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domingo, 2 de dezembro de 2012

Eu, ele e a outra



Paramos em frente a uma nova zona residencial.

- Agora moro aqui… - disse ele.
- Sozinho?
- Depende das noites…

Foi tudo muito rápido. Quando dei por mim, estava deitada, de pernas abertas, e ele fodia-me sem parar. O meu corpo estremecia em orgasmos sucessivos. O telemóvel dele toca e, para minha surpresa, sem parar de me penetrar, atende:
- Diz, amor…

“Amor?”, pensei eu, “que raio se passa aqui?”

- Sim, estou a fodê-la… queres juntar-te a nós?

Entre o surpresa e o excitada, decidi aumentar o volume dos meus gemidos.

- Ouves? É a puta a gemer com o meu caralho dentro dela… Anda que ainda tenho tesão para ti!

Como se aquele telefonema não tivesse existido, continuamos entregues ao prazer.

Um quinze minutos depois, a porta do quarto abre-se e entra uma mulher deslumbrante. Eu estava a ser possuída de quatro, com o vigoroso pénis do irmão da Ana todo enfiado no meu ânus. Ela, com vestido preto, bem curto. Tirou-o de uma só vez, exibindo o corpo nu, desprovido de lingerie. Sem tirar os sapatos de salto alto juntou-se a nós na cama. Senti que beijava o rapaz que, não saindo de dentro de mim, abrandou o ritmo da penetração. De seguida, dirigiu-se a mim e beijou-me. E que beijo! Nunca, ninguém, me tinha beijado daquela forma. O meu desejo aumentou, queria sentir aquela boca na minha coninha, mas foi o inverso que aconteceu. Deitou-se em frente a mim, oferecendo-me a sua vagina, que devorei com dedicação. Depilada, vermelha, quente e húmida, pude sentir na minha foca os seus fluídos, até ao orgasmo, que libertou ainda mais o seu mel íntimo.

- Quero provar-me… - disse num sussurro e beijou-me de novo.
Nesse momento, as estocadas dele no meu cu aumentaram de velocidade e força e pude sentir o seu sémen invadir-me as entranhas. Estava a proporcionar-lhes prazer, mas também eu queria desfrutar de um orgasmo.
Adivinhando os meus pensamentos, a rapariga falou:

- Descansa, querido… que agora é a minha vez de dar a esta cabra o que ela merece.

A voz dela era quente e sensual e excitava-me ainda mais.

Deitou-me de costas e abriu-me as pernas. Colocou-se entre elas, penetrando-me com os dedos. Beijou-me na boca e foi descendo. Ao passar pelos seios, deteve-se mais um pouco, beijando, chupando e mordiscando, sem parar de me foder com os dedos, ora dentro de mim, ora brincando por fora. O meu corpo ondulava e retorcia-se anunciando o orgasmo para breve. Numa cadeira que havia ali ao pé, ele fumava um cigarro e apreciava a cena masturbando-se levemente, contudo, aquele pau voltava a ganhar forma.

Senti os lábios dela nos meus lábios íntimos e a sua língua a penetrar-me. Então não aguentei mais e explodi. Deixei o meu tesão escorrer naquela boca deliciosa. Ao lado, ele vinha-se também, espalhando o esperma no seu peito nu. Com um sorriso cúmplice, ela disse:

- Vem…

E ajoelhamo-nos ambas em frente a ele, sorvendo as gotas brancas que pintalgavam o seu peito moreno e depilado. Pelo meio, íamos partilhando as duas o líquido que recolhíamos com as nossas bocas. Até que, segurando firmemente o pénis quase “morto” com uma mão, ela disse:

- Não querido… não te vou deixar “morrer”…

E meteu-o de imediato na boca…

(continua...)

domingo, 10 de junho de 2012

Uma surpresa "late night"


Esperava eu que a viagem para Lisboa tivesse algum extra associado, mas não. Apesar de me ter vestido “a pedi-las” (até escolhi uma lingerie bem sensual!), fomos e viemos, exclusivamente a trabalho. Cheguei a casa extenuada, tinha sido um dia intenso, com várias reuniões, sempre a correr de um lado para o outro. Fechada a porta atrás de mim, despi-me e enfiei-me debaixo do chuveiro.
“Que decepção!”
Nem uma boca, nem um avanço, nada. O chefe tinha agido como se nenhum dos acontecimentos dos últimos dias tivesse ocorrido.
Fiquei uma eternidade no banho, aproveitando para relaxar. Quando, finalmente, fechei a água, ouvi vozes na sala. “Bolas!”. De facto, depois de tomar banho, adorava passear nua pela casa. Estando a Joana, acabava por a provocar e fazíamos amor. Estando sozinha, fazia amor comigo própria.
Ouvi o riso da Joana e uma voz de homem. Uma voz estranhamente familiar…
Podia ter ido directamente para o meu quarto mas, como o ambiente me pareceu animado, resolvi espreitar à socapa. Era a Joana e… o meu chefe?!
E já a Joana se encontrava apenas em lingerie… lindíssima! Vermelha, rendada, que lhe destacava as curvas do rabo e o decote. Ele, sentado no sofá e ela sentada em cima dele.
Como eles se conheciam, não fazia ideia… talvez um dos programas habituais dela. Ao vê-los assim, o meu corpo reagiu. Decidi juntar-me, mas esperei pelo momento certo.
O soutien dela voou e, alternadamente, as suas mamas desapareciam na boca dela. Comecei a tocar-me.
A Joana deslizou pelo corpo do chefe e ajoelhou em frente a ele. Em poucos segundos, aquele pénis descomunal foi libertado das roupas. A Joana tinha muita experiência mas, mesmo assim, não foi fácil enfiá-lo até à garganta como ela gostava.
Era a minha deixa.
Sem dizer nada, aproximei-me deles, já completamente húmida e louca de tesão. Beijei-o. No nosso último encontro as nossas bocas não se tinham cruzado. Meu deus… que língua! Já a tinha sentido dentro de mim e, cada vez que ela tocava a minha, desejava tê-la de novo no meu clítoris.
A Joana apercebeu-se da minha presença mas continuou o broche. Tive que lhe “ordenar” que o largasse, mas já não fui a tempo… O esperma transbordava da sua boca e deslizava pelo pénis dele.

