Preparei-me o melhor que sabia para deixar um homem louco. Com classe, sem revelar demasiado, mas incrivelmente sensual. Depois de tomar banho, vesti-me lentamente, apreciando ao espelho o efeito que cada nova camada de roupa criava no meu corpo.
Adorava sentir a renda e a seda na minha pele, o meu próprio perfume, a cor do baton...
O Professor foi-me buscar e, também ele, estava deslumbrante. Pensei que, se as coisas corressem mal com o amigo dele, poderíamos foder a noite toda.
Deslumbrante era também o hotel onde foi o encontro.
Esperamos uns 15 minutos pela chegada de Bernardo, assim se chamava o amigo. A noite tornava-se perfeita. Bernardo era daqueles homens que deixa qualquer mulher carregada de choques electricos.
Alto, com um corpo incrivelmente esculpido e o ar confiante, mas não arrogante, dos homens bem sucedidos. Impecavelmente vestido, perfume discreto mas arrebatador. Definitivamente, um homem que nunca na vida precisaria de pagar para ter sexo.
A sua voz era tranquila, clara e durante o jantar falamos apenas de trabalho. O Professor ouvia. Foi um jantar descontraído, mas ao mesmo tempo profissional. De forma alguma, aquele homem deixava transparecer que procurava, naquela noite, algo mais que uma relação laboral.
Após o café, não me surpreendeu que, muito educadamente, me pedisse para não fumar junto a ele. Tinha ar de quem cuida do corpo, da saúde. Começava a ficar confusa, pois estava à espera de outro tipo de homem.
- Marta, calculo que o Professor lhe terá explicado que esta não é uma entrevista de emprego normal...
- Sim, mas até agora, tirando o facto de estarmos a jantar num Hotel de 5 estrelas, é o que está a ser.
- Exacto, tem razão. Mas eu gosto de organizar os assuntos. Poderemos, então, subir até à minha suite?
Para meu espanto, o Professor acompanhou-nos. Não trocamos uma única palavra no elevador.
A suite estava iluminada com uma luz ténue, mas que deixava antever uma decoração sóbria e elegante. Havia champanhe, Bernardo serviu-nos.
- A Marta tem o perfil que procuro para a minha empresa. Mas, a pessoa que eu procuro, terá que ter outras skills...
- Tais como?
O Professor sentou-se num cadeirão, bebendo calmamente o seu champanhe. Bernardo pousou a flute e aproximou-se de mim, sem que o seu olhar largasse o meu. Conduziu-me pela mão até à janela, colocando-se por trás de mim.
Sentia agora o seu perfume, cada vez mais inebriante. Lá fora as luzes da cidade, algumas pessoas na rua, carros que passavam.
Os seus dedos levantaram-me subtilmente o vestido, com os polegares a contornarem-me as nádegas. Ao mesmo tempo, senti os seus lábios contornarem-me o pescoço. Queria beijá-lo...beijá-lo intensamente, mas o seu corpo já me prendia contra a imensa janela. Senti o meu fio dental de renda e seda deslizar pelas pernas até aos tornozelos. Gemi. O vestido subiu de novo. Os dedos de novo... Todo o meu corpo estava arrepiado. Nunca tinha sido tocada assim. Toda eu era tesão, estava prestes a explodir. Mas aquele homem dominava e controlava o meu desejo.
Senti o mel do meu corpo deslizar para o exterior e os seus dedos deslizarem para o interior de mim. A partir desse momento, o meu transe foi total, até atingir um orgasmo curto, mas intenso, provocado apenas pelos dedos e pelo respirar da sua boca junto à minha.
- Não te vires... - disse ele.
Aguardei. Submissa, mas ansiosa por mais... Precisava de mais, queria mais. Mas eu sabia, que teria que dançar ao som da sua música. A noite estava apenas a começar e sentia que seria uma noite de descoberta de novos prazeres...
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quarta-feira, 18 de novembro de 2015
terça-feira, 25 de fevereiro de 2014
Recrutamento
Precisava de um emprego.
Não tinha problemas de dinheiro, mas convinha ganhar algum. Abri de novo o
computador, à procura de sites da especialidade.
Estava eu a selecionar
anúncios para eventuais candidaturas, toca o meu telefone. Era o Professor.
Sim, aquele com quem tinha fodido à grande.
Disse que um amigo dele
precisava de uma assistente para a empresa dele, mas que a candidata deveria
ter umas “certas qualidades”. Não podia falar comigo por telefone. Tínhamos que
nos encontrar.
Não pude deixar de
recordar os momentos que passei com ele, debaixo dele, em cima dele.
Combinamos o encontro e
eu decidi preparar-me convenientemente. Este reencontro merecia ser especial.
Fui às compras. Queria estar sexy para ele, pô-lo teso mal me visse. Mas também
queria que me visse como uma senhora e não a miúda universitária que tinha
comido.
Não olhei a despesas.
Comprei a melhor lingerie que encontrei, preta, com uma mistura entre redas e
sedas. Sapatos de salto alto, fino. E um vestido que tinha tanto de sofisticado
como de atrevido.
Na hora de me vestir para
o encontro, decidi não colocar a tanga. Levei-a na bolsa.
Encontramo-nos numa
esplanada. Ele continuava deslumbrante e, por mim, deixava-o foder-me mesmo
ali… à frente de toda a gente.
Cumprimentamo-nos com
dois beijos e, quando nos sentamos, tirei a tanga da bolsa. Coloquei-a em cima
da mesa:
- Toma, é para ti.
Nem chegamos a fazer o
pedido. Dois minutos depois estava a cavalga-lo, dentro do carro dele, em plena
luz do dia.
Que tesão era aquele
homem!
Viemo-nos ao mesmo tempo
e ele ejaculou de tal forma que o assento do carro ficou manchado. Só para o
provocar decidi engolir o sémen que ficou espalhado no pénis, nos tomates, nas
pernas e… no assento.
- Continuas saboroso. Agora,
diz-me que não me ligaste só para me foderes. É que estou mesmo a precisar de
um trabalho.
- Pois… ouvi dizer que
fizeste merda e foste despedida. Mas olha… tenho grande proposta para ti. Um
amigo meu precisa de uma assistente, alguém com a tua formação, a tua
competência e o teu tesão.
- Ui… quer uma puta que
também faça outro tipo de trabalho?
- Basicamente. O sexo
será um extra, sem dúvida, mas ele viaja muito, dentro e fora do país. Assim,
tem um dois em um: uma secretária competente, com conhecimentos de gestão,
direito, etc., e que seja boa na cama. Ele paga muito bem. Vais ter uma vida de
princesa. A trabalhar muito é certo e a foder muito também. Mas isso não é
problema para ti, pois não? Além disso, imagina-te a fazer compras em Paris,
Roma, Milão… Vale bem a pena, não?
