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sexta-feira, 23 de março de 2012

A orgia - final inesperado

Depois do almoço, servido em modo buffet junto à piscina, reinou a calma naquela casa. Provavelmente devido ao cansaço, ao álcool e às drogas, os convivas pareceram perder o apetite pelo sexo. Alguns casais e trios trocavam alguns beijos e carícias, mas nada comparado ao deboche que tinha ocorrido horas antes.
Voltei para o interior da casa e subi ao piso superior, com o intuito de explorar aquela zona, para mim, desconhecida.
No cimo das escadas encontrei um longo corredor, com várias portas de um lado e do outro. Calculei que fossem quartos e que tivessem sido utilizados nas últimas horas. Lembrei-me então que por ali deveria haver alguma cama confortável onde poderia descansar.
Experimentei a primeira porta… trancada. O mesmo se passou na segunda e na terceira. No entanto, ao chegar ao fundo do corredor, pude ver que a quarta porta estava entreaberta. Abri lentamente. Junto a uma janela, um casal beijava-se apaixonadamente. Ela estava de bikini. Ele de calções de banho. Preparava-me para fechar a porta, quando ouço a voz dela:

- Não vás… entra e assiste…

Entrei.

No quarto para além de uma cama de proporções generosas, havia um sofá. Sentei-me, enquanto o casal continuava.
Ela desceu com a boca pelo peito dele, até à zona dos calções. Despiu-os lentamente, exibindo um pénis que começava a dar os primeiros sinais de erecção. Também lentamente, ela abriu os lábios e envolveu o membro masculino. Com uma mão segurava-o na direcção da sua boca. Com a outra acariciava os testítulos. Cada movimento era lento, suave, sensual. Aos poucos, o pénis foi ficando erecto, duro e humedecido pela saliva dela. Ela, por sua vez, parecia saborear cada centímetro do vigoroso membro, como se fosse a mais deliciosa iguaria do mundo.
Parou e voltou a procurar a sua boca. Enquanto se beijavam novamente, as mãos masculinas soltaram os fios que prendiam o bikini àquele corpo sensual. Agora eram dois corpos nus, colados e desejosos de se possuírem.
A porta abriu-se e entrou um rapaz. Sentou-se na cama.
O casal pareceu alheio àquele novo “convidado”.
Forte e viril, o macho, agarrou a sua companheira pelas nádegas, encostando-a à parede. Pelos movimentos dos seus quadris, pelos gemidos e pelo olhar dela, calculei que ele estivesse a penetrá-la. Na cama, o outro rapaz masturbava-se.
A porta abre de novo. Outro rapaz. Também ele se sentou na cama. Também ele se começou a masturbar.
Quase inconscientemente, deslizei para dentro de mim os meus dedos. Pude sentir o meu suco, quente e denso.
Contra a parede, o casal continuava a foder. O olhar da fêmea tornou-se extasiático. Os seus gritos mais intensos e não tardou a explodir num orgasmo.
Na cama, dois pénis iam sendo excitados.
O homem pousou-a no chão e conduziu-a à cama. De imediato, um dos rapazes deitou-se. Ela colocou-se por cima dele e acolheu, num movimento único, dentro de si, aquele pénis ansioso. O outro rapaz, de imediato, ofereceu o seu à boca. Imaginei logo que o homem que a tinha acabado de fodê-la contra a parede, iria ocupar o ânus. Contudo, dirigiu-se a mim. Despiu-me a parte de baixo do bikini e pegou nos meus dedos. Levou-os à boca e provou.
Na cama, a mulher cavalgava e mamava ao mesmo tempo.
Sem dizer uma palavra, o homem penetrou-me com os seus dedos. Tirou. Os mesmos dedos que me tinham penetrado, dirigiam-se agora ao ânus da outra mulher no quarto. Ele usava o meu lubrificante natural, para lubrificar o cu dela. Chamou-me para a cama. Colocou-me ao lado dela e penetrou-me novamente, primeiro com os dedos e depois com o pénis. Voltou a acariciar o ânus dela com um dedo, depois dois e depois com o caralho. Aos poucos foi entrando. Ela não largava a piça que tinha na boca.
Eu fiquei ali, a assistir àquela cena, enquanto os quatro bacantes pareciam totalmente alheios à minha presença. No entanto, não parei de me masturbar. Estava a viver um prazer único.
Se, até ao momento, tudo estava a ser surpreendente, o que aconteceu a seguir, foi ainda mais.
O que estava na boca, abandonou-a e apontou o caralho na minha direcção, ejaculando para cima de mim de forma abundante, atingindo-me as mamas e barriga. Apesar de surpreendida, não protestei e acolhi aquele líquido quente de bom grado. O meu tesão aumentou exponencialmente.
Poucos segundos depois, o que estava na cona também saiu e repetiu o gesto do colega. Agora, sem cima de mim, misturavam-se dois sémens diferentes e eu sentia-me, cada vez mais, em êxtase.
O outro continuava a enrabá-la.