- Sua puta! Agora vamos ter que o entesar de novo!
- Desculpa, mas não aguentei… Nunca tinha mamado num caralho assim!

Beijou-me e pude sentir na sua boca todo o sabor do macho que agora repousava.

- Cabra… Agora é a minha vez, mas como sou tua amiga, vou dar-te um presente.
- Será que vocês as duas vão continuar a falar como se eu não estivesse aqui? Tenho tesão que chegue para as duas!

- Xiuuuu, chefe! Aqui, a patroa, sou eu! Não estamos no escritório… deita-te e obedece!

O chefe deitou-se, totalmente rendido.

- Agora, tu, Joana, sentas essa coninha na boca dele… vais ter o melhor minete da tua vida.

A Joana obedeceu e eu fiquei a assistir, masturbando suavemente o pénis. Não demorou muito a que recuperasse a vitalidade e, nessa altura, deixei-o deslizar para dentro de mim. Fiquei frente a frente com a Joana e as nossas línguas entrelaçaram-se. Os nossos corpos ondulavam em cima do homem, na mesma cadência. Ele, tentava mexer-se, mas estava sucumbido pelas duas mulheres que dele extraíam o máximo prazer.
Os olhos da Joana reviraram e os seus gemidos tornaram-se mais intensos. Atingiu o orgasmo mas, agarrando-se firmemente às minhas nádegas, não saiu da boca dele:

- Continua cabrão! Dá-me outro!

Eu aumentei os movimentos das minhas ancas, também até me vir. Como a Joana, não mudei de posição:

- Anda! Fode-me e chupa a coninha dela… és o nosso escravo!

A Joana veio-se de novo rapidamente e assumiu o controlo das operações:

- Desculpa, amiga… mas também quero sentir isso!

E, practicamente, empurrou-me de cima do chefe e ocupou a minha posição, mas de costas para ele.

Surpreendendo-nos às duas, o chefe elevou-se no sofá, sem sair de dentro dela. Projectou-a para o chão e possuiu-a de quatro:

- Suas putas! Agora quem manda sou eu! Tu, abre as pernas!

Obedeci.

- Agora, tu, puta vais lamber a cona dela enquanto eu te fodo.

A Joana berrava! Não percebi se de dor, ou prazer, o que é certo é que deixou de se ouvir, quando a boca dela iniciou um minete em mim.

Eu estava em êxtase! Tive vários orgasmos durante aqueles minutos que mais pareceram horas.

Primeiro, pelo prazer que a Joana me dava com a boca; segundo, por vê-la a ser fodida daquela forma tão selvagem; terceiro, pela expressão de luxúria, gozo e loucura que inundava o rosto dele.

Finalmente, ela e ele atingiram o orgasmo, caindo no chão, um para cada lado… Eu voltei para o chuveiro.

terça-feira, 20 de dezembro de 2011

O professor e os alunos

Sexo e dinheiro sempre foram uma combinação explosiva. Fazer o que mais gosto na vida e, ainda por cima, ser bem paga, fez-me entrar no mundo da prostituição, praticamente sem olhar para trás. A Joana começou a passar-me alguns clientes, quando tinha marcações em simultâneo ou quando algum pedia uma dupla.

Apesar de tudo, eu sentia falta do prazer da conquista, da sedução. Sentia falta de possuir um homem que se tivesse rendido à minha sensualidade.

Por causa dos estudos e do atendimento aos meus clientes, fui ficando sem tempo para sair à noite e, a noite, era o meu campo de ataque favorito. Na faculdade não tinha muito por onde escolher, pois os meus colegas não despertavam em mim qualquer tipo de desejo.

Até que um dia, estava eu à porta de uma sala, esperando que o professor chegasse para iniciar a aula, quando surge ao fundo do corredor um verdadeiro deus grego: alto, cabelo curto mas ondulado, fato justo que revelava um corpo atlético e um olhar que me deu vontade de me despir logo ali. Para meu espanto, entra na sala e apresenta-se como sendo substituto do nosso professor habitual que, pelos vistos, estava gravemente doente.