- Hmmm… e o teu amigo
vale a pena?
- Queres conhecê-lo?
- Diz-me primeiro se ele
é jeitoso.
- Depois da oferta que te
fiz, acho que não podes ser esquisita…
- OK. Tens razão… Quando
nos vamos encontrar com ele?
- Hoje à noite, ao
jantar. Escolhe um bom vestido, porque vamos a um sítio de luxo, mesmo. Agora
faz-me um broche e eu levo-te a casa.
Não protestei, pois
adorava mamá-lo. Além disso, ele arrancou com o carro, o que me deu um tesão
ainda maior. Ele veio-se a meio do caminho. Convidei-o para entrar, mas
recusou:
- Vocês mulheres fodem
quando querem, mas nós precisamos recarregar a arma. Logo à noite quero estar em
forma e tu também tens que estar. Xau!
E beijou-me na testa.
Seria aquilo uma
promessa?
sábado, 15 de fevereiro de 2014
De volta...
Nesse dia tornei-me
frígida. Procurava mas não conseguia ter prazer. Saí à noite, paguei a prostitutas
e prostitutos, procurei sexo em todo o lado, masturbei-me incessantemente, mas
nada…
Tudo se tinha esvaído
naquela família.
Perdi o interesse por
tudo, incluindo pelo trabalho e acabei por ser despedida.
Fiquei uma semana fechada
em casa, a beber, fumar charros e a pensar pôr fim à minha vida.
A dada altura, enquanto
navegava na net, deparei-me com o site de acompanhantes de luxo e recordei-me
dos programas que tinha feito durante os tempos da faculdade. Embriagada pelo
álcool e pela droga, viagem até esses tempos e sou capaz de jurar que recordei
cada cliente. Instintivamente, as minhas mãos tornaram-se nas mãos daqueles que
me possuíam e a minha pele voltou a ganhar vida. Conseguia ver-me entregue a
eles, de pernas abertas, de quatro, montada, de joelhos, a chupar, a lamber… a
foder. Via o seu êxtase quando se vinham, a frustração quando não conseguiam, o
espanto perante o meu corpo nú. E senti correr dentro de mim a seiva de que há
muito sentia falta.
O meu corpo aquecia e
agora imaginava-me tomada por todos eles ao mesmo tempo. As bocas, as mãos, os
pénis. Sentia os meus mamilos tão erectos que pareciam querer ejacular; sentia
o meu suco deslizar para o ânus e sentia o ânus ser penetrado sem piedade;
sentia a minha cona devorada por bocas famintas e penetrada por grossos
caralhos. Chorava de dor. Chorava de prazer. Chorava com vontade der ter mais e
mais… um orgasmo, um grito, um espasmo e depois mais outro, mais outro, mais
outro…
Acordei horas mais tarde,
transpirada em suor e suco vaginal. Faltava-me o sémen. Estava nua, no chão,
com um charro apagado de um lado e um copo de whiskey vazio do outro… a
garrafa, essa, tinha rolado para debaixo de um móvel.
Ri. Ri às gargalhadas.
Voltei a tocar-me e rapidamente tive um novo orgasmo. O meu corpo estava de
volta!
terça-feira, 24 de setembro de 2013
Último round...
- De certo achas muito
estranha toda a cena da família da Ana…
- Sim… Ok, excita-me,
agrada-me… Mas bolas! É estranho!
- É.
- Mas o que é que tu
sabes sobre eles?
- Sei que não são uma
família.
- Ah?
- A Ana e o irmão não são
filhos dos “pais” deles.
- Não?
- Não. Foram adoptados.
- E eles sabem disso?
- Sabem.
- Mas…
- Eu conto-te tudo.
Basicamente, os “pais” da Ana são tarados sexuais, para lá daquilo que possas
imaginar. Tarados ao ponto de adoptarem duas crianças, simplesmente, para os
treinarem a ser máquinas sexuais. As tuas primeiras experiências com a Ana, o
teu caso com o irmão dela, o teu caso com o pai dela… Tudo foi premeditado e
estudado ao pormenor.
- Não posso crer…
- Sim, todos sabiam de
tudo.
- E tu, como soubeste?
- Como tu, fui apanhada
na teia. O irmão dela seduziu-me e fodemos à grande. Mas, desde cedo, estranhei
o ambiente vivido naquela casa, principalmente a forma como os cotas olhavam
para mim. Estranhei mais ainda, quando apanhei a Ana a foder o “irmão”…
- Fogo…
- Yah. Nesse momento,
decidi investigar e tentar rentabilizar a coisa para o meu lado. Não foi
difícil ir para a cama com cada um dos quatro, individualmente, filmar tudo e
gravar as revelações que cada um ia fazendo. Depois, foi só montar um vídeo,
confrontar a família maravilha e ameaçar divulgar o conteúdo do filme. Foi
nessa altura que me contaram toda a verdade.
- Surreal…
- Mesmo… o problema é que
estou farta dos jogos deles. Quero sair da teia, mas não consigo e tu, minha
querida, também já estás muito enterrada nisto.
- Dentro em breve volto
para o Porto…
- Volta. Muda de número
de telemóvel e esquece-os.
- E tu, porque não
consegues sair?
- Depois de fazeres um
broche com uma pistola apontada à cabeça… Os pais queriam brinquedos, adoptaram
os filhos. Agora toda a gente quer-me a mim (e a ti!) como brinquedo. Por isso
te digo, foge! Antes que as coisas fiquem sérias para o teu lado…
Ao ouvir tudo isto,
simultaneamente com a estranheza, crescia em mim o tesão. Então, decidi.
- Obrigada por me teres
contado. Agora, preciso fazer algo antes de fugir…
Vesti-me e dirigi-me a
casa. Tomei um banho e produzi-me para o sexo. Olhei-me ao espelho e nunca me
senti tão puta como naquele momento.
Primeiro, o consultório
do pai. Cheguei sem aviso prévio. Dirigi-me à recepcionista que já me conhecia.
Anunciou-me de imediato e, de imediato, a porta abriu-se.
Nem “boa tarde”. Mal a
porta se fechou, a minha boca devorou a dele enquanto lhe abria as calças.
Apesar da idade já avançada, o pénis rapidamente se ergueu desejoso de me
penetrar. Contudo, foi a minha boca que primeiro o recebeu. Chupei-o sem parar
até sentir os jactos quentes na minha garganta.
- Agora, fode-me!
Levantei a já de si
reduzida saia e coloquei-me debruçada na secretária, de rabo empinado à espera
da estocada.
