domingo, 2 de dezembro de 2012

Eu, ele e a outra



Paramos em frente a uma nova zona residencial.

- Agora moro aqui… - disse ele.
- Sozinho?
- Depende das noites…

Foi tudo muito rápido. Quando dei por mim, estava deitada, de pernas abertas, e ele fodia-me sem parar. O meu corpo estremecia em orgasmos sucessivos. O telemóvel dele toca e, para minha surpresa, sem parar de me penetrar, atende:
- Diz, amor…

“Amor?”, pensei eu, “que raio se passa aqui?”

- Sim, estou a fodê-la… queres juntar-te a nós?

Entre o surpresa e o excitada, decidi aumentar o volume dos meus gemidos.

- Ouves? É a puta a gemer com o meu caralho dentro dela… Anda que ainda tenho tesão para ti!

Como se aquele telefonema não tivesse existido, continuamos entregues ao prazer.

Um quinze minutos depois, a porta do quarto abre-se e entra uma mulher deslumbrante. Eu estava a ser possuída de quatro, com o vigoroso pénis do irmão da Ana todo enfiado no meu ânus. Ela, com vestido preto, bem curto. Tirou-o de uma só vez, exibindo o corpo nu, desprovido de lingerie. Sem tirar os sapatos de salto alto juntou-se a nós na cama. Senti que beijava o rapaz que, não saindo de dentro de mim, abrandou o ritmo da penetração. De seguida, dirigiu-se a mim e beijou-me. E que beijo! Nunca, ninguém, me tinha beijado daquela forma. O meu desejo aumentou, queria sentir aquela boca na minha coninha, mas foi o inverso que aconteceu. Deitou-se em frente a mim, oferecendo-me a sua vagina, que devorei com dedicação. Depilada, vermelha, quente e húmida, pude sentir na minha foca os seus fluídos, até ao orgasmo, que libertou ainda mais o seu mel íntimo.

- Quero provar-me… - disse num sussurro e beijou-me de novo.
Nesse momento, as estocadas dele no meu cu aumentaram de velocidade e força e pude sentir o seu sémen invadir-me as entranhas. Estava a proporcionar-lhes prazer, mas também eu queria desfrutar de um orgasmo.
Adivinhando os meus pensamentos, a rapariga falou:

- Descansa, querido… que agora é a minha vez de dar a esta cabra o que ela merece.

A voz dela era quente e sensual e excitava-me ainda mais.

Deitou-me de costas e abriu-me as pernas. Colocou-se entre elas, penetrando-me com os dedos. Beijou-me na boca e foi descendo. Ao passar pelos seios, deteve-se mais um pouco, beijando, chupando e mordiscando, sem parar de me foder com os dedos, ora dentro de mim, ora brincando por fora. O meu corpo ondulava e retorcia-se anunciando o orgasmo para breve. Numa cadeira que havia ali ao pé, ele fumava um cigarro e apreciava a cena masturbando-se levemente, contudo, aquele pau voltava a ganhar forma.

Senti os lábios dela nos meus lábios íntimos e a sua língua a penetrar-me. Então não aguentei mais e explodi. Deixei o meu tesão escorrer naquela boca deliciosa. Ao lado, ele vinha-se também, espalhando o esperma no seu peito nu. Com um sorriso cúmplice, ela disse:

- Vem…

E ajoelhamo-nos ambas em frente a ele, sorvendo as gotas brancas que pintalgavam o seu peito moreno e depilado. Pelo meio, íamos partilhando as duas o líquido que recolhíamos com as nossas bocas. Até que, segurando firmemente o pénis quase “morto” com uma mão, ela disse:

- Não querido… não te vou deixar “morrer”…

E meteu-o de imediato na boca…

(continua...)

sexta-feira, 17 de agosto de 2012

Reencontro


O esperma dele era excecionalmente quente e, à medida que me inundava a boca e a garganta, sentia o meu corpo a implorar ser penetrado com toda a força. Mas não. Naquele dia, tinha dito, expressamente que queria um broche. Apenas um broche.
- Mas eu quero-te dentro de mim!

