulhei, nadei e a minha vontade de foder crescia. Afastei-me até o meu corpo ficar totalmente coberto, com a água pelo pescoço. Sem me preocupar que alguém visse ou reparasse, comecei a tocar-me. Usava os corpos que nadavam e flutuavam junto a mim para fantasiar aquilo que o meu corpo desejava.

Orgasmo. Diferente de todos os que já tinha tido, mesmo sozinha. Provavelmente pela ousadia do local escolhido, a sensação que me invadiu no momento da explosão sexual foi nova.

Voltei a terra, de sorriso nos lábios e com uma total sensação de relaxamento. Fumei mais um cigarro e fiquei a apanhar sol, em top-less, até a Ana me ligar…

segunda-feira, 14 de novembro de 2011

Férias no Algarve - O taxista

- Não vais provar nada. Vais vestir-te e bazar daqui.

Fiquei sem reacção! Nua e disponível à frente dele e dá-me uma tampa daquelas?

- Tens a certeza que é isso que queres?

- Ouve, miúda, noutra altura, às tantas até aproveitava. Mas estou cansado e preciso dormir…

Conformei-me, vesti-me e saí. Só quando cheguei à rua é que me lembrei que não tinha como ir para casa. No fundo da rua surgiu um táxi. Acenei feita doida. O carro parou e automaticamente entrei para o banco de trás. Cuspi a morada, fechei os olhos e recostei-me, na esperança de sentir o carro arrancar, mas o veículo não se mexeu.

O motorista estava especado a olhar para mim com um sorriso idiota estampado no rosto.

- Que se passa? Porque não arranca?

- Porque estou fora de serviço. – respondeu exibindo o mesmo sorriso.

- Então porque parou?

- Porque me pareceu em apuros e quero ajuda-la.

“Boa desculpa!”, pensei eu. O gajo queria comer-me. Analisei-o. Tinha bom ar, 25-30 anos, corpo bem tratado. Eu estava disposta, mas resolvi dar luta:

- Ouça… se me quer ajudar, leve-me a casa. Eu tenho dinheiro, posso pagar.

- Já lhe disse que não estou de serviço.

- Sendo assim, vou procurar outro táxi…

Abri a porta do táxi e saí, fazendo questão de não olhar para trás e fingindo que procurava outro táxi para apanhar. Enquanto olhava para um ponto inexistente no horizonte, senti um forte perfume, masculino, intenso, que, num acto reflexo, mas fez voltar. Era o taxista de novo. De pé pude apreciá-lo melhor e todo ele era apetecível. Contudo, decidi manter o meu jogo.

- Eu não sei o que quer mas, das duas uma, ou me leva a casa, ou desampara-me a loja!

- São 8h da manhã e a menina está vestida como se fosse para a noite; tem a roupa amarrotada e um ar cansado; quer um táxi para regressar; pelo seu sotaque, calculo que não seja algarvia; deve ter entre 16 e 18 anos… provavelmente 18… está cá de férias como prenda por ser boa aluna e por ir para a faculdade; calculo que esteja com os papás com um grupo de amigas; borga ontem à noite, entreteve-se com um gajo toda a noite e agora tem que ir para casa, se não vai ter sarilhos.

- Muito perspicaz! Acertou em quase tudo. E agora? Vai levar-me a casa?

O cromo pareceu ignorar a minha pergunta.

- Estive a trabalhar toda a noite e ia agora para casa. A minha profissão, apesar de me proporcionar contactos com muita gente, é solitária. Gostava de ter um pouco de companhia, agora que o meu “dia de trabalho” está a terminar.

- Então há bocado estava preocupado comigo e queria ajudar-me, agora já precisa de companhia? Decida-se, ou então seja sincero. Sabe… eu já ouvi muitas desculpas de homens que me queriam saltar em cima e o senhor não tem jeitinho nenhum.

K.O. para a Marta. O “Don Juan” de meia-tigela ficou mudo e quedo. Continuei:

- Estou um trapo. Preciso de tomar banho, trocar de roupa e descansar. Mas não posso negar que tu não és de se deitar fora.

O rapaz recuperou a fala:

- Isso quer dizer que…

Interrompi:

- Quer dizer que me vais levar a casa, como eu estou farta de pedir e depois vê-se.

