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quarta-feira, 18 de novembro de 2015

A entrevista - parte I

Preparei-me o melhor que sabia para deixar um homem louco. Com classe, sem revelar demasiado, mas incrivelmente sensual. Depois de tomar banho, vesti-me lentamente, apreciando ao espelho o efeito que cada nova camada de roupa criava no meu corpo.

Adorava sentir a renda e a seda na minha pele, o meu próprio perfume, a cor do baton...

O Professor foi-me buscar e, também ele, estava deslumbrante. Pensei que, se as coisas corressem mal com o amigo dele, poderíamos foder a noite toda.

Deslumbrante era também o hotel onde foi o encontro.

Esperamos uns 15 minutos pela chegada de Bernardo, assim se chamava o amigo. A noite tornava-se perfeita. Bernardo era daqueles homens que deixa qualquer mulher carregada de choques electricos.

Alto, com um corpo incrivelmente esculpido e o ar confiante, mas não arrogante, dos homens bem sucedidos. Impecavelmente vestido, perfume discreto mas arrebatador. Definitivamente, um homem que nunca na vida precisaria de pagar para ter sexo.

A sua voz era tranquila, clara e durante o jantar falamos apenas de trabalho. O Professor ouvia. Foi um jantar descontraído, mas ao mesmo tempo profissional. De forma alguma, aquele homem deixava transparecer que procurava, naquela noite, algo mais que uma relação laboral.

Após o café, não me surpreendeu que, muito educadamente, me pedisse para não fumar junto a ele. Tinha ar de quem cuida do corpo, da saúde. Começava a ficar confusa, pois estava à espera de outro tipo de homem.

- Marta, calculo que o Professor lhe terá explicado que esta não é uma entrevista de emprego normal...

- Sim, mas até agora, tirando o facto de estarmos a jantar num Hotel de 5 estrelas, é o que está a ser.

- Exacto, tem razão. Mas eu gosto de organizar os assuntos. Poderemos, então, subir até à minha suite?

Para meu espanto, o Professor acompanhou-nos. Não trocamos uma única palavra no elevador.

A suite estava iluminada com uma luz ténue, mas que deixava antever uma decoração sóbria e elegante. Havia champanhe, Bernardo serviu-nos.

- A Marta tem o perfil que procuro para a minha empresa. Mas, a pessoa que eu procuro, terá que ter outras skills...

- Tais como?

O Professor sentou-se num cadeirão, bebendo calmamente o seu champanhe. Bernardo pousou a flute e aproximou-se de mim, sem que o seu olhar largasse o meu. Conduziu-me pela mão até à janela, colocando-se por trás de mim.

Sentia agora o seu perfume, cada vez mais inebriante. Lá fora as luzes da cidade, algumas pessoas na rua, carros que passavam.

Os seus dedos levantaram-me subtilmente o vestido, com os polegares a contornarem-me as nádegas. Ao mesmo tempo, senti os seus lábios contornarem-me o pescoço. Queria beijá-lo...beijá-lo intensamente, mas o seu corpo já me prendia contra a imensa janela. Senti o meu fio dental de renda e seda deslizar pelas pernas até aos tornozelos. Gemi. O vestido subiu de novo. Os dedos de novo... Todo o meu corpo estava arrepiado. Nunca tinha sido tocada assim. Toda eu era tesão, estava prestes a explodir. Mas aquele homem dominava e controlava o meu desejo.

Senti o mel do meu corpo deslizar para o exterior e os seus dedos deslizarem para o interior de mim. A partir desse momento, o meu transe foi total, até atingir um orgasmo curto, mas intenso, provocado apenas pelos dedos e pelo respirar da sua boca junto à minha.

- Não te vires... - disse ele.

Aguardei. Submissa, mas ansiosa por mais... Precisava de mais, queria mais. Mas eu sabia, que teria que dançar ao som da sua música. A noite estava apenas a começar e sentia que seria uma noite de descoberta de novos prazeres...

terça-feira, 24 de setembro de 2013

Último round...

- De certo achas muito estranha toda a cena da família da Ana…

- Sim… Ok, excita-me, agrada-me… Mas bolas! É estranho!

- É.

- Mas o que é que tu sabes sobre eles?

- Sei que não são uma família.

- Ah?

- A Ana e o irmão não são filhos dos “pais” deles.

- Não?