- Anda cá! – disse ele.

Ordenou-me me colocasse por baixo dela, em 69. Ela bebeu todo o rasto de esperma que estava espalhado no meu corpo, enquanto eu devorava a vagina, a vulva e o clítoris dela.
Pouco depois ele veio-se e bebi toda a esporra que escorria do cu para a cona dela. Estava louca e também eu queria vir-me. Parecendo adivinhar os meus desejos, foi a vez dela de me fazer um minete. Excitada como estava, não demorei muito a vir-me e nem reparei que os três homens tinham abandonado a sala.
Fiquei deitada na cama, saboreando aquele momento. Também ela se foi embora. Pouco tempo depois, também eu fui embora… daquela casa…

segunda-feira, 9 de janeiro de 2012

À janela...

O Professor tornou-se a minha queca regular. Aproveitávamos cada oportunidade e eu aproveitava para domar aquele instinto animal. O gabinete dele era o nosso principal local de encontro, mas também arriscamos no parque de estacionamento da faculdade, nas escadas da saída de emergência, no elevador do prédio dele, nas escadas do prédio dele e, claro, no apartamento dele.
Um dia, véspera de feriado, convidou-me a passar a noite com ele. Na manhã seguinte, ao acordar, vesti a camisa dele e dirigi-me à janela. Lá fora a cidade adormecida até mais tarde, começava a dar os seus primeiros e tímidos passos. Abri a janela para aspirar os odores matinais e acedi um cigarro. Na cama, o Professor dormia, exausto da louca noite nos meus braços. O quarto cheirava a suor e a sexo. Agora, cheirava também a cidade e a tabaco.
Quando terminei o cigarro, voltei para a cama, deixando a janela aberta. O barulho do exterior despertava lentamente os sentidos do Professor. Beijei-o. A resposta foi um “bom dia” cansado. Levantou-se e desapareceu na casa de banho. Bastou um nova visão daquele corpo perfeito para ficar novamente inundada de desejo. Nunca nenhum homem, ou mulher, tinha despertado em mim tanta vontade de foder.
Enquanto esperava por ele, fixei o meu olhar na janela. “Porque não?” pensei.
Voltei para junto da janela aberta e aguardei.
O corpo regressou, exibindo de frente o pénis flácido, contudo orgulhoso e preparado para nova contenda.

- Vem cá! – disse eu, como se fosse preciso…

Mal chegou ao pé de mim, ajoelhei-me e tratei de preparar convenientemente o membro que eu queria dentro de mim.
Quando o senti bem duro e já o Professor dava sinais de uma intensa excitação, virei-me de costas e ofereci-lhe o meu rabo para que me penetrasse, debruçando-me no parapeito. Lá fora a cidade ganhava a vida própria de uma manhã de feriado. Dentro de mim, o pénis do Professor dançava num vai e vem suave, intenso. Agarrou-me as mamas e colou o seu rosto ao meu. Juntos apreciávamos aquele preguiçoso amanhecer citadino, enquanto os nossos corpos se uniam. Na rua continuava alheia ao nosso prazer, apesar da distância relativamente curta face ao apartamento, situado num segundo andar.

- Tu és doida, sabias?
- E ainda consigo ser mais…

Libertei-me dele e voltei-me. Sentei-me no parapeito e abri as pernas, convidando o Professor a uma nova posição.
Entrou de novo em mim mas, desta vez, com os movimentos frenéticos e animalescos que caracterizavam o seu estado máximo de excitação. Ali, naquele parapeito, excitados pelo exibicionismo a que nos propúnhamos, tivemos o nosso último orgasmo juntos…

segunda-feira, 17 de outubro de 2011

Upgrade (parte I)

Obviamente, a primeira coisa que fiz quando cheguei a casa, foi ligar para a Ana e contar-lhe tudo o que tinha acontecido entre mim e o pai dela, excepto, como é óbvio o “pormenor” de que o homem que me tinha possuído era, de facto, o pai dela.
Ao descrever-lhe os pormenores fui ficando excitada e ela também. Acabamos por nos masturbarmos ao telefone.
Agora que tinha atingido um objectivo tão importante para mim, senti de novo saudades do corpo da Ana. De beijar os seus lábios doces, sentir a sua língua na minha, os meus seios contra os dela, saborear o seu suco vaginal, fazê-la gritar o meu nome.
Voltei a ligar-lhe:

- Preciso muito estar contigo! Quero fazer amor…

- Eu também, querida! E agora já te posso penetrar bem fundo!