- Isso… é quando eu quiser!

Era assim todos os dias, desde aquela noite muito estranha em minha casa, com a Joana. O meu Chefe usava e abusava de mim… mas era bom. As dimensões daquele pénis e o vigor com que me possuía, enchiam plenamente o meu desejo carnal. Nunca tinha encontrado outro homem assim, em toda a minha vida.

No final do estágio, decidiu admitir-me no quadro da empresa. Como prémio, ofereceu-me uns dias de férias.

Aproveitei para ir a casa, rever a família e planeava encontrar-me com a Ana, o meu primeiro amor. Há anos que não estávamos juntas, mas íamos falando pela net. Confesso que, mais do que matar saudades, queria ver o corpo dela, queria saber se ainda era atraente e se sentia desejo por mim.

Fomos lanchar descontraidamente. Estava mais mulher, atraente e sexy. Transbordava autoconfiança. Apresentou-me ao seu namorado, também ele um pedaço de mau caminho. O lanche prolongou-se até à hora de jantar. Convidou-me para jantar em casa dela. Ao ouvir o convite estremeci. Os pais dela e o irmão iriam lá estar e não poderíamos de deixar de recordar o que se tinha passado anos antes.
Recusei. Inventei uma desculpa e fui para casa. Sozinha no meu quarto não conseguia sossegar os meus pensamentos. A minha mente viajava entre os corpos da Ana, do irmão, dos pais dela e do namorado. A tensão transformou-se em tesão e acabei por me tocar.
Precisava de sexo a sério.
Tomei um banho, escolhi uma roupa bem sexy e fui até um dos bares da moda.

Mal tinha entrado, ouço uma voz familiar atrás de mim:

- Olha, quem é ela! Cresceu a miúda!

O irmão da Ana. Era agora um homem… e que homem! Não pensei duas vezes:

- Temos uns assuntos que ficaram por resolver há uns anos atrás, não temos?

Seguro, não se mostrou surpreendido pelo meu avanço:

- Pois temos. Anda.

Puxou-me pela mão e levou-me às traseiras do bar. Encostando-me contra a parede, beijou-me freneticamente, enquanto as suas mãos me esmagavam as mamas, naquela noite libertas de soutien.

Senti-o a crescer e queria-o dentro de mim o mais rápido possível. Ele também estava ansioso. Abriu as calças e erguendo-me pelo rabo, enfiou-se de uma só vez dentro de mim. Pensei que ia aproveitar alguns segundos para me sentir, mas não. Começou num vai-e-vem frenético, fodendo-me com toda a força que tinha. A excitação que sentia há horas, levou-me a um orgasmo intenso, poucos segundos depois foi a vez dele explodir dentro mim, jacto atrás de jacto, fazendo o sémen deslizar pelas minhas coxas:

- Foi bom de mais para ficarmos só por aqui, querido… Não me queres levar para um sítio mais íntimo e fodemos a noite toda?

Arrastou-me para o carro dele, onde em tempos já nos tínhamos divertido, e arrancou. Sedenta, abri-lhe a braguilha e mamei-o enquanto ele conduzia:

- Pára, não me quero vir agora… quero guardar o meu tesão todo para mais daqui a pouco.

- Então vou-me entreter sozinha…

Reclinei-me no banco e comecei a tocar-me, com dois dedos dentro de mim e uma mama de fora.

- Sua puta!

- Nah… se eu fosse puta tinhas que pagar… vou deixar-te comeres-me à grande… de borla!

(continua...)

domingo, 10 de junho de 2012

Uma surpresa "late night"