Caminhei resoluta de volta ao táxi e voltei a sentar-me no banco de trás. Rendido, o motorista seguiu-me.
Ao chegarmos ao prédio, ele tentou logo agarrar-me no elevador mas, mais uma vez, cortei-lhe o tesão:

- Meu menino… as coisas são à minha maneira!

- Mas…

- Mas o quê? Entre obedeceres e teres uma manha de sexo inesquecível ou armares-te em garanhão e ires para casa a chupar no dedo, o que preferes?

Confesso que depois de ter dito isto, me arrependi. Não conhecia o gajo de lado nenhum e estava sujeita a que ele se passasse da cabeça e cometesse alguma loucura. Mas não. Meteu o rabinho entre as pernas e fez tudo o que lhe pedi.

Ao entrar em casa, deixei-o no hall, enquanto fui procurar a Ana. Estava a dormir. “Óptimo! Isto vai ficar ainda mais engraçado!”

Voltei para o meu “motorista” e beijei-o loucamente. Instantaneamente, senti-o a crescer. Estava mesmo cheio de tesão.

- Querido… vamos tomar um banho juntos, antes de eu… te comer todo?

Falava com dificuldade, pois a sua boca já me devorava e as suas mãos apalpavam-me toda.

- Sim…

Fomos para o duche. Depois de alguns beijos e apalpanços, ajoelhei-me e abocanhei-lhe o sexo. Eu estava nas nuvens, sentindo a água escorrer no meu corpo e a misturar-se com a saliva que eu ia espalhando naquele pénis. O rapaz não aguentou muito tempo. Estava de facto com muito tesão acumulado e ejaculou nas minhas mamas.
Nisto, a cortina do duche abriu-se. Era a Ana. Provavelmente acordou com o barulho da água, juntamente com os grunhidos do meu parceiro.

- Puta! Tu só pensas em foder?

- Já sabes que sim, amor! Mas, para não ficares triste, podes usá-lo!

Então a Ana despe-se, entra no duche e beijamo-nos. Ela sorveu as gotas de esperma que ainda repousavam nas minhas mamas.

- Hmmm… adoro este sabor! Quero senti-lo bem fundo na minha boca!

Apesar de se referir ao rapaz, a Ana falava a olhar para mim, como se ele não estivesse lá.

Por sua vez, o taxista (de quem eu ainda não sabia o nome) estava totalmente atordoado com a situação que estava a viver.

A Ana deixou-me e foi-se agarrar ao rapaz, beijando-o avidamente na boca e com uma mão a segurar-lhe o pénis que ainda se mantinha firme depois do broche com que tinha sido brindado.

A Ana começou a provocá-lo:

- Vais ter tesão para nós as duas? Tens noção que te vamos levar para a cama e não te vamos dar um segundo de descanso? Sabes que só te vamos deixar quando já não tiveres gota de leite nesses tomates?

Esta conversa dela deixou-me completamente doida. A água continuava a correr. Coloquei-me por trás dela e enfiei-lhe dois dedos na vagina e o polegar no cu, enquanto ela continuava a masturbar o taxista e a beija-lo. Ficamos assim alguns minutos. Ele ia alternando entre a minha boca e a boca dela. Por vezes beijávamo-nos os três, até que a Ana atingiu o orgasmo e, ainda ofegante, decretou:

- Vamos para a cama!

terça-feira, 8 de novembro de 2011

Férias no Algarve - Round 1

Após terminarmos o 12º ano, ambas com excelentes notas nos exames e que, praticamente, nos garantiam a entrada na faculdade, os nossos pais premiaram-nos com umas férias no Algarve… as duas… sozinhas.

No nosso íntimo sabíamos que seria uma despedida. Dentro de pouco tempo seguiríamos rumos diferentes e, dificilmente, conseguiríamos manter a nossa fidelidade à distância, conhecendo outros ambientes e outras pessoas.

Portanto, íamos decididas a aproveitar cada segundo, dispostas às maiores loucuras para que aquelas duas semanas fossem únicas e inesquecíveis.

Os pais da Ana disponibilizaram-nos o seu apartamento de férias, dado que eles iriam viajar para o estrangeiro. O irmão teria que passar o Verão em casa, dado que tinha que estudar para exames em Setembro. Por isso, estávamos por nossa conta: jovens, bonitas e cheias de tesão.

