domingo, 22 de janeiro de 2012

Rapidinha no provador

Depois do Professor, voltei aos meus clientes e aos meus casos habituais. Não me podia dispersar muito pois também tinha que estudar.
Já perto da Queima das Fitas, como todos os caloiros, fui a uma loja da especialidade para adquirir o meu traje académico. Supostamente a Joana iria comigo mas, à última da hora teve uma marcação de um dos habituais dela e não pôde recusar. Então, lá fui sozinha. A loja estava cheia com outros estudantes a comprarem traje e afins. Escolhi um que achava que me poderia servir e fui para o provador.
Enquanto me despia, a cortina abriu-se. Era outra miúda com o traje na mão:

- Desculpa… Estão os provadores todos cheios. Só estava a ver se este estava livre.

Olhei-a de alto a baixo. Era bastante sexy e eu ia adorar vê-la nua:

- Entra! Há aqui espaço para as duas.

Não, não havia. Mas era da maneira que os nossos corpos se poderiam tocar “acidentalmente”.

Continuei a despir-me e ela começou a fazer o mesmo. Exibia uma lingerie vermelha, rendada e extremamente sexy. De imediato, comecei a sentir aquele formigueiro dentro de mim que, posteriormente, dá lugar à humidade vaginal.

No meio da confusão do tira e veste roupas os nossos corpos iam-se tocando. Pude sentir a firmeza das suas mamas e do seu rabo.

Quando ela me pediu para lhe ajudar a apertar a saia, não resisti e, enquanto puxava o fecho para cima, beijei-lhe o pescoço:

- Que estás a fazer?

- Pergunta errada… Devias ter dito “o que vais fazer”?

Movida pelo meu mais puro instinto animal, decidi violar a rapariga, sem pensar onde estava nem nos muitos clientes que estavam na loja e nos provadores ao lado.
Empurrei-a contra a parede, impedindo-a de se mexer. Sabia como o fazer. Já muitos homens o tinham feito a mim.

- Pára… - disse ela. Medindo a pouca convicção da sua voz, acrescentei:

- Tens a certeza?

Não respondeu.

Num gesto levantei-lhe a saia, afastei o diminuto fio dental e pude senti-la toda húmida:
- Afinal, acho que não queres que eu pare!

Fiz descer a minha boca até ao meio das suas nádegas. Abri-lhe os lábios vaginais com os dedos e pude sentir na minha boca todo o tesão daquela desconhecida. Penetrei-a com a língua e com os dedos, brincando e deliciando-me com o clítoris. Pouco tempo depois sentia-a a vir-se para mim, mordendo os lábios para não gritar.
Levantei-me e virei-a de frente para mim.

- Quero sentir o meu gozo na tua boca! – disse-me num sussurro.

Então beijamo-nos e senti-me invadida pelos seus dedos, que me conduziram a um orgasmo incrível, sem que as nossas bocas se desprendessem.

Sem dizer mais nada, vestiu as suas roupas, pegou no traje e abandonou o cubículo, deixando-me seminua, molhada e satisfeita!

segunda-feira, 9 de janeiro de 2012

À janela...

O Professor tornou-se a minha queca regular. Aproveitávamos cada oportunidade e eu aproveitava para domar aquele instinto animal. O gabinete dele era o nosso principal local de encontro, mas também arriscamos no parque de estacionamento da faculdade, nas escadas da saída de emergência, no elevador do prédio dele, nas escadas do prédio dele e, claro, no apartamento dele.
Um dia, véspera de feriado, convidou-me a passar a noite com ele. Na manhã seguinte, ao acordar, vesti a camisa dele e dirigi-me à janela. Lá fora a cidade adormecida até mais tarde, começava a dar os seus primeiros e tímidos passos. Abri a janela para aspirar os odores matinais e acedi um cigarro. Na cama, o Professor dormia, exausto da louca noite nos meus braços. O quarto cheirava a suor e a sexo. Agora, cheirava também a cidade e a tabaco.
Quando terminei o cigarro, voltei para a cama, deixando a janela aberta. O barulho do exterior despertava lentamente os sentidos do Professor. Beijei-o. A resposta foi um “bom dia” cansado. Levantou-se e desapareceu na casa de banho. Bastou um nova visão daquele corpo perfeito para ficar novamente inundada de desejo. Nunca nenhum homem, ou mulher, tinha despertado em mim tanta vontade de foder.
Enquanto esperava por ele, fixei o meu olhar na janela. “Porque não?” pensei.
Voltei para junto da janela aberta e aguardei.
O corpo regressou, exibindo de frente o pénis flácido, contudo orgulhoso e preparado para nova contenda.