Esperava eu que a viagem para Lisboa tivesse algum extra associado, mas não. Apesar de me ter vestido “a pedi-las” (até escolhi uma lingerie bem sensual!), fomos e viemos, exclusivamente a trabalho. Cheguei a casa extenuada, tinha sido um dia intenso, com várias reuniões, sempre a correr de um lado para o outro. Fechada a porta atrás de mim, despi-me e enfiei-me debaixo do chuveiro.
“Que decepção!”
Nem uma boca, nem um avanço, nada. O chefe tinha agido como se nenhum dos acontecimentos dos últimos dias tivesse ocorrido.
Fiquei uma eternidade no banho, aproveitando para relaxar. Quando, finalmente, fechei a água, ouvi vozes na sala. “Bolas!”. De facto, depois de tomar banho, adorava passear nua pela casa. Estando a Joana, acabava por a provocar e fazíamos amor. Estando sozinha, fazia amor comigo própria.
Ouvi o riso da Joana e uma voz de homem. Uma voz estranhamente familiar…
Podia ter ido directamente para o meu quarto mas, como o ambiente me pareceu animado, resolvi espreitar à socapa. Era a Joana e… o meu chefe?!
E já a Joana se encontrava apenas em lingerie… lindíssima! Vermelha, rendada, que lhe destacava as curvas do rabo e o decote. Ele, sentado no sofá e ela sentada em cima dele.
Como eles se conheciam, não fazia ideia… talvez um dos programas habituais dela. Ao vê-los assim, o meu corpo reagiu. Decidi juntar-me, mas esperei pelo momento certo.
O soutien dela voou e, alternadamente, as suas mamas desapareciam na boca dela. Comecei a tocar-me.
A Joana deslizou pelo corpo do chefe e ajoelhou em frente a ele. Em poucos segundos, aquele pénis descomunal foi libertado das roupas. A Joana tinha muita experiência mas, mesmo assim, não foi fácil enfiá-lo até à garganta como ela gostava.
Era a minha deixa.
Sem dizer nada, aproximei-me deles, já completamente húmida e louca de tesão. Beijei-o. No nosso último encontro as nossas bocas não se tinham cruzado. Meu deus… que língua! Já a tinha sentido dentro de mim e, cada vez que ela tocava a minha, desejava tê-la de novo no meu clítoris.
A Joana apercebeu-se da minha presença mas continuou o broche. Tive que lhe “ordenar” que o largasse, mas já não fui a tempo… O esperma transbordava da sua boca e deslizava pelo pénis dele.

- Sua puta! Agora vamos ter que o entesar de novo!
- Desculpa, mas não aguentei… Nunca tinha mamado num caralho assim!

Beijou-me e pude sentir na sua boca todo o sabor do macho que agora repousava.

- Cabra… Agora é a minha vez, mas como sou tua amiga, vou dar-te um presente.
- Será que vocês as duas vão continuar a falar como se eu não estivesse aqui? Tenho tesão que chegue para as duas!

- Xiuuuu, chefe! Aqui, a patroa, sou eu! Não estamos no escritório… deita-te e obedece!

O chefe deitou-se, totalmente rendido.

- Agora, tu, Joana, sentas essa coninha na boca dele… vais ter o melhor minete da tua vida.

A Joana obedeceu e eu fiquei a assistir, masturbando suavemente o pénis. Não demorou muito a que recuperasse a vitalidade e, nessa altura, deixei-o deslizar para dentro de mim. Fiquei frente a frente com a Joana e as nossas línguas entrelaçaram-se. Os nossos corpos ondulavam em cima do homem, na mesma cadência. Ele, tentava mexer-se, mas estava sucumbido pelas duas mulheres que dele extraíam o máximo prazer.
Os olhos da Joana reviraram e os seus gemidos tornaram-se mais intensos. Atingiu o orgasmo mas, agarrando-se firmemente às minhas nádegas, não saiu da boca dele:

- Continua cabrão! Dá-me outro!

Eu aumentei os movimentos das minhas ancas, também até me vir. Como a Joana, não mudei de posição:

- Anda! Fode-me e chupa a coninha dela… és o nosso escravo!

A Joana veio-se de novo rapidamente e assumiu o controlo das operações:

- Desculpa, amiga… mas também quero sentir isso!

E, practicamente, empurrou-me de cima do chefe e ocupou a minha posição, mas de costas para ele.

Surpreendendo-nos às duas, o chefe elevou-se no sofá, sem sair de dentro dela. Projectou-a para o chão e possuiu-a de quatro:

- Suas putas! Agora quem manda sou eu! Tu, abre as pernas!

