sábado, 5 de janeiro de 2013

No mato...


Quando chegamos à sala, todos agiam normalmente, como se não se tivesse passado nada. No entanto, na minha cabeça ecoavam as palavras da Elisa. Procurei nos rostos daquela família algum sinal de que tivessem percebido o que eu e ela estivéramos a fazer no WC. Mas, nada…

Depois do café, mandei novo SMS à Elisa a perguntar o significado das suas palavras no final da nossa queca. Resposta: “Descobre por ti própria… Mas eu acho que algumas coisas já sabes…”.

Cada vez percebia menos.

Quando já pouco, ou nada, havia para fazer ali, o irmão da Ana deu a ideia de sairmos os quatro. Aceitei de imediato, pois era mais uma oportunidade de estar com a Elisa. Só nessa altura dei pela falta de alguém: o namorado da Ana.

- Ana, o teu namorado não veio?
- Viste-o aqui? – respondeu de forma brusca.
- Não… desculpa… só agora me lembrei dele…
- Tinha coisas para fazer…

A noite tornava-se cada vez mais estranha.

Entramos no carro do irmão da Ana. Pouco tempo depois de arrancarmos, sem qualquer tipo de constrangimento, a Elisa faz a mão deslizar para o meio das pernas do namorado. Ouve-se o barulho do fecho das calças e com um sorriso maroto nos lábios, o braço esquerdo dela começa uma série de movimentos ascendentes e descendentes, de forma lenta e suave.
Como eu ia sentada atrás do condutor, só podia imaginar o que se passava mas de certeza que a Ana estava a ver tudo. Olhei para ela, mas continuava com o ar frio com que me tinha brindado ao longo do jantar.

O carro começa a afastar-se da cidade e entramos numa zona de mato, cuja única iluminação provinha do luar e das estrelas.

O carro para e Elisa mergulha entre as pernas do condutor. Não queria acreditar! Estava totalmente sem reacção, enquanto da frente chegavam gemidos dele e o som da boca a sugar-lhe o pénis.
A Ana continuava impávida e serena.

Ao fim de alguns minutos, abrem-se as portas da frente. O casal sai e coloca-se à frente do carro, sendo iluminados pelos faróis que continuavam ligados. As roupas caem. Ela deita-se no capô, de pernas abertas e desta vez é ele que mergulha. A excitação crescia dentro de mim perante o insólito da cena. Abre-se a porta de trás, ao meu lado. A Ana sai e também ela fica nua. O irmão emerge das pernas da namorada e ambos beijam-se apaixonadamente.

A cena incestuosa deixou-me desconcertada, mas incrivelmente excitada. A Elisa volta-se no capô, ficando de barriga para baixo e fixando o meu olhar. Instintivamente, deslizei a minha mão para entre as minhas pernas. A minha vontade era juntar-me ao grupo, mas não sabia se tinha “autorização”. Os três davam a impressão de estarem habituados a estes jogos e eu não sabia até que ponto me queriam lá no meio.

Aproveitando a nova posição de Elisa, o irmão da Ana penetrou-a por trás. A rapariga nunca largou o meu olhar e eu nunca larguei a minha cona. Pude ver a expressão de prazer no rosto dela, crescendo cada vez mais, até ao orgasmo. Nem reparei no que estariam a fazer a Ana e o irmão.
Os meus dedos estavam encharcados e a qualquer momento eu explodiria.

O irmão da Ana voltou para o carro, abrindo a porta do meu lado. Puxou-me para fora. Nisto, as duas raparigas aproximaram-se de mim e os três despiram-me. A Ana e a Elisa conduziram-me para a frente do carro, ficando os nossos três corpos femininos iluminados pelos faróis. Da mala, o irmão da Ana retirou uma manta que colocou aos nossos pés. As duas deitaram-me na manta e cada uma segurou-me numa perna, abrindo-as o mais possível. O homem ajoelhou-se à minha frente e penetrou-me profundamente, de uma vez só. Eu não percebia porque obedecia a este estranho desejo deles, mas o que é certo é que estava excitada e disposta a tudo o que acontecesse.