- Vem cá! – disse eu, como se fosse preciso…

Mal chegou ao pé de mim, ajoelhei-me e tratei de preparar convenientemente o membro que eu queria dentro de mim.
Quando o senti bem duro e já o Professor dava sinais de uma intensa excitação, virei-me de costas e ofereci-lhe o meu rabo para que me penetrasse, debruçando-me no parapeito. Lá fora a cidade ganhava a vida própria de uma manhã de feriado. Dentro de mim, o pénis do Professor dançava num vai e vem suave, intenso. Agarrou-me as mamas e colou o seu rosto ao meu. Juntos apreciávamos aquele preguiçoso amanhecer citadino, enquanto os nossos corpos se uniam. Na rua continuava alheia ao nosso prazer, apesar da distância relativamente curta face ao apartamento, situado num segundo andar.

- Tu és doida, sabias?
- E ainda consigo ser mais…

Libertei-me dele e voltei-me. Sentei-me no parapeito e abri as pernas, convidando o Professor a uma nova posição.
Entrou de novo em mim mas, desta vez, com os movimentos frenéticos e animalescos que caracterizavam o seu estado máximo de excitação. Ali, naquele parapeito, excitados pelo exibicionismo a que nos propúnhamos, tivemos o nosso último orgasmo juntos…

terça-feira, 27 de dezembro de 2011

No gabinete...

Na manha seguinte acordei mais cedo que o habitual. Queria tomar um bom banho, hidratar a minha pele com o meu creme favorito e produzir-me de forma bem sexy, para que o Professor não tivesse hipótese de reagir.
A escolha da roupa estava difícil. Não podia ir para um dia de aulas como se fosse para a noite, ou encontrar-me com um cliente. Procurava desesperada algo “casual-sexy”. Escolhi um vestido de malha, que me ficava um pouco acima do joelho; coloquei meias de ligas, umas botas compridas, de salto alto e abdiquei de roupa interior. O meu desejo era ser penetrada o mais rápido possível e eliminei, à partida, quaisquer entraves.
Informei a Joana do meu plano e, naquele dia, ao contrário do que era habitual, sentei-me na fila da frente, sem me preocupar com a subida do vestido que, simultaneamente, exibia as minhas coxas e as sedutoras rendas das meias. O meu alvo tentava mostrar-se indiferente, mas pude ver, por várias vezes, os seus olhos fixarem as minhas pernas. A minha excitação crescia e sentia já o meu líquido vaginal humedecer o forro do vestido.
A aula decorria normalmente. O Professor nunca perdeu a compostura, nem mesmo quando, armada em Sharon Stone, descruzei e cruzei as pernas perante o seu olhar. Agora ele sabia o que eu queria.
No final da aula, várias raparigas simularam motivos para o abordarem e rodearam a sua secretária. Eu deixei-me estar na minha cadeira. Quando as outras galdérias resolveram sair, foi a minha vez de avançar:

- Professor, desculpe mas, se bem me lembro, na próxima hora estará disponível no seu gabinete para atendimento, certo?

Confesso que esperava embaraço, hesitação, na voz dele. Contudo, respondeu-me num tom firme e tranquilo:

- Sim. Até à hora de almoço estarei lá.

- E tem alguma marcação, ou posso aparecer?

- Apareça.

Levantou-se e abandonou a sala. Cá fora a Joana esperava por mim:

- Vais fodê-lo?

- Acho que sim.

- Antes vamos tomar um café e fumar um cigarro.

No final do cigarro a Joana foi para a aula seguinte e eu subi ao piso dos professores.
Procurei o gabinete dele. Bati à porta. Lá de dentro respondeu:

- Só um minuto, por favor.