Como é natural, os primeiros momentos na nossa casa de férias foram para matar o desejo que nos tinha consumido durante a viagem. Após termos feito amor, ficamos deitadas na cama, nuas, fumando o mesmo cigarro. A Ana, sempre que dava uma passa, espalhava o fumo, com um leve sopro, pelo meu corpo nu. Cansadas da viagem e do sexo, adormecemos. Quando acordamos já era de noite. A dispensa e o frigorífico estavam vazios pelo que fomos forçadas a jantar fora. Tomamos banho e produzimo-nos para a noite.

Depois de jantar, percorremos alguns bares. Obviamente, despertávamos a atenção de todo o tipo de homens: adolescentes como nós, homens mais velhos, mas ainda jovens, homens com idade para serem nossos pais. Claro que algumas mulheres também nos miravam, mas para isso tínhamo-nos uma à outra.

Num determinado bar, focamos a nossa atenção num grupo de trintões bastante atraentes. Eles eram seis, nós apenas duas. Uma orgia (pelo menos naquele dia) estava fora de questão, pelo que escolhemos os dois mais interessantes para atacar. Primeiro tínhamos que os isolar do resto do grupo. A Ana levantou-se de cigarro apagado na mão. Caminhando de forma sensual dirigiu-se ao que tinha escolhido e pediu lume. O homem, de forma desinteressada passa-lhe o isqueiro. A Ana pega nele, volta costas e regressa à nossa mesa, acendendo o cigarro pelo caminho.

Os cinco amigos riram-se da situação. O assaltado levantou-se e dirigiu-se a nós:

- A menina tem algo que me pertence…

- Ai sim?

- Sim… o meu isqueiro!

- Ooopss… Pois… sou mesmo distraída…

- É distraída ou queria um pretexto para me afastar dos meus amigos?

- Hmmm… que perspicaz! Mas sabe… aqui a minha amiga não tira os olhos ali do seu amigo de t-shirt azul escura… pode chama-lo?

Eu estava totalmente embasbacada com a Ana. O homem regressou à mesa para chamar o amigo e eu perguntei à minha namorada onde é que ela tinha aprendido a ser assim.

- Nos filmes querida… A pornografia não serve só para te dar tesão.

Meia hora depois estávamos a sair, cada uma para seu lado, com um homem diferente. O meu chamava-se Pedro.

- Onde queres ir? – perguntou.

- Escolhe tu…

- Podemos ir a uma discoteca.
- Fixe! Adoro dançar!

- Importas-te só que passemos por minha casa para ir buscar o meu carro? É que eu estou a passar férias aqui perto, mas a discoteca ainda é longe.

- Claro!

Ao entrarmos na garagem, praticamente deserta de veículos, tive uma visão e decidi por em prática.

Entramos no carro, o Pedro ia por o cinto, mas eu não deixei. Atirei-me à boca dele e beijei-o com toda a luxúria, enquanto a minha mão direita acariciava-lhe o pénis por fora das calças.

Enquanto o beijava, sussurrei:

- Eu gosto de dançar… mas o meu tipo de dança é diferente…

E nisto, pus-me em cima dele.

- Então não queres ir dançar lá para cima?

- Quero… mas primeiro dançamos aqui… é mais excitante!

- Podemos ser vistos!

- Não quero saber!

Foi uma típica rapidinha de carro: arrumar a cuequinha para o lado… e já está.

- És de mais!

- A noite ainda está a começar querido.

Fomos então “dançar” para o apartamento. Mal entramos no elevador, ajoelhei-me disposta a revitalizar o pénis que, minutos antes tinha estado dentro de mim. Fiquei surpreendida com a rapidez com que o senti de novo duro na minha boca. O elevador parou, a porta abriu-se e eu ainda de joelhos a chupá-lo.

“Dançamos” toda a noite. Há muito tempo que não estava sozinha com um homem e resolvi aproveitar ao máximo. Adormecemos já de madrugada.

Fomos acordados pelo rapaz que tinha saído com a Ana:

- Ainda estás aqui? Olha que a tua amiga já foi para casa…

Ensonada, nem me preocupei com a minha nudez perante o desconhecido e procurei o telemóvel.

Tinha várias SMS e chamadas da Ana a perguntar onde eu estava. Uma das SMS dizia: “Como correu? Ou ainda está a correr? O meu foi um espectáculo! Fez cada coisa! Só provando!”