Durante largos minutos ele fodeu-me com toda a força que tinha. O meu corpo explodia em orgasmos, enquanto as duas raparigas limitavam-se a segurar-me as pernas.

Parou.

Pensei que se tinha vindo mas, quando saiu de dentro de mim, o seu pénis não mostrava sinais de ter tido um orgasmo. Continuava orgulhoso, apontado na direção das estrelas. Senti uma imensa vontade de o ter na minha boca e extrair do seu interior o leite quente que já tinha provado noutras alturas. No entanto, quem o fez foi a irmã. Num urro selvagem, ele esporrou-se completamente na boca dela, que não aguentou tamanha carga e transbordando o sémen pelo queixo e caindo nas mamas.

Atordoada pela foda que tinha levado, pela insólita cena que estava a viver, nem me apercebi que, entretanto, outro carro tinha chegado… um carro bem familiar…

sábado, 8 de dezembro de 2012

O jantar


Com duas fêmeas a puxar por ele, o irmão da Ana acabou por não aguentar por muito tempo e adormeceu. No entanto, eu e a namorada dele, ainda tínhamos bastante energia. Fizemos uma pausa para um cigarro e aproveitamos para nos conhecermos melhor. Chamava-se Elisa. Confessei que de todas as mulheres com quem tinha estado, nenhuma me tinha excitado tanto e dado tanto prazer. Fizemos amor repetidamente até ser dia, sem que o rapaz que dormia ao nosso lado acordasse.

- Posso voltar a ver-te? – perguntei enquanto me vestia.
- Claro… - respondeu ela naquela voz que, só por si, me deixava húmida – dá-me o teu número.

Regressei a casa, satisfeita. A ansiedade sexual que se tinha apoderado de mim na noite anterior tinha sido plenamente satisfeita.

Obviamente, quando cheguei ao meu quarto, adormeci. Acordei a meio da tarde com um SMS da Ana. “Hoje vens cá jantar. Os meus pais estão com saudades tuas.”

Estremeci. Não pude deixar de recordar o meu caso com o pai da Ana e o meu quase caso com a mãe.

Contudo, mal cheguei a casa da Ana, as minhas atenções ficaram entradas numa única pessoa: a Elisa. Apesar de vestida de forma discreta, não deixava de transbordar sensualidade. Trocamos olhares cúmplices, mas eu queria trocar muito mais coisas.

O jantar decorreu de forma animada, mas havia uma certa tensão no ar. Talvez devido à presença do namorado, a Ana não agia normalmente comigo. Ele, por sua vez, estava embasbacado comigo e com a Elisa. O pai da Ana, procurou-me com o olhar toda a noite, como que a tentar estabelecer contacto para um reencontro. Apesar de mais velho, mantinha o charme e, acreditava eu, a potência. O irmão da Ana estava mais preocupado em comer e em despachar o frete. Provavelmente, teria sexo prometido no fim da noite. A Elisa, por sua vez, era toda segurança e confiança. Revelou-se uma pessoa culta, bem formada e boa conversadora. Fogo… estava ainda mais sexy!

Lembrei-me, então, que tinha o número dela gravado no meu telemóvel. Mandei mensagem: Por mim, possuía-te agora, aqui…

A resposta não tardou: Quem te vai possuir, sou eu… Vai ao WC e não tranques a porta.

Obedeci. Esperei um 2 minutos até ela entrar.

- Qual foi a desculpa que usaste?

- Um telefonema importante…

Ainda não tinha terminado de dizer “importante”, já as suas mãos levantam-me o vestido e os seus dedos afastavam-me as calcinhas. A penetração não foi difícil, pois eu já estava bem húmida de tesão.

Só depois de ter dois dedos bem dentro de mim é que me beijou. As saudades que eu tinha daquela boca…

- Gostas, puta?

A minha excitação era tanta que nem consegui responder.

A sua boca repartia-se entre beijos lascivos e insultos obscenos:

- Essa cona já deve ter sido tão fodida, mas ainda é bem apertadinha…

Eu limitava-me a gemer. Tive o primeiro orgasmo, o segundo e ela sempre a possuir-me à bruta.