- Não. Foram adoptados.

- E eles sabem disso?

- Sabem.

- Mas…

- Eu conto-te tudo. Basicamente, os “pais” da Ana são tarados sexuais, para lá daquilo que possas imaginar. Tarados ao ponto de adoptarem duas crianças, simplesmente, para os treinarem a ser máquinas sexuais. As tuas primeiras experiências com a Ana, o teu caso com o irmão dela, o teu caso com o pai dela… Tudo foi premeditado e estudado ao pormenor.

- Não posso crer…

- Sim, todos sabiam de tudo.

- E tu, como soubeste?

- Como tu, fui apanhada na teia. O irmão dela seduziu-me e fodemos à grande. Mas, desde cedo, estranhei o ambiente vivido naquela casa, principalmente a forma como os cotas olhavam para mim. Estranhei mais ainda, quando apanhei a Ana a foder o “irmão”…

- Fogo…

- Yah. Nesse momento, decidi investigar e tentar rentabilizar a coisa para o meu lado. Não foi difícil ir para a cama com cada um dos quatro, individualmente, filmar tudo e gravar as revelações que cada um ia fazendo. Depois, foi só montar um vídeo, confrontar a família maravilha e ameaçar divulgar o conteúdo do filme. Foi nessa altura que me contaram toda a verdade.

- Surreal…

- Mesmo… o problema é que estou farta dos jogos deles. Quero sair da teia, mas não consigo e tu, minha querida, também já estás muito enterrada nisto.

- Dentro em breve volto para o Porto…

- Volta. Muda de número de telemóvel e esquece-os.

- E tu, porque não consegues sair?

- Depois de fazeres um broche com uma pistola apontada à cabeça… Os pais queriam brinquedos, adoptaram os filhos. Agora toda a gente quer-me a mim (e a ti!) como brinquedo. Por isso te digo, foge! Antes que as coisas fiquem sérias para o teu lado…

Ao ouvir tudo isto, simultaneamente com a estranheza, crescia em mim o tesão. Então, decidi.

- Obrigada por me teres contado. Agora, preciso fazer algo antes de fugir…

Vesti-me e dirigi-me a casa. Tomei um banho e produzi-me para o sexo. Olhei-me ao espelho e nunca me senti tão puta como naquele momento.

Primeiro, o consultório do pai. Cheguei sem aviso prévio. Dirigi-me à recepcionista que já me conhecia. Anunciou-me de imediato e, de imediato, a porta abriu-se.

Nem “boa tarde”. Mal a porta se fechou, a minha boca devorou a dele enquanto lhe abria as calças. Apesar da idade já avançada, o pénis rapidamente se ergueu desejoso de me penetrar. Contudo, foi a minha boca que primeiro o recebeu. Chupei-o sem parar até sentir os jactos quentes na minha garganta.

- Agora, fode-me!

Levantei a já de si reduzida saia e coloquei-me debruçada na secretária, de rabo empinado à espera da estocada.

Senti o fio dental ser arrumado para o lado e, logo de seguida, o caralho que me tirou a virgindade anos antes penetrava-me com toda a força.

- Porquê esta surpresa agradável? Saudades minhas? Relembrar o passado…

- Tesão… apenas tesão… a minha cona precisava de ti… Fode-me até te vires de novo e encheres-me de leite!

Nem estranhei ele não ter amolecido após o broche. Sendo tarado como era, provavelmente estaria “medicado”, para aviar a mulher, a suposta filha, ou qualquer outra cona que lhe aparecesse à frente.

Poucos minutos depois, a esporra escorria-me pelas pernas e eu preparava-me para o objectivo seguinte.

Peguei no telemóvel:

- Ana, onde estás?

Onde ela estava na altura, agora não vem ao caso, mas meia hora depois estava na minha boca a vir-se de tal forma que quase “squirtava” para cima de mim:

- Foda-se que nunca te senti assim! O que se passa?

- Tesão… precisava comer-te, sentir o teu sabor na minha boca. Agora, fode-me.

Encostou-me à parede, de rabo virado para ela e penetrou-me com os dedos enquanto me insultava ao ouvido:

- Toma, puta de merda! Já fodeste meio mundo, mas nunca ninguém te comeu como eu, pois não?

E intercalava os impropérios com mordidelas e lambidelas… Quando me vim, enfiou-me os dedos na boca. Beijamo-nos e eu parti para casa dela.
Toquei à campainha, veio a mãe.