Respondi: “Ainda está a correr. Vou agora provar o teu.”

domingo, 6 de novembro de 2011

O fim de um ciclo

A cada momento que passava sentia-me mais dividida. Por um lado, atraída pelo tesão, pelo prazer… mas por outro, com medo de estar a ultrapassar um ponto sem retorno.

Contei à Ana que, naquela tarde, estaria com o pai dela. Reagiu friamente o que aumentou a minha apreensão. No entanto, as memórias dos momentos que já tinha vivido com o Gustavo aliadas à ansiedade de ser novamente possuída por ele, faziam-me avançar sem temer e com uma onda de desejo que percorria todo o meu corpo.

Antes de sair da escola fui ao WC e tirei as cuecas. Quando estava mesmo a chegar ao consultório do Gustavo, mandei-lhe uma SMS: “Estou de saia, sem cuecas e quase a chegar. Quero-te bem teso!”

Estava decidida que, desta vez, seria eu a controlar, a usar e a abusar.

O consultório ficava numa luxuosa clínica privada. A sala de espera estava com meia dúzia de pessoas. Dirigi-me à recepção. Ao falar com a recepcionista, interrogava-me se, também ela, já teria caído nas garras dele. Indicou-me o caminho e mandou-me entrar.

Enquanto caminhava comecei a sentir o meu suco deslizar para o exterior, percorrendo a vulva e chegando às coxas. Nunca na vida me tinha sentido com tanta vontade de sexo.

Nem bati à porta. Gustavo estava sentado atrás da secretária. Vi de imediato a webcam que, provavelmente, já estaria ligada. Avancei sem dizer uma palavra. Os olhos dele ardiam de desejo. Avancei. Conforme tinha pedido, ele apresentava-me um pénis erecto, rubro, ansioso por me penetrar. Abri as pernas por cima da cadeira e deslizei aquele membro duro para dentro de mim. Finalmente!

Cavalguei-o como nunca o tinha feito, lentamente, sentindo-o a preencher-me completamente. Sabia que estava a ser vista pela legítima. No meu íntimo, encarei aquela foda como um desafio. A cada movimento das minhas ancas, sentia ondas e ondas de prazer, muito perto do orgasmo. A minha sensibilidade estava nos píncaros e o meu clítoris perto da explosão. Deixei-o desapertar-me a blusa, o soutien e sugar-me as mamas. Neste momento, poderia jurar que entrei em transe. A minha mente viajou para outros mundos, deixei de ver o homem que estava dentro de mim, o espaço onde estávamos. Perdi a noção de quem era e de onde estava. Um prazer como nunca tinha sentido. E aumentei a velocidade. A espaços ouvia o barulho da cadeira a protestar contra o esforço a que era submetida. Não sei se gritei, mas é natural que o tenha feito de forma exagerada.

Depois, veio o orgasmo e, nesse mágico momento, voltei àquele consultório e ao homem que me possuía. Podia ler nos seus olhos que, também ele estaria prestes a vir-se. Mas aquela foda era a minha foda.

Decidi ficar por ali. Vesti-me, deixando desta vez o soutien como lembrança:

- Se quiseres voltar a ver-me…

E abandonei o consultório da mesma forma como tinha entrado.

Mas eu não queria voltar a estar com o Gustavo. Cada vez mais tinha a sensação de que as coisas não iriam correr bem.

De imediato, mandei SMS à Ana “preciso estar contigo”.

Apesar de sexualmente ter acabado de ter uma experiência inesquecível, sentia-me vazia, oca. Precisava mesmo da Ana, a única pessoa que, para além de me proporcionar prazer, fazia-me sentir algo, fazia o meu coração vibrar.

“O que se passa? Não devias estar com o meu pai?”

“Já estive. Mas não estou bem.”

Quando nos encontramos, só consegui abraça-la com toda a minha força e chorar copiosamente no ombro dela.

Ao fim de alguns minutos, lá me recompus e contei-lhe, sem entrar em grandes pormenores, o que tinha acontecido.

A Ana estava sozinha em casa e fomos tomar um banho juntas. Enchemos a banheira de espuma e ali ficamos a trocar carinhos e prazer.

Depois de nos secarmos fomos para a cama. A determinada altura diz a Ana:

- Sabes, amor… eu adoro estar contigo e o prazer que me dás, mas não achas que falta aqui algo?