Senti o fio dental ser
arrumado para o lado e, logo de seguida, o caralho que me tirou a virgindade
anos antes penetrava-me com toda a força.
- Porquê esta surpresa
agradável? Saudades minhas? Relembrar o passado…
- Tesão… apenas tesão… a
minha cona precisava de ti… Fode-me até te vires de novo e encheres-me de
leite!
Nem estranhei ele não ter
amolecido após o broche. Sendo tarado como era, provavelmente estaria
“medicado”, para aviar a mulher, a suposta filha, ou qualquer outra cona que
lhe aparecesse à frente.
Poucos minutos depois, a esporra
escorria-me pelas pernas e eu preparava-me para o objectivo seguinte.
Peguei no telemóvel:
- Ana, onde estás?
Onde ela estava na
altura, agora não vem ao caso, mas meia hora depois estava na minha boca a
vir-se de tal forma que quase “squirtava” para cima de mim:
- Foda-se que nunca te
senti assim! O que se passa?
- Tesão… precisava
comer-te, sentir o teu sabor na minha boca. Agora, fode-me.
Encostou-me à parede, de
rabo virado para ela e penetrou-me com os dedos enquanto me insultava ao
ouvido:
- Toma, puta de merda! Já
fodeste meio mundo, mas nunca ninguém te comeu como eu, pois não?
E intercalava os
impropérios com mordidelas e lambidelas… Quando me vim, enfiou-me os dedos na
boca. Beijamo-nos e eu parti para casa dela.
Toquei à campainha, veio
a mãe.
- Está sozinha?
- Não… o meu filho está
cá. – respondeu surpreendida pela minha frieza.
- Óptimo! Pode chamá-lo?
- Com certeza!
Então, foi a minha vez de
ficar surpreendida:
- Depois da tua “tour”
desta tarde, calculo que agora sejamos nós… - disse ela.
- Sim. É verdade.
E caímos loucas no sofá
enquanto as nossas roupas voavam. Quando já nuas, ele chegou e colocou-se no
nosso meio. Foi a vez de o despirmos, enquanto as nossas bocas o beijavam. Uma
de cada lado, íamos chupando aquele caralho, alternadamente, ou as duas ao
mesmo tempo, colocando-o entre os nossos lábios e línguas.
Preguiçoso, permaneceu
sentado, enquanto a “mãe” o cavalgava. Sentada ao lado dele, beijava os dois,
principalmente as mamas dela. Egoísta, cavalgou o “filho” até se vir, num grito
agudo e prolongado.
Desmontou, deixando o
macho à minha disposição. Ele sorria maliciosamente, encantado por estar a ser
fodido sem ter que se mexer. Foi a minha vez de o montar, sentir aquele caralho
bem dentro de mim, e desfrutar dele. Agora, era ela que me chupava as mamas, me
tocava e acariciava, enchendo-me de tesão.
Quando me vim, fiquei
quase desfalecida no chão. Finalmente, ele acordou. Levantou-se, dirigiu-se a
mim, abriu-me as pernas com violência e fodeu-me ali, no chão, enquanto a “mãe”
se tocava no sofá. Como era típico nele, penetrava-me com uma força descomunal,
como se o mundo fosse acabar.
Novo orgasmo e quase
desmaiei. Ele continuava vigoroso e foi descarregar a sua energia na mulher que
o educou para o sexo. Foi a vez de ela se vir novamente, mas ele não parou.
Já recuperada,
levantei-me e sentei-me no sofá. Adivinhando o meu desejo, ele virou a “mãe” de
quatro de modo a que a boca dela ficasse na minha cona. Estávamos, os três, no
máximo da loucura, no máximo do tesão. Pela sala ecoavam gritos, gemidos e o
som do vai-e-vem do pénis dentro dela.
- Agora tu, de quatro! –
ordenou.
Obedeci e senti-me a ser
enrabada. Não estava à espera, mas o facto de ele ter o caralhado lubrificado
com o suco da “mãe” facilitou a invasão.
Os papéis inverteram-se
e, agora, era eu que tinha uma cona à disposição da minha boca. Se, algum tempo
antes, a “filha” quase “ejaculara”, a mãe não se ficou pelo “quase” e na minha
cara verteu os jactos do seu tesão.
Ainda me recompunha deste
orgasmo intenso e sinto novos jactos, desta vez bem dentro do meu ânus.
Estava cumprida a minha
missão.
Nesse mesmo dia,
regressei ao Porto e segui os conselhos da Elisa…
sábado, 10 de agosto de 2013
Na praia...
Não consegui dormir.
Naquele momento em que o
cansaço vencia o meu corpo, o telemóvel tocou. Era a Elisa.
- Sai da cama e vem ter
comigo à praia.
A ordem era segura e
irrecusável.
Decidi arranjar-me para
ela. Afinal eu desejava-a como nunca tinha desejado ninguém. Algo em mim sentia
que íamos fazer amor.
Escolhi o meu bikini mais
sensual, curto, mas não demasiado revelador. Perfumei-me e maquilhei-me
discretamente. Já tínhamos estado juntas, mas nunca a sós e eu desejava muito
esse momento.
Quando nos encontramos, praticamente
me beijou na boca. Fiquei surpreendida, porque o local não era propriamente
discreto.
Dirigimo-nos para a areia
sem dizer uma palavra. Sinceramente, já não me interessava o que ela tinha para
me contar. Queria comê-la e ponto final.
- Segue-me, aluguei uma
barraca.
Instalamo-nos e ela
despiu-se. Contemplei aquele corpo perfeito, “coberto” por um bikini vermelho
que pouco escondia. Acendeu um cigarro e, a forma como inalava e expelia o
fumo, tornava-a ainda mais sensual.
- Com que então queres
perceber o porquê da família da Ana ser tão… estranha?
- Sim… mas neste momento
a única coisa em que consigo pensar é levar-te para dentro da barraca e
comer-te…
Nem sei como é que estas
palavras saíram da minha boca. O certo é que, mal terminei de falar, a língua
da Elisa invadiu a minha boca. Esquecemo-nos que estávamos num local público e
entregamo-nos à paixão. Senti a parte de baixo do meu bikini humedecer
rapidamente com o meu tesão.
Estávamos perto de
ultrapassar todos os limites do pudor e decidimo-nos refugiar na barraca.
Em cima dela beijei-a
longamente na boca e desci pelo pescoço até me perder nas suas mamas, firmes,
resistentes à gravidade, incrivelmente deliciosas. Voltei à boca e pude sentir
em cada beijo muito mais que tesão. Havia uma química incrível entre as duas.
Queria saborear cada
centímetro do corpo dela, mas era quase impossível afastar os meus lábios dos
seus.