Quando estava quase a atingir o terceiro orgasmo, atirou-me para o chão. Abriu as pernas e lentamente fez descer a sua vagina à minha boca, de joelhos, como se estivesse a cavalgar um pénis. Mais uma vez apresentava-se sem lingerie e pude constatar o tesão enorme que ela sentia, pois o seu fluído vaginal já escorria por uma das coxas.
Devorei-lhe a cona, enquanto a ia penetrando com os dedos.

- Mete também no cu! – gritou de tal forma que cheguei a recear que ouvissem na sala de jantar.

Com os dedos da mão que estava livre, penetrei-lhe no ânus e senti o seu prazer a aumentaqr, quer pelos gemidos, quer pela forma como ondulava o corpo em cima de mim.

Entretanto, os seus dedos voltaram a penetrar-me e senti o orgasmo que anteriormente tinha sido interrompido a aproximar-se. Simultaneamente, o corpo dela mexia-se cada vez mais, em espasmos. Ela já tinha percebido o meu ponto de ebulição e0 preparava-se para nos provocar um orgasmo simultâneo, algo difícil de atingir numa relação entre duas mulheres. Talvez por isso tenha sido tão mágico e tão intenso.

Eu tinha a boca e cara cheias com o mel que brotava do seu interior e ela fez questão de sorver cada gota.

Retocamos a maquilhagem juntas e, no fim, trocamos mais um beijo.

- Isto, para mim, é pouco… preciso mais! -  disse-lhe eu, olhando-a nos olhos.

- Querida… o que acontece entre nós é delicioso. Nunca estive com uma mulher como tu, mas não se pode tornar um hábito.

- Eu não sou uma mulher de hábitos. Sou uma mulher de prazer. Dentro em breve regresso ao Porto e não queria partir sem poder passar uma noite inteira contigo e desfrutar ao máximo de prazer que podemos ter as duas…

- Sendo assim…

Novo beijo.

- Ah… só uma coisa! – disse eu  - Não podemos chegar juntas à sala!

- Ui… há tantos anos a conviver com eles e ainda não os conheces? Acredita que todos sabem o que estivemos aqui a fazer.

E eu fiquei a pensar…

domingo, 2 de dezembro de 2012

Eu, ele e a outra



Paramos em frente a uma nova zona residencial.

- Agora moro aqui… - disse ele.
- Sozinho?
- Depende das noites…

Foi tudo muito rápido. Quando dei por mim, estava deitada, de pernas abertas, e ele fodia-me sem parar. O meu corpo estremecia em orgasmos sucessivos. O telemóvel dele toca e, para minha surpresa, sem parar de me penetrar, atende:
- Diz, amor…

“Amor?”, pensei eu, “que raio se passa aqui?”

- Sim, estou a fodê-la… queres juntar-te a nós?

Entre o surpresa e o excitada, decidi aumentar o volume dos meus gemidos.

- Ouves? É a puta a gemer com o meu caralho dentro dela… Anda que ainda tenho tesão para ti!

Como se aquele telefonema não tivesse existido, continuamos entregues ao prazer.

Um quinze minutos depois, a porta do quarto abre-se e entra uma mulher deslumbrante. Eu estava a ser possuída de quatro, com o vigoroso pénis do irmão da Ana todo enfiado no meu ânus. Ela, com vestido preto, bem curto. Tirou-o de uma só vez, exibindo o corpo nu, desprovido de lingerie. Sem tirar os sapatos de salto alto juntou-se a nós na cama. Senti que beijava o rapaz que, não saindo de dentro de mim, abrandou o ritmo da penetração. De seguida, dirigiu-se a mim e beijou-me. E que beijo! Nunca, ninguém, me tinha beijado daquela forma. O meu desejo aumentou, queria sentir aquela boca na minha coninha, mas foi o inverso que aconteceu. Deitou-se em frente a mim, oferecendo-me a sua vagina, que devorei com dedicação. Depilada, vermelha, quente e húmida, pude sentir na minha foca os seus fluídos, até ao orgasmo, que libertou ainda mais o seu mel íntimo.