Desde o primeiro contacto visual com aquele objecto de desejo que o meu corpo latejava na ânsia de ser possuído. Comecei a sentir o sumo da minha excitação verter para fora da minha vagina. Coloquei a mão esquerda entre as pernas e cruzei-as, de modo a efectuar pressão na minha zona genital. Nesse dia estava de leggings, pelo que o toque era mais intenso, quase directo. A minha mão direita ficou livre para poder tirar apontamentos. A Joana foi a única que se apercebeu da minha masturbação.
O orgasmo não acalmou o meu desejo, mas acicatou-o ainda mais. Estava determinada a ter aquele homem e o meu objectivo revelou-se atingível quando, no fim da aula, o atraente professor anuncia que estaria sempre disponível no gabinete para esclarecer as nossas dúvidas. Tomei nota dos horários de atendimento e do número do gabinete. No dia seguinte iria fazer-lhe uma visita.

No fim das aulas a Joana foi encontrar-se com um cliente e eu fui para casa. Não parava de pensar no professor e em mil e uma formas de o ter para mim. A minha vagina continuava em ebulição e eu estava ansiosa por chegar a casa e masturbar-me à vontade.

Há muito tempo que não me sentia assim, a ressacar por sexo, como uma gata no pico do cio. Precisava foder, precisava sentir um caralho dentro de mim, a rasgar-me…

Ao entrar no apartamento cruzei-me com os dois rapazes que moravam no apartamento ao lado. Enquanto fechava a porta ouvi-os comentar:

- É mesmo boa… e deve foder tanto!

“É agora” pensei.
Não fechei a porta. Saí novamente para o corredor e toquei à campainha. A porta abriu-se e eu entrei, sem pedir licença. Agarrei o primeiro rapaz que me apareceu, bati a porta atrás de mim e encostei-o à parede. Beijei-o intensamente. Apesar da surpresa, ele correspondeu e, em poucos segundos senti-o a crescer dentro das calças.

- Hey! Quem era? – perguntou o outro.

Ao ver a cena que se desenrolava, o rapaz n.º 2 não fez mais perguntas. Colocou-se por trás de mim, com as mãos nas mamas, enquanto me beijava e mordia o pescoço e pude sentir o seu pau já duro no meu rabo. Abri as calças do n.º1 e puxei-lhe o caralho para fora. Preparava-me para o abocanhar, mas senti as leggings serem baixadas até aos tornozelos, o meu fio dental arrumado para o lado e um pénis grosso, duro e quente a entrar dentro de mim, tarefa facilitada por ter a vulva e a vagina completamente encharcadas de tesão. O n.º 2 fodia-me com uma força e rapidez incrível, enquanto o outro me beijava e apalpava as mamas. Eu gritava, soltava obscenidades e pedia mais. O n.º 2 explodiu dentro de mim e senti o seu esperma deslizar nas minhas pernas. Pude então colocar-me de joelhos e chupar até ao limite o membro do n.º 1. O n.º 2 tinha caído no chão e admirava a cena enquanto que, com a mão, ia revitalizando o pénis.

- Rapazes, não há camas nesta casa?

Responderam afirmativamente. Então levantei-me, tirei a roupa toda e pedi para eles fazerem o mesmo. Fomos para o quarto e, durante duas horas dei prazer aos dois mancebos, enquanto que as suas vergas, com estocadas fortes e impregnadas de desejo, ajudavam o meu corpo a libertar a tesão acumulada pela visão arrebatadora do novo professor. Completamente louca, perdi a noção de tudo o que fizemos, de tudo o que lhes disse e perdi a conta aos orgasmos que tive. Quando finalmente senti o corpo acalmar, já os rapazes estavam de rastos sem conseguirem erecção. Todo o esperma produzido pelos dois jovens estava espalhado pelo meu corpo: na boca, nas mamas, na vagina, nas coxas e no ânus…

No final, enquanto me vestia, perguntei:

- Querem repetir?

- Sim! E podias trazer a tua amiga!

- Não abusem. Quem quer foder comigo tem que aprender uma lição: as coisas são sempre como eu quero, quando eu quero. Por isso, ninguém vai saber do que se passou aqui hoje, para além de nós os três. A próxima vez, vai ser quando eu quiser, entendido?

Eles limitaram-se a abanar a cabeça, em sinal de concordância.

terça-feira, 13 de dezembro de 2011

Artur

Antes do Artur chegar, estava nervosa. Apesar das histórias “retorcidas” que já tinha vivido, era a primeira vez que me prostituía e só de pensar na crueza da palavra, sentia-me mal. A Joana dizia “esquece o dinheiro e lembra-te que vais foder…”
A chegada do Artur apagou o meu nervosismo. Na hora, não compreendi porque é que um homem daqueles necessitava recorrer ao sexo pago. Com aquele corpo e aquele charme, qualquer mulher se derreteria toda. De fato escurto, camisa sem gravata, perfumado e um encantador cabelo grisalho.
Mais tarde, a Joana explicou-lhe que, de facto, ele podia ter o sexo que quisesse. Só recorria a ela e, provavelmente, a outras, para realizar fantasias.
A Joana cumprimentou-o com um beijo na boca. Eu, não sabia o que fazer e, enquanto estava a pensar em como abordá-lo, senti os seus lábios tocarem-me no rosto, provocando em mim um arrepio que me percorreu de alto abaixo.
Apresentações feitas, ficamos os três sentados, um pouco, no sofá, fumando um cigarro e bebendo whiskey.
Quando o assunto circunstancial de conversa começava a desvanecer-se, o Artur, delicadamente, pediu que eu e a Joana começássemos.
Ele ficou sentado no sofá. Acendeu mais um cigarro e verteu mais um pouco de whiskey no copo.
Eu e a Joana levantamo-nos e começamos a beijar-nos e a acariciar-nos. Sentindo o meu nervosismo, a minha companheira sussurrou-me ao ouvido:

- Faz de conta que ele não está aqui…

Mas eu não conseguia deixar de pensar que, dentro de pouco tempo, estaria a ser possuída por aquele homem que despertava tanto desejo em mim. Talvez por isso, libertei-me e comecei a direccionar o meu tesão à Joana.
Os nossos vestidos caíram aos nossos pés, ficando os nossos corpos cobertos apenas com os sensuais conjuntos de lingerie que tínhamos escolhido.
O Artur continuava a observar.

