sexta-feira, 23 de março de 2012

A orgia - final inesperado

Depois do almoço, servido em modo buffet junto à piscina, reinou a calma naquela casa. Provavelmente devido ao cansaço, ao álcool e às drogas, os convivas pareceram perder o apetite pelo sexo. Alguns casais e trios trocavam alguns beijos e carícias, mas nada comparado ao deboche que tinha ocorrido horas antes.
Voltei para o interior da casa e subi ao piso superior, com o intuito de explorar aquela zona, para mim, desconhecida.
No cimo das escadas encontrei um longo corredor, com várias portas de um lado e do outro. Calculei que fossem quartos e que tivessem sido utilizados nas últimas horas. Lembrei-me então que por ali deveria haver alguma cama confortável onde poderia descansar.
Experimentei a primeira porta… trancada. O mesmo se passou na segunda e na terceira. No entanto, ao chegar ao fundo do corredor, pude ver que a quarta porta estava entreaberta. Abri lentamente. Junto a uma janela, um casal beijava-se apaixonadamente. Ela estava de bikini. Ele de calções de banho. Preparava-me para fechar a porta, quando ouço a voz dela:

- Não vás… entra e assiste…

Entrei.

No quarto para além de uma cama de proporções generosas, havia um sofá. Sentei-me, enquanto o casal continuava.
Ela desceu com a boca pelo peito dele, até à zona dos calções. Despiu-os lentamente, exibindo um pénis que começava a dar os primeiros sinais de erecção. Também lentamente, ela abriu os lábios e envolveu o membro masculino. Com uma mão segurava-o na direcção da sua boca. Com a outra acariciava os testítulos. Cada movimento era lento, suave, sensual. Aos poucos, o pénis foi ficando erecto, duro e humedecido pela saliva dela. Ela, por sua vez, parecia saborear cada centímetro do vigoroso membro, como se fosse a mais deliciosa iguaria do mundo.
Parou e voltou a procurar a sua boca. Enquanto se beijavam novamente, as mãos masculinas soltaram os fios que prendiam o bikini àquele corpo sensual. Agora eram dois corpos nus, colados e desejosos de se possuírem.
A porta abriu-se e entrou um rapaz. Sentou-se na cama.
O casal pareceu alheio àquele novo “convidado”.
Forte e viril, o macho, agarrou a sua companheira pelas nádegas, encostando-a à parede. Pelos movimentos dos seus quadris, pelos gemidos e pelo olhar dela, calculei que ele estivesse a penetrá-la. Na cama, o outro rapaz masturbava-se.
A porta abre de novo. Outro rapaz. Também ele se sentou na cama. Também ele se começou a masturbar.
Quase inconscientemente, deslizei para dentro de mim os meus dedos. Pude sentir o meu suco, quente e denso.
Contra a parede, o casal continuava a foder. O olhar da fêmea tornou-se extasiático. Os seus gritos mais intensos e não tardou a explodir num orgasmo.
Na cama, dois pénis iam sendo excitados.
O homem pousou-a no chão e conduziu-a à cama. De imediato, um dos rapazes deitou-se. Ela colocou-se por cima dele e acolheu, num movimento único, dentro de si, aquele pénis ansioso. O outro rapaz, de imediato, ofereceu o seu à boca. Imaginei logo que o homem que a tinha acabado de fodê-la contra a parede, iria ocupar o ânus. Contudo, dirigiu-se a mim. Despiu-me a parte de baixo do bikini e pegou nos meus dedos. Levou-os à boca e provou.
Na cama, a mulher cavalgava e mamava ao mesmo tempo.
Sem dizer uma palavra, o homem penetrou-me com os seus dedos. Tirou. Os mesmos dedos que me tinham penetrado, dirigiam-se agora ao ânus da outra mulher no quarto. Ele usava o meu lubrificante natural, para lubrificar o cu dela. Chamou-me para a cama. Colocou-me ao lado dela e penetrou-me novamente, primeiro com os dedos e depois com o pénis. Voltou a acariciar o ânus dela com um dedo, depois dois e depois com o caralho. Aos poucos foi entrando. Ela não largava a piça que tinha na boca.
Eu fiquei ali, a assistir àquela cena, enquanto os quatro bacantes pareciam totalmente alheios à minha presença. No entanto, não parei de me masturbar. Estava a viver um prazer único.
Se, até ao momento, tudo estava a ser surpreendente, o que aconteceu a seguir, foi ainda mais.
O que estava na boca, abandonou-a e apontou o caralho na minha direcção, ejaculando para cima de mim de forma abundante, atingindo-me as mamas e barriga. Apesar de surpreendida, não protestei e acolhi aquele líquido quente de bom grado. O meu tesão aumentou exponencialmente.
Poucos segundos depois, o que estava na cona também saiu e repetiu o gesto do colega. Agora, sem cima de mim, misturavam-se dois sémens diferentes e eu sentia-me, cada vez mais, em êxtase.
O outro continuava a enrabá-la.