- Quero provar-me… - disse num sussurro e beijou-me de novo.
Nesse momento, as estocadas dele no meu cu aumentaram de velocidade e força e pude sentir o seu sémen invadir-me as entranhas. Estava a proporcionar-lhes prazer, mas também eu queria desfrutar de um orgasmo.
Adivinhando os meus pensamentos, a rapariga falou:

- Descansa, querido… que agora é a minha vez de dar a esta cabra o que ela merece.

A voz dela era quente e sensual e excitava-me ainda mais.

Deitou-me de costas e abriu-me as pernas. Colocou-se entre elas, penetrando-me com os dedos. Beijou-me na boca e foi descendo. Ao passar pelos seios, deteve-se mais um pouco, beijando, chupando e mordiscando, sem parar de me foder com os dedos, ora dentro de mim, ora brincando por fora. O meu corpo ondulava e retorcia-se anunciando o orgasmo para breve. Numa cadeira que havia ali ao pé, ele fumava um cigarro e apreciava a cena masturbando-se levemente, contudo, aquele pau voltava a ganhar forma.

Senti os lábios dela nos meus lábios íntimos e a sua língua a penetrar-me. Então não aguentei mais e explodi. Deixei o meu tesão escorrer naquela boca deliciosa. Ao lado, ele vinha-se também, espalhando o esperma no seu peito nu. Com um sorriso cúmplice, ela disse:

- Vem…

E ajoelhamo-nos ambas em frente a ele, sorvendo as gotas brancas que pintalgavam o seu peito moreno e depilado. Pelo meio, íamos partilhando as duas o líquido que recolhíamos com as nossas bocas. Até que, segurando firmemente o pénis quase “morto” com uma mão, ela disse:

- Não querido… não te vou deixar “morrer”…

E meteu-o de imediato na boca…

(continua...)

sexta-feira, 17 de agosto de 2012

Reencontro


O esperma dele era excecionalmente quente e, à medida que me inundava a boca e a garganta, sentia o meu corpo a implorar ser penetrado com toda a força. Mas não. Naquele dia, tinha dito, expressamente que queria um broche. Apenas um broche.
- Mas eu quero-te dentro de mim!

- Isso… é quando eu quiser!

Era assim todos os dias, desde aquela noite muito estranha em minha casa, com a Joana. O meu Chefe usava e abusava de mim… mas era bom. As dimensões daquele pénis e o vigor com que me possuía, enchiam plenamente o meu desejo carnal. Nunca tinha encontrado outro homem assim, em toda a minha vida.

No final do estágio, decidiu admitir-me no quadro da empresa. Como prémio, ofereceu-me uns dias de férias.

Aproveitei para ir a casa, rever a família e planeava encontrar-me com a Ana, o meu primeiro amor. Há anos que não estávamos juntas, mas íamos falando pela net. Confesso que, mais do que matar saudades, queria ver o corpo dela, queria saber se ainda era atraente e se sentia desejo por mim.

Fomos lanchar descontraidamente. Estava mais mulher, atraente e sexy. Transbordava autoconfiança. Apresentou-me ao seu namorado, também ele um pedaço de mau caminho. O lanche prolongou-se até à hora de jantar. Convidou-me para jantar em casa dela. Ao ouvir o convite estremeci. Os pais dela e o irmão iriam lá estar e não poderíamos de deixar de recordar o que se tinha passado anos antes.
Recusei. Inventei uma desculpa e fui para casa. Sozinha no meu quarto não conseguia sossegar os meus pensamentos. A minha mente viajava entre os corpos da Ana, do irmão, dos pais dela e do namorado. A tensão transformou-se em tesão e acabei por me tocar.
Precisava de sexo a sério.
Tomei um banho, escolhi uma roupa bem sexy e fui até um dos bares da moda.

Mal tinha entrado, ouço uma voz familiar atrás de mim:

- Olha, quem é ela! Cresceu a miúda!

O irmão da Ana. Era agora um homem… e que homem! Não pensei duas vezes:

- Temos uns assuntos que ficaram por resolver há uns anos atrás, não temos?

Seguro, não se mostrou surpreendido pelo meu avanço:

- Pois temos. Anda.