Libertas dos minúsculos
pedaços de tecido que cobriam a nossa intimidade, sentamo-nos frente a frente e
pude sentir as suas mãos a acariciar-me as mamas, sem que a sua língua se
desenrolasse da minha.
Então foi a sua vez de me
saborear os seios e aquilo que senti quando a sua boca me chupou os mamilos foi
totalmente indescritível… quase um mini orgasmo.
Não aguentei os gemidos
provocados pelo prazer que ela me dava.
Deitei-me de costas e
abri as pernas, oferecendo-lhe a minha cona. Explorou-a com os dedos mas,
rapidamente, era a sua boca que me acariciava. Já me tinham feito muitos
minetes na vida, mas nenhum como aquele.
Era a foda perfeita. Eu
estremecia, gemia, contorcia-me… Vim-me como uma louca, enchendo a boca dela
com o meu sumo.
De seguida deitei-a e montei-me
numa das suas pernas, cavalgando-a como se estivesse a foder um caralho. Com os
meus movimentos, a minha perna esquerda tocava-lhe na cona, dando-lhe também
prazer. Nesta posição, podia beijá-la e chupar-lhe as mamas. Quando comecei a
sentir o sumo do seu tesão na minha perna, desmontei e comecei a retribuir-lhe
o prazer que me tinha dado com a boca.
Até ao momento, a Elisa
tinha permanecido calma mas, mal a minha língua tocou no seu clítoris, soltou
um longo e profundo gemido. Saboreei-a de todas as maneiras. Cada gota do seu
tesão que eu sentia na minha boca dava-me ainda mais prazer. Devorei aquela
cona deliciosa como se o mundo fosse acabar. As suas mãos agarraram-me a cabeça
com força, como que a pedir mais intensidade nos meus movimentos. Então veio-se
e a sua coninha transbordou. Dei-lhe a provar o seu próprio sumo na minha boca.
Beijamo-nos apaixonadamente, com os nossos corpos bem colados.
Decidimos trocar os
bikinis e voltamos para fora da tenda. Enquanto fumávamos mais um cigarro, a
Elisa contou-me toda a verdade sobre a família da Ana…
domingo, 14 de abril de 2013
No mato II
Eram os pais da Ana. A
cena estava cada vez mais estranha e eu perdida entre o tesão, o medo e uma
sensação de estar a viver um filme surreal.
O carro parou e
abriram-se as portas. O casal saiu e o pai da Ana falou:
- Estão aqui quatro conas
que tive o prazer de estrear.
“Ah? A própria filha?”
pensei. Como que adivinhando os meus pensamentos, pai e filha beijam-se.
- Tens esporra do teu
irmão na boca…
- E quero ter a tua também…
Cada vez mais
desnorteada, nem me apercebi que, do meu lado, a mãe da Ana despia-se.
Colocando a sua mão na minha nunca, puxou-me para um beijo. Honestamente, nunca
me tinha sentido atraída por ela, mas aquele beijo… aquele beijo. Quando dei
por mim, estava eu em cima dela, as nossas mamas roçando-se e os meus dedos
dentro daquela cona experiente.
Abstraí-me do que me
rodeava. Ouvia gemidos, gritos e o som de corpos a chocarem na fúria do prazer.
Mas, o que me interessava era o corpo que tinha por baixo de mim. Aquela boca
que continuava a beijar-me como nunca ninguém o tinha feito, aquelas mamas que
enchiam as minhas de prazer, e a cona que, apesar da experiência, comprima os
meus dedos dentro de si, enchendo-os com o um mel delicioso.
Mudei a posição das
minhas pernas de modo a que pudesse esfregar a minha cona numa das suas. As
suas mãos agarravam-me o rabo e pude sentir um dedo, depois dois, penetrar-me o
cu.
- Gostas, putinha? Vou
abrir o teu cuzinho para o meu marido te enrabar?
- Sim…
Nisto senti o grosso
caralho que, anos antes, me tinha desvirignado, a romper-me as entranhas.
Gritei de dor mas, aos poucos, o meu corpo foi-se habituando àquela presença.
Coloquei-me de quatro para facilitar a penetração e para poder fazer um minete
à mulher. Ela era, agora, o centro das atenções. Para além da minha boca a
comer-lhe a cona, tinha a filha e a “nora” a chupar-lhe as mamas e o pénis do
filho na boca.
O primeiro a sucumbir foi
o pai da Ana, vindo-se em fortes jactos de sémen quento dentro do meu cu. De
seguida, o filho. Apesar do que já se tinha passado, libertou-se num intenso
orgasmo na boca da mãe, de imediato partilhado pela irmã e pela namorada.
Neste cenário, eu estava cada
vez mais excitada e aumentava a velocidade dos movimentos da minha língua no
clítoris da mãe da minha amiga. Até que chegou a vez dela se vir, ejaculando
abundantemente na minha cara. Nunca tinha estado com uma “squirter”, o que me
deixou ainda mais louca. No entanto, à minha volta, todos se vestiam e
recompunham, como se não se tivesse passado ali nada. Mas eu queria mais! Não
era justo todos terem gozado e eu ali como simples objecto. Não! Também eu
queria o meu momento de glória.
Quando me preparava para
protestar, como que adivinhando a minha revolta, a Elisa aproximou-se de mim e sussurrou:
- Para teu bem, é melhor
que não digas nada agora. Veste-te e obedece. Amanhã eu telefono-te.
Assim fiz.
O irmão da Ana deixou-me
em casa e eu passei o resto da noite a pensar no que me diria a Elisa no dia
seguinte.
sábado, 5 de janeiro de 2013
No mato...
Quando chegamos à sala,
todos agiam normalmente, como se não se tivesse passado nada. No entanto, na
minha cabeça ecoavam as palavras da Elisa. Procurei nos rostos daquela família
algum sinal de que tivessem percebido o que eu e ela estivéramos a fazer no WC.
Mas, nada…
Depois do café, mandei
novo SMS à Elisa a perguntar o significado das suas palavras no final da nossa
queca. Resposta: “Descobre por ti própria… Mas eu acho que algumas coisas já
sabes…”.
Cada vez percebia menos.
Quando já pouco, ou nada,
havia para fazer ali, o irmão da Ana deu a ideia de sairmos os quatro. Aceitei de
imediato, pois era mais uma oportunidade de estar com a Elisa. Só nessa altura
dei pela falta de alguém: o namorado da Ana.
- Ana, o teu namorado não
veio?
- Viste-o aqui? –
respondeu de forma brusca.
- Não… desculpa… só agora
me lembrei dele…
- Tinha coisas para
fazer…
A noite tornava-se cada
vez mais estranha.