Aguardei sentada numa das cadeiras dispostas no corredor para estas situações. Ao fim de uns cinco minutos, a porta abre-se saindo lá de dentro uma outra professora da faculdade. Pelo ar dela podia jurar que tinham estado a comer-se. De seguida, ele assomou à porta e convidou-me a entrar.
A porta fechou-se com força atrás de mim e pude ouvi-lo a trancá-la. “Boa!”, pensei.
De repente, com as suas mãos viris, pegou em mim e encostou-me com violência à parede. A mão esquerda tapou-me a boca, a pressão do seu corpo contra o meu impedia qualquer reacção, a mão direita levantou-me o vestido, tocando o meu sexo já encharcado:

- Sua puta! Quando vi como estavas vestida, percebi logo que querias foder! Pois eu vou foder-te… agora!

Com uma rapidez que revelava experiência neste tipo de situações, pegou em mim e deitou-me de barriga para baixo sobre a sua secretária. Ainda estava eu a acomodar-me à posição quando senti-o a penetrar-me, de uma só vez, com uma estocada forte. Não pude evitar soltar um grito:

- Cala-te puta! Não abras a boca! Ou eu amordaço-te!

A situação era perigosa. Eu não sabia o que resultaria dali, mas o meu tesão era tanto, que arrisquei.
Ele iniciou os movimentos pélvicos a toda a força. Eu fazia um esforço para não gritar, soltando apenas pequenos gemidos.
Ele insultava-me e a todas as minhas colegas:

- Cambada de putas que vocês são! Só querem é foder! Pois eu estou cá para vos foder a todas!

Aquele era o discurso que eu esperaria de um psicopata, o que me excitava ainda mais. Queria vir-me, queria explodir para ele. No entanto, com a força e descontrolo que os seus movimentos revelavam, calculei que, a qualquer momento, quem explodiria seria ele.

Abrandou. A sua boca caiu sobre o meu pescoço, as orelhas e, pela primeira vez beijou-me. Meu Deus… que boca! Naquele momento só desejei senti-la na minha vagina.

- Queres mais? – sussurou.

- Quero…

- Queres vir-te para mim?

- Sim… na tua boca…

Saiu de dentro de mim. Sentei-me na secretária abrindo as pernas. Ele ajoelhou-se à minha frente e eu pousei as pernas nos seus ombros. Estava na hora de eu assumir o controlo:

- Seu punheteiro! Tarado! Aposto que em casa te masturbas a pensar nas alunas… não é?

- Sim…

- Cabrão! És um falhado!

Então, vim-me. Puxei-o para mim e beijei-o. Pude sentir o meu sabor na sua boca. Tinha perdido a postura de durão e agora era todo meu.

- Fode-me! Dá-me o teu leite todo!

Enrolei as minhas pernas na sua cintura e tirei o vestido, exibindo as minhas mamas, completamente tesas. Entrou de novo dentro de mim, de forma animalesca, devorando-me os seios.
Veio-se para cima de mim, jorrando o seu sémen nas minhas mamas e lambendo-o de seguida.
Sentou-se extenuado no sofá que adornava o gabinete, com as calças pelos tornozelos e o pénis ostentando ainda vestígios de esperma.
O seu olhar revelava um desvario indescritível.
Vesti-me e dirigi-me a ele. Agarrei-lhe o membro e acariciei-o levemente. Disse-lhe ao ouvido:

- Sabes… tu podes vir a ser uma foda muito boa… mas precisas ser domesticado!

Beijei-o.

- Posso ser a tua professora do sexo?

Respondeu com um aceno de cabeça.

Então saí do gabinete…

terça-feira, 20 de dezembro de 2011

O professor e os alunos

Sexo e dinheiro sempre foram uma combinação explosiva. Fazer o que mais gosto na vida e, ainda por cima, ser bem paga, fez-me entrar no mundo da prostituição, praticamente sem olhar para trás. A Joana começou a passar-me alguns clientes, quando tinha marcações em simultâneo ou quando algum pedia uma dupla.

Apesar de tudo, eu sentia falta do prazer da conquista, da sedução. Sentia falta de possuir um homem que se tivesse rendido à minha sensualidade.

Por causa dos estudos e do atendimento aos meus clientes, fui ficando sem tempo para sair à noite e, a noite, era o meu campo de ataque favorito. Na faculdade não tinha muito por onde escolher, pois os meus colegas não despertavam em mim qualquer tipo de desejo.