Obedeci.

- Agora, tu, puta vais lamber a cona dela enquanto eu te fodo.

A Joana berrava! Não percebi se de dor, ou prazer, o que é certo é que deixou de se ouvir, quando a boca dela iniciou um minete em mim.

Eu estava em êxtase! Tive vários orgasmos durante aqueles minutos que mais pareceram horas.

Primeiro, pelo prazer que a Joana me dava com a boca; segundo, por vê-la a ser fodida daquela forma tão selvagem; terceiro, pela expressão de luxúria, gozo e loucura que inundava o rosto dele.

Finalmente, ela e ele atingiram o orgasmo, caindo no chão, um para cada lado… Eu voltei para o chuveiro.

quarta-feira, 2 de maio de 2012

No escritório do chefe


Ele era só um… mas eu sentia-me penetrada por dois ou mais homens. A força, a rapidez com que ele alternava entre a cona e o cu, não me deixavam respirar. Todo o meu corpo era tesão, mesmo com a cara pressionada contra o tampo da mesa. Era impressionante a sua virilidade e o tempo que aguentava sem se vir. Qualquer um dos homens com quem eu já tinha estado antes, a esta altura, já teria explodido dentro de mim. Mas ele, não. Aguentava e parecia cada vez mais forte. Sentia-me rasgada, mas com um prazer que nunca tinha sentido antes. Apesar de estarmos nisto há um bom bocado, só me apetecia mais e mais… Tinha perdido a conta aos orgasmos que ele me deu. Lá fora, continuava o ruído habitual de uma empresa que trabalha: telefones, pessoas, fotocopiadoras… O próprio telemóvel dele não parava de vibrar junto a mim. O meu suco vaginal deslizava pelas coxas e, finalmente, deslizava também o sémen dele, abundantemente despejado dentro de mim.

Não me conseguia mexer.

- Vá… volta ao teu trabalho. Quando precisar de ti, chamo-te.

Não foi fácil sair da posição em que me encontrava, muito menos, sentar-me. No meu PC disparou uma janela de MSN:

- Percebes agora, porque não me envolvo com ele? É muita violência.
- Eu gostei… estou literalmente fodida, mas ia lá para dentro outra vez.

Na manhã seguinte ao meu primeiro dia de estágio, depois de ter observado o meu chefe com uma prostituta, depois de ter comido a minha colega no WC, mal iniciei o meu trabalho, fui chamada ao escritório do chefe. Ao entrar, uma mão levantou-me o vestido e outra puxou-me as cuecas até aos tornozelos. Fui empurrada para a secretária, sendo de imediato imobilizada. Uma língua penetrou-me… primeiro no cu. Cuspiram. A saliva deslizou até à vagina. De seguida, um minete de sonho. Já bastante húmida e excitada, o caralho que eu tinha admirado na noite anterior entrava dentro de mim e lá permaneceu, entrando e saindo, até ao momento em que esta memória começa.

No PC, um e-mail do chefe:

“Tira o resto do dia porque precisas descansar. Amanhã vais comigo a Lisboa.”