- Não queres vir cá casa hoje à noite?

- Vou pedir ao meu pai para me levar.

Ao ouvir isto, senti um arrepio de tesão. As minhas fodas favoritas juntas no mesmo carro. Nenhuma desconfiando do que se passava entre mim e a outra. Por breves instantes cheguei a pensar em algo a três…

- Ana, estás aí?

- Ah… sim, desculpa, distraí-me aqui com uma cena.

- Então logo estou aí!

- Sim… anda bem vestida!

- Como uma puta?

- Como a minha puta!

Após desligar, os meus pais batem porta do meu quarto.

- Filha, hoje à noite vamos sair. Temos um jantar em casa de uns amigos. Desculpa só avisar agora, mas foi combinado à pressa. Tens o teu jantar no micro-ondas.

- Tudo bem… divirtam-se!

Sozinha em casa, com a Ana… mas a Ana só vinha depois de jantar… precisava de algo mais. Percorri a lista do meu telemóvel à procura de um nome que me trouxesse boas memórias. Ricardo! Passei bons momentos com ele. Nunca tínhamos ido até ao fim, mas agora a situação era diferente. Mandei SMS “Estou sozinha em casa. Queres vir matar saudades?”
A resposta veio quase de imediato: “Estou a ir para aí…”
Duche rápido, creme, lingerie, produção…  Optei por uma lingerie azul escura. O soutien destacava ainda mais os meus seios. As cuecas eram tipo “short” todas rendadas, cobrindo apenas metade das nádegas. Blusa com os botões abertos até meio e saia curta (como eram quase todas as minhas saias).
Acabava de pintar os lábios quando a campainha tocou.
Lindo e sexy como sempre, o Ricardo ali estava, barbeado e perfumado, sorrindo para mim
Então, lembrei-me da Ana! SMS: “Quando cá chegares tenho uma surpresa para ti!” Resposta: “A melhor surpresa era teres aí um gajo!” Mal ela sabia que tinha acertado em cheio.
Um beijo terno e um olhar prometedor. Peguei-lhe pela mão.
Sentei o Ricardo no sofá. Um pouco de conversa de circunstância. Ele tenta beijar-me:

- Calma, querido!

Levantei-me, esforçando-me por caminhar de forma bem sensual à sua frente. Reduzi a luz para criar um clima sensual. Acendi algumas velas que a minha mãe usava para disfarçar o cheiro a tabaco (os meus pais costumavam fumar dentro de casa). Sentei-me na mesa de jantar, que ficava atrás do sofá…

- Ricardo…

Voltou-se e eu vi todo o desejo nos seus olhos. Veio até mim. Agora deixei-o beijar-me à vontade. Desapertei-lhe a camisa e deixei-a cair no chão. Abri as pernas e prendi-as à volta dele. As suas mãos agora viajavam. Desapertou a minha blusa…

- Tinha saudades delas…

- Hmmm… pois hoje vais ter a oportunidade de conhecer algo novo…

- Finalmente?

- Finalmente.

Nisto as suas mãos prenderam-me as cuecas. Cinco segundos depois estavam no chão, em cima da camisa dele. Deitei-me para trás na mesa. O Ricardo ajoelha-se no chão e com a boca e a língua leva-me ao meu primeiro orgasmo daquela noite.

- Vamos para um sítio mais confortável? – perguntei.

- Sim! – respondeu ele, num tom de voz que demonstrava toda a sua vontade de entrar dentro de mim.

- Deixa-me só resolver um assunto.

Peguei no telemóvel e nova mensagem para a Ana. “A porta da rua fica aberta. Entra directamente para o meu quarto”.

O Ricardo ia apanhar a camisa dele e as minhas cuecas. Impedi-o. Naquele momento queria imaginar que aquela casa era minha na totalidade e que podia espalhar os vestígios do sexo por todos os cantos.

A caminho do quarto caiu o meu soutien, a minha saia, os sapatos, as meias e as calças do Ricardo. Imaginava qual seria a reacção da Ana ao ver aquele trilho de tesão espalhado pela casa.