- Vamos para o quarto?

Disse isto e nem esperou por nós. Levantou-se, despiu o casaco e caminhou em direcção ao quarto onde, dias antes, tinha usado e abusado do corpo da Joana.

Eu e ela seguimo-lo de mãos dadas. Chegadas ao quarto, já ele desabotoava a camisa. O desejo levou-nos a aproximarmo-nos dele. Contudo, ele ordenou:

- Não.

E continuou a despir-se, ficando só em boxers. Deitou-se na cama.

Um bocado surpreendidas, continuávamos de pé, olhando para ele, sem saber o que fazer.

- Continuem… - disse apontando para um puff que a Joana tinha no quarto.

Antes de cairmos no puff, despimo-nos uma à outra, lentamente, sensualmente, mas cheias de desejo, trocando beijos molhados e intensos e soltando gemidos de tesão. Ficamos apenas com as meias de ligas e os sapatos.

A Joana empurrou-me para o puff e abriu-me as pernas, mergulhando a sua língua dentro de mim.

Fixei os meus olhos nos do Artur. Pensei que ele fosse masturbar-se enquanto nos via, mas não. Continuava apenas a observar. Atingi o orgasmo, sempre sem largar o olhar do homem. Percebi, então, que o seu nível de excitação estava ao máximo. Calculei que bastaria tocar-lhe para se vir.

Quando eu e a Joana nos preparávamos para trocar de papéis, finalmente, chamou-nos para a cama. Aí, verifiquei que a minha teoria estava errada. O Artur susteve o orgasmo horas a fio, enquanto eu e a Joana nos vínhamos sem parar.

Apesar de sermos nós as “prestadoras do serviço” e do Artur controlar sempre as posições, dar-nos ordens, insultar-nos e foder-nos com toda a sua força, fomos nós que desfrutamos daquele corpo maduro e tão conhecedor das artes do sexo.

Já quando estávamos completamente extenuadas, o lençol e os nossos corpos ensopados em suor, é que o Artur espalhou em cima de nós jactos quentes, intensos, espessos e abundantes de sémen, soltando simultaneamente um urro animalesco.

Pegou nas roupas e foi-se embora, sem dizer uma palavra, deixando um maço de notas aos pés da cama.

- Joana, não fomos enganadas?

- Como assim?

- Pelo que tu me disseste, os programas são de uma hora… nós fizemos três vezes mais! Eu gostei e, sinceramente, quero lá saber do dinheiro, mas tens que olhar pelo teu negócio.

A Joana desatou a rir às gargalhadas.

- Que foi? Que se passa?

- Ainda tens muito que aprender, querida… Vai contar o guito…

Um pouco envergonhada peguei no maço das notas… 100, 200, 300… 2000 euros!!!

- Fifty-fifty, querida! Agora vamos tomar um banho e dormir que amanha temos aulas!

segunda-feira, 14 de novembro de 2011

Férias no Algarve - O taxista

- Não vais provar nada. Vais vestir-te e bazar daqui.

Fiquei sem reacção! Nua e disponível à frente dele e dá-me uma tampa daquelas?

- Tens a certeza que é isso que queres?

- Ouve, miúda, noutra altura, às tantas até aproveitava. Mas estou cansado e preciso dormir…

Conformei-me, vesti-me e saí. Só quando cheguei à rua é que me lembrei que não tinha como ir para casa. No fundo da rua surgiu um táxi. Acenei feita doida. O carro parou e automaticamente entrei para o banco de trás. Cuspi a morada, fechei os olhos e recostei-me, na esperança de sentir o carro arrancar, mas o veículo não se mexeu.

O motorista estava especado a olhar para mim com um sorriso idiota estampado no rosto.

- Que se passa? Porque não arranca?

- Porque estou fora de serviço. – respondeu exibindo o mesmo sorriso.

- Então porque parou?

- Porque me pareceu em apuros e quero ajuda-la.

“Boa desculpa!”, pensei eu. O gajo queria comer-me. Analisei-o. Tinha bom ar, 25-30 anos, corpo bem tratado. Eu estava disposta, mas resolvi dar luta:

- Ouça… se me quer ajudar, leve-me a casa. Eu tenho dinheiro, posso pagar.

- Já lhe disse que não estou de serviço.

- Sendo assim, vou procurar outro táxi…

Abri a porta do táxi e saí, fazendo questão de não olhar para trás e fingindo que procurava outro táxi para apanhar. Enquanto olhava para um ponto inexistente no horizonte, senti um forte perfume, masculino, intenso, que, num acto reflexo, mas fez voltar. Era o taxista de novo. De pé pude apreciá-lo melhor e todo ele era apetecível. Contudo, decidi manter o meu jogo.