- Puta! Queres uma pila, não é?

- Quero! Então, se és tu que queres, pega no telemóvel e liga a quem quiseres…

Apesar de ter ficado com o meu soutien de recordação e com uma falsa promessa de um novo encontro, o Gustavo nunca mais tentou estar comigo.

Eu e Ana amávamo-nos e éramos fiéis uma à outra. Continuamos a estar juntas, sozinhas, ou a três mas, cada vez mais, a nossa relação transcendia o sexo. O terceiro elemento era apenas um complemento para nos proporcionar um prazer maior.

Entretanto, entramos para a faculdade. Cursos diferentes, em cidades diferentes e as nossas vidas mudaram, principalmente a minha…

domingo, 30 de outubro de 2011

A revelação

Apesar da excitação, nos tempos seguintes a esta noite, sentia-me estranha ao entrar em casa da Ana. Se já era estranho envolver-me com pai e filha, mais estranho se tornava ao saber que a esposa e mãe, não só, permitia a traição do marido, como também o incentivava e se excitava com isso.
Sabia que, a qualquer momento, poderia receber a SMS a combinar o tal encontro no consultório. Passaram-se dias, semanas até, e nada… Teriam desistido da ideia?
Entretanto, com tudo isto, comecei a sentir-me desconfortável com a Ana. Sentia que a estava a trair, ao envolver-me nos jogos sexuais dos pais dela. Na verdade, eu traí-a desde o primeiro momento com o pai dela. E a Ana, não ficou indiferente à minha nova atitude:

- Que se passa querida? Tu não andas bem…

Não sabia o que lhe dizer. Apetecia-me contar-lhe tudo, correndo o risco de a perder como amante e como amiga. O final do ano lectivo aproximava-se. Íamos para o 12º e depois para a faculdade. As coisas não voltariam a ser como dantes, portanto, decidi arriscar. Contei tudo. A Ana escutou em silêncio. Quando terminei, continuou em silêncio, de olhos no chão.

- Então? Não dizes nada? Diz qualquer coisa… diz que me odeias, bate-me, insulta-me… mas reage!

Levantou os olhos lentamente e fitou-me:

- Marta, o que farias se me ouvisses dizer que ando enrolada com o teu pai e que a tua mãe é uma depravada? Estou sem reacção. Não te vou bater, nem dizer que te odeio, porque eu amo-te! Mas não te consigo olhar com os mesmos olhos. Enquanto eu dormia nesta cama, a sonhar contigo, tu eras enrabada pelo meu próprio pai! Tu viste os meus pais a foderem e masturbaste-te a assistir! Marta, o que queres que pense, diga, faça?

Ela tinha razão e eu sentia-me reles e baixa a cada palavra dela. Continuou:

- Preciso pensar, assentar as ideias… O meu pai já marcou encontro contigo no consultório?

- Não…

- E tu vais?

- Vou… eu preciso disto, é quase como um vício! Chama-me puta, tarada, depravada, ninfomaníaca, mas eu não posso viver sem sexo.

- Caramba… sabes muito bem que não me importo que andes enrolada com gajos e até com outras miúdas. Eu sei como tu és, porque também sou um pouco assim. Mas com o meu pai? A minha mãe?

- Perdoa-me…

- O que há para perdoar? O meu pai é um homem como outro qualquer. Se não fosse o meu pai, ia ser o pai de outra miúda qualquer…

E os seus olhos encheram-se de lágrimas. Por contágio, pena, remorsos, amor, chorei também. Recomposta, a Ana continuou:

- E agora, como vou olhar para os meus pais? Provavelmente, tu não és a primeira a entrar nas cenas deles…

- Vê o lado positivo! Estão casados há anos e conseguem manter a chama acesa! Quantas mulheres com a idade da tua mãe nunca tiveram um orgasmo? Eu pude ver a química sexual que há entre eles. Dão prazer um ao outro, amam-se… de uma forma que pode parecer estranha e pouco convencional, mas amam-se!

Não sei como estas palavras saíram da minha boca. Nunca tinha pensado nisso até àquele momento.
Seja como for, pareceram bater fundo no coração da Ana:

- Sim… é verdade… pensado bem, prefiro saber que eles “swingam” contigo do que com outra qualquer… mas não deixa de ser estranho.

Sorri.

- Tu amas-me, Marta?