Deixei a porta do quarto aberta para trás. Deitei o Ricardo na cama. Beijamo-nos avidamente e, como seria de esperar, deslizei a minha boca por aquele peito depilado e bem definido, até chegar ao objecto que desejava ter dentro de mim. Ao fim de algum tempo a dar o melhor de mim àquele pénis, girei o meu corpo, oferecendo, novamente, o meu interior à boca hábil do Ricardo.

Era impressionante a forma como ele se controlava e retinha o orgasmo, apesar de me proporcionar o prazer supremo a mim e apesar da forma como a minha boca devorava o seu sexo.

Estivemos imenso tempo em jogos de prazer. Os nossos corpos jovens, bem constituídos e sensuais, enrolavam-se num único, procurando a união definitiva.

- Quero-te tanto… quero-te toda! – sussurrou-me, entre beijos.

- E podes ter-me… agora!

Nisto vejo a Ana à porta do quarto, sorrindo, completamente nua…

quinta-feira, 13 de outubro de 2011

Finalmente, mulher (parte I)

O meu dilema adensava-se. Queria contar à Ana que tinha encontrado o homem que tanto procurava… mas não lhe podia dizer que esse homem era pai dela!
Resolvi inventar.
Contei basicamente tudo o que tinha acontecido entre mim e o pai dela, mas usando como actor principal um amigo desconhecido do meu pai. A cena da cozinha foi fácil de transpor: ele mora longe e vem visitar-nos de vez em quando, ficando cá a dormir. Mas a cena do carro foi, a seu modo, transporta para o quarto dele.
Adiante.
Esta semi-confissão das minhas aventuras com um homem com idade para ser meu pai (e que era, de facto, pai da Ana) fez-nos ficar cheias de desejo e fizemos amor… no WC de um shopping!
Entretanto, eu aguardava, cada vez mais ansiosa, um contacto do Gustavo. Masturbava-me na minha cama, imaginando-o a masturbar-se no banho, ou pensado em mim enquanto fazia amor com a mulher. Imaginava-nos a foder no quarto da Ana, na cama dele, na sala… Rapidinhas na cozinha durante a noite.
Aquele homem não me saía da cabeça e alimentava todas as minhas fantasias.
“Tive uma operação que durou a noite toda e hoje estou de folga. Sei que de tarde não tens aulas. Podes?”
Foi a mensagem com que acordei no dia que me transformou.
“Sim. Onde? A que horas?”
“Mal saias das aulas, vais embora como se fosses para a casa. Age naturalmente para a Ana não desconfiar. Encontro-me contigo na paragem do BUS junto ao shopping.”
“Ok”.

Saltei da cama e tomei um banho demorado. Fiz a depilação… total. Espalhei creme pelo corpo, perfumei-me, maquilhei-me. Escolhi uma lingerie que ainda não tinha estreado. Fio dental, com renda à frente. Soutien todo em renda. Conjunto preto a combinar com meias e cinto de liga. A ocasião merecia. Não pude vestir uma saia muito curta para que nas aulas ninguém reparasse nas ligas. Escolhi uma saia pelo joelho, mas justa, tipo “executiva”. Assim vestida parecia mais velha, o que me fez sorrir ao ver o resultado final da produção, junto ao espelho.
Ao ver-me assim na escola, a Ana exclamou:

-Não me digas que é hoje?!

- Sim, no fim das aulas.

- Posso ir contigo, só para o ver?

- Não, desculpa querida. Mas ele, não quer ser visto, obviamente.

- Eu percebo, mas depois quero saber todos os pormenores!

E, de facto, houve muitos pormenores. Mal saí do autocarro, vi o carro dele do outro lado da rua. Dirigi-me directamente para lá, entrei e, mal fechei a porta, arrancou sem dizer uma palavra. Estaria nervoso.
Fomos para um motel. A porta da garagem fecha-se atrás de nós e acontece o primeiro beijo, longo, molhado, intenso…

- Quero-te… - sussurrado ao ouvido.

- Vou ser tua…

Subimos para o quarto. Encostou-me à parede e continuou a beijar-me, enquanto que os seus dedos me desapertavam a blusa. Assim que se viu livre da primeira peça de roupa, a sua boca caiu para o meu pescoço e para os meus ombros.
As suas mão experientes encontraram rapidamente o fecho da minha saia que, poucos segundos depois caía no chão.

- Estás linda!

Encostei-o à parede e desapertei-lhe a camisa. Percorri-lhe o peito com a boca, até chegar à cintura. Ajoelhei-me, abri-lhe as calças e segurei firmemente o seu pénis, guiando-o até á minha boca. Venerei, acariciei, chupei, aquele membro que me ia tornar mulher. Enquanto o chupava, imaginava-o dentro de mim e o meu tesão ia aumentando.