- Eu não sei o que quer mas, das duas uma, ou me leva a casa, ou desampara-me a loja!

- São 8h da manhã e a menina está vestida como se fosse para a noite; tem a roupa amarrotada e um ar cansado; quer um táxi para regressar; pelo seu sotaque, calculo que não seja algarvia; deve ter entre 16 e 18 anos… provavelmente 18… está cá de férias como prenda por ser boa aluna e por ir para a faculdade; calculo que esteja com os papás com um grupo de amigas; borga ontem à noite, entreteve-se com um gajo toda a noite e agora tem que ir para casa, se não vai ter sarilhos.

- Muito perspicaz! Acertou em quase tudo. E agora? Vai levar-me a casa?

O cromo pareceu ignorar a minha pergunta.

- Estive a trabalhar toda a noite e ia agora para casa. A minha profissão, apesar de me proporcionar contactos com muita gente, é solitária. Gostava de ter um pouco de companhia, agora que o meu “dia de trabalho” está a terminar.

- Então há bocado estava preocupado comigo e queria ajudar-me, agora já precisa de companhia? Decida-se, ou então seja sincero. Sabe… eu já ouvi muitas desculpas de homens que me queriam saltar em cima e o senhor não tem jeitinho nenhum.

K.O. para a Marta. O “Don Juan” de meia-tigela ficou mudo e quedo. Continuei:

- Estou um trapo. Preciso de tomar banho, trocar de roupa e descansar. Mas não posso negar que tu não és de se deitar fora.

O rapaz recuperou a fala:

- Isso quer dizer que…

Interrompi:

- Quer dizer que me vais levar a casa, como eu estou farta de pedir e depois vê-se.

Caminhei resoluta de volta ao táxi e voltei a sentar-me no banco de trás. Rendido, o motorista seguiu-me.
Ao chegarmos ao prédio, ele tentou logo agarrar-me no elevador mas, mais uma vez, cortei-lhe o tesão:

- Meu menino… as coisas são à minha maneira!

- Mas…

- Mas o quê? Entre obedeceres e teres uma manha de sexo inesquecível ou armares-te em garanhão e ires para casa a chupar no dedo, o que preferes?

Confesso que depois de ter dito isto, me arrependi. Não conhecia o gajo de lado nenhum e estava sujeita a que ele se passasse da cabeça e cometesse alguma loucura. Mas não. Meteu o rabinho entre as pernas e fez tudo o que lhe pedi.

Ao entrar em casa, deixei-o no hall, enquanto fui procurar a Ana. Estava a dormir. “Óptimo! Isto vai ficar ainda mais engraçado!”

Voltei para o meu “motorista” e beijei-o loucamente. Instantaneamente, senti-o a crescer. Estava mesmo cheio de tesão.

- Querido… vamos tomar um banho juntos, antes de eu… te comer todo?

Falava com dificuldade, pois a sua boca já me devorava e as suas mãos apalpavam-me toda.

- Sim…

Fomos para o duche. Depois de alguns beijos e apalpanços, ajoelhei-me e abocanhei-lhe o sexo. Eu estava nas nuvens, sentindo a água escorrer no meu corpo e a misturar-se com a saliva que eu ia espalhando naquele pénis. O rapaz não aguentou muito tempo. Estava de facto com muito tesão acumulado e ejaculou nas minhas mamas.
Nisto, a cortina do duche abriu-se. Era a Ana. Provavelmente acordou com o barulho da água, juntamente com os grunhidos do meu parceiro.

- Puta! Tu só pensas em foder?

- Já sabes que sim, amor! Mas, para não ficares triste, podes usá-lo!

Então a Ana despe-se, entra no duche e beijamo-nos. Ela sorveu as gotas de esperma que ainda repousavam nas minhas mamas.

- Hmmm… adoro este sabor! Quero senti-lo bem fundo na minha boca!

Apesar de se referir ao rapaz, a Ana falava a olhar para mim, como se ele não estivesse lá.

Por sua vez, o taxista (de quem eu ainda não sabia o nome) estava totalmente atordoado com a situação que estava a viver.

A Ana deixou-me e foi-se agarrar ao rapaz, beijando-o avidamente na boca e com uma mão a segurar-lhe o pénis que ainda se mantinha firme depois do broche com que tinha sido brindado.

A Ana começou a provocá-lo:

- Vais ter tesão para nós as duas? Tens noção que te vamos levar para a cama e não te vamos dar um segundo de descanso? Sabes que só te vamos deixar quando já não tiveres gota de leite nesses tomates?

Esta conversa dela deixou-me completamente doida. A água continuava a correr. Coloquei-me por trás dela e enfiei-lhe dois dedos na vagina e o polegar no cu, enquanto ela continuava a masturbar o taxista e a beija-lo. Ficamos assim alguns minutos. Ele ia alternando entre a minha boca e a boca dela. Por vezes beijávamo-nos os três, até que a Ana atingiu o orgasmo e, ainda ofegante, decretou:

- Vamos para a cama!

terça-feira, 8 de novembro de 2011

Férias no Algarve - Round 1

Após terminarmos o 12º ano, ambas com excelentes notas nos exames e que, praticamente, nos garantiam a entrada na faculdade, os nossos pais premiaram-nos com umas férias no Algarve… as duas… sozinhas.

No nosso íntimo sabíamos que seria uma despedida. Dentro de pouco tempo seguiríamos rumos diferentes e, dificilmente, conseguiríamos manter a nossa fidelidade à distância, conhecendo outros ambientes e outras pessoas.