Entramos no carro do
irmão da Ana. Pouco tempo depois de arrancarmos, sem qualquer tipo de
constrangimento, a Elisa faz a mão deslizar para o meio das pernas do namorado.
Ouve-se o barulho do fecho das calças e com um sorriso maroto nos lábios, o
braço esquerdo dela começa uma série de movimentos ascendentes e descendentes,
de forma lenta e suave.
Como eu ia sentada atrás
do condutor, só podia imaginar o que se passava mas de certeza que a Ana estava
a ver tudo. Olhei para ela, mas continuava com o ar frio com que me tinha
brindado ao longo do jantar.
O carro começa a
afastar-se da cidade e entramos numa zona de mato, cuja única iluminação
provinha do luar e das estrelas.
O carro para e Elisa mergulha
entre as pernas do condutor. Não queria acreditar! Estava totalmente sem
reacção, enquanto da frente chegavam gemidos dele e o som da boca a sugar-lhe o
pénis.
A Ana continuava impávida
e serena.
Ao fim de alguns minutos,
abrem-se as portas da frente. O casal sai e coloca-se à frente do carro, sendo
iluminados pelos faróis que continuavam ligados. As roupas caem. Ela deita-se
no capô, de pernas abertas e desta vez é ele que mergulha. A excitação crescia
dentro de mim perante o insólito da cena. Abre-se a porta de trás, ao meu lado.
A Ana sai e também ela fica nua. O irmão emerge das pernas da namorada e ambos
beijam-se apaixonadamente.
A cena incestuosa
deixou-me desconcertada, mas incrivelmente excitada. A Elisa volta-se no capô, ficando
de barriga para baixo e fixando o meu olhar. Instintivamente, deslizei a minha
mão para entre as minhas pernas. A minha vontade era juntar-me ao grupo, mas
não sabia se tinha “autorização”. Os três davam a impressão de estarem
habituados a estes jogos e eu não sabia até que ponto me queriam lá no meio.
Aproveitando a nova
posição de Elisa, o irmão da Ana penetrou-a por trás. A rapariga nunca largou o
meu olhar e eu nunca larguei a minha cona. Pude ver a expressão de prazer no
rosto dela, crescendo cada vez mais, até ao orgasmo. Nem reparei no que
estariam a fazer a Ana e o irmão.
Os meus dedos estavam encharcados
e a qualquer momento eu explodiria.
O irmão da Ana voltou
para o carro, abrindo a porta do meu lado. Puxou-me para fora. Nisto, as duas
raparigas aproximaram-se de mim e os três despiram-me. A Ana e a Elisa
conduziram-me para a frente do carro, ficando os nossos três corpos femininos
iluminados pelos faróis. Da mala, o irmão da Ana retirou uma manta que colocou
aos nossos pés. As duas deitaram-me na manta e cada uma segurou-me numa perna,
abrindo-as o mais possível. O homem ajoelhou-se à minha frente e penetrou-me
profundamente, de uma vez só. Eu não percebia porque obedecia a este estranho
desejo deles, mas o que é certo é que estava excitada e disposta a tudo o que
acontecesse.
Durante largos minutos
ele fodeu-me com toda a força que tinha. O meu corpo explodia em orgasmos,
enquanto as duas raparigas limitavam-se a segurar-me as pernas.
Parou.
Pensei que se tinha vindo
mas, quando saiu de dentro de mim, o seu pénis não mostrava sinais de ter tido
um orgasmo. Continuava orgulhoso, apontado na direção das estrelas. Senti uma
imensa vontade de o ter na minha boca e extrair do seu interior o leite quente
que já tinha provado noutras alturas. No entanto, quem o fez foi a irmã. Num urro
selvagem, ele esporrou-se completamente na boca dela, que não aguentou tamanha
carga e transbordando o sémen pelo queixo e caindo nas mamas.
Atordoada pela foda que
tinha levado, pela insólita cena que estava a viver, nem me apercebi que,
entretanto, outro carro tinha chegado… um carro bem familiar…
sábado, 8 de dezembro de 2012
O jantar
Com duas fêmeas a puxar
por ele, o irmão da Ana acabou por não aguentar por muito tempo e adormeceu. No
entanto, eu e a namorada dele, ainda tínhamos bastante energia. Fizemos uma
pausa para um cigarro e aproveitamos para nos conhecermos melhor. Chamava-se
Elisa. Confessei que de todas as mulheres com quem tinha estado, nenhuma me
tinha excitado tanto e dado tanto prazer. Fizemos amor repetidamente até ser
dia, sem que o rapaz que dormia ao nosso lado acordasse.
- Posso voltar a ver-te?
– perguntei enquanto me vestia.
- Claro… - respondeu ela
naquela voz que, só por si, me deixava húmida – dá-me o teu número.
Regressei a casa,
satisfeita. A ansiedade sexual que se tinha apoderado de mim na noite anterior
tinha sido plenamente satisfeita.
Obviamente, quando
cheguei ao meu quarto, adormeci. Acordei a meio da tarde com um SMS da Ana.
“Hoje vens cá jantar. Os meus pais estão com saudades tuas.”
Estremeci. Não pude
deixar de recordar o meu caso com o pai da Ana e o meu quase caso com a mãe.
Contudo, mal cheguei a
casa da Ana, as minhas atenções ficaram entradas numa única pessoa: a Elisa.
Apesar de vestida de forma discreta, não deixava de transbordar sensualidade.
Trocamos olhares cúmplices, mas eu queria trocar muito mais coisas.
O jantar decorreu de
forma animada, mas havia uma certa tensão no ar. Talvez devido à presença do
namorado, a Ana não agia normalmente comigo. Ele, por sua vez, estava
embasbacado comigo e com a Elisa. O pai da Ana, procurou-me com o olhar toda a
noite, como que a tentar estabelecer contacto para um reencontro. Apesar de
mais velho, mantinha o charme e, acreditava eu, a potência. O irmão da Ana
estava mais preocupado em comer e em despachar o frete. Provavelmente, teria
sexo prometido no fim da noite. A Elisa, por sua vez, era toda segurança e
confiança. Revelou-se uma pessoa culta, bem formada e boa conversadora. Fogo…
estava ainda mais sexy!
Lembrei-me, então, que
tinha o número dela gravado no meu telemóvel. Mandei mensagem: Por mim, possuía-te
agora, aqui…
A resposta não tardou:
Quem te vai possuir, sou eu… Vai ao WC e não tranques a porta.
Obedeci. Esperei um 2
minutos até ela entrar.
- Qual foi a desculpa que
usaste?
- Um telefonema
importante…
Ainda não tinha terminado
de dizer “importante”, já as suas mãos levantam-me o vestido e os seus dedos
afastavam-me as calcinhas. A penetração não foi difícil, pois eu já estava bem
húmida de tesão.