- Sim, Ana eu amo-te e os teus pais também te amam muito!

A Ana sorriu.

Beijamo-nos. Despimo-nos, como tantas vezes tínhamos feito mas, desta vez, não conseguimos ir mais longe. O choque das revelações bloqueou-nos o tesão. Ficamos abraçadas, a trocar carícias e beijos, sem dizer mais uma palavra.

Uma buzina no exterior da casa anunciava a chegada do meu pai para me levar embora. Após entrar no carro e cumprimentá-lo, o meu pai perguntou:

- Sabes com quem estive hoje? O Dr. Gustavo, o pai da tua amiga.

Tremi.

- Ai sim?

- Sim! Falou-me muito bem de ti e da amizade que tens pela Ana.

- Óptimo…

- Ah! E pediu-me para te transmitir um recado.

“Não acredito!”

- Pediu para passares pelo consultório dele amanhã de tarde quando saíres das aulas. Parece que tem lá qualquer coisa para te mostrar, mas não percebi muito bem o que era… Sabes o que é?

- Sei, sim… - respondi com medo que o meu pai me perguntasse mais pormenores.

- Óptimo! E então, como foi o teu dia?

Estava safa daquela. Enquanto conversava com o meu pai sobre o meu dia, SMS do Gustavo: “O papá já te deu o recado? Estarei à tua espera. Hoje à noite vou ligar-te. Atende, mas não fales.”

Mal consegui jantar, esperando que o telemóvel tocasse. Não me consegui concentrar nos trabalhos de casa, nem em mais nada. As horas iam passando e o aparelho silencioso. Onze, onze e meia… Perto da meia-noite, tocou. Atendi.

Ruídos, passos, uma porta a bater. Passos. Uma voz feminina desconhecida:

- Estava a ver que a operação nunca mais acabava, Dr. Gustavo…

- Então porquê? – era a voz dele.

- Para me entregar completamente a si!

- Hmmm… sua puta! Em vez de estares concentrada no paciente estavas a pensar em foder? Que raio de enfermeira és tu?

- Uma enfermeira que é doida por esse corpo, por esse caralho! Estava e estou toda húmida!

- Quero ver isso!

Seguiu-se um grito agudo da mulher e o que veio depois é fácil de antever. A enfermeira deu tudo o que tinha ao meu amante, durante meia hora. Oral, anal, ambos se entregaram ao prazer de forma intensa, praticamente sem pausas. Deitada na minha cama, com o telemóvel em alta voz, completamente nua, imaginava que era a mim que o Gustavo fodia e masturbava-me.
Gustavo descrevia o que acontecia, não sei se por puro tesão, ou com o objectivo de me informar detalhadamente do que se estava a passar.
Num momento em que a enfermeira engolia todo o sémen do meu amante, a chamada caiu.
Alguns minutos depois, SMS: “Ouviste? A ti vou fazer bem pior!”

sábado, 29 de outubro de 2011

A surpresa

- Pareces perdida…

- Ah?

Voltei-me. A mãe da Ana, a mulher legítima do homem que acabava de sair de dentro de mim.

- Sim, estás aqui no meio da cozinha, são quase quatro da madrugada. Posso saber o que fazes aqui?

- Tive fome… vim comer um iogurte…

- E porque não estás junto ao frigorífico? É lá que guardamos os iogurtes…

Não sabia o que dizer…

- Pois, deve ser do sono… estou meia atordoada…

- Claro, claro. Senta-te. Precisamos conversar.

Gelei. Será que ela desconfiava? Ou saberia mesmo de algo? Terá ouvido o que se passou minutos antes naquele preciso local?

- Sabes que aprecio a tua amizade com a Ana. Vocês dão-se bem e sei que a vossa relação é boa para a minha filha. Gosto quando vens cá a casa, mas há algo que me perturba.

As palavras eram afáveis, mas o tom era frio e inexpressivo.

Continuou:

- Estás vestida com uma t-shirt que mal te tapa o rabo e consegui ver que trazes um reduzido fio dental por baixo. Por sorte cruzaste-me comigo. Imagina que era o meu filho, ou o meu marido… por falar nisso, não o viste por aí?

- N.. não…

- É que quando acordei ele não estava na cama… pensei que tivesse vindo cá baixo. Voltando ao que te estava a dizer, não gosto da maneira como desfilas por aí, quando ficas cá a dormir.