- Está sozinha?

- Não… o meu filho está cá. – respondeu surpreendida pela minha frieza.

- Óptimo! Pode chamá-lo?

- Com certeza!

Então, foi a minha vez de ficar surpreendida:

- Depois da tua “tour” desta tarde, calculo que agora sejamos nós… - disse ela.

- Sim. É verdade.

E caímos loucas no sofá enquanto as nossas roupas voavam. Quando já nuas, ele chegou e colocou-se no nosso meio. Foi a vez de o despirmos, enquanto as nossas bocas o beijavam. Uma de cada lado, íamos chupando aquele caralho, alternadamente, ou as duas ao mesmo tempo, colocando-o entre os nossos lábios e línguas.

Preguiçoso, permaneceu sentado, enquanto a “mãe” o cavalgava. Sentada ao lado dele, beijava os dois, principalmente as mamas dela. Egoísta, cavalgou o “filho” até se vir, num grito agudo e prolongado.

Desmontou, deixando o macho à minha disposição. Ele sorria maliciosamente, encantado por estar a ser fodido sem ter que se mexer. Foi a minha vez de o montar, sentir aquele caralho bem dentro de mim, e desfrutar dele. Agora, era ela que me chupava as mamas, me tocava e acariciava, enchendo-me de tesão.

Quando me vim, fiquei quase desfalecida no chão. Finalmente, ele acordou. Levantou-se, dirigiu-se a mim, abriu-me as pernas com violência e fodeu-me ali, no chão, enquanto a “mãe” se tocava no sofá. Como era típico nele, penetrava-me com uma força descomunal, como se o mundo fosse acabar.

Novo orgasmo e quase desmaiei. Ele continuava vigoroso e foi descarregar a sua energia na mulher que o educou para o sexo. Foi a vez de ela se vir novamente, mas ele não parou.

Já recuperada, levantei-me e sentei-me no sofá. Adivinhando o meu desejo, ele virou a “mãe” de quatro de modo a que a boca dela ficasse na minha cona. Estávamos, os três, no máximo da loucura, no máximo do tesão. Pela sala ecoavam gritos, gemidos e o som do vai-e-vem do pénis dentro dela.

- Agora tu, de quatro! – ordenou.

Obedeci e senti-me a ser enrabada. Não estava à espera, mas o facto de ele ter o caralhado lubrificado com o suco da “mãe” facilitou a invasão.

Os papéis inverteram-se e, agora, era eu que tinha uma cona à disposição da minha boca. Se, algum tempo antes, a “filha” quase “ejaculara”, a mãe não se ficou pelo “quase” e na minha cara verteu os jactos do seu tesão.

Ainda me recompunha deste orgasmo intenso e sinto novos jactos, desta vez bem dentro do meu ânus.

Estava cumprida a minha missão.


Nesse mesmo dia, regressei ao Porto e segui os conselhos da Elisa…

domingo, 14 de abril de 2013

No mato II


Eram os pais da Ana. A cena estava cada vez mais estranha e eu perdida entre o tesão, o medo e uma sensação de estar a viver um filme surreal.

O carro parou e abriram-se as portas. O casal saiu e o pai da Ana falou:

- Estão aqui quatro conas que tive o prazer de estrear.

“Ah? A própria filha?” pensei. Como que adivinhando os meus pensamentos, pai e filha beijam-se.

- Tens esporra do teu irmão na boca…

- E quero ter a tua também…

Cada vez mais desnorteada, nem me apercebi que, do meu lado, a mãe da Ana despia-se. Colocando a sua mão na minha nunca, puxou-me para um beijo. Honestamente, nunca me tinha sentido atraída por ela, mas aquele beijo… aquele beijo. Quando dei por mim, estava eu em cima dela, as nossas mamas roçando-se e os meus dedos dentro daquela cona experiente.
Abstraí-me do que me rodeava. Ouvia gemidos, gritos e o som de corpos a chocarem na fúria do prazer. Mas, o que me interessava era o corpo que tinha por baixo de mim. Aquela boca que continuava a beijar-me como nunca ninguém o tinha feito, aquelas mamas que enchiam as minhas de prazer, e a cona que, apesar da experiência, comprima os meus dedos dentro de si, enchendo-os com o um mel delicioso.