Até que um dia, estava eu à porta de uma sala, esperando que o professor chegasse para iniciar a aula, quando surge ao fundo do corredor um verdadeiro deus grego: alto, cabelo curto mas ondulado, fato justo que revelava um corpo atlético e um olhar que me deu vontade de me despir logo ali. Para meu espanto, entra na sala e apresenta-se como sendo substituto do nosso professor habitual que, pelos vistos, estava gravemente doente.

Desde o primeiro contacto visual com aquele objecto de desejo que o meu corpo latejava na ânsia de ser possuído. Comecei a sentir o sumo da minha excitação verter para fora da minha vagina. Coloquei a mão esquerda entre as pernas e cruzei-as, de modo a efectuar pressão na minha zona genital. Nesse dia estava de leggings, pelo que o toque era mais intenso, quase directo. A minha mão direita ficou livre para poder tirar apontamentos. A Joana foi a única que se apercebeu da minha masturbação.
O orgasmo não acalmou o meu desejo, mas acicatou-o ainda mais. Estava determinada a ter aquele homem e o meu objectivo revelou-se atingível quando, no fim da aula, o atraente professor anuncia que estaria sempre disponível no gabinete para esclarecer as nossas dúvidas. Tomei nota dos horários de atendimento e do número do gabinete. No dia seguinte iria fazer-lhe uma visita.

No fim das aulas a Joana foi encontrar-se com um cliente e eu fui para casa. Não parava de pensar no professor e em mil e uma formas de o ter para mim. A minha vagina continuava em ebulição e eu estava ansiosa por chegar a casa e masturbar-me à vontade.

Há muito tempo que não me sentia assim, a ressacar por sexo, como uma gata no pico do cio. Precisava foder, precisava sentir um caralho dentro de mim, a rasgar-me…

Ao entrar no apartamento cruzei-me com os dois rapazes que moravam no apartamento ao lado. Enquanto fechava a porta ouvi-os comentar:

- É mesmo boa… e deve foder tanto!

“É agora” pensei.
Não fechei a porta. Saí novamente para o corredor e toquei à campainha. A porta abriu-se e eu entrei, sem pedir licença. Agarrei o primeiro rapaz que me apareceu, bati a porta atrás de mim e encostei-o à parede. Beijei-o intensamente. Apesar da surpresa, ele correspondeu e, em poucos segundos senti-o a crescer dentro das calças.

- Hey! Quem era? – perguntou o outro.

Ao ver a cena que se desenrolava, o rapaz n.º 2 não fez mais perguntas. Colocou-se por trás de mim, com as mãos nas mamas, enquanto me beijava e mordia o pescoço e pude sentir o seu pau já duro no meu rabo. Abri as calças do n.º1 e puxei-lhe o caralho para fora. Preparava-me para o abocanhar, mas senti as leggings serem baixadas até aos tornozelos, o meu fio dental arrumado para o lado e um pénis grosso, duro e quente a entrar dentro de mim, tarefa facilitada por ter a vulva e a vagina completamente encharcadas de tesão. O n.º 2 fodia-me com uma força e rapidez incrível, enquanto o outro me beijava e apalpava as mamas. Eu gritava, soltava obscenidades e pedia mais. O n.º 2 explodiu dentro de mim e senti o seu esperma deslizar nas minhas pernas. Pude então colocar-me de joelhos e chupar até ao limite o membro do n.º 1. O n.º 2 tinha caído no chão e admirava a cena enquanto que, com a mão, ia revitalizando o pénis.

- Rapazes, não há camas nesta casa?

Responderam afirmativamente. Então levantei-me, tirei a roupa toda e pedi para eles fazerem o mesmo. Fomos para o quarto e, durante duas horas dei prazer aos dois mancebos, enquanto que as suas vergas, com estocadas fortes e impregnadas de desejo, ajudavam o meu corpo a libertar a tesão acumulada pela visão arrebatadora do novo professor. Completamente louca, perdi a noção de tudo o que fizemos, de tudo o que lhes disse e perdi a conta aos orgasmos que tive. Quando finalmente senti o corpo acalmar, já os rapazes estavam de rastos sem conseguirem erecção. Todo o esperma produzido pelos dois jovens estava espalhado pelo meu corpo: na boca, nas mamas, na vagina, nas coxas e no ânus…

No final, enquanto me vestia, perguntei:

- Querem repetir?

- Sim! E podias trazer a tua amiga!