- Anda cá! – disse ele.

Ordenou-me me colocasse por baixo dela, em 69. Ela bebeu todo o rasto de esperma que estava espalhado no meu corpo, enquanto eu devorava a vagina, a vulva e o clítoris dela.
Pouco depois ele veio-se e bebi toda a esporra que escorria do cu para a cona dela. Estava louca e também eu queria vir-me. Parecendo adivinhar os meus desejos, foi a vez dela de me fazer um minete. Excitada como estava, não demorei muito a vir-me e nem reparei que os três homens tinham abandonado a sala.
Fiquei deitada na cama, saboreando aquele momento. Também ela se foi embora. Pouco tempo depois, também eu fui embora… daquela casa…

sexta-feira, 9 de março de 2012

A orgia - parte 3

Procurei um local isolado e confortável e deixei-me adormecer. Acordei com os primeiros raios de sol. A casa, agora, estava calma.

- Então, estás a divertir-te?

Era a Joana.

- Já tive uns momentos interessantes… - respondi, enquanto tentava ambientar os olhos à luz.

- Queres pequeno-almoço?

- Essa pergunta é literal, ou uma metáfora?

- É literal – respondeu a Joana com um sorriso – a cozinha está cheia de comida… e há café! Toma, encontrei o teu vestido… quanto ao resto, deve andar por aí.

- Obrigada…

Na cozinha estavam algumas pessoas, semi-nuas. Iam bebendo café e mordiscando bolos, torradas e fruta.

As conversas foram surgindo e fiquei a saber que a organização daquela orgia disponibilizava bikinis e fatos de banho para o pessoal poder usar na piscina. Afinal, a festa era de 24 horas e ainda nem sequer tinha chegado a meio.

Talvez devido ao cansaço, talvez devido à cada vez maior abundância de luz, o ambiente erótico que se viveu durante a noite, tinha-se desvanecido. As conversas eram triviais.

Escolhi um bikini preto, simples, mas sensual e fui apanhar sol junto à piscina. Não estava propriamente calor mas, como a vivenda era protegida do vento, podíamos desfrutar tranquilamente do sol. Experimentei a água, mas estava gelada. Pena, pois tinha o desejo de ser fodida na piscina.

Já a manhã ia a meio quando mais gente começou a aproximar-se da piscina. Agora, à luz do dia, pude realmente constatar que, cada participante naquela orgia era escolhido a dedo. Quer eles, quer elas, eram extremamente sensuais, belos e com corpos perfeitos. Senti, novamente uma onde de tesão a invadir-me, com a perspectiva de poder observar aqueles corpos sedutores, em acto sexual, em plena luz do dia.