Mudei a posição das minhas pernas de modo a que pudesse esfregar a minha cona numa das suas. As suas mãos agarravam-me o rabo e pude sentir um dedo, depois dois, penetrar-me o cu.

- Gostas, putinha? Vou abrir o teu cuzinho para o meu marido te enrabar?

- Sim…

Nisto senti o grosso caralho que, anos antes, me tinha desvirignado, a romper-me as entranhas. Gritei de dor mas, aos poucos, o meu corpo foi-se habituando àquela presença. Coloquei-me de quatro para facilitar a penetração e para poder fazer um minete à mulher. Ela era, agora, o centro das atenções. Para além da minha boca a comer-lhe a cona, tinha a filha e a “nora” a chupar-lhe as mamas e o pénis do filho na boca.

O primeiro a sucumbir foi o pai da Ana, vindo-se em fortes jactos de sémen quento dentro do meu cu. De seguida, o filho. Apesar do que já se tinha passado, libertou-se num intenso orgasmo na boca da mãe, de imediato partilhado pela irmã e pela namorada.
Neste cenário, eu estava cada vez mais excitada e aumentava a velocidade dos movimentos da minha língua no clítoris da mãe da minha amiga. Até que chegou a vez dela se vir, ejaculando abundantemente na minha cara. Nunca tinha estado com uma “squirter”, o que me deixou ainda mais louca. No entanto, à minha volta, todos se vestiam e recompunham, como se não se tivesse passado ali nada. Mas eu queria mais! Não era justo todos terem gozado e eu ali como simples objecto. Não! Também eu queria o meu momento de glória.
Quando me preparava para protestar, como que adivinhando a minha revolta, a Elisa aproximou-se de mim e sussurrou:

- Para teu bem, é melhor que não digas nada agora. Veste-te e obedece. Amanhã eu telefono-te.

Assim fiz.

O irmão da Ana deixou-me em casa e eu passei o resto da noite a pensar no que me diria a Elisa no dia seguinte.

sexta-feira, 23 de março de 2012

A orgia - final inesperado

Depois do almoço, servido em modo buffet junto à piscina, reinou a calma naquela casa. Provavelmente devido ao cansaço, ao álcool e às drogas, os convivas pareceram perder o apetite pelo sexo. Alguns casais e trios trocavam alguns beijos e carícias, mas nada comparado ao deboche que tinha ocorrido horas antes.
Voltei para o interior da casa e subi ao piso superior, com o intuito de explorar aquela zona, para mim, desconhecida.
No cimo das escadas encontrei um longo corredor, com várias portas de um lado e do outro. Calculei que fossem quartos e que tivessem sido utilizados nas últimas horas. Lembrei-me então que por ali deveria haver alguma cama confortável onde poderia descansar.
Experimentei a primeira porta… trancada. O mesmo se passou na segunda e na terceira. No entanto, ao chegar ao fundo do corredor, pude ver que a quarta porta estava entreaberta. Abri lentamente. Junto a uma janela, um casal beijava-se apaixonadamente. Ela estava de bikini. Ele de calções de banho. Preparava-me para fechar a porta, quando ouço a voz dela:

- Não vás… entra e assiste…

Entrei.