- Desculpe… não queria ser mal educada!

- Não tem mal, querida. Desde que me prometas que irás ter mais cuidado no futuro. Eu já tive a tua idade e sei como funciona a tua cabeça. Tens um corpo lindo e fazes muito bem em mostrá-lo, mas há formas de o fazer.

- Percebo…

- Como te disse há bocado, imagina que era o Gustavo ou o meu filho que apareciam aqui? O Bernardo, com a idade que tem, atira a tudo o que mexe e, já se sabe, que os homens na idade do meu marido ficam facilmente embeiçados por adolescentes de corpos perfeitos. E, apesar do teu corpo de mulher, ainda és menor.

- Percebo isso tudo e, mais uma vez, peço desculpa… estou muito envergonhada!

Não estava. Mas aquela era a altura de fazer o papel de “santinha”.

- Eu aqui com vocês sinto-me em família, por isso é que me comporto como se estivesse em casa. Não quero que olhem para mim com outros olhos…

Nesta altura a D. Graça fixou o meu olhar e notei algo familiar. Uma conjugação dos elementos do rosto que me faziam lembrar a Ana antes de fazermos amor! “Raios! Devo estar maluca”. De facto, a respeitável senhora que estava à minha frente era o único membro daquela família a quem eu ainda não tinha “posto as mãos”. Mas só podia estar a alucinar, também ela se atirava a mim? “Não, pode ser.”

A D. Graça abandonou a sua pose séria e sorriu:

- Vai lá buscar o teu iogurte e depois vai dormir, que eu vou fazer o mesmo.

Nisto, aparece Gustavo, vindo do jardim:

- Será que ninguém tem sono nesta casa?

- Olá querido! Por onde andaste?

- Fui ao jardim, pareceu-me ouvir um barulho vindo de lá. Dei uma volta, mas não vi nada… deve ter sido apenas impressão minha.

- Sendo assim, vamos para a cama.

E despediram-se de mim. Lá fui comer o iogurte e voltei para o quarto. Ao chegar ao cimo das escadas, ouvi ruídos do quarto deles. Pareciam estar a conversar. Invadida por um lampejo de curiosidade, resolvi ir escutar junto à porta.

- Conta-me… conta-me tudo o que fizeste com ela!

E ouvi o Gustavo descrever pormenorizadamente, e utilizando o mais sujo calão, tudo o que se tinha passado entre nós na cozinha.
Estava em choque. Todo aquele sermão tinha sido uma encenação!

- Agora faz comigo o que fizeste com ela! Come-me o cu!

- O sabor dela ainda deve estar impregnado no meu caralho… não queres provar?

- Oh! Sim!

E seguiram-se vários minutos de sons sexuais, obscenidades e o meu nome repetido várias avezes, por ambos. No meio dos devaneios de ambos, Acabei por descobrir que o meu fio dental tinha sido utilizado pela D. Graça. Caramba, eles usavam-me para se excitarem! Enquanto escutava, conduzi dois dedos para dentro de mim e masturbei-me até ao orgasmo, e depois outro e mais outro… Nem pensei que a Ana podia acordar e sentir a minha falta na cama. Só pensava em abrir a porta do quarto e juntar-me a eles. Arrisquei e abri muito ligeiramente a porta. Embrenhados como estavam em darem prazer um ao outro e a obterem o máximo dos seus corpos, nem repararam. O corpo do Gustavo já me era familiar, mas fiquei agradavelmente surpreendida pelas formas da D. Graça. A Ana tinha a quem sair. Apesar da idade, os seios eram firmes. A Ana tinha-me dito que a mãe tinha posto silicone. Com a pouca luz, era difícil perceber, contudo as duas protuberâncias desafiavam orgulhosas as leis da gravidade. A pele era lisa e bem cuidada. Notava-se nos seus gestos e na forma de se entregar ao marido a experiência de muitas camas. 

Quando ambos se deram por satisfeitos e eu preparava-me para voltar à cama, o diálogo sobre mim continuou:

- E agora? Quando e onde a vais voltar a foder?

- Não sei… o que sugeres?

- No teu consultório! Ligas a webcam que tens no PC e eu posso assistir aqui em casa!

Se já estava excitada, ainda mais fiquei! Voltei para a cama, idealizando uma forma de tornar esse momento inesquecível para os três…