Contudo, recordei-me que não estava totalmente satisfeita. Na minha última experiência da noite, tinha sido praticamente violada. Eu sempre fui a controladora e queria continuar a ser.
Os grupos foram-se formando. Pares e trios iam trocando beijos e carícias. Depois do repouso, todos mostravam estarem de novo ansiosos por se entregarem à luxúria. Aos poucos os bikinis foram caindo…

Eu continuava sozinha até que fui abordada por outra rapariga que parecia ter saído de uma revista masculina. Alta, loira, com um corpo perfeito, envergava um diminuto bikini lilás. No umbigo um piercing com um brilhante que me pareceu diamante. Uma tatuagem que descia da cintura para o interior do bikini e outra no fundo das costas.

- Queres companhia?

- Senta-te aí… - disse eu, apontando para uma espreguiçadeira ao meu lado.

No entanto, a rapariga ajoelhou-se à minha frente e, sem qualquer informação adicional, soltou os laços do meu bikini, abriu-me as pernas e começou um delicioso minete. Que sensações incríveis, aquela boca me proporcionava. Embalada pelos sons eróticos que iam crescendo à minha volta, tirei a parte de cima do bikini e entreguei-me completamente àquela loira que me estava a proporcionar o melhor momento de prazer, desde que tinha entrado naquela casa. Ocasionalmente penetrava-me com os dedos e levava-os até á minha boca, fazendo com que eu pudesse sentir o sabor do meu prazer. Aos poucos, senti o orgasmo crescer dentro de mim, até me vir na boca dela.

Quando eu esperava o relaxamento após o clímax, fui surpreendida, pois continuei a ser devorada por ela. Ainda mal refeita do primeiro orgasmo, tive outro, e mais outro e, ao fim do quinto, perdi a conta…

Desfaleci completamente. Quase desmaiei. Ainda atordoada pela sucessão de orgasmos, senti os seus lábios colados aos meus e impregnados com o sabor da minha vagina. Preparava-me para retribuir. Adorava ter podido comer aquela cona e proporcionar-lhe o prazer que ela me tinha proporcionado a mim…

Contudo, a misteriosa loira foi-se embora e eu fiquei tranquila a observar a sucessão de broches, minetes e fodas que se desenrolava à minha volta.

sábado, 18 de fevereiro de 2012

A orgia - parte 2

Voltei a acordar com ruídos de sexo. Abri lentamente os olhos, ambientando-me à penumbra. O espaço estava apenas iluminado pelo luar e pelas estrelas. Conseguia vislumbrar, noutros cantos da casa, silhuetas de corpos envoltos na luxúria. Levantei-me e dirigi-me a um casal que aproveitava um dos muitos sofás para se entregarem ao prazer. Ela estava de quatro e era penetrada violentamente por trás. Ele tinha um corpo delicioso. Abracei-o por trás, encostando as minhas mamas nas suas costas, enquanto a minha boca viajava entre as suas orelhas, pescoço, ombros…. Agarrei-lhe o rabo com as mãos. Era firme, bem torneado e mexia-se freneticamente, impulsionando o pénis para o interior da rapariga. Era a hora de a descobrir. Possuía uns hipnotizantes olhos verdes, semi-cerrados pelo prazer que sentia. Os lábios era carnudos. Não resisti a beijá-los. Ficamos um bom bocado com as nossas bocas coladas. Sem dizermos uma única palavra, sentei-me em frente a ela e abri as pernas, oferecendo-lhe a minha vagina. Apesar de estar a ser fodida de uma forma louca, a minha nova parceira abriu-me os lábios vaginais lentamente com os dedos e, no instante seguinte, senti-me penetrada por aquela língua que, segundos antes, tinha tocado a minha.

O rapaz veio-se ruidosamente e desapareceu. Parecendo alheia ao que tinha acontecido, a rapariga continuou a dar-me prazer com a sua boca e língua.
Nisto, aparecem dois rapazes. De imediato, um deles coloca-se por trás da rapariga e penetra-a. O outro, oferece a sua verga à minha boca. Excitada como estava, fui incapaz de recusar. Chupei-o e masturbei-o como tão bem sabia e gostava até ele se vir todo na minha boca. Saí da posição em que estava para ir beijar a rapariga e passar-lhe todo aquele sémen desconhecido que tinha recebido. Ao mesmo tempo também eu me coloquei de quatro, à espera que alguém me fodesse naquela posição. Sentia a minha tesão no máximo e desejava ser fodida à força toda.