No quarto para além de uma cama de proporções generosas, havia um sofá. Sentei-me, enquanto o casal continuava.
Ela desceu com a boca pelo peito dele, até à zona dos calções. Despiu-os lentamente, exibindo um pénis que começava a dar os primeiros sinais de erecção. Também lentamente, ela abriu os lábios e envolveu o membro masculino. Com uma mão segurava-o na direcção da sua boca. Com a outra acariciava os testítulos. Cada movimento era lento, suave, sensual. Aos poucos, o pénis foi ficando erecto, duro e humedecido pela saliva dela. Ela, por sua vez, parecia saborear cada centímetro do vigoroso membro, como se fosse a mais deliciosa iguaria do mundo.
Parou e voltou a procurar a sua boca. Enquanto se beijavam novamente, as mãos masculinas soltaram os fios que prendiam o bikini àquele corpo sensual. Agora eram dois corpos nus, colados e desejosos de se possuírem.
A porta abriu-se e entrou um rapaz. Sentou-se na cama.
O casal pareceu alheio àquele novo “convidado”.
Forte e viril, o macho, agarrou a sua companheira pelas nádegas, encostando-a à parede. Pelos movimentos dos seus quadris, pelos gemidos e pelo olhar dela, calculei que ele estivesse a penetrá-la. Na cama, o outro rapaz masturbava-se.
A porta abre de novo. Outro rapaz. Também ele se sentou na cama. Também ele se começou a masturbar.
Quase inconscientemente, deslizei para dentro de mim os meus dedos. Pude sentir o meu suco, quente e denso.
Contra a parede, o casal continuava a foder. O olhar da fêmea tornou-se extasiático. Os seus gritos mais intensos e não tardou a explodir num orgasmo.
Na cama, dois pénis iam sendo excitados.
O homem pousou-a no chão e conduziu-a à cama. De imediato, um dos rapazes deitou-se. Ela colocou-se por cima dele e acolheu, num movimento único, dentro de si, aquele pénis ansioso. O outro rapaz, de imediato, ofereceu o seu à boca. Imaginei logo que o homem que a tinha acabado de fodê-la contra a parede, iria ocupar o ânus. Contudo, dirigiu-se a mim. Despiu-me a parte de baixo do bikini e pegou nos meus dedos. Levou-os à boca e provou.
Na cama, a mulher cavalgava e mamava ao mesmo tempo.
Sem dizer uma palavra, o homem penetrou-me com os seus dedos. Tirou. Os mesmos dedos que me tinham penetrado, dirigiam-se agora ao ânus da outra mulher no quarto. Ele usava o meu lubrificante natural, para lubrificar o cu dela. Chamou-me para a cama. Colocou-me ao lado dela e penetrou-me novamente, primeiro com os dedos e depois com o pénis. Voltou a acariciar o ânus dela com um dedo, depois dois e depois com o caralho. Aos poucos foi entrando. Ela não largava a piça que tinha na boca.
Eu fiquei ali, a assistir àquela cena, enquanto os quatro bacantes pareciam totalmente alheios à minha presença. No entanto, não parei de me masturbar. Estava a viver um prazer único.
Se, até ao momento, tudo estava a ser surpreendente, o que aconteceu a seguir, foi ainda mais.
O que estava na boca, abandonou-a e apontou o caralho na minha direcção, ejaculando para cima de mim de forma abundante, atingindo-me as mamas e barriga. Apesar de surpreendida, não protestei e acolhi aquele líquido quente de bom grado. O meu tesão aumentou exponencialmente.
Poucos segundos depois, o que estava na cona também saiu e repetiu o gesto do colega. Agora, sem cima de mim, misturavam-se dois sémens diferentes e eu sentia-me, cada vez mais, em êxtase.
O outro continuava a enrabá-la.

- Anda cá! – disse ele.

Ordenou-me me colocasse por baixo dela, em 69. Ela bebeu todo o rasto de esperma que estava espalhado no meu corpo, enquanto eu devorava a vagina, a vulva e o clítoris dela.
Pouco depois ele veio-se e bebi toda a esporra que escorria do cu para a cona dela. Estava louca e também eu queria vir-me. Parecendo adivinhar os meus desejos, foi a vez dela de me fazer um minete. Excitada como estava, não demorei muito a vir-me e nem reparei que os três homens tinham abandonado a sala.
Fiquei deitada na cama, saboreando aquele momento. Também ela se foi embora. Pouco tempo depois, também eu fui embora… daquela casa…

sexta-feira, 9 de março de 2012

A orgia - parte 3

Procurei um local isolado e confortável e deixei-me adormecer. Acordei com os primeiros raios de sol. A casa, agora, estava calma.

- Então, estás a divertir-te?

Era a Joana.

- Já tive uns momentos interessantes… - respondi, enquanto tentava ambientar os olhos à luz.

- Queres pequeno-almoço?

- Essa pergunta é literal, ou uma metáfora?

- É literal – respondeu a Joana com um sorriso – a cozinha está cheia de comida… e há café! Toma, encontrei o teu vestido… quanto ao resto, deve andar por aí.

- Obrigada…

Na cozinha estavam algumas pessoas, semi-nuas. Iam bebendo café e mordiscando bolos, torradas e fruta.

As conversas foram surgindo e fiquei a saber que a organização daquela orgia disponibilizava bikinis e fatos de banho para o pessoal poder usar na piscina. Afinal, a festa era de 24 horas e ainda nem sequer tinha chegado a meio.