Portanto, íamos decididas a aproveitar cada segundo, dispostas às maiores loucuras para que aquelas duas semanas fossem únicas e inesquecíveis.

Os pais da Ana disponibilizaram-nos o seu apartamento de férias, dado que eles iriam viajar para o estrangeiro. O irmão teria que passar o Verão em casa, dado que tinha que estudar para exames em Setembro. Por isso, estávamos por nossa conta: jovens, bonitas e cheias de tesão.

Como é natural, os primeiros momentos na nossa casa de férias foram para matar o desejo que nos tinha consumido durante a viagem. Após termos feito amor, ficamos deitadas na cama, nuas, fumando o mesmo cigarro. A Ana, sempre que dava uma passa, espalhava o fumo, com um leve sopro, pelo meu corpo nu. Cansadas da viagem e do sexo, adormecemos. Quando acordamos já era de noite. A dispensa e o frigorífico estavam vazios pelo que fomos forçadas a jantar fora. Tomamos banho e produzimo-nos para a noite.

Depois de jantar, percorremos alguns bares. Obviamente, despertávamos a atenção de todo o tipo de homens: adolescentes como nós, homens mais velhos, mas ainda jovens, homens com idade para serem nossos pais. Claro que algumas mulheres também nos miravam, mas para isso tínhamo-nos uma à outra.

Num determinado bar, focamos a nossa atenção num grupo de trintões bastante atraentes. Eles eram seis, nós apenas duas. Uma orgia (pelo menos naquele dia) estava fora de questão, pelo que escolhemos os dois mais interessantes para atacar. Primeiro tínhamos que os isolar do resto do grupo. A Ana levantou-se de cigarro apagado na mão. Caminhando de forma sensual dirigiu-se ao que tinha escolhido e pediu lume. O homem, de forma desinteressada passa-lhe o isqueiro. A Ana pega nele, volta costas e regressa à nossa mesa, acendendo o cigarro pelo caminho.

Os cinco amigos riram-se da situação. O assaltado levantou-se e dirigiu-se a nós:

- A menina tem algo que me pertence…

- Ai sim?

- Sim… o meu isqueiro!

- Ooopss… Pois… sou mesmo distraída…

- É distraída ou queria um pretexto para me afastar dos meus amigos?

- Hmmm… que perspicaz! Mas sabe… aqui a minha amiga não tira os olhos ali do seu amigo de t-shirt azul escura… pode chama-lo?

Eu estava totalmente embasbacada com a Ana. O homem regressou à mesa para chamar o amigo e eu perguntei à minha namorada onde é que ela tinha aprendido a ser assim.

- Nos filmes querida… A pornografia não serve só para te dar tesão.

Meia hora depois estávamos a sair, cada uma para seu lado, com um homem diferente. O meu chamava-se Pedro.

- Onde queres ir? – perguntou.

- Escolhe tu…

- Podemos ir a uma discoteca.
- Fixe! Adoro dançar!

- Importas-te só que passemos por minha casa para ir buscar o meu carro? É que eu estou a passar férias aqui perto, mas a discoteca ainda é longe.

- Claro!

Ao entrarmos na garagem, praticamente deserta de veículos, tive uma visão e decidi por em prática.

Entramos no carro, o Pedro ia por o cinto, mas eu não deixei. Atirei-me à boca dele e beijei-o com toda a luxúria, enquanto a minha mão direita acariciava-lhe o pénis por fora das calças.

Enquanto o beijava, sussurrei:

- Eu gosto de dançar… mas o meu tipo de dança é diferente…

E nisto, pus-me em cima dele.

- Então não queres ir dançar lá para cima?

- Quero… mas primeiro dançamos aqui… é mais excitante!

- Podemos ser vistos!

- Não quero saber!

Foi uma típica rapidinha de carro: arrumar a cuequinha para o lado… e já está.

- És de mais!

- A noite ainda está a começar querido.

Fomos então “dançar” para o apartamento. Mal entramos no elevador, ajoelhei-me disposta a revitalizar o pénis que, minutos antes tinha estado dentro de mim. Fiquei surpreendida com a rapidez com que o senti de novo duro na minha boca. O elevador parou, a porta abriu-se e eu ainda de joelhos a chupá-lo.

“Dançamos” toda a noite. Há muito tempo que não estava sozinha com um homem e resolvi aproveitar ao máximo. Adormecemos já de madrugada.

Fomos acordados pelo rapaz que tinha saído com a Ana:

- Ainda estás aqui? Olha que a tua amiga já foi para casa…

Ensonada, nem me preocupei com a minha nudez perante o desconhecido e procurei o telemóvel.

Tinha várias SMS e chamadas da Ana a perguntar onde eu estava. Uma das SMS dizia: “Como correu? Ou ainda está a correr? O meu foi um espectáculo! Fez cada coisa! Só provando!”

Respondi: “Ainda está a correr. Vou agora provar o teu.”

sexta-feira, 21 de outubro de 2011

Upgrade (parte II)

Nua e com aquele sorriso malicioso que tantas vezes eu tinha visto antes, durante e depois de fazermos amor. Levantei-me da cama e dirigi-me à minha namorada:

- Obrigada por teres vindo. Tinha-te pedido para vires bem vestida, mas não estava á espera que viesses nua!