Puxou-me pela mão e levou-me às traseiras do bar. Encostando-me contra a parede, beijou-me freneticamente, enquanto as suas mãos me esmagavam as mamas, naquela noite libertas de soutien.

Senti-o a crescer e queria-o dentro de mim o mais rápido possível. Ele também estava ansioso. Abriu as calças e erguendo-me pelo rabo, enfiou-se de uma só vez dentro de mim. Pensei que ia aproveitar alguns segundos para me sentir, mas não. Começou num vai-e-vem frenético, fodendo-me com toda a força que tinha. A excitação que sentia há horas, levou-me a um orgasmo intenso, poucos segundos depois foi a vez dele explodir dentro mim, jacto atrás de jacto, fazendo o sémen deslizar pelas minhas coxas:

- Foi bom de mais para ficarmos só por aqui, querido… Não me queres levar para um sítio mais íntimo e fodemos a noite toda?

Arrastou-me para o carro dele, onde em tempos já nos tínhamos divertido, e arrancou. Sedenta, abri-lhe a braguilha e mamei-o enquanto ele conduzia:

- Pára, não me quero vir agora… quero guardar o meu tesão todo para mais daqui a pouco.

- Então vou-me entreter sozinha…

Reclinei-me no banco e comecei a tocar-me, com dois dedos dentro de mim e uma mama de fora.

- Sua puta!

- Nah… se eu fosse puta tinhas que pagar… vou deixar-te comeres-me à grande… de borla!

(continua...)

domingo, 10 de junho de 2012

Uma surpresa "late night"


Esperava eu que a viagem para Lisboa tivesse algum extra associado, mas não. Apesar de me ter vestido “a pedi-las” (até escolhi uma lingerie bem sensual!), fomos e viemos, exclusivamente a trabalho. Cheguei a casa extenuada, tinha sido um dia intenso, com várias reuniões, sempre a correr de um lado para o outro. Fechada a porta atrás de mim, despi-me e enfiei-me debaixo do chuveiro.
“Que decepção!”
Nem uma boca, nem um avanço, nada. O chefe tinha agido como se nenhum dos acontecimentos dos últimos dias tivesse ocorrido.
Fiquei uma eternidade no banho, aproveitando para relaxar. Quando, finalmente, fechei a água, ouvi vozes na sala. “Bolas!”. De facto, depois de tomar banho, adorava passear nua pela casa. Estando a Joana, acabava por a provocar e fazíamos amor. Estando sozinha, fazia amor comigo própria.
Ouvi o riso da Joana e uma voz de homem. Uma voz estranhamente familiar…
Podia ter ido directamente para o meu quarto mas, como o ambiente me pareceu animado, resolvi espreitar à socapa. Era a Joana e… o meu chefe?!
E já a Joana se encontrava apenas em lingerie… lindíssima! Vermelha, rendada, que lhe destacava as curvas do rabo e o decote. Ele, sentado no sofá e ela sentada em cima dele.
Como eles se conheciam, não fazia ideia… talvez um dos programas habituais dela. Ao vê-los assim, o meu corpo reagiu. Decidi juntar-me, mas esperei pelo momento certo.
O soutien dela voou e, alternadamente, as suas mamas desapareciam na boca dela. Comecei a tocar-me.
A Joana deslizou pelo corpo do chefe e ajoelhou em frente a ele. Em poucos segundos, aquele pénis descomunal foi libertado das roupas. A Joana tinha muita experiência mas, mesmo assim, não foi fácil enfiá-lo até à garganta como ela gostava.
Era a minha deixa.
Sem dizer nada, aproximei-me deles, já completamente húmida e louca de tesão. Beijei-o. No nosso último encontro as nossas bocas não se tinham cruzado. Meu deus… que língua! Já a tinha sentido dentro de mim e, cada vez que ela tocava a minha, desejava tê-la de novo no meu clítoris.
A Joana apercebeu-se da minha presença mas continuou o broche. Tive que lhe “ordenar” que o largasse, mas já não fui a tempo… O esperma transbordava da sua boca e deslizava pelo pénis dele.

- Sua puta! Agora vamos ter que o entesar de novo!
- Desculpa, mas não aguentei… Nunca tinha mamado num caralho assim!