Talvez devido ao cansaço, talvez devido à cada vez maior abundância de luz, o ambiente erótico que se viveu durante a noite, tinha-se desvanecido. As conversas eram triviais.

Escolhi um bikini preto, simples, mas sensual e fui apanhar sol junto à piscina. Não estava propriamente calor mas, como a vivenda era protegida do vento, podíamos desfrutar tranquilamente do sol. Experimentei a água, mas estava gelada. Pena, pois tinha o desejo de ser fodida na piscina.

Já a manhã ia a meio quando mais gente começou a aproximar-se da piscina. Agora, à luz do dia, pude realmente constatar que, cada participante naquela orgia era escolhido a dedo. Quer eles, quer elas, eram extremamente sensuais, belos e com corpos perfeitos. Senti, novamente uma onde de tesão a invadir-me, com a perspectiva de poder observar aqueles corpos sedutores, em acto sexual, em plena luz do dia.

Contudo, recordei-me que não estava totalmente satisfeita. Na minha última experiência da noite, tinha sido praticamente violada. Eu sempre fui a controladora e queria continuar a ser.
Os grupos foram-se formando. Pares e trios iam trocando beijos e carícias. Depois do repouso, todos mostravam estarem de novo ansiosos por se entregarem à luxúria. Aos poucos os bikinis foram caindo…

Eu continuava sozinha até que fui abordada por outra rapariga que parecia ter saído de uma revista masculina. Alta, loira, com um corpo perfeito, envergava um diminuto bikini lilás. No umbigo um piercing com um brilhante que me pareceu diamante. Uma tatuagem que descia da cintura para o interior do bikini e outra no fundo das costas.

- Queres companhia?

- Senta-te aí… - disse eu, apontando para uma espreguiçadeira ao meu lado.

No entanto, a rapariga ajoelhou-se à minha frente e, sem qualquer informação adicional, soltou os laços do meu bikini, abriu-me as pernas e começou um delicioso minete. Que sensações incríveis, aquela boca me proporcionava. Embalada pelos sons eróticos que iam crescendo à minha volta, tirei a parte de cima do bikini e entreguei-me completamente àquela loira que me estava a proporcionar o melhor momento de prazer, desde que tinha entrado naquela casa. Ocasionalmente penetrava-me com os dedos e levava-os até á minha boca, fazendo com que eu pudesse sentir o sabor do meu prazer. Aos poucos, senti o orgasmo crescer dentro de mim, até me vir na boca dela.

Quando eu esperava o relaxamento após o clímax, fui surpreendida, pois continuei a ser devorada por ela. Ainda mal refeita do primeiro orgasmo, tive outro, e mais outro e, ao fim do quinto, perdi a conta…

Desfaleci completamente. Quase desmaiei. Ainda atordoada pela sucessão de orgasmos, senti os seus lábios colados aos meus e impregnados com o sabor da minha vagina. Preparava-me para retribuir. Adorava ter podido comer aquela cona e proporcionar-lhe o prazer que ela me tinha proporcionado a mim…

Contudo, a misteriosa loira foi-se embora e eu fiquei tranquila a observar a sucessão de broches, minetes e fodas que se desenrolava à minha volta.

sábado, 18 de fevereiro de 2012

A orgia - parte 2

Voltei a acordar com ruídos de sexo. Abri lentamente os olhos, ambientando-me à penumbra. O espaço estava apenas iluminado pelo luar e pelas estrelas. Conseguia vislumbrar, noutros cantos da casa, silhuetas de corpos envoltos na luxúria. Levantei-me e dirigi-me a um casal que aproveitava um dos muitos sofás para se entregarem ao prazer. Ela estava de quatro e era penetrada violentamente por trás. Ele tinha um corpo delicioso. Abracei-o por trás, encostando as minhas mamas nas suas costas, enquanto a minha boca viajava entre as suas orelhas, pescoço, ombros…. Agarrei-lhe o rabo com as mãos. Era firme, bem torneado e mexia-se freneticamente, impulsionando o pénis para o interior da rapariga. Era a hora de a descobrir. Possuía uns hipnotizantes olhos verdes, semi-cerrados pelo prazer que sentia. Os lábios era carnudos. Não resisti a beijá-los. Ficamos um bom bocado com as nossas bocas coladas. Sem dizermos uma única palavra, sentei-me em frente a ela e abri as pernas, oferecendo-lhe a minha vagina. Apesar de estar a ser fodida de uma forma louca, a minha nova parceira abriu-me os lábios vaginais lentamente com os dedos e, no instante seguinte, senti-me penetrada por aquela língua que, segundos antes, tinha tocado a minha.