Umas mãos fortes prenderam-me as nádegas. Um pénis entrou dentro de mim. Não era muito comprido, mas era grosso e, por um breve instante, pensei que algo me rasgava. O meu rabo continuava preso e era agora impelido, num vai e vem frenético, para aquele pau. Mesmo em frente a mim, a rapariga aproximava-se do orgasmo. Íamos trocando beijos, apesar dos gemidos e gritos, quer de uma, quer de outra, irem ficando cada vez mais intensos.

Não aguentei muito mais tempo e um orgasmo eléctrico invadiu todo o meu corpo. Desfaleci e afundei a cara no sofá, enquanto sentia o macho despejar litradas de sémen dentro de mim. Ainda tentava recuperar a consciência, quando senti novamente, um caralho entrar dentro de mim. Pensei protestar, mas a sensação era tão boa, que me deixei levar. Continuei com a cara enfiada no sofá, enquanto ouvia a outra rapariga a vir-se e os rapazes a grunhirem. Quem estava dentro de mim, não se preocupou se eu me vinha ou não. Não deve ter demorado mais de um minuto até eu sentir, novamente, jactos de leite a invadirem-me a cona.

Aproveitei para sair dali e ir arejar. A minha ideia para aquela festa era dar e receber prazer, não apenas dar…

quinta-feira, 9 de fevereiro de 2012

A orgia - parte 1

Poucos dias antes do início da “Queima”, recebi uma carta estranha. Não trazia remetente, apenas um estranho logótipo com dois corpos entrelaçados. Era um papel grosso, com brilho, tinha ar de ser caro. No interior, apenas a mensagem:

“Foste seleccionada para ter uma Queima inesquecível, através de um evento único e no qual temos a certeza que queres participar, pois sabemos do que mais gostas na vida.

Caso aceites este convite, envia SMS para o número abaixo e receberás instruções.”

Depois de ler a misteriosa missiva, várias coisas me intrigavam, nomeadamente, como é que alguém estranho sabia da minha vida sexual, sim, porque era óbvio que tudo aquilo tinha a ver com sexo.

Entretanto, toca o telefone. Era a Joana:

- Olá amiga! É só mesmo para confirmar se recebeste a carta.

- Sim… rece…

- Óptimo! Estou a caminho de casa e, quando chegar, explico-te tudo!

E explicou. Tratava-se de uma mega-orgia, organizada por uma sociedade secreta de uma universidade privada. Meninos e meninas bem, que alugavam uma vivenda espaçosa, com piscina e todos os luxos, para 24h de sexo “non-stop”. Cada membro da sociedade poderia convidar outro membro, desde que garantisse que o novato seria discreto e libidinoso o suficiente para, primeiro, não fazer o evento cair no domínio público e, segundo, participar activamente no bacanal.

- Mas não percebo porque me convidaram…

- Eu recomendei-te!

Graças aos seus diversos contactos, a Joana tinha participado no ano anterior e, naquele ano, decidiu recomendar-me.

- E agora? O que é que eu faço?
- Respondes, enviando a SMS. Vais receber a morada, uma senha que tens que dar à entrada e o dress-code.

- Fixe! Então depois vamos juntas!

- Não podemos. Temos que ir em táxis separados… são as regras…

Enviei a mensagem, recebi pouco depois a resposta:

“Obrigado por teres aceite. O evento será na próxima quinta-feira, a partir das 21h. A morada é (…). A tua senha será «Seda». Deves trazer vestido de noite azul, o mais sexy possível, mas sem ser vulgar, com lingerie a condizer. Até breve.” 

Fui de imediato às compras com a Joana. Não foi difícil encontrar o vestido perfeito.