- Não abusem. Quem quer foder comigo tem que aprender uma lição: as coisas são sempre como eu quero, quando eu quero. Por isso, ninguém vai saber do que se passou aqui hoje, para além de nós os três. A próxima vez, vai ser quando eu quiser, entendido?

Eles limitaram-se a abanar a cabeça, em sinal de concordância.

terça-feira, 13 de dezembro de 2011

Artur

Antes do Artur chegar, estava nervosa. Apesar das histórias “retorcidas” que já tinha vivido, era a primeira vez que me prostituía e só de pensar na crueza da palavra, sentia-me mal. A Joana dizia “esquece o dinheiro e lembra-te que vais foder…”
A chegada do Artur apagou o meu nervosismo. Na hora, não compreendi porque é que um homem daqueles necessitava recorrer ao sexo pago. Com aquele corpo e aquele charme, qualquer mulher se derreteria toda. De fato escurto, camisa sem gravata, perfumado e um encantador cabelo grisalho.
Mais tarde, a Joana explicou-lhe que, de facto, ele podia ter o sexo que quisesse. Só recorria a ela e, provavelmente, a outras, para realizar fantasias.
A Joana cumprimentou-o com um beijo na boca. Eu, não sabia o que fazer e, enquanto estava a pensar em como abordá-lo, senti os seus lábios tocarem-me no rosto, provocando em mim um arrepio que me percorreu de alto abaixo.
Apresentações feitas, ficamos os três sentados, um pouco, no sofá, fumando um cigarro e bebendo whiskey.
Quando o assunto circunstancial de conversa começava a desvanecer-se, o Artur, delicadamente, pediu que eu e a Joana começássemos.
Ele ficou sentado no sofá. Acendeu mais um cigarro e verteu mais um pouco de whiskey no copo.
Eu e a Joana levantamo-nos e começamos a beijar-nos e a acariciar-nos. Sentindo o meu nervosismo, a minha companheira sussurrou-me ao ouvido:

- Faz de conta que ele não está aqui…

Mas eu não conseguia deixar de pensar que, dentro de pouco tempo, estaria a ser possuída por aquele homem que despertava tanto desejo em mim. Talvez por isso, libertei-me e comecei a direccionar o meu tesão à Joana.
Os nossos vestidos caíram aos nossos pés, ficando os nossos corpos cobertos apenas com os sensuais conjuntos de lingerie que tínhamos escolhido.
O Artur continuava a observar.

- Vamos para o quarto?

Disse isto e nem esperou por nós. Levantou-se, despiu o casaco e caminhou em direcção ao quarto onde, dias antes, tinha usado e abusado do corpo da Joana.

Eu e ela seguimo-lo de mãos dadas. Chegadas ao quarto, já ele desabotoava a camisa. O desejo levou-nos a aproximarmo-nos dele. Contudo, ele ordenou:

- Não.

E continuou a despir-se, ficando só em boxers. Deitou-se na cama.

Um bocado surpreendidas, continuávamos de pé, olhando para ele, sem saber o que fazer.

- Continuem… - disse apontando para um puff que a Joana tinha no quarto.

Antes de cairmos no puff, despimo-nos uma à outra, lentamente, sensualmente, mas cheias de desejo, trocando beijos molhados e intensos e soltando gemidos de tesão. Ficamos apenas com as meias de ligas e os sapatos.

A Joana empurrou-me para o puff e abriu-me as pernas, mergulhando a sua língua dentro de mim.

Fixei os meus olhos nos do Artur. Pensei que ele fosse masturbar-se enquanto nos via, mas não. Continuava apenas a observar. Atingi o orgasmo, sempre sem largar o olhar do homem. Percebi, então, que o seu nível de excitação estava ao máximo. Calculei que bastaria tocar-lhe para se vir.

Quando eu e a Joana nos preparávamos para trocar de papéis, finalmente, chamou-nos para a cama. Aí, verifiquei que a minha teoria estava errada. O Artur susteve o orgasmo horas a fio, enquanto eu e a Joana nos vínhamos sem parar.

Apesar de sermos nós as “prestadoras do serviço” e do Artur controlar sempre as posições, dar-nos ordens, insultar-nos e foder-nos com toda a sua força, fomos nós que desfrutamos daquele corpo maduro e tão conhecedor das artes do sexo.

Já quando estávamos completamente extenuadas, o lençol e os nossos corpos ensopados em suor, é que o Artur espalhou em cima de nós jactos quentes, intensos, espessos e abundantes de sémen, soltando simultaneamente um urro animalesco.