- Pára… - gemeu ele.

Pus-me de pé e beijei-o novamente. Agarrou-me pelas nádegas e enrolei as minhas pernas na sua cintura. Levou-me até à cama e caíu em cima de mim, sem parar de me beijar. Rolamos na cama e eu fiquei por cima. Sentei-me de forma a colocar a vagina mesmo em cima do pénis dele, de forma a ambas as fontes de prazer se estimularem. Desapertou-me o soutien e imediatamente beijou, sugou, chupou avidamente as minhas mamas. Comecei a gritar de prazer, enquanto com movimentos das ancas ia proporcionando prazer a ambos. Virou-me novamente e, com a boca, despiu-me as cuequinhas. Senti, então, a boca dele a beijar-me nos lábios vaginais, fazendo a língua deslizar lentamente para dentro de mim. Os movimentos dos seus lábios eram em tudo semelhantes aos movimentos que fazia quando me beijava na boca. Eu estava cada vez mais louca. Usou os dedos para alargar a vagina e poder penetrar-me mais fundo com a língua. O meu prazer era cada vez maior:

- Fode-me!

- Ainda não…

Continuou, continuou até eu me vir toda na boca dele.

Ao sentir o meu orgasmo, colocou-se de joelhos e abriu-me mais um pouco as pernas. Abraçou-me, segurando-me ternamente nos seus braços. Olhou-me nos olhos, beijou-me e, à medida que me ia beijando, senti o seu membro colocar-se em posição para me penetrar.

- Não pões preservativo?

- Não vai ser necessário querida… confia em mim…

Eu sabia que estávamos a arriscar em demasia, mas a sensação de sentir a carne dele dentro de mim, sem qualquer entrave artificial, fez-me perder a cabeça.
Como estava toda molhada, por causa do orgasmo que tinha tido há pouco, a entrada foi suave enchendo-me de prazer. Além disso, a segurança daquele abraço faziam-me perder o medo da dor que se aproximava.
Mais uma vez, olhou-me nos olhos e, nesse momento, senti-me invadida e uma dor que percorreu todo o corpo. Agarrei-o. Ficou dentro de mim, algum tempo, sem se mexer. A dor ia desaparecendo. Mais um beijo, carícias e a dor foi dando lugar ao prazer. Saiu um pouco, voltou a entrar com força. Dor. Nova pausa. Prazer.
Era claro que o Gustavo tinha experiência a desflorar mulheres. Sabia dosear a dor e o prazer. Fê-lo de tal forma que, ao fim de alguns minutos toda eu era tesão. Então, começou a foder-me. Cada vez com mais força e cada vez mais fundo. Largou o abraço e as suas mãos estavam agora apoiadas lateralmente ao meu corpo. Arqueava as costas e penetrava-me com movimentos lentos e profundos. As minhas mãos apertavam-lhe as nádegas, numa tentativa vã de controlar os seus movimentos.
Retirou o pénis ainda manchado pelo meu sangue virginal e veio-se em cima de mim, espalhando o seu sémen no meu ventre e nas mamas. Foram vários jactos, quentes, cheios de força, resultantes da acumulação de tesão que aquela tarde estava a proporcionar. Eu espalhei aquele leite como se fosse um creme hidratante. Adorava a sensação!

- Vamos tomar um banho, que a tarde ainda está a começar…

domingo, 9 de outubro de 2011

O pai (parte II)

Ao chegar à cama, sentindo o corpo da Ana, nu, junto ao meu e sentindo ainda a humidade provocada pelo encontro com o pai dela, poucos minutos antes, na cozinha, não resisti: acordei-a suavemente, com beijos e carícias por todo o corpo e fizemos amor.
Adormecemos novamente, abraçadas. Ela, provavelmente satisfeita por aquela surpresa nocturna; eu, imaginando como seria perder a virgindade com o pai dela.
Depois dessa noite, eu sabia que ser possuída pelo Gustavo era uma questão de tempo. Tornou-se o meu motorista. Era sempre ele quem me ia levar a casa. E eu ia notando os seus olhares aos meus decotes e às minhas pernas, quase sempre destapadas.
As nossas conversas iam ganhando interesse e o nível de intimidade aumentava. Contei-lhe eu tinha uma namorada, longe de ele imaginar que era a própria filha.
Não foram poucas as vezes em que notava uma gloriosa erecção nas suas calças.
Até que um dia, avancei:

- Sabe, Gustavo… gosto muito destes momentos que passamos juntos, é pena serem tão curtos…

- Sim, tens razão. Era bom que pudéssemos passar mais tempo a conversar.