O rapaz veio-se ruidosamente e desapareceu. Parecendo alheia ao que tinha acontecido, a rapariga continuou a dar-me prazer com a sua boca e língua.
Nisto, aparecem dois rapazes. De imediato, um deles coloca-se por trás da rapariga e penetra-a. O outro, oferece a sua verga à minha boca. Excitada como estava, fui incapaz de recusar. Chupei-o e masturbei-o como tão bem sabia e gostava até ele se vir todo na minha boca. Saí da posição em que estava para ir beijar a rapariga e passar-lhe todo aquele sémen desconhecido que tinha recebido. Ao mesmo tempo também eu me coloquei de quatro, à espera que alguém me fodesse naquela posição. Sentia a minha tesão no máximo e desejava ser fodida à força toda.

Umas mãos fortes prenderam-me as nádegas. Um pénis entrou dentro de mim. Não era muito comprido, mas era grosso e, por um breve instante, pensei que algo me rasgava. O meu rabo continuava preso e era agora impelido, num vai e vem frenético, para aquele pau. Mesmo em frente a mim, a rapariga aproximava-se do orgasmo. Íamos trocando beijos, apesar dos gemidos e gritos, quer de uma, quer de outra, irem ficando cada vez mais intensos.

Não aguentei muito mais tempo e um orgasmo eléctrico invadiu todo o meu corpo. Desfaleci e afundei a cara no sofá, enquanto sentia o macho despejar litradas de sémen dentro de mim. Ainda tentava recuperar a consciência, quando senti novamente, um caralho entrar dentro de mim. Pensei protestar, mas a sensação era tão boa, que me deixei levar. Continuei com a cara enfiada no sofá, enquanto ouvia a outra rapariga a vir-se e os rapazes a grunhirem. Quem estava dentro de mim, não se preocupou se eu me vinha ou não. Não deve ter demorado mais de um minuto até eu sentir, novamente, jactos de leite a invadirem-me a cona.

Aproveitei para sair dali e ir arejar. A minha ideia para aquela festa era dar e receber prazer, não apenas dar…

quinta-feira, 9 de fevereiro de 2012

A orgia - parte 1

Poucos dias antes do início da “Queima”, recebi uma carta estranha. Não trazia remetente, apenas um estranho logótipo com dois corpos entrelaçados. Era um papel grosso, com brilho, tinha ar de ser caro. No interior, apenas a mensagem:

“Foste seleccionada para ter uma Queima inesquecível, através de um evento único e no qual temos a certeza que queres participar, pois sabemos do que mais gostas na vida.

Caso aceites este convite, envia SMS para o número abaixo e receberás instruções.”

Depois de ler a misteriosa missiva, várias coisas me intrigavam, nomeadamente, como é que alguém estranho sabia da minha vida sexual, sim, porque era óbvio que tudo aquilo tinha a ver com sexo.

Entretanto, toca o telefone. Era a Joana:

- Olá amiga! É só mesmo para confirmar se recebeste a carta.

- Sim… rece…

- Óptimo! Estou a caminho de casa e, quando chegar, explico-te tudo!

E explicou. Tratava-se de uma mega-orgia, organizada por uma sociedade secreta de uma universidade privada. Meninos e meninas bem, que alugavam uma vivenda espaçosa, com piscina e todos os luxos, para 24h de sexo “non-stop”. Cada membro da sociedade poderia convidar outro membro, desde que garantisse que o novato seria discreto e libidinoso o suficiente para, primeiro, não fazer o evento cair no domínio público e, segundo, participar activamente no bacanal.

- Mas não percebo porque me convidaram…

- Eu recomendei-te!

Graças aos seus diversos contactos, a Joana tinha participado no ano anterior e, naquele ano, decidiu recomendar-me.

- E agora? O que é que eu faço?
- Respondes, enviando a SMS. Vais receber a morada, uma senha que tens que dar à entrada e o dress-code.

- Fixe! Então depois vamos juntas!