Pegou nas roupas e foi-se embora, sem dizer uma palavra, deixando um maço de notas aos pés da cama.

- Joana, não fomos enganadas?

- Como assim?

- Pelo que tu me disseste, os programas são de uma hora… nós fizemos três vezes mais! Eu gostei e, sinceramente, quero lá saber do dinheiro, mas tens que olhar pelo teu negócio.

A Joana desatou a rir às gargalhadas.

- Que foi? Que se passa?

- Ainda tens muito que aprender, querida… Vai contar o guito…

Um pouco envergonhada peguei no maço das notas… 100, 200, 300… 2000 euros!!!

- Fifty-fifty, querida! Agora vamos tomar um banho e dormir que amanha temos aulas!

segunda-feira, 5 de dezembro de 2011

A vida secreta da Joana

Conversamos toda a noite. A Joana contou-me como se tinha tornado acompanhante e eu contei-lhe a história da minha vida.
A Joana tinha vindo para o Porto no ano anterior. Apesar de os pais não terem problemas financeiros e poderem sustentá-la razoavelmente, ela, como muitas raparigas, queria mais: roupas, jóias, perfumes, saídas à noite…
Um dia, ao folhear o jornal deparou-se com os anúncios “jovens universitárias, etc.”. Sendo também louca por sexo, decidiu juntar o útil ao agradável. Comprou outro telemóvel e colocou o anúncio.

JOVEM UNIVERSITÁRIA
18 anos, mas experiente e com vontade
Só deslocações
XXX XXX XXX

Os telefonemas começaram a chover, de tal modo que conseguiu agendar dois encontros por dia para o espaço de duas semanas.
A vida dela tornou-se um corropio entre casa, faculdade, casa para mudar de roupa, hotéis e motéis.
Gravava os números dos clientes que não gostava com o nome “asqueroso 1, 2, 3…” e por aí fora, e com o nome próprio os clientes que lhe agradavam, nomeadamente, os mais abonados financeiramente.
O dinheiro começou a entrar. Uma parte ficava de lado para as suas despesas, a outra era investida no negócio: vestidos, lingerie, brinquedos e acessórios. No espaço de um ano ganhou uma pequena fortuna e tornou-se umas das mais solicitadas concubinas da cidade do Porto. A dada altura já não precisou mais de publicar o anúncio. Tinha clientes fiéis que a recomendavam aos amigos.
Sempre se recusou a atender em casa, excepto naquela noite. O Artur era um cliente habitual e que, a dada altura, confessou a fantasia de a comer no apartamento dela, com a companheira no quarto ao lado a ouvir. Pagou o dobro e a Joana não hesitou.

- E os teus gritos eram verdadeiros? Estavas a ter prazer?

- Sim, estava. O Artur sempre me soube dar prazer. Outros também, mas a maior parte quer é broche, chupar-me as mamas, foder-me e vir-se. Em vinte minutos ficam despachados. São poucos os que se entregam verdadeiramente ao prazer e, com esses, eu também me excito.

Depois de lhe ter contado a minha própria história, a Joana comentou entre gargalhadas:

- A diferença entre eu e tu é que tu não cobras dinheiro! Havias de pensar nisso!

Fui dormir. No dia seguinte não pensava noutra coisa e, muito sinceramente, não sabia o que fazer.

À noite, enquanto jantava com a Joana, um dos telemóveis dela tocou:

- Cliente?

- Sim, o Artur!

Retirou-se para o quarto. Voltou uns cinco minutos depois com um sorriso de orelha a orelha:

- Não vais acreditar!

- O quê?

- O Artur quer conhecer-te!

- A mim? – e de repente fiquei nervosa – Mas porquê?

- Ora… dah! Quer comer-nos às duas, alinhas?

Desde o dia em que a Joana se mudou para minha casa, sentia-me atraída por ela. Desejava-a e finalmente tinha a oportunidade… e ainda por cima, com um homem a acompanhar!

- Acho que posso pensar nisso…

- Querida, não tens muito tempo: ele quer isto para amanhã à noite! Como é?

- Ok… alinho!