Beijou-me e pude sentir na sua boca todo o sabor do macho que agora repousava.

- Cabra… Agora é a minha vez, mas como sou tua amiga, vou dar-te um presente.
- Será que vocês as duas vão continuar a falar como se eu não estivesse aqui? Tenho tesão que chegue para as duas!

- Xiuuuu, chefe! Aqui, a patroa, sou eu! Não estamos no escritório… deita-te e obedece!

O chefe deitou-se, totalmente rendido.

- Agora, tu, Joana, sentas essa coninha na boca dele… vais ter o melhor minete da tua vida.

A Joana obedeceu e eu fiquei a assistir, masturbando suavemente o pénis. Não demorou muito a que recuperasse a vitalidade e, nessa altura, deixei-o deslizar para dentro de mim. Fiquei frente a frente com a Joana e as nossas línguas entrelaçaram-se. Os nossos corpos ondulavam em cima do homem, na mesma cadência. Ele, tentava mexer-se, mas estava sucumbido pelas duas mulheres que dele extraíam o máximo prazer.
Os olhos da Joana reviraram e os seus gemidos tornaram-se mais intensos. Atingiu o orgasmo mas, agarrando-se firmemente às minhas nádegas, não saiu da boca dele:

- Continua cabrão! Dá-me outro!

Eu aumentei os movimentos das minhas ancas, também até me vir. Como a Joana, não mudei de posição:

- Anda! Fode-me e chupa a coninha dela… és o nosso escravo!

A Joana veio-se de novo rapidamente e assumiu o controlo das operações:

- Desculpa, amiga… mas também quero sentir isso!

E, practicamente, empurrou-me de cima do chefe e ocupou a minha posição, mas de costas para ele.

Surpreendendo-nos às duas, o chefe elevou-se no sofá, sem sair de dentro dela. Projectou-a para o chão e possuiu-a de quatro:

- Suas putas! Agora quem manda sou eu! Tu, abre as pernas!

Obedeci.

- Agora, tu, puta vais lamber a cona dela enquanto eu te fodo.

A Joana berrava! Não percebi se de dor, ou prazer, o que é certo é que deixou de se ouvir, quando a boca dela iniciou um minete em mim.

Eu estava em êxtase! Tive vários orgasmos durante aqueles minutos que mais pareceram horas.

Primeiro, pelo prazer que a Joana me dava com a boca; segundo, por vê-la a ser fodida daquela forma tão selvagem; terceiro, pela expressão de luxúria, gozo e loucura que inundava o rosto dele.

Finalmente, ela e ele atingiram o orgasmo, caindo no chão, um para cada lado… Eu voltei para o chuveiro.

quarta-feira, 2 de maio de 2012

No escritório do chefe


Ele era só um… mas eu sentia-me penetrada por dois ou mais homens. A força, a rapidez com que ele alternava entre a cona e o cu, não me deixavam respirar. Todo o meu corpo era tesão, mesmo com a cara pressionada contra o tampo da mesa. Era impressionante a sua virilidade e o tempo que aguentava sem se vir. Qualquer um dos homens com quem eu já tinha estado antes, a esta altura, já teria explodido dentro de mim. Mas ele, não. Aguentava e parecia cada vez mais forte. Sentia-me rasgada, mas com um prazer que nunca tinha sentido antes. Apesar de estarmos nisto há um bom bocado, só me apetecia mais e mais… Tinha perdido a conta aos orgasmos que ele me deu. Lá fora, continuava o ruído habitual de uma empresa que trabalha: telefones, pessoas, fotocopiadoras… O próprio telemóvel dele não parava de vibrar junto a mim. O meu suco vaginal deslizava pelas coxas e, finalmente, deslizava também o sémen dele, abundantemente despejado dentro de mim.

Não me conseguia mexer.

- Vá… volta ao teu trabalho. Quando precisar de ti, chamo-te.

Não foi fácil sair da posição em que me encontrava, muito menos, sentar-me. No meu PC disparou uma janela de MSN:

- Percebes agora, porque não me envolvo com ele? É muita violência.
- Eu gostei… estou literalmente fodida, mas ia lá para dentro outra vez.