Só depois de ter dois
dedos bem dentro de mim é que me beijou. As saudades que eu tinha daquela boca…
- Gostas, puta?
A minha excitação era
tanta que nem consegui responder.
A sua boca repartia-se
entre beijos lascivos e insultos obscenos:
- Essa cona já deve ter
sido tão fodida, mas ainda é bem apertadinha…
Eu limitava-me a gemer.
Tive o primeiro orgasmo, o segundo e ela sempre a possuir-me à bruta.
Quando estava quase a
atingir o terceiro orgasmo, atirou-me para o chão. Abriu as pernas e lentamente
fez descer a sua vagina à minha boca, de joelhos, como se estivesse a cavalgar
um pénis. Mais uma vez apresentava-se sem lingerie e pude constatar o tesão
enorme que ela sentia, pois o seu fluído vaginal já escorria por uma das coxas.
Devorei-lhe a cona,
enquanto a ia penetrando com os dedos.
- Mete também no cu! –
gritou de tal forma que cheguei a recear que ouvissem na sala de jantar.
Com os dedos da mão que
estava livre, penetrei-lhe no ânus e senti o seu prazer a aumentaqr, quer pelos
gemidos, quer pela forma como ondulava o corpo em cima de mim.
Entretanto, os seus dedos
voltaram a penetrar-me e senti o orgasmo que anteriormente tinha sido
interrompido a aproximar-se. Simultaneamente, o corpo dela mexia-se cada vez
mais, em espasmos. Ela já tinha percebido o meu ponto de ebulição e0
preparava-se para nos provocar um orgasmo simultâneo, algo difícil de atingir
numa relação entre duas mulheres. Talvez por isso tenha sido tão mágico e tão
intenso.
Eu tinha a boca e cara
cheias com o mel que brotava do seu interior e ela fez questão de sorver cada
gota.
Retocamos a maquilhagem
juntas e, no fim, trocamos mais um beijo.
- Isto, para mim, é pouco…
preciso mais! - disse-lhe eu, olhando-a
nos olhos.
- Querida… o que acontece
entre nós é delicioso. Nunca estive com uma mulher como tu, mas não se pode
tornar um hábito.
- Eu não sou uma mulher de
hábitos. Sou uma mulher de prazer. Dentro em breve regresso ao Porto e não
queria partir sem poder passar uma noite inteira contigo e desfrutar ao máximo
de prazer que podemos ter as duas…
- Sendo assim…
Novo beijo.
- Ah… só uma coisa! –
disse eu - Não podemos chegar juntas à
sala!
- Ui… há tantos anos a
conviver com eles e ainda não os conheces? Acredita que todos sabem o que
estivemos aqui a fazer.
E eu fiquei a pensar…
domingo, 2 de dezembro de 2012
Eu, ele e a outra
Paramos em frente a uma
nova zona residencial.
- Agora moro aqui… -
disse ele.
- Sozinho?
- Depende das noites…
Foi tudo muito rápido.
Quando dei por mim, estava deitada, de pernas abertas, e ele fodia-me sem
parar. O meu corpo estremecia em orgasmos sucessivos. O telemóvel dele toca e,
para minha surpresa, sem parar de me penetrar, atende:
- Diz, amor…
“Amor?”, pensei eu, “que
raio se passa aqui?”
- Sim, estou a fodê-la…
queres juntar-te a nós?
Entre o surpresa e o
excitada, decidi aumentar o volume dos meus gemidos.
- Ouves? É a puta a gemer
com o meu caralho dentro dela… Anda que ainda tenho tesão para ti!
Como se aquele telefonema
não tivesse existido, continuamos entregues ao prazer.
Um quinze minutos depois,
a porta do quarto abre-se e entra uma mulher deslumbrante. Eu estava a ser
possuída de quatro, com o vigoroso pénis do irmão da Ana todo enfiado no meu
ânus. Ela, com vestido preto, bem curto. Tirou-o de uma só vez, exibindo o
corpo nu, desprovido de lingerie. Sem tirar os sapatos de salto alto juntou-se
a nós na cama. Senti que beijava o rapaz que, não saindo de dentro de mim,
abrandou o ritmo da penetração. De seguida, dirigiu-se a mim e beijou-me. E que
beijo! Nunca, ninguém, me tinha beijado daquela forma. O meu desejo aumentou,
queria sentir aquela boca na minha coninha, mas foi o inverso que aconteceu.
Deitou-se em frente a mim, oferecendo-me a sua vagina, que devorei com
dedicação. Depilada, vermelha, quente e húmida, pude sentir na minha foca os
seus fluídos, até ao orgasmo, que libertou ainda mais o seu mel íntimo.
- Quero provar-me… -
disse num sussurro e beijou-me de novo.
Nesse momento, as
estocadas dele no meu cu aumentaram de velocidade e força e pude sentir o seu
sémen invadir-me as entranhas. Estava a proporcionar-lhes prazer, mas também eu
queria desfrutar de um orgasmo.
Adivinhando os meus
pensamentos, a rapariga falou:
- Descansa, querido… que
agora é a minha vez de dar a esta cabra o que ela merece.
A voz dela era quente e
sensual e excitava-me ainda mais.
Deitou-me de costas e
abriu-me as pernas. Colocou-se entre elas, penetrando-me com os dedos.
Beijou-me na boca e foi descendo. Ao passar pelos seios, deteve-se mais um
pouco, beijando, chupando e mordiscando, sem parar de me foder com os dedos,
ora dentro de mim, ora brincando por fora. O meu corpo ondulava e retorcia-se
anunciando o orgasmo para breve. Numa cadeira que havia ali ao pé, ele fumava
um cigarro e apreciava a cena masturbando-se levemente, contudo, aquele pau
voltava a ganhar forma.
Senti os lábios dela nos
meus lábios íntimos e a sua língua a penetrar-me. Então não aguentei mais e
explodi. Deixei o meu tesão escorrer naquela boca deliciosa. Ao lado, ele
vinha-se também, espalhando o esperma no seu peito nu. Com um sorriso cúmplice,
ela disse:
- Vem…
E ajoelhamo-nos ambas em
frente a ele, sorvendo as gotas brancas que pintalgavam o seu peito moreno e
depilado. Pelo meio, íamos partilhando as duas o líquido que recolhíamos com as
nossas bocas. Até que, segurando firmemente o pénis quase “morto” com uma mão,
ela disse:
- Não querido… não te vou
deixar “morrer”…
E meteu-o de imediato na
boca…
(continua...)
sexta-feira, 17 de agosto de 2012
Reencontro
O esperma dele era
excecionalmente quente e, à medida que me inundava a boca e a garganta, sentia
o meu corpo a implorar ser penetrado com toda a força. Mas não. Naquele dia,
tinha dito, expressamente que queria um broche. Apenas um broche.