Beijamo-nos. Os nossos corpos um contra o outro. Confesso que uma das melhores sensações de fazer amor com a Ana era sentir os meus seios contra os dela.

- Eu vim bem vestida. Mas ao entrar apercebi-me que não ia precisar de roupa para o que vinha aqui fazer.

Novo beijo.

O Ricardo continuava deitado, incrédulo. Duas mulheres nuas, trocando carícias à frente dele e, tudo indicava, dispostas a sexo com ele.

- Já viste a tua surpresa?

- És um amor!

- Anda!

Peguei na mão da Ana e conduzi-a ao Ricardo que continuava sem dizer nada, mas com o pénis preparado para a investida.

Beijaram-se. Eu fiquei deitada ao lado deles a observar. Rapidamente, a mão da Ana procurou o sexo de Ricardo. Acariciava-o como se lhe estivesse a tirar as medidas.

Beijei os dois, beijamo-nos os três e resolvi afastar-me. Sentei-me num puff a observar, com as pernas cruzadas e a mão entre elas. Eles ali ficaram, totalmente entregues um ao outro.

A dada altura, ao colocarem-se na posição 69, a Ana fixou o seu olhar no meu enquanto sugava o pénis do Ricardo.

Não aguentei tanta tesão e tive um orgasmo. Ofereci os meus dedos à Ana que fez com eles o que estava a fazer ao rapaz.

Lembrei-me, então, que os meus pais poderiam voltar e fui recolher as roupas que tinham ficado espalhadas pela casa. Seria pouco provável, dado que estes jantares costumavam durar até às tantas.

Ao pegar nas calças do Ricardo, caiu um preservativo. “Está na hora de dar outro presente à Ana”.

Juntei-me de novo a eles na cama. Nesta altura a Ana já gritava e eu conhecia muito bem aquele grito. Estava prestes a atingir a plenitude do prazer carnal.

O Ricardo, por sua vez, desesperava. Então decidi que era altura de ele ser recompensado por satisfazer aquelas duas raparigas, doidas por sexo. Montei-o, segurando o preservativo pela mão:

- Estás a ver isto? Vais usá-lo na Ana… Mas antes vais foder-me de 4! Quando te estiveres a vir, tiras fora e espalhas o teu leite no meu rabo, sim?

Nem conseguiu responder. Coloquei-me de gatas. Ao meu lado, a Ana recuperava do orgasmo, mas ainda teve força para se colocar debaixo de mim, e sugar-me as mamas. Entretida com as carícias da Ana, fui surpreendida por uma forte estocada do Ricardo. Estava selvagem, animalesco, fodendo-me com toda a força! Esta fornicação bruta não terá durado uns 30 segundos, o que se compreendia, devido ao tesão acumulado pelo macho. Então senti os jactos de sémen no meu rabo, nas costas, chegando até ao pescoço. A doida da Ana apressou-se a limpar-me com a sua própria boca.

Beijou-me e eu pude sentir o sabor do Ricardo na boca dela. Na minha mão continuava o preservativo…

- Querida, está na hora de outra surpresa… mas primeiro temos um macho para revitalizar.

Nisto, ouvimos a porta da entrada. Os meus pais!

Pus em prática o plano de emergência que tinha desenhado na minha cabeça: Ricardo, debaixo da cama; Ana, veste-te rápido; eu enfiei uns calções e uma tshirt. Apressei-me a ir à sala informar que a Ana estava a estudar comigo.

- Está bem filha, nós vamos dormir, porque estamos cansados.

Sim, dormir… Quando eles se deitavam assim cedo, eu sabia muito bem o que acontecia depois, pois ouvia no meu quarto.

A Ana, esperta como um rato, ligou a música, não muito alta mas o suficiente para disfarçar os sons do nosso prazer. Em poucos minutos estava restabelecida a normalidade.

O que se seguiu foi um festim dos sentidos: 3 corpos numa cama, entregues à luxúria; gemidos e murmúrios; toque e carícias; o odor do sexo feminino e do sémen; e os sabores emanados pelos corpos.

A certa altura, quando já estávamos em pleno transe erótico decidi que era altura da segunda surpresa da Ana:

- Meu amor, vais tornar-te mulher e o Ricardo vai ter o prazer de te ajudar.

Coloquei o preservativo ao Ricardo. Sentei-me encostada à cabeceira da cama e abri as pernas para que a Ana se encaixasse no meu colo.

O Ricardo veio e, muito lentamente e cuidadosamente, entrou dentro dela. Eu beijava-a e acariciava-a. O rapaz beijava-nos. Estávamos em harmonia perfeita até ao orgasmo dele. A Ana não se veio, talvez pela dor, mas estava radiante.

Repousamos juntos mais uns minutos, até à hora de eles se irem embora. Antes de dormir, masturbei-me mais uma vez, recordando aquela noite a três.

segunda-feira, 17 de outubro de 2011

Upgrade (parte I)

Obviamente, a primeira coisa que fiz quando cheguei a casa, foi ligar para a Ana e contar-lhe tudo o que tinha acontecido entre mim e o pai dela, excepto, como é óbvio o “pormenor” de que o homem que me tinha possuído era, de facto, o pai dela.
Ao descrever-lhe os pormenores fui ficando excitada e ela também. Acabamos por nos masturbarmos ao telefone.
Agora que tinha atingido um objectivo tão importante para mim, senti de novo saudades do corpo da Ana. De beijar os seus lábios doces, sentir a sua língua na minha, os meus seios contra os dela, saborear o seu suco vaginal, fazê-la gritar o meu nome.
Voltei a ligar-lhe:

- Preciso muito estar contigo! Quero fazer amor…

- Eu também, querida! E agora já te posso penetrar bem fundo!