Nem quis saber quanto ia receber. A Joana assinou o nosso acordo beijando-me na boca. Depois do beijo os nossos olhares ficaram presos. Novo beijo e, trinta segundos depois, as nossas roupas espalhavam-se pela sala. Finalmente podia possuir aquele corpo que tanto desejava, contudo, foi sempre a Joana que dominou a situação. A forma como me tocava, como mexia o corpo, como me beijava, demonstravam a sua experiência. Estava, verdadeiramente, nas mãos de uma profissional. Os meus orgasmos sucederam-se, um atrás do outro, até cair exausta de prazer…

- Tu és de mais! Também te quero fazer vir!

A Ana recostou-se então no sofá e abriu as pernas, sorrindo-me com malícia:

- Sim… agora é a tua vez de mostrares o que sabes…

Adorei descobrir cada centímetro da sua pele e do seu interior. Deliciei-me com o seu sabor íntimo e empenhei-me ao máximo para lhe dar prazer.

Ao contrário do que eu esperava, no momento do orgasmo, a Joana não gritou como tinha feito na noite anterior. Arqueou o corpo e prendeu a minha cabeça entre as suas pernas, quase sufocando-me. Senti o seu suco jorrar abundantemente na minha boca. Quando me libertei daquela doce prisão, vi lágrimas escorrerem pelo seu rosto:

- Oh… querida? Que se passa? Não foi bom?

- Foi óptimo, amor! Quando choro depois do orgasmo é porque atingi mesmo o prazer máximo!

Nessa noite dormimos juntas e eu confessei que me sentia atraída por ela desde o dia das mudanças. Por sua vez, a Joana confessou a sua pouca experiência com mulheres mas que, sempre que acontecia, procurava dar o prazer que gostava de ter para si própria.

Na manhã seguinte a minha companheira, agora de cama, acordou-me frenética:

- Temos que ir às compras! Precisas de roupa decente para receber o Artur.

- Sim… mas temos aulas, esqueces-te?

- Claro, vamos lá na hora do almoço!

Depois das aulas fomos para o shopping. A Joana guiou-me à loja onde, habitualmente, fazia as suas aquisições. Escolhemos dois vestidos cada uma e fomos para os provadores que, diga-se de passagem, eram excepcionalmente espaçosos.

Mal entramos no provador, a minha companheira fecha a cortina e despe-se… completamente.

- Anda… come-me!

Fizemos amor ali mesmo, de forma tão intensa que quase nos esquecíamos de experimentar os vestidos.

Depois das compras, voltamos a casa. Enchemos a banheira e tomamos juntas um banho bem relaxante. No final, divertimo-nos a passar creme nos corpos uma da outra, trocando beijos carinhosos pelo meio. Ajudei-a a escolher a lingerie com que ficava mais sedutora. Optamos pelo preto e ela ajudou-me a vestir um conjuntinho de seda cor-de-rosa que tínhamos comprado naquele dia...

Depois, os vestidos e os sapatos altos...

Estávamos sexys, deslumbrantes e cheias de tesão para receber o Artur…

quarta-feira, 30 de novembro de 2011

A colega de quarto

Depois das férias veio a faculdade. A Ana rumou a Coimbra e eu rumei ao Porto. Foi o fim do nosso namoro. Ambas sabíamos disso, à partida, e, talvez por isso mesmo, tenhamos vivido as férias de forma tão desregrada e intensa. Inicialmente, mantínhamos alguns encontros ao fim de semana, quando voltávamos a casa. No entanto, com o passar do tempo e com a falta de tempo, a chama foi-se apagando. Continuamos amigas e a partilhar as experiências que íamos vivendo.

No Porto iniciei uma nova vida. Queria completar o meu curso rapidamente e com boas notas. Aliás, nunca fui má aluna… antes pelo contrário. Contudo, não me abstive de aproveitar ao máximo a diversão universitária.
Nos primeiros tempos morei sozinha. Os meus pais alugaram uma casa com dois quartos, na esperança de eu poder dividir as despesas com alguém. No entanto, só perto do Natal é que consegui companhia, uma colega do segundo ano, com quem tinha feito amizade durante as praxes.
Apesar de termos construído uma boa relação, ela desconhecia totalmente o meu carácter ninfomaníaco. Sabia das curtes que ia tendo, mas nada que ela achasse extraordinário.
Com o tempo, a Joana viria a revelar-se uma pessoa, no mínimo, surpreendente…

A primeira surpresa foi logo no momento em que se mudou para minha casa. Ajudei-a a arrumar as roupas dela e, qual não é o foi espanto, quando reparo o quão sexy era a sua roupa interior: rendas, sedas, meias de ligas… A Joana era muito atraente, mas só no momento em que toquei na sua lingerie é que me senti com vontade de algo mais. Agi naturalmente, pois sabia que, em breve, iria poder vê-la usando aquelas roupas lá em casa.

