Procurei um local isolado e confortável e deixei-me adormecer. Acordei com os primeiros raios de sol. A casa, agora, estava calma.
- Então, estás a divertir-te?
Era a Joana.
- Já tive uns momentos interessantes… - respondi, enquanto tentava ambientar os olhos à luz.
- Queres pequeno-almoço?
- Essa pergunta é literal, ou uma metáfora?
- É literal – respondeu a Joana com um sorriso – a cozinha está cheia de comida… e há café! Toma, encontrei o teu vestido… quanto ao resto, deve andar por aí.
- Obrigada…
Na cozinha estavam algumas pessoas, semi-nuas. Iam bebendo café e mordiscando bolos, torradas e fruta.
As conversas foram surgindo e fiquei a saber que a organização daquela orgia disponibilizava bikinis e fatos de banho para o pessoal poder usar na piscina. Afinal, a festa era de 24 horas e ainda nem sequer tinha chegado a meio.
Talvez devido ao cansaço, talvez devido à cada vez maior abundância de luz, o ambiente erótico que se viveu durante a noite, tinha-se desvanecido. As conversas eram triviais.
Escolhi um bikini preto, simples, mas sensual e fui apanhar sol junto à piscina. Não estava propriamente calor mas, como a vivenda era protegida do vento, podíamos desfrutar tranquilamente do sol. Experimentei a água, mas estava gelada. Pena, pois tinha o desejo de ser fodida na piscina.
Já a manhã ia a meio quando mais gente começou a aproximar-se da piscina. Agora, à luz do dia, pude realmente constatar que, cada participante naquela orgia era escolhido a dedo. Quer eles, quer elas, eram extremamente sensuais, belos e com corpos perfeitos. Senti, novamente uma onde de tesão a invadir-me, com a perspectiva de poder observar aqueles corpos sedutores, em acto sexual, em plena luz do dia.
Contudo, recordei-me que não estava totalmente satisfeita. Na minha última experiência da noite, tinha sido praticamente violada. Eu sempre fui a controladora e queria continuar a ser.
Os grupos foram-se formando. Pares e trios iam trocando beijos e carícias. Depois do repouso, todos mostravam estarem de novo ansiosos por se entregarem à luxúria. Aos poucos os bikinis foram caindo…
Eu continuava sozinha até que fui abordada por outra rapariga que parecia ter saído de uma revista masculina. Alta, loira, com um corpo perfeito, envergava um diminuto bikini lilás. No umbigo um piercing com um brilhante que me pareceu diamante. Uma tatuagem que descia da cintura para o interior do bikini e outra no fundo das costas.
- Queres companhia?
- Senta-te aí… - disse eu, apontando para uma espreguiçadeira ao meu lado.
No entanto, a rapariga ajoelhou-se à minha frente e, sem qualquer informação adicional, soltou os laços do meu bikini, abriu-me as pernas e começou um delicioso minete. Que sensações incríveis, aquela boca me proporcionava. Embalada pelos sons eróticos que iam crescendo à minha volta, tirei a parte de cima do bikini e entreguei-me completamente àquela loira que me estava a proporcionar o melhor momento de prazer, desde que tinha entrado naquela casa. Ocasionalmente penetrava-me com os dedos e levava-os até á minha boca, fazendo com que eu pudesse sentir o sabor do meu prazer. Aos poucos, senti o orgasmo crescer dentro de mim, até me vir na boca dela.
Quando eu esperava o relaxamento após o clímax, fui surpreendida, pois continuei a ser devorada por ela. Ainda mal refeita do primeiro orgasmo, tive outro, e mais outro e, ao fim do quinto, perdi a conta…
Desfaleci completamente. Quase desmaiei. Ainda atordoada pela sucessão de orgasmos, senti os seus lábios colados aos meus e impregnados com o sabor da minha vagina. Preparava-me para retribuir. Adorava ter podido comer aquela cona e proporcionar-lhe o prazer que ela me tinha proporcionado a mim…
Contudo, a misteriosa loira foi-se embora e eu fiquei tranquila a observar a sucessão de broches, minetes e fodas que se desenrolava à minha volta.