Chegado o dia, fiquei excitada só de me ver com aquele vestido. “Estou mesmo sexy!” pensei. Desci para a rua com a Joana mas, como mandavam as regras, fomos em táxis separados. Ela foi à frente.

A vivenda ficava junto ao mar, na periferia da cidade e transbordava luxo. Toquei à campainha e fui recebida por um casal que me pediu a senha. Contudo, estava demasiado embasbacada a olhar para eles. Quer ele, quer ela, exalavam sensualidade e a minha vontade era despi-los na hora.

- A senha, por favor?

- Ah… sim… Seda!

- Bem-vinda, Marta!

Conduziram-me para o interior da casa onde já se encontravam algumas dezenas de pessoas, bebendo e conversando. Todos muito bem vestidos, de forma elegante e sexy. Não conseguia tirar os olhos das raparigas (apesar dos rapazes serem um espanto). Pernas, decotes, curvas, olhares… tudo prometia prazer.

Procurei a Joana e encontrei-a sentada num sofá, com dois rapazes que já se insinuavam e a tocavam nas pernas. Ela, por sua vez, parecia divertidíssima.

Pouco tempo depois começou a música. Aqueles corpos belos e sensuais começaram a mover-se, cada vez mais perto. Os pares e trios juntavam-se. Ele e ela, ele e elas, ela e ela, ela e eles… Começaram os beijos, as carícias, os toques. Os vestidos, já de si curtos, subiam, deixando antever parte das nádegas. Os decotes, já de si pronunciados, abriam-se ainda mais, exibindo rendas, sedas, cetins e, até mesmo, mamilos desafiantes. Nas calças, orgulhosas erecções despontavam. A música tornava-se adornada de gemidos, arfares, risos e pequenos gritos.

Eu fui abordada pelo casal que me recebeu à porta. Dançamos os três. Primeiro, eu no meio, sentindo no meu rabo o pénis dele e crescer e encaixando os meus seios nos seios dela. As nossas bocas aproximavam-se, sem se tocar. Ao ritmo da música, os nossos corpos balanceavam. Abri as pernas e sentei-me numa das pernas dela, fazendo pressão entre a minha vagina e ela. Ela fez o mesmo. Não foi preciso muito tempo para sentir a sua humidade transbordar a lingerie e deslizar na minha pela. Ela sentiu o mesmo. Atrás de mim, o rapaz beijava-me e mordia-me o pescoço, e esfregava-se cada vez mais no meu rabo. Não resisti e beijei-a longamente. À nossa volta crescia a loucura. Nalguns sofás, já alguns casais e grupos se preparavam para foder. Apareciam os primeiros corpos nus. Por entre os beijos e carícias dos meus companheiros, pude ver a Joana sentada de pernas abertas, enquanto um dos seus amigos a penetrava com a língua. O outro chupava-lhe as mamas de forma desenfreada.

Voltando para o meu mundo, sem combinarmos, nem dizer uma palavra, eu e ela colocamos o homem no nosso meio. Eu fiquei por trás dele e, nessa posição, abri-lhe as calças que caíram no chão. A minha companheira aproveitou o ensejo para se ajoelhar e iniciar um longo broche. Depois de o beijar, ajoelhei-me junto dela e fomos alternando as carícias. Por vezes, colocávamos aquele membro entre as nossas bocas e acariciávamo-lo em simultâneo.

Havia cada vez mais nudez, mais saliva e até algum esperma já jorrava. Meia hora depois, já ninguém tinha roupa. Os gemidos deram lugar a gritos, a palmadas. Os orgasmos sucediam-se.

Com o tempo, os corpos foram ficando cansados, alguns adormeciam… A orgia total deu lugar à exploração. Um outro casal, isoladamente eram contemplados pelos que descansavam. Alguns masturbavam-se, outros limitavam-se a fumar.