quinta-feira, 26 de abril de 2012

O Estágio - Primeiro Dia


No último ano da faculdade tive direito a estágio. Fui enviada a uma empresa para uma entrevista preparatória com aquele que seria o meu responsável. A ideia era avaliar se as funções que iria desempenhar se enquadravam na minha formação.
Vesti-me de forma profissional, discreta, mas tentei ser sensual. Sabia que ia ser entrevistada por um homem e sabia (e sei) o quanto isso é importante.
No entanto, quando cheguei ao local, arrependi-me e concluí que devia ter arriscado um bocadinho mais. A Secretária que me atendeu, para além de ser linda e extremamente sexy, usava uma mini-mini-saia. Ao sentar-se, praticamente se viam as nádegas. A blusa era justa e transparente, realçando uns seios definidos e firmes. Não pude deixar de me sentir atraída e imaginar se, no caso de se concretizar o estágio, poderia deitar-lhe a mão.
Enquanto esperava pude constatar que grande parte das pessoas que trabalhava naquele sítio eram jovens e cuidavam da imagem. Como é óbvio, havia uma ou outra gordita, um ou outro cromo com ar de “nerd”.
Sabia que ia ser entrevistada por um Dr. Duarte Macedo. Imaginava alguém na casa dos 45-50, de fato negro, com aspecto carrancudo e grisalho. Contudo, quando fui chamada à sua sala, fiquei de queixo caído. Um homem jovem (não mais de 35), alto, atraente, bronzeado… Vestia uma camisa branca, aberta no peito e jeans bem justos, que faziam antever um conjunto rabo-pernas atlético e bem torneado. Começava a adorar aquele local e vislumbrava várias oportunidades de tirar as cuecas.
Depois dos cumprimentos iniciais, o Duarte (“Por favor, não use o Dr.”) explicou que tinha-me escolhido, pois tinha feito o curso dele na minha faculdade e, todos os anos, tentava recrutar um estagiário de lá.
Enquanto ele falava, eu só pensava “Fogo… que tesão!”. A conversa acabou por se desenrolar naturalmente, falamos do curso, passamos para o trabalho e acabamos na vida pessoal, nos nossos gostos, hobbies, etc.

- Eu não tenho grandes hobbies… gosto muito de ler, sair para dançar… e pouco mais…

- Ora, Marta… só isso?

Apetecia-me responder “Sim! Adoro foder e, por fim, fodia-te já aqui!”, mas resolvi contornar a questão:

- Uma rapariga não pode revelar tudo sobre si… Disse o essencial para perceber a minha personalidade. Agora compete ao Duarte decidir se fico aqui a estagiar, ou não…

Estranhamente, aquele homem, tão seguro, ficou constrangido:

- Claro, claro… desculpe se me estava a intrometer na sua vida… Podemos começar na segunda-feira. Ah… e não precisa vir tão formal. De certeza já reparou como o pessoal por aqui se veste.

- Sem dúvida. Prometo que vai gostar do que vai ver.

É claro que, quando disse isto, já estava a imaginar que roupa iria levar. A Secretária iria ser verdadeiramente ofuscada.

Despedimo-nos.

Na segunda-feira, lá estava. A Secretária, quando me viu, ficou nitidamente incomodada. Óptimo. Tinha atingido o meu objectivo.

- Bom dia, Marta. – ouvi atrás de mim. Era o Duarte. – Vamos ao meu escritório para definirmos o seu plano de trabalho?

- Sim. – respondi com um sorriso.

Entrei no escritório e senti o olhar do Duarte preso no meu rabo, enquanto fechava a porta.

- E então? Estou melhor vestida hoje?

- Lindíssima!

Usava um vestido super curto, sem mangas, justo no peito e esvoaçante na direcção das pernas. Sandálias de salto alto, que me faziam o rabo ainda mais saliente, permitindo, através do tecido leve do vestido, vislumbrar o fio dental que usava. Nesse dia, resolvi deixar o soutien em casa pelo que, com o fresco do ar condicionado, os meus mamilos estavam excitados.

Apesar de todo o meu corpo arder em desejo e do Duarte me comer com os olhos o tempo todo, nada mais falamos a não ser de trabalho.

Fiquei a trabalhar numa mesa em frente à Secretária, no hall que antecedia o escritório do Duarte.
Por volta das 18h, dispensou-me. Já estava na rua, a caminho da paragem do autocarro, quando reparei que me tinha esquecido do telemóvel… “Bolas!”

Voltei para trás. Subi o elevador. O escritório estava vazio. Apenas um ou outro funcionário que, depois da hora, terminava uma tarefa mais longa. O rádio, ainda ligado, debitava informações de trânsito. Percorri o corredor até ao escritório do Duarte. A Secretária não estava no lugar dela, mas ainda tinha o computador ligado e os seus objectos pessoais em cima da mesa de trabalho.