- E então, porque não o fazemos?

O Gustavo riu e perguntou:

- Estás a convidar-me para um encontro?

- Na verdade, para muito mais que um encontro…

O carro parou bruscamente:

- Marta… sou o pai da tua melhor amiga, sou casado, tenho uma carreira e uma reputação… e tu és menor!

- Gustavo, sabe muito bem que o que está no meu B.I. não corresponde ao meu corpo, nem ao meu desejo. O Gustavo sabe que o desejo e eu sei que me deseja. É um homem. Eu sou uma mulher. Porque não?

- Porque não pode…

E beijei-o.

Terá sido, até àquela altura, o beijo mais intenso que os meus lábios sentiram e proporcionaram. Ali estava eu, numa relação mais que proibida, a escassos metros da minha rua. O risco, o pecado, excitavam-me e eu não conseguia largar a boca dele. As nossas línguas entrelaçavam-se cada vez mais e as nossas mãos ganhavam vida.
Senti o Gustavo a ficar cada vez mais louco, pela forma como me agarrava, pela erecção a despontar entre as suas pernas e pelas suas palavras:

- Quero-te tanto… preciso tanto de te ter… quero-te nua, quero fazer amor contigo?

- Fazer amor? Ou foder-me?

- Como quiseres, querida!

- Quero as duas coisas!

Sim, eu queria tudo o que aquele homem tinha para me dar: a ternura e a luxúria. Queria experimentar sensações que jamais tinha experimentado.

- Queres uma amostra? – perguntei.

- Sim…

- Aqui é perigoso. Arranca e segue as minhas indicações.

Conduzi-o ao local onde, semanas antes, tinha comido o filho dele. Mal o carro parou, como o filho tinha feito, atirou-se para cima de mim. Num ápice rebateu o meu banco e colocou-se entre as minhas pernas que abri sem hesitação. Finalmente, sentia em mim, o peso, a força daquele homem. Sentia o seu pénis erecto a tocar a minha vulva… Como eu o queria dentro de mim!
Senti também a experiência e os conhecimentos do objecto do meu desejo. Com uma destreza própria de homens daquela idade, despiu-me da cintura para cima e acariciou cada centímetro da minha pele nua com a sua boca e língua. Demorou-se nos meus seios, fazendo-me libertar pequenos gemidos. O seu pénis continuava a tocar a minha intimidade, apenas protegida por uma pequena cuequinha que, calculava eu, em breve, iria desaparecer. A saia, já de si curta, estava enrolada na minha cintura.
Tinha eu oferecido uma amostra e mas era ele que o estava a fazer…
Sem parar de me beijar senti dois dos seus dedos a abrirem-me e a tocarem-me com cuidado. Mais uma vez a experiência do Gustavo falou mais alto e tocou-me naquele ponto que me fazia entrar noutra dimensão. Ao sentir aquela ligeira pressão no sítio mágico, soltei um grito profundo, arqueei o corpo e mexi o ventre como se estivesse a ser penetrada e quisesse mais.
Os seus dentes cravavam-se agora no meu pescoço. Eu tinha tanta coisa para dizer naquele momento, mas apenas conseguia gritar.
Vim-me. Senti o meu gozo deslizar pelas coxas até aos estofos de cabedal. Apercebi-me que levou os dedos à boca para me saborear. Nesse momento desejava que o fizesse directamente e que a sua língua invadisse o meu interior.
Com um sorriso do tipo “sou mesmo bom naquilo que faço” perguntou:

- Era esta a amostra a que te referias?

- Não… era a outra amostra…

- Qual?

- Sai do carro…

Obedeceu. Saí atrás dele e fechei a porta. Abraçamo-nos. Beijamo-nos.
Pus-me de cócoras, ficando de caras para a erecção que continuava a pulsar dentro das calças. Fecho para baixo, cinto, botão. Agarrei as calças e os boxers em conjunto e puxei-os até aos tornozelos.
Aí estava ele, pronto a ser devorado pela minha boca. Jurei a mim própria que nem uma só gota seria desperdiçada e comecei a lamber, a chupar, a masturbar aquele pénis que queria com urgência expelir todo o gozo retido.
Inicialmente, os meus movimentos eram lentos, sensuais, cuidadosos mas, ao sentir o tesão do Gustavo a aumentar, a minha cabeça iniciou um vai e vem frenético, conduzindo aquele homem que, poucos segundos antes, transpirava segurança, a um cataclismo de emoções:

- Vai! Chupa-me todo! Quero-me vir todo para ti nessa boquinha!