Na manhã seguinte ao meu primeiro dia de estágio, depois de ter observado o meu chefe com uma prostituta, depois de ter comido a minha colega no WC, mal iniciei o meu trabalho, fui chamada ao escritório do chefe. Ao entrar, uma mão levantou-me o vestido e outra puxou-me as cuecas até aos tornozelos. Fui empurrada para a secretária, sendo de imediato imobilizada. Uma língua penetrou-me… primeiro no cu. Cuspiram. A saliva deslizou até à vagina. De seguida, um minete de sonho. Já bastante húmida e excitada, o caralho que eu tinha admirado na noite anterior entrava dentro de mim e lá permaneceu, entrando e saindo, até ao momento em que esta memória começa.

No PC, um e-mail do chefe:

“Tira o resto do dia porque precisas descansar. Amanhã vais comigo a Lisboa.”

quinta-feira, 26 de abril de 2012

O Estágio - Primeiro Dia


No último ano da faculdade tive direito a estágio. Fui enviada a uma empresa para uma entrevista preparatória com aquele que seria o meu responsável. A ideia era avaliar se as funções que iria desempenhar se enquadravam na minha formação.
Vesti-me de forma profissional, discreta, mas tentei ser sensual. Sabia que ia ser entrevistada por um homem e sabia (e sei) o quanto isso é importante.
No entanto, quando cheguei ao local, arrependi-me e concluí que devia ter arriscado um bocadinho mais. A Secretária que me atendeu, para além de ser linda e extremamente sexy, usava uma mini-mini-saia. Ao sentar-se, praticamente se viam as nádegas. A blusa era justa e transparente, realçando uns seios definidos e firmes. Não pude deixar de me sentir atraída e imaginar se, no caso de se concretizar o estágio, poderia deitar-lhe a mão.
Enquanto esperava pude constatar que grande parte das pessoas que trabalhava naquele sítio eram jovens e cuidavam da imagem. Como é óbvio, havia uma ou outra gordita, um ou outro cromo com ar de “nerd”.
Sabia que ia ser entrevistada por um Dr. Duarte Macedo. Imaginava alguém na casa dos 45-50, de fato negro, com aspecto carrancudo e grisalho. Contudo, quando fui chamada à sua sala, fiquei de queixo caído. Um homem jovem (não mais de 35), alto, atraente, bronzeado… Vestia uma camisa branca, aberta no peito e jeans bem justos, que faziam antever um conjunto rabo-pernas atlético e bem torneado. Começava a adorar aquele local e vislumbrava várias oportunidades de tirar as cuecas.
Depois dos cumprimentos iniciais, o Duarte (“Por favor, não use o Dr.”) explicou que tinha-me escolhido, pois tinha feito o curso dele na minha faculdade e, todos os anos, tentava recrutar um estagiário de lá.
Enquanto ele falava, eu só pensava “Fogo… que tesão!”. A conversa acabou por se desenrolar naturalmente, falamos do curso, passamos para o trabalho e acabamos na vida pessoal, nos nossos gostos, hobbies, etc.

- Eu não tenho grandes hobbies… gosto muito de ler, sair para dançar… e pouco mais…

- Ora, Marta… só isso?

Apetecia-me responder “Sim! Adoro foder e, por fim, fodia-te já aqui!”, mas resolvi contornar a questão:

- Uma rapariga não pode revelar tudo sobre si… Disse o essencial para perceber a minha personalidade. Agora compete ao Duarte decidir se fico aqui a estagiar, ou não…

Estranhamente, aquele homem, tão seguro, ficou constrangido:

- Claro, claro… desculpe se me estava a intrometer na sua vida… Podemos começar na segunda-feira. Ah… e não precisa vir tão formal. De certeza já reparou como o pessoal por aqui se veste.

- Sem dúvida. Prometo que vai gostar do que vai ver.

É claro que, quando disse isto, já estava a imaginar que roupa iria levar. A Secretária iria ser verdadeiramente ofuscada.

Despedimo-nos.