- Não queres vir cá casa hoje à noite?

- Vou pedir ao meu pai para me levar.

Ao ouvir isto, senti um arrepio de tesão. As minhas fodas favoritas juntas no mesmo carro. Nenhuma desconfiando do que se passava entre mim e a outra. Por breves instantes cheguei a pensar em algo a três…

- Ana, estás aí?

- Ah… sim, desculpa, distraí-me aqui com uma cena.

- Então logo estou aí!

- Sim… anda bem vestida!

- Como uma puta?

- Como a minha puta!

Após desligar, os meus pais batem porta do meu quarto.

- Filha, hoje à noite vamos sair. Temos um jantar em casa de uns amigos. Desculpa só avisar agora, mas foi combinado à pressa. Tens o teu jantar no micro-ondas.

- Tudo bem… divirtam-se!

Sozinha em casa, com a Ana… mas a Ana só vinha depois de jantar… precisava de algo mais. Percorri a lista do meu telemóvel à procura de um nome que me trouxesse boas memórias. Ricardo! Passei bons momentos com ele. Nunca tínhamos ido até ao fim, mas agora a situação era diferente. Mandei SMS “Estou sozinha em casa. Queres vir matar saudades?”
A resposta veio quase de imediato: “Estou a ir para aí…”
Duche rápido, creme, lingerie, produção…  Optei por uma lingerie azul escura. O soutien destacava ainda mais os meus seios. As cuecas eram tipo “short” todas rendadas, cobrindo apenas metade das nádegas. Blusa com os botões abertos até meio e saia curta (como eram quase todas as minhas saias).
Acabava de pintar os lábios quando a campainha tocou.
Lindo e sexy como sempre, o Ricardo ali estava, barbeado e perfumado, sorrindo para mim
Então, lembrei-me da Ana! SMS: “Quando cá chegares tenho uma surpresa para ti!” Resposta: “A melhor surpresa era teres aí um gajo!” Mal ela sabia que tinha acertado em cheio.
Um beijo terno e um olhar prometedor. Peguei-lhe pela mão.
Sentei o Ricardo no sofá. Um pouco de conversa de circunstância. Ele tenta beijar-me:

- Calma, querido!

Levantei-me, esforçando-me por caminhar de forma bem sensual à sua frente. Reduzi a luz para criar um clima sensual. Acendi algumas velas que a minha mãe usava para disfarçar o cheiro a tabaco (os meus pais costumavam fumar dentro de casa). Sentei-me na mesa de jantar, que ficava atrás do sofá…

- Ricardo…

Voltou-se e eu vi todo o desejo nos seus olhos. Veio até mim. Agora deixei-o beijar-me à vontade. Desapertei-lhe a camisa e deixei-a cair no chão. Abri as pernas e prendi-as à volta dele. As suas mãos agora viajavam. Desapertou a minha blusa…

- Tinha saudades delas…

- Hmmm… pois hoje vais ter a oportunidade de conhecer algo novo…

- Finalmente?

- Finalmente.

Nisto as suas mãos prenderam-me as cuecas. Cinco segundos depois estavam no chão, em cima da camisa dele. Deitei-me para trás na mesa. O Ricardo ajoelha-se no chão e com a boca e a língua leva-me ao meu primeiro orgasmo daquela noite.

- Vamos para um sítio mais confortável? – perguntei.

- Sim! – respondeu ele, num tom de voz que demonstrava toda a sua vontade de entrar dentro de mim.

- Deixa-me só resolver um assunto.

Peguei no telemóvel e nova mensagem para a Ana. “A porta da rua fica aberta. Entra directamente para o meu quarto”.

O Ricardo ia apanhar a camisa dele e as minhas cuecas. Impedi-o. Naquele momento queria imaginar que aquela casa era minha na totalidade e que podia espalhar os vestígios do sexo por todos os cantos.

A caminho do quarto caiu o meu soutien, a minha saia, os sapatos, as meias e as calças do Ricardo. Imaginava qual seria a reacção da Ana ao ver aquele trilho de tesão espalhado pela casa.

Deixei a porta do quarto aberta para trás. Deitei o Ricardo na cama. Beijamo-nos avidamente e, como seria de esperar, deslizei a minha boca por aquele peito depilado e bem definido, até chegar ao objecto que desejava ter dentro de mim. Ao fim de algum tempo a dar o melhor de mim àquele pénis, girei o meu corpo, oferecendo, novamente, o meu interior à boca hábil do Ricardo.

Era impressionante a forma como ele se controlava e retinha o orgasmo, apesar de me proporcionar o prazer supremo a mim e apesar da forma como a minha boca devorava o seu sexo.

Estivemos imenso tempo em jogos de prazer. Os nossos corpos jovens, bem constituídos e sensuais, enrolavam-se num único, procurando a união definitiva.

- Quero-te tanto… quero-te toda! – sussurrou-me, entre beijos.

- E podes ter-me… agora!

Nisto vejo a Ana à porta do quarto, sorrindo, completamente nua…