- Mas eu quero-te dentro
de mim!
- Isso… é quando eu
quiser!
Era assim todos os dias,
desde aquela noite muito estranha em minha casa, com a Joana. O meu Chefe usava
e abusava de mim… mas era bom. As dimensões daquele pénis e o vigor com que me
possuía, enchiam plenamente o meu desejo carnal. Nunca tinha encontrado outro
homem assim, em toda a minha vida.
No final do estágio,
decidiu admitir-me no quadro da empresa. Como prémio, ofereceu-me uns dias de
férias.
Aproveitei para ir a
casa, rever a família e planeava encontrar-me com a Ana, o meu primeiro amor.
Há anos que não estávamos juntas, mas íamos falando pela net. Confesso que,
mais do que matar saudades, queria ver o corpo dela, queria saber se ainda era
atraente e se sentia desejo por mim.
Fomos lanchar
descontraidamente. Estava mais mulher, atraente e sexy. Transbordava
autoconfiança. Apresentou-me ao seu namorado, também ele um pedaço de mau
caminho. O lanche prolongou-se até à hora de jantar. Convidou-me para jantar em
casa dela. Ao ouvir o convite estremeci. Os pais dela e o irmão iriam lá estar
e não poderíamos de deixar de recordar o que se tinha passado anos antes.
Recusei. Inventei uma
desculpa e fui para casa. Sozinha no meu quarto não conseguia sossegar os meus
pensamentos. A minha mente viajava entre os corpos da Ana, do irmão, dos pais
dela e do namorado. A tensão transformou-se em tesão e acabei por me tocar.
Precisava de sexo a
sério.
Tomei um banho, escolhi
uma roupa bem sexy e fui até um dos bares da moda.
Mal tinha entrado, ouço
uma voz familiar atrás de mim:
- Olha, quem é ela!
Cresceu a miúda!
O irmão da Ana. Era agora
um homem… e que homem! Não pensei duas vezes:
- Temos uns assuntos que
ficaram por resolver há uns anos atrás, não temos?
Seguro, não se mostrou
surpreendido pelo meu avanço:
- Pois temos. Anda.
Puxou-me pela mão e
levou-me às traseiras do bar. Encostando-me contra a parede, beijou-me
freneticamente, enquanto as suas mãos me esmagavam as mamas, naquela noite
libertas de soutien.
Senti-o a crescer e
queria-o dentro de mim o mais rápido possível. Ele também estava ansioso. Abriu
as calças e erguendo-me pelo rabo, enfiou-se de uma só vez dentro de mim.
Pensei que ia aproveitar alguns segundos para me sentir, mas não. Começou num
vai-e-vem frenético, fodendo-me com toda a força que tinha. A excitação que
sentia há horas, levou-me a um orgasmo intenso, poucos segundos depois foi a
vez dele explodir dentro mim, jacto atrás de jacto, fazendo o sémen deslizar
pelas minhas coxas:
- Foi bom de mais para
ficarmos só por aqui, querido… Não me queres levar para um sítio mais íntimo e
fodemos a noite toda?
Arrastou-me para o carro
dele, onde em tempos já nos tínhamos divertido, e arrancou. Sedenta, abri-lhe a
braguilha e mamei-o enquanto ele conduzia:
- Pára, não me quero vir
agora… quero guardar o meu tesão todo para mais daqui a pouco.
- Então vou-me entreter
sozinha…
Reclinei-me no banco e
comecei a tocar-me, com dois dedos dentro de mim e uma mama de fora.
- Sua puta!
- Nah… se eu fosse puta
tinhas que pagar… vou deixar-te comeres-me à grande… de borla!
(continua...)
domingo, 10 de junho de 2012
Uma surpresa "late night"
Esperava eu que a viagem
para Lisboa tivesse algum extra associado, mas não. Apesar de me ter vestido “a
pedi-las” (até escolhi uma lingerie bem sensual!), fomos e viemos,
exclusivamente a trabalho. Cheguei a casa extenuada, tinha sido um dia intenso,
com várias reuniões, sempre a correr de um lado para o outro. Fechada a porta
atrás de mim, despi-me e enfiei-me debaixo do chuveiro.
“Que decepção!”
Nem uma boca, nem um
avanço, nada. O chefe tinha agido como se nenhum dos acontecimentos dos últimos
dias tivesse ocorrido.
Fiquei uma eternidade no
banho, aproveitando para relaxar. Quando, finalmente, fechei a água, ouvi vozes
na sala. “Bolas!”. De facto, depois de tomar banho, adorava passear nua pela
casa. Estando a Joana, acabava por a provocar e fazíamos amor. Estando sozinha,
fazia amor comigo própria.
Ouvi o riso da Joana e
uma voz de homem. Uma voz estranhamente familiar…
Podia ter ido
directamente para o meu quarto mas, como o ambiente me pareceu animado, resolvi
espreitar à socapa. Era a Joana e… o meu chefe?!
E já a Joana se
encontrava apenas em lingerie… lindíssima! Vermelha, rendada, que lhe destacava
as curvas do rabo e o decote. Ele, sentado no sofá e ela sentada em cima dele.
Como eles se conheciam,
não fazia ideia… talvez um dos programas habituais dela. Ao vê-los assim, o meu
corpo reagiu. Decidi juntar-me, mas esperei pelo momento certo.
O soutien dela voou e,
alternadamente, as suas mamas desapareciam na boca dela. Comecei a tocar-me.
A Joana deslizou pelo
corpo do chefe e ajoelhou em frente a ele. Em poucos segundos, aquele pénis
descomunal foi libertado das roupas. A Joana tinha muita experiência mas, mesmo
assim, não foi fácil enfiá-lo até à garganta como ela gostava.
Era a minha deixa.
Sem dizer nada,
aproximei-me deles, já completamente húmida e louca de tesão. Beijei-o. No
nosso último encontro as nossas bocas não se tinham cruzado. Meu deus… que
língua! Já a tinha sentido dentro de mim e, cada vez que ela tocava a minha,
desejava tê-la de novo no meu clítoris.
A Joana apercebeu-se da
minha presença mas continuou o broche. Tive que lhe “ordenar” que o largasse,
mas já não fui a tempo… O esperma transbordava da sua boca e deslizava pelo
pénis dele.
- Sua puta! Agora vamos
ter que o entesar de novo!
- Desculpa, mas não
aguentei… Nunca tinha mamado num caralho assim!
Beijou-me e pude sentir
na sua boca todo o sabor do macho que agora repousava.