A certa altura, também eu já cansada, reparei que praticamente todos dormiam. Procurei um local confortável e adormeci também…

domingo, 22 de janeiro de 2012

Rapidinha no provador

Depois do Professor, voltei aos meus clientes e aos meus casos habituais. Não me podia dispersar muito pois também tinha que estudar.
Já perto da Queima das Fitas, como todos os caloiros, fui a uma loja da especialidade para adquirir o meu traje académico. Supostamente a Joana iria comigo mas, à última da hora teve uma marcação de um dos habituais dela e não pôde recusar. Então, lá fui sozinha. A loja estava cheia com outros estudantes a comprarem traje e afins. Escolhi um que achava que me poderia servir e fui para o provador.
Enquanto me despia, a cortina abriu-se. Era outra miúda com o traje na mão:

- Desculpa… Estão os provadores todos cheios. Só estava a ver se este estava livre.

Olhei-a de alto a baixo. Era bastante sexy e eu ia adorar vê-la nua:

- Entra! Há aqui espaço para as duas.

Não, não havia. Mas era da maneira que os nossos corpos se poderiam tocar “acidentalmente”.

Continuei a despir-me e ela começou a fazer o mesmo. Exibia uma lingerie vermelha, rendada e extremamente sexy. De imediato, comecei a sentir aquele formigueiro dentro de mim que, posteriormente, dá lugar à humidade vaginal.

No meio da confusão do tira e veste roupas os nossos corpos iam-se tocando. Pude sentir a firmeza das suas mamas e do seu rabo.

Quando ela me pediu para lhe ajudar a apertar a saia, não resisti e, enquanto puxava o fecho para cima, beijei-lhe o pescoço:

- Que estás a fazer?

- Pergunta errada… Devias ter dito “o que vais fazer”?

Movida pelo meu mais puro instinto animal, decidi violar a rapariga, sem pensar onde estava nem nos muitos clientes que estavam na loja e nos provadores ao lado.
Empurrei-a contra a parede, impedindo-a de se mexer. Sabia como o fazer. Já muitos homens o tinham feito a mim.

- Pára… - disse ela. Medindo a pouca convicção da sua voz, acrescentei:

- Tens a certeza?

Não respondeu.

Num gesto levantei-lhe a saia, afastei o diminuto fio dental e pude senti-la toda húmida:
- Afinal, acho que não queres que eu pare!

Fiz descer a minha boca até ao meio das suas nádegas. Abri-lhe os lábios vaginais com os dedos e pude sentir na minha boca todo o tesão daquela desconhecida. Penetrei-a com a língua e com os dedos, brincando e deliciando-me com o clítoris. Pouco tempo depois sentia-a a vir-se para mim, mordendo os lábios para não gritar.
Levantei-me e virei-a de frente para mim.

- Quero sentir o meu gozo na tua boca! – disse-me num sussurro.

Então beijamo-nos e senti-me invadida pelos seus dedos, que me conduziram a um orgasmo incrível, sem que as nossas bocas se desprendessem.

Sem dizer mais nada, vestiu as suas roupas, pegou no traje e abandonou o cubículo, deixando-me seminua, molhada e satisfeita!

segunda-feira, 9 de janeiro de 2012

À janela...

O Professor tornou-se a minha queca regular. Aproveitávamos cada oportunidade e eu aproveitava para domar aquele instinto animal. O gabinete dele era o nosso principal local de encontro, mas também arriscamos no parque de estacionamento da faculdade, nas escadas da saída de emergência, no elevador do prédio dele, nas escadas do prédio dele e, claro, no apartamento dele.
Um dia, véspera de feriado, convidou-me a passar a noite com ele. Na manhã seguinte, ao acordar, vesti a camisa dele e dirigi-me à janela. Lá fora a cidade adormecida até mais tarde, começava a dar os seus primeiros e tímidos passos. Abri a janela para aspirar os odores matinais e acedi um cigarro. Na cama, o Professor dormia, exausto da louca noite nos meus braços. O quarto cheirava a suor e a sexo. Agora, cheirava também a cidade e a tabaco.
Quando terminei o cigarro, voltei para a cama, deixando a janela aberta. O barulho do exterior despertava lentamente os sentidos do Professor. Beijei-o. A resposta foi um “bom dia” cansado. Levantou-se e desapareceu na casa de banho. Bastou um nova visão daquele corpo perfeito para ficar novamente inundada de desejo. Nunca nenhum homem, ou mulher, tinha despertado em mim tanta vontade de foder.
Enquanto esperava por ele, fixei o meu olhar na janela. “Porque não?” pensei.
Voltei para junto da janela aberta e aguardei.
O corpo regressou, exibindo de frente o pénis flácido, contudo orgulhoso e preparado para nova contenda.