Encontrei também saias e vestidos curtos e havia uma mala na qual ela não me deixou mexer:

- Para já… é segredo! Mas, daqui a uns tempos, talvez te mostre…

Tentei manter-me abstraída e agir naturalmente, mas aquela miúda começava a mexer comigo.

Adorava vê-la a entrar e a sair do banho, a passear-se pela casa em lingerie, a fumar à janela vestida apenas com uma t-shirt e sem mais nada por baixo.
Não eram raros os dias em que se produzia toda e saía, sempre de táxi. Nunca fiz perguntas mas, ficando sozinha, aproveitava para me masturbar pensando nela ou no que estaria a fazer fora de casa.

Certo dia, a Joana anuncia:

- Amanhã vou trazer uma pessoa cá a casa… não te importas, pois não?

- Não… queres que saia para ficares mais à vontade?

- Não é preciso, basta que fiques no teu quarto… mas tu é que sabes…

- Eu fico no quarto, tenho muito que estudar…

- OK!

E lançou-me um sorriso maroto.

Mal terminei de jantar, refugiei-me no meu quarto a estudar. Podia ouvir a Joana a abrir e a fechar armários e a correr entre o quarto dela e o WC.

Um tempo depois, ouvi a campainha, a porta abrir e a voz de um homem. A Joana tinha-me dito que não tinha namorado, por isso calculei que fosse algum engate.

Ouvia-os a conversar na sala. Não resisti à curiosidade e resolvi espreitar discretamente. A Joana estava perfeitamente maquilhada, com um vestido super sexy e de sapatos altos, como quando ia sair. Mas, o que mais me surpreendeu na cena foi o homem que a acompanhava. Tinha idade para ser nosso pai!

Então, lembrei-me dos meus tempos com o Gustavo e esqueci-me do que se passava à minha frente. Levantaram-se em direcção ao quarto e voltei ao meu. “Caramba! Esta miúda também tem tara por homens mais velhos?”

Pouco tempo depois, do quarto ao lado vinham rios, gritinhos e pequenos gemidos. Na minha cama, fui-me despedindo, tentando visualizar o que se passava no quarto ao lado, guiada pelos sons que daí vinham.
Não sei se o parceiro da Joana sabia que eu estava em casa. Se sabia, parecia pouco preocupado, pois eu podia ouvi-lo perfeitamente, na sua voz madura, dando indicações à minha amiga e exprimindo por palavras aquilo que queria e iria fazer com ela.
Eu já estava nua e com os meus dedos inundados de suco vaginal. Do outro lado havia sexo oral e um primeiro orgasmo que a Joana recebeu na sua boca. Na minha cama, imaginei-me a beijá-la e a receber na minha boca o sémen que ela tinha recolhido do seu amante e, também eu, atingi o orgasmo.
Tempo de pausa. Rebolei na minha cama, provando o meu próprio sabor.
O homem tornava-se agora mais agressivo, revelando todo o tesão que tinha por ela. Gritos, gemidos intensos e outros sons caracterizavam o prazer a que ambos se entregavam. Ouvia palmadas, provavelmente no rabo dela, acompanhadas por insultos e demais vernáculo porno-erótico. Voltei a tocar-me.
Novo orgasmo, acompanhado de um urro de prazer do macho.
Ouvi-os a conversar e, uns cinco minutos depois, a porta da rua a bater.

- Marta, já podes circular! – ouvi, vindo do outro lado da parede.

Fui ter com a Joana. A porta do quarto estava aberta. As suas roupas espalhadas pelo chão, um preservativo usado, os lençóis manchados e ela deitada nua na cama, contando uma série de notas de 20 euros.

Sem saber o que fazer, soltei um “desculpa” e virei costas:

- Espera! – disse ela. – Mais cedo ou mais tarde ia ter que te contar… Senta-te aqui…

E para mim abriu-se a porta de um novo mundo…