Foi quando ouvi… “Não pode ser… é demasiado cliché…” Da sala do meu chefe vinham ruídos que não deixavam dúvidas. Sexo. Patrão e secretária. Típico. Não resisti à curiosidade e resolvi espreitar. Não tive medo de ser apanhada. Se o fosse, de imediato me ofereceria para me juntar à festa.
A porta não estava trancada… estava mesmo entreaberta. Espreitei pela frincha. Duarte, com as calças nos tornozelos, sentado na sua secretária. De joelhos em frente a ele, movendo a cabeça para trás e para a frente, em movimentos lentos e profundos, uma mulher… mas não era a Secretária! Fiquei petrificada a assistir. O patrão parecia estar em êxtase…

- Hmmm… também gostas de assistir, sua puta oferecida! – sussurrou uma voz ao meu ouvido. Era a Secretária! – Vamos assistir as duas?

Senti uma mão a levantar-me o vestido. Longos e suaves dedos desviavam o meu fio dental…

- Tão húmida… deves estar cheia de tesão…

Os dedos estavam agora dentro de mim… Uma boca acariciava o meu pescoço e as orelhas…

A mulher levantou-se. Pude ver, pela primeira vez, o pénis volumoso do Duarte. Desejei-o dentro de mim. Talvez adivinhando os meus pensamentos, a Secretária penetrou-me mais fundo e com mais vigor.

- Quem é ela? – perguntei.

- Uma puta… todas as segundas-feiras vem cá uma puta diferente. Eles fodem, a porta fica entreaberta para eu assistir. Nesta altura o Duarte já te viu e deve estar ainda mais excitado do que o normal…

- Porque não participas?

- O Duarte não quer… Prefere assim. Não sei porquê… Eu não me importo…

Lá dentro, já o Duarte penetrava a mulher por trás, olhando em direcção da porta. Os nossos olhares cruzaram-se. A minha vagina libertava cada vez mais suco nos dedos da Secretária. O Duarte veio-se…

- Anda comigo… - a Secretária puxou-me por uma mão em direcção ao WC.

Fodemos uma à outra, como se não houvesse amanhã. Aquela Secretária era, sem dúvida, a mulher mais sexy e experiente com quem eu tinha estado. Soube dar-me prazer e soube extrair de mim todo o prazer que eu tinha para libertar. Mas, durante o tempo todo, só me  imaginava  a ser possuída pelo meu chefe. Aquele caralho ia ser meu…

quinta-feira, 19 de abril de 2012

Intervalo

Caros Leitores,

Serve este post para pedir desculpas pela minha ausência. Compromissos profissionais e, sobretudo, familiares têm-me afastado da escrita.

Prometo voltar em breve com novas memórias!

sexta-feira, 23 de março de 2012

A orgia - final inesperado

Depois do almoço, servido em modo buffet junto à piscina, reinou a calma naquela casa. Provavelmente devido ao cansaço, ao álcool e às drogas, os convivas pareceram perder o apetite pelo sexo. Alguns casais e trios trocavam alguns beijos e carícias, mas nada comparado ao deboche que tinha ocorrido horas antes.
Voltei para o interior da casa e subi ao piso superior, com o intuito de explorar aquela zona, para mim, desconhecida.
No cimo das escadas encontrei um longo corredor, com várias portas de um lado e do outro. Calculei que fossem quartos e que tivessem sido utilizados nas últimas horas. Lembrei-me então que por ali deveria haver alguma cama confortável onde poderia descansar.
Experimentei a primeira porta… trancada. O mesmo se passou na segunda e na terceira. No entanto, ao chegar ao fundo do corredor, pude ver que a quarta porta estava entreaberta. Abri lentamente. Junto a uma janela, um casal beijava-se apaixonadamente. Ela estava de bikini. Ele de calções de banho. Preparava-me para fechar a porta, quando ouço a voz dela:

- Não vás… entra e assiste…

Entrei.