- Não podemos. Temos que ir em táxis separados… são as regras…

Enviei a mensagem, recebi pouco depois a resposta:

“Obrigado por teres aceite. O evento será na próxima quinta-feira, a partir das 21h. A morada é (…). A tua senha será «Seda». Deves trazer vestido de noite azul, o mais sexy possível, mas sem ser vulgar, com lingerie a condizer. Até breve.” 

Fui de imediato às compras com a Joana. Não foi difícil encontrar o vestido perfeito.

Chegado o dia, fiquei excitada só de me ver com aquele vestido. “Estou mesmo sexy!” pensei. Desci para a rua com a Joana mas, como mandavam as regras, fomos em táxis separados. Ela foi à frente.

A vivenda ficava junto ao mar, na periferia da cidade e transbordava luxo. Toquei à campainha e fui recebida por um casal que me pediu a senha. Contudo, estava demasiado embasbacada a olhar para eles. Quer ele, quer ela, exalavam sensualidade e a minha vontade era despi-los na hora.

- A senha, por favor?

- Ah… sim… Seda!

- Bem-vinda, Marta!

Conduziram-me para o interior da casa onde já se encontravam algumas dezenas de pessoas, bebendo e conversando. Todos muito bem vestidos, de forma elegante e sexy. Não conseguia tirar os olhos das raparigas (apesar dos rapazes serem um espanto). Pernas, decotes, curvas, olhares… tudo prometia prazer.

Procurei a Joana e encontrei-a sentada num sofá, com dois rapazes que já se insinuavam e a tocavam nas pernas. Ela, por sua vez, parecia divertidíssima.

Pouco tempo depois começou a música. Aqueles corpos belos e sensuais começaram a mover-se, cada vez mais perto. Os pares e trios juntavam-se. Ele e ela, ele e elas, ela e ela, ela e eles… Começaram os beijos, as carícias, os toques. Os vestidos, já de si curtos, subiam, deixando antever parte das nádegas. Os decotes, já de si pronunciados, abriam-se ainda mais, exibindo rendas, sedas, cetins e, até mesmo, mamilos desafiantes. Nas calças, orgulhosas erecções despontavam. A música tornava-se adornada de gemidos, arfares, risos e pequenos gritos.

Eu fui abordada pelo casal que me recebeu à porta. Dançamos os três. Primeiro, eu no meio, sentindo no meu rabo o pénis dele e crescer e encaixando os meus seios nos seios dela. As nossas bocas aproximavam-se, sem se tocar. Ao ritmo da música, os nossos corpos balanceavam. Abri as pernas e sentei-me numa das pernas dela, fazendo pressão entre a minha vagina e ela. Ela fez o mesmo. Não foi preciso muito tempo para sentir a sua humidade transbordar a lingerie e deslizar na minha pela. Ela sentiu o mesmo. Atrás de mim, o rapaz beijava-me e mordia-me o pescoço, e esfregava-se cada vez mais no meu rabo. Não resisti e beijei-a longamente. À nossa volta crescia a loucura. Nalguns sofás, já alguns casais e grupos se preparavam para foder. Apareciam os primeiros corpos nus. Por entre os beijos e carícias dos meus companheiros, pude ver a Joana sentada de pernas abertas, enquanto um dos seus amigos a penetrava com a língua. O outro chupava-lhe as mamas de forma desenfreada.

Voltando para o meu mundo, sem combinarmos, nem dizer uma palavra, eu e ela colocamos o homem no nosso meio. Eu fiquei por trás dele e, nessa posição, abri-lhe as calças que caíram no chão. A minha companheira aproveitou o ensejo para se ajoelhar e iniciar um longo broche. Depois de o beijar, ajoelhei-me junto dela e fomos alternando as carícias. Por vezes, colocávamos aquele membro entre as nossas bocas e acariciávamo-lo em simultâneo.

Havia cada vez mais nudez, mais saliva e até algum esperma já jorrava. Meia hora depois, já ninguém tinha roupa. Os gemidos deram lugar a gritos, a palmadas. Os orgasmos sucediam-se.

Com o tempo, os corpos foram ficando cansados, alguns adormeciam… A orgia total deu lugar à exploração. Um outro casal, isoladamente eram contemplados pelos que descansavam. Alguns masturbavam-se, outros limitavam-se a fumar.

A certa altura, também eu já cansada, reparei que praticamente todos dormiam. Procurei um local confortável e adormeci também…