Respondi, obedecendo, até sentir os jactos de esperma quente atingirem a minha garganta. O homem deu um grito seco e mexeu a pélvis como que a foder-me a boca, com uma mão a prender-me e a orientar a cabeça.
Engoli e beijei-o.
Sem dizer nada, voltei para o carro e vesti-me. Ele recompôs-se e levou-me a casa.
Antes de sair, dei-lhe mais um beijo, desta vez terno e carinhoso:

- Sabes o meu horário escolar, logo, sabes quando estou livre para ti. Aguardo notícias tuas…

Mais um beijo e saí, com a certeza de que estaria para breve a passagem definitiva à condição de Mulher.

terça-feira, 4 de outubro de 2011

O irmão dela

Acho que posso dizer que, desde esse dia, ficamos “namoradas”. É certo que, tanto eu como a Ana, continuávamos com as nossas “curtes” com rapazes, mas prazer a sério tínhamos uma com a outra. Qualquer momento em que nos apanhássemos sozinhas era pretexto para cairmos nos braços uma da outra e as nossas línguas enrolarem-se em beijos intensos. Fosse no WC da escola, nos provadores das lojas de roupa, ou numa carruagem vazia do metro, arriscávamos tudo pelo prazer.
No entanto, era nos nossos quartos que nos entregávamos a um sexo louco e quase sem limites. Os nossos únicos cuidados era não rompermos os nossos hímens e não gritar demasiado para os nossos pais não se aperceberem que tipo de matéria estávamos a estudar.
Apesar do prazer que tinha ao fazer amor com a Ana, continuava à procura do homem que havia de ficar com a minha virgindade. Nas minhas idas frequentes a casa da Ana, acabei por encontrar a solução. Naquela casa havia dois homens: o irmão dela e o pai. O irmão, pouco mais velho que nós, já na faculdade, fartava-se de se atirar a mim. Era giro e bem constituído, mas nunca houve nada nele que me atraísse. Para tirar as dúvidas, resolvi ceder a um dos seus avanços.
Certo dia, ofereceu-se para me ir levar a casa. Pela tensão no olhar dele percebi imediatamente que a gentileza dele tinha segundas intenções. Mal entrei no carro, recebo SMS da Ana “O meu irmão quer comer-te. Depois conta como foi. Bj.” Ainda eu lia a mensagem quando ele pergunta:

- Estás com pressa?

- Não muita… porque?

A minha determinação surpreendeu-o e demorou um pouco a responder:

- Pensei que podíamos ir dar uma volta…

- Estou nas tuas mãos.

Acelerou o carro e percebi que o seu ritmo cardíaco também estava acelerado. A perspectiva de foder a melhor amiga da irmã, uma “pitinha toda boa”, estava a deixa-lo fora de si.
Quando chegamos ao “quecodromo”, caiu em cima de mim quase desesperado.

- Calma! – disse-lhe.
Empurrei-o para o lugar do condutor e comecei a despir-me lentamente. Deixei ficar apenas a lingerie.
Sentei-me em cima dele e beijei-o, enquanto lhe ia abrindo a camisa. Ao sentir, no meio das minhas pernas, o seu pénis duro, comecei a cavalgá-lo, mesmo por cima das calças.
Ele gemia e arfava. Agarrou-me as nádegas firmemente e fixou os olhos nas minhas mamas, ainda protegidas pelo soutien.

- Gostas, querido? Queres tê-las na tua boca?

Respondeu com um acendo de cabeça. Soltei o soutien e rapidamente abocanhou-me as mamas. Também eu começava a ficar excitada. Aumentei a pressão no pénis dele e a velocidade dos meus movimentos. Passado pouco tempo…

- Pára! – disse ele.

- Que foi, querido? Não é bom?

- É… mas se não paras eu venho-me!

- Hmmmm… já estás assim? Isso é bom! Eu quero que te venhas!

Enquanto tínhamos este diálogo eu continuava a beijá-lo e acariciá-lo.

- Quero vir-me dentro de ti!

- Isso não… ainda sou virgem e não vais ser tu a ter o privilégio de alterar esse estado.

Saí de cima dele e desapertei-lhe as calças. O pénis já furava para fora dos boxers. Fiquei ainda mais excitada ao ver o nível de tesão dele. Agarrei-o e levei a minha boca até ele. Estava quente, duríssimo e, pela minha experiência calculei que em trinta segundos explodiria na minha boca.
Mal senti o primeiro jacto, tirei o pénis para fora e apontei-o às minhas mamas. Recebi contente todo aquele leite, enquanto o meu parceiro contorcia-se de gozo.