No quarto para além de uma cama de proporções generosas, havia um sofá. Sentei-me, enquanto o casal continuava.
Ela desceu com a boca pelo peito dele, até à zona dos calções. Despiu-os lentamente, exibindo um pénis que começava a dar os primeiros sinais de erecção. Também lentamente, ela abriu os lábios e envolveu o membro masculino. Com uma mão segurava-o na direcção da sua boca. Com a outra acariciava os testítulos. Cada movimento era lento, suave, sensual. Aos poucos, o pénis foi ficando erecto, duro e humedecido pela saliva dela. Ela, por sua vez, parecia saborear cada centímetro do vigoroso membro, como se fosse a mais deliciosa iguaria do mundo.
Parou e voltou a procurar a sua boca. Enquanto se beijavam novamente, as mãos masculinas soltaram os fios que prendiam o bikini àquele corpo sensual. Agora eram dois corpos nus, colados e desejosos de se possuírem.
A porta abriu-se e entrou um rapaz. Sentou-se na cama.
O casal pareceu alheio àquele novo “convidado”.
Forte e viril, o macho, agarrou a sua companheira pelas nádegas, encostando-a à parede. Pelos movimentos dos seus quadris, pelos gemidos e pelo olhar dela, calculei que ele estivesse a penetrá-la. Na cama, o outro rapaz masturbava-se.
A porta abre de novo. Outro rapaz. Também ele se sentou na cama. Também ele se começou a masturbar.
Quase inconscientemente, deslizei para dentro de mim os meus dedos. Pude sentir o meu suco, quente e denso.
Contra a parede, o casal continuava a foder. O olhar da fêmea tornou-se extasiático. Os seus gritos mais intensos e não tardou a explodir num orgasmo.
Na cama, dois pénis iam sendo excitados.
O homem pousou-a no chão e conduziu-a à cama. De imediato, um dos rapazes deitou-se. Ela colocou-se por cima dele e acolheu, num movimento único, dentro de si, aquele pénis ansioso. O outro rapaz, de imediato, ofereceu o seu à boca. Imaginei logo que o homem que a tinha acabado de fodê-la contra a parede, iria ocupar o ânus. Contudo, dirigiu-se a mim. Despiu-me a parte de baixo do bikini e pegou nos meus dedos. Levou-os à boca e provou.
Na cama, a mulher cavalgava e mamava ao mesmo tempo.
Sem dizer uma palavra, o homem penetrou-me com os seus dedos. Tirou. Os mesmos dedos que me tinham penetrado, dirigiam-se agora ao ânus da outra mulher no quarto. Ele usava o meu lubrificante natural, para lubrificar o cu dela. Chamou-me para a cama. Colocou-me ao lado dela e penetrou-me novamente, primeiro com os dedos e depois com o pénis. Voltou a acariciar o ânus dela com um dedo, depois dois e depois com o caralho. Aos poucos foi entrando. Ela não largava a piça que tinha na boca.
Eu fiquei ali, a assistir àquela cena, enquanto os quatro bacantes pareciam totalmente alheios à minha presença. No entanto, não parei de me masturbar. Estava a viver um prazer único.
Se, até ao momento, tudo estava a ser surpreendente, o que aconteceu a seguir, foi ainda mais.
O que estava na boca, abandonou-a e apontou o caralho na minha direcção, ejaculando para cima de mim de forma abundante, atingindo-me as mamas e barriga. Apesar de surpreendida, não protestei e acolhi aquele líquido quente de bom grado. O meu tesão aumentou exponencialmente.
Poucos segundos depois, o que estava na cona também saiu e repetiu o gesto do colega. Agora, sem cima de mim, misturavam-se dois sémens diferentes e eu sentia-me, cada vez mais, em êxtase.
O outro continuava a enrabá-la.

- Anda cá! – disse ele.

Ordenou-me me colocasse por baixo dela, em 69. Ela bebeu todo o rasto de esperma que estava espalhado no meu corpo, enquanto eu devorava a vagina, a vulva e o clítoris dela.
Pouco depois ele veio-se e bebi toda a esporra que escorria do cu para a cona dela. Estava louca e também eu queria vir-me. Parecendo adivinhar os meus desejos, foi a vez dela de me fazer um minete. Excitada como estava, não demorei muito a vir-me e nem reparei que os três homens tinham abandonado a sala.
Fiquei deitada na cama, saboreando aquele momento. Também ela se foi embora. Pouco tempo depois, também eu fui embora… daquela casa…