- Vem cá! – disse eu, como se fosse preciso…

Mal chegou ao pé de mim, ajoelhei-me e tratei de preparar convenientemente o membro que eu queria dentro de mim.
Quando o senti bem duro e já o Professor dava sinais de uma intensa excitação, virei-me de costas e ofereci-lhe o meu rabo para que me penetrasse, debruçando-me no parapeito. Lá fora a cidade ganhava a vida própria de uma manhã de feriado. Dentro de mim, o pénis do Professor dançava num vai e vem suave, intenso. Agarrou-me as mamas e colou o seu rosto ao meu. Juntos apreciávamos aquele preguiçoso amanhecer citadino, enquanto os nossos corpos se uniam. Na rua continuava alheia ao nosso prazer, apesar da distância relativamente curta face ao apartamento, situado num segundo andar.

- Tu és doida, sabias?
- E ainda consigo ser mais…

Libertei-me dele e voltei-me. Sentei-me no parapeito e abri as pernas, convidando o Professor a uma nova posição.
Entrou de novo em mim mas, desta vez, com os movimentos frenéticos e animalescos que caracterizavam o seu estado máximo de excitação. Ali, naquele parapeito, excitados pelo exibicionismo a que nos propúnhamos, tivemos o nosso último orgasmo juntos…

terça-feira, 27 de dezembro de 2011

No gabinete...

Na manha seguinte acordei mais cedo que o habitual. Queria tomar um bom banho, hidratar a minha pele com o meu creme favorito e produzir-me de forma bem sexy, para que o Professor não tivesse hipótese de reagir.
A escolha da roupa estava difícil. Não podia ir para um dia de aulas como se fosse para a noite, ou encontrar-me com um cliente. Procurava desesperada algo “casual-sexy”. Escolhi um vestido de malha, que me ficava um pouco acima do joelho; coloquei meias de ligas, umas botas compridas, de salto alto e abdiquei de roupa interior. O meu desejo era ser penetrada o mais rápido possível e eliminei, à partida, quaisquer entraves.
Informei a Joana do meu plano e, naquele dia, ao contrário do que era habitual, sentei-me na fila da frente, sem me preocupar com a subida do vestido que, simultaneamente, exibia as minhas coxas e as sedutoras rendas das meias. O meu alvo tentava mostrar-se indiferente, mas pude ver, por várias vezes, os seus olhos fixarem as minhas pernas. A minha excitação crescia e sentia já o meu líquido vaginal humedecer o forro do vestido.
A aula decorria normalmente. O Professor nunca perdeu a compostura, nem mesmo quando, armada em Sharon Stone, descruzei e cruzei as pernas perante o seu olhar. Agora ele sabia o que eu queria.
No final da aula, várias raparigas simularam motivos para o abordarem e rodearam a sua secretária. Eu deixei-me estar na minha cadeira. Quando as outras galdérias resolveram sair, foi a minha vez de avançar:

- Professor, desculpe mas, se bem me lembro, na próxima hora estará disponível no seu gabinete para atendimento, certo?

Confesso que esperava embaraço, hesitação, na voz dele. Contudo, respondeu-me num tom firme e tranquilo:

- Sim. Até à hora de almoço estarei lá.

- E tem alguma marcação, ou posso aparecer?

- Apareça.