- Bem, querido… em condições normais, agora era a tua vez de me fazeres ter um orgasmo. Mas, tens que me levar a casa, por isso, ficas a dever-me uma.

- Isso quer dizer que podemos repetir?

- Sim, quando eu quiser dou-te um toque.

Enquanto falava com ele, ia espalhando o esperma no meu peito. Ele olhava embasbacado e surpreendido.

Não disse mais nada enquanto eu me vestia e ele se recompunha. Eu pensava que precisava de um homem mais experiente a quem entregar a minha virgindade. O irmão da Ana era demasiado… ansioso!

Quando chegamos a minha casa, espetei-lhe um linguado e segredei-lhe: “Não és mau, mas tens que ter mais calma…”

quinta-feira, 29 de setembro de 2011

O início...

Desde muito nova, criança mesmo, que o sexo me atrai. Primeiro, pela curiosidade despertada pelas cenas íntimas em filmes e séries, pelos sons oriundos do quarto dos meus pais, pelo interesse em perceber a anatomia humana.
Fui precoce.
Sempre que havia oportunidade, investigava o quarto dos meus pais. Fascinada pela lingerie atrevida da minha mãe, por material pornográfico que encontrava aqui e ali, imaginava quando eu própria poderia entrar naquele mundo. Queria ter seios volumosos, queria descobrir o corpo masculino.
Entrada na puberdade, começando a ter corpo de mulher, após a minha primeira menstruação e já com algum conhecimento daquilo que seria o sexo, desejava ardentemente a minha primeira vez.
Para além do que me era ensinado nas aulas de ciências, recorria à pornografia, a conversas com amigas mais velhas, para saber exactamente o que era o sexo e porque é que as pessoas gostavam tanto.
Aos 12, 13 anos, comecei a ter as minhas “curtes” com rapazes, nomeadamente mais velhos. Vestia-me de forma atrevida, tentando realçar ao máximo as minhas formas que começavam a despontar. Sem qualquer pudor, deixava que as mãos dos meus namorados de ocasião explorassem o meu corpo e eu própria adorava viajar pelos corpos deles.
Não demorou muito a ganhar fama de puta na escola. Não queria saber. Pelo menos eu desfrutava.
Lembro-me do meu primeiro orgasmo, no quarto, na cama de um desses rapazes. Ele mais velho e, calculo eu experiente. Eu curiosa e disposta a (quase) tudo, deixei que ele me despisse e despi-o. Ele usou e abusou do meu corpo. Eu usei e abusei do dele. Contudo, não houve penetração. Apesar de tudo, não tive coragem.
Mas aqueles dedos eram mágicos e ele sabia onde tocar. Apesar de já me masturbar há algum tempo, nunca tinha sentido nada assim. Invadia-me com pouca profundidade para não me romper o hímen, mas tocava no sítio certo. Com a boca devorava-me as mamas. Eu gemia e pedia mais.
Foi então que senti os dedos a abandonarem-me e algo a tomar o seu lugar… a língua. Foi o primeiro minete da minha vida, não foi de certeza o melhor mas, dada a novidade da sensação, levou-me a um orgasmo intenso.
A descarga eléctrica que invadiu todo o meu corpo fez a minha boca expelir um grito intenso e a minha vagina expelir suco, como nunca tinha acontecido.
O meu parceiro pareceu gostar, dado que me beijou de imediato e eu pude sentir o meu sabor íntimo nos seus lábios. Fiquei ainda com mais tesão.
Deitei-o de costas. Beijei-o na boca e fui descendo, acariciando o seu corpo com o meu. Quando cheguei à zona do pénis, ao vê-lo duro e desafiante, não resisti e abocanhei-o o mais que pude. O meu maior desejo naquele momento era senti-lo a vir-se na minha boca. Não foi preciso muito. Cada jacto de sémen que me atingia a boca e a garganta aumentavam o meu tesão.
Enquanto me vestia, sentia-me mulher. O meu parceiro observava-me, fumando, na cama. Completamente nu, acariciava lentamente aquele membro que, minutos antes, tinha explodido na minha boca.

- És muito boa! – disse ele.

Sorri, satisfeita.

- Temos que ir até ao fim… - continuou

“Sim, temos”, pensei, mas não verbalizei. Sorri novamente e beijei-o.
Todo o meu corpo desejava ser possuído, mas algo me dizia que ainda não era a altura.