Na segunda-feira, lá estava. A Secretária, quando me viu, ficou nitidamente incomodada. Óptimo. Tinha atingido o meu objectivo.

- Bom dia, Marta. – ouvi atrás de mim. Era o Duarte. – Vamos ao meu escritório para definirmos o seu plano de trabalho?

- Sim. – respondi com um sorriso.

Entrei no escritório e senti o olhar do Duarte preso no meu rabo, enquanto fechava a porta.

- E então? Estou melhor vestida hoje?

- Lindíssima!

Usava um vestido super curto, sem mangas, justo no peito e esvoaçante na direcção das pernas. Sandálias de salto alto, que me faziam o rabo ainda mais saliente, permitindo, através do tecido leve do vestido, vislumbrar o fio dental que usava. Nesse dia, resolvi deixar o soutien em casa pelo que, com o fresco do ar condicionado, os meus mamilos estavam excitados.

Apesar de todo o meu corpo arder em desejo e do Duarte me comer com os olhos o tempo todo, nada mais falamos a não ser de trabalho.

Fiquei a trabalhar numa mesa em frente à Secretária, no hall que antecedia o escritório do Duarte.
Por volta das 18h, dispensou-me. Já estava na rua, a caminho da paragem do autocarro, quando reparei que me tinha esquecido do telemóvel… “Bolas!”

Voltei para trás. Subi o elevador. O escritório estava vazio. Apenas um ou outro funcionário que, depois da hora, terminava uma tarefa mais longa. O rádio, ainda ligado, debitava informações de trânsito. Percorri o corredor até ao escritório do Duarte. A Secretária não estava no lugar dela, mas ainda tinha o computador ligado e os seus objectos pessoais em cima da mesa de trabalho.

Foi quando ouvi… “Não pode ser… é demasiado cliché…” Da sala do meu chefe vinham ruídos que não deixavam dúvidas. Sexo. Patrão e secretária. Típico. Não resisti à curiosidade e resolvi espreitar. Não tive medo de ser apanhada. Se o fosse, de imediato me ofereceria para me juntar à festa.
A porta não estava trancada… estava mesmo entreaberta. Espreitei pela frincha. Duarte, com as calças nos tornozelos, sentado na sua secretária. De joelhos em frente a ele, movendo a cabeça para trás e para a frente, em movimentos lentos e profundos, uma mulher… mas não era a Secretária! Fiquei petrificada a assistir. O patrão parecia estar em êxtase…

- Hmmm… também gostas de assistir, sua puta oferecida! – sussurrou uma voz ao meu ouvido. Era a Secretária! – Vamos assistir as duas?

Senti uma mão a levantar-me o vestido. Longos e suaves dedos desviavam o meu fio dental…

- Tão húmida… deves estar cheia de tesão…

Os dedos estavam agora dentro de mim… Uma boca acariciava o meu pescoço e as orelhas…

A mulher levantou-se. Pude ver, pela primeira vez, o pénis volumoso do Duarte. Desejei-o dentro de mim. Talvez adivinhando os meus pensamentos, a Secretária penetrou-me mais fundo e com mais vigor.

- Quem é ela? – perguntei.

- Uma puta… todas as segundas-feiras vem cá uma puta diferente. Eles fodem, a porta fica entreaberta para eu assistir. Nesta altura o Duarte já te viu e deve estar ainda mais excitado do que o normal…

- Porque não participas?

- O Duarte não quer… Prefere assim. Não sei porquê… Eu não me importo…

Lá dentro, já o Duarte penetrava a mulher por trás, olhando em direcção da porta. Os nossos olhares cruzaram-se. A minha vagina libertava cada vez mais suco nos dedos da Secretária. O Duarte veio-se…

- Anda comigo… - a Secretária puxou-me por uma mão em direcção ao WC.

Fodemos uma à outra, como se não houvesse amanhã. Aquela Secretária era, sem dúvida, a mulher mais sexy e experiente com quem eu tinha estado. Soube dar-me prazer e soube extrair de mim todo o prazer que eu tinha para libertar. Mas, durante o tempo todo, só me  imaginava  a ser possuída pelo meu chefe. Aquele caralho ia ser meu…