Levantou-se e abandonou a sala. Cá fora a Joana esperava por mim:

- Vais fodê-lo?

- Acho que sim.

- Antes vamos tomar um café e fumar um cigarro.

No final do cigarro a Joana foi para a aula seguinte e eu subi ao piso dos professores.
Procurei o gabinete dele. Bati à porta. Lá de dentro respondeu:

- Só um minuto, por favor.

Aguardei sentada numa das cadeiras dispostas no corredor para estas situações. Ao fim de uns cinco minutos, a porta abre-se saindo lá de dentro uma outra professora da faculdade. Pelo ar dela podia jurar que tinham estado a comer-se. De seguida, ele assomou à porta e convidou-me a entrar.
A porta fechou-se com força atrás de mim e pude ouvi-lo a trancá-la. “Boa!”, pensei.
De repente, com as suas mãos viris, pegou em mim e encostou-me com violência à parede. A mão esquerda tapou-me a boca, a pressão do seu corpo contra o meu impedia qualquer reacção, a mão direita levantou-me o vestido, tocando o meu sexo já encharcado:

- Sua puta! Quando vi como estavas vestida, percebi logo que querias foder! Pois eu vou foder-te… agora!

Com uma rapidez que revelava experiência neste tipo de situações, pegou em mim e deitou-me de barriga para baixo sobre a sua secretária. Ainda estava eu a acomodar-me à posição quando senti-o a penetrar-me, de uma só vez, com uma estocada forte. Não pude evitar soltar um grito:

- Cala-te puta! Não abras a boca! Ou eu amordaço-te!

A situação era perigosa. Eu não sabia o que resultaria dali, mas o meu tesão era tanto, que arrisquei.
Ele iniciou os movimentos pélvicos a toda a força. Eu fazia um esforço para não gritar, soltando apenas pequenos gemidos.
Ele insultava-me e a todas as minhas colegas:

- Cambada de putas que vocês são! Só querem é foder! Pois eu estou cá para vos foder a todas!

Aquele era o discurso que eu esperaria de um psicopata, o que me excitava ainda mais. Queria vir-me, queria explodir para ele. No entanto, com a força e descontrolo que os seus movimentos revelavam, calculei que, a qualquer momento, quem explodiria seria ele.

Abrandou. A sua boca caiu sobre o meu pescoço, as orelhas e, pela primeira vez beijou-me. Meu Deus… que boca! Naquele momento só desejei senti-la na minha vagina.

- Queres mais? – sussurou.

- Quero…

- Queres vir-te para mim?

- Sim… na tua boca…

Saiu de dentro de mim. Sentei-me na secretária abrindo as pernas. Ele ajoelhou-se à minha frente e eu pousei as pernas nos seus ombros. Estava na hora de eu assumir o controlo:

- Seu punheteiro! Tarado! Aposto que em casa te masturbas a pensar nas alunas… não é?

- Sim…

- Cabrão! És um falhado!

Então, vim-me. Puxei-o para mim e beijei-o. Pude sentir o meu sabor na sua boca. Tinha perdido a postura de durão e agora era todo meu.

- Fode-me! Dá-me o teu leite todo!

Enrolei as minhas pernas na sua cintura e tirei o vestido, exibindo as minhas mamas, completamente tesas. Entrou de novo dentro de mim, de forma animalesca, devorando-me os seios.
Veio-se para cima de mim, jorrando o seu sémen nas minhas mamas e lambendo-o de seguida.
Sentou-se extenuado no sofá que adornava o gabinete, com as calças pelos tornozelos e o pénis ostentando ainda vestígios de esperma.
O seu olhar revelava um desvario indescritível.
Vesti-me e dirigi-me a ele. Agarrei-lhe o membro e acariciei-o levemente. Disse-lhe ao ouvido:

- Sabes… tu podes vir a ser uma foda muito boa… mas precisas ser domesticado!

Beijei-o.

- Posso ser a tua professora do sexo?

Respondeu com um aceno de cabeça.

Então saí do gabinete…