- Cabra… Agora é a minha
vez, mas como sou tua amiga, vou dar-te um presente.
- Será que vocês as duas
vão continuar a falar como se eu não estivesse aqui? Tenho tesão que chegue
para as duas!
- Xiuuuu, chefe! Aqui, a
patroa, sou eu! Não estamos no escritório… deita-te e obedece!
O chefe deitou-se,
totalmente rendido.
- Agora, tu, Joana,
sentas essa coninha na boca dele… vais ter o melhor minete da tua vida.
A Joana obedeceu e eu
fiquei a assistir, masturbando suavemente o pénis. Não demorou muito a que
recuperasse a vitalidade e, nessa altura, deixei-o deslizar para dentro de mim.
Fiquei frente a frente com a Joana e as nossas línguas entrelaçaram-se. Os
nossos corpos ondulavam em cima do homem, na mesma cadência. Ele, tentava
mexer-se, mas estava sucumbido pelas duas mulheres que dele extraíam o máximo
prazer.
Os olhos da Joana
reviraram e os seus gemidos tornaram-se mais intensos. Atingiu o orgasmo mas,
agarrando-se firmemente às minhas nádegas, não saiu da boca dele:
- Continua cabrão! Dá-me
outro!
Eu aumentei os movimentos
das minhas ancas, também até me vir. Como a Joana, não mudei de posição:
- Anda! Fode-me e chupa a
coninha dela… és o nosso escravo!
A Joana veio-se de novo
rapidamente e assumiu o controlo das operações:
- Desculpa, amiga… mas
também quero sentir isso!
E, practicamente,
empurrou-me de cima do chefe e ocupou a minha posição, mas de costas para ele.
Surpreendendo-nos às
duas, o chefe elevou-se no sofá, sem sair de dentro dela. Projectou-a para o
chão e possuiu-a de quatro:
- Suas putas! Agora quem
manda sou eu! Tu, abre as pernas!
Obedeci.
- Agora, tu, puta vais
lamber a cona dela enquanto eu te fodo.
A Joana berrava! Não
percebi se de dor, ou prazer, o que é certo é que deixou de se ouvir, quando a
boca dela iniciou um minete em mim.
Eu estava em êxtase! Tive vários orgasmos durante aqueles minutos que mais pareceram horas.
Primeiro, pelo prazer que a Joana me dava com a boca; segundo, por vê-la a ser fodida daquela forma tão selvagem; terceiro, pela expressão de luxúria, gozo e loucura que inundava o rosto dele.
Primeiro, pelo prazer que a Joana me dava com a boca; segundo, por vê-la a ser fodida daquela forma tão selvagem; terceiro, pela expressão de luxúria, gozo e loucura que inundava o rosto dele.
Finalmente, ela e ele atingiram o
orgasmo, caindo no chão, um para cada lado… Eu voltei para o chuveiro.
quarta-feira, 2 de maio de 2012
No escritório do chefe
Ele era só um… mas eu
sentia-me penetrada por dois ou mais homens. A força, a rapidez com que ele
alternava entre a cona e o cu, não me deixavam respirar. Todo o meu corpo era
tesão, mesmo com a cara pressionada contra o tampo da mesa. Era impressionante a
sua virilidade e o tempo que aguentava sem se vir. Qualquer um dos homens com
quem eu já tinha estado antes, a esta altura, já teria explodido dentro de mim.
Mas ele, não. Aguentava e parecia cada vez mais forte. Sentia-me rasgada, mas
com um prazer que nunca tinha sentido antes. Apesar de estarmos nisto há um bom
bocado, só me apetecia mais e mais… Tinha perdido a conta aos orgasmos que ele
me deu. Lá fora, continuava o ruído habitual de uma empresa que trabalha:
telefones, pessoas, fotocopiadoras… O próprio telemóvel dele não parava de
vibrar junto a mim. O meu suco vaginal deslizava pelas coxas e, finalmente,
deslizava também o sémen dele, abundantemente despejado dentro de mim.
Não me conseguia mexer.
- Vá… volta ao teu
trabalho. Quando precisar de ti, chamo-te.
Não foi fácil sair da
posição em que me encontrava, muito menos, sentar-me. No meu PC disparou uma
janela de MSN:
- Percebes agora, porque
não me envolvo com ele? É muita violência.
- Eu gostei… estou
literalmente fodida, mas ia lá para dentro outra vez.
Na manhã seguinte ao meu
primeiro dia de estágio, depois de ter observado o meu chefe com uma
prostituta, depois de ter comido a minha colega no WC, mal iniciei o meu
trabalho, fui chamada ao escritório do chefe. Ao entrar, uma mão levantou-me o
vestido e outra puxou-me as cuecas até aos tornozelos. Fui empurrada para a
secretária, sendo de imediato imobilizada. Uma língua penetrou-me… primeiro no
cu. Cuspiram. A saliva deslizou até à vagina. De seguida, um minete de sonho.
Já bastante húmida e excitada, o caralho que eu tinha admirado na noite
anterior entrava dentro de mim e lá permaneceu, entrando e saindo, até ao
momento em que esta memória começa.
No PC, um e-mail do
chefe:
“Tira o resto do dia
porque precisas descansar. Amanhã vais comigo a Lisboa.”
quinta-feira, 26 de abril de 2012
O Estágio - Primeiro Dia
No último ano da
faculdade tive direito a estágio. Fui enviada a uma empresa para uma entrevista
preparatória com aquele que seria o meu responsável. A ideia era avaliar se as
funções que iria desempenhar se enquadravam na minha formação.
Vesti-me de forma
profissional, discreta, mas tentei ser sensual. Sabia que ia ser entrevistada
por um homem e sabia (e sei) o quanto isso é importante.
No entanto, quando
cheguei ao local, arrependi-me e concluí que devia ter arriscado um bocadinho
mais. A Secretária que me atendeu, para além de ser linda e extremamente sexy,
usava uma mini-mini-saia. Ao sentar-se, praticamente se viam as nádegas. A
blusa era justa e transparente, realçando uns seios definidos e firmes. Não
pude deixar de me sentir atraída e imaginar se, no caso de se concretizar o
estágio, poderia deitar-lhe a mão.
Enquanto esperava pude
constatar que grande parte das pessoas que trabalhava naquele sítio eram jovens
e cuidavam da imagem. Como é óbvio, havia uma ou outra gordita, um ou outro
cromo com ar de “nerd”.
Sabia que ia ser
entrevistada por um Dr. Duarte Macedo. Imaginava alguém na casa dos 45-50, de
fato negro, com aspecto carrancudo e grisalho. Contudo, quando fui chamada à
sua sala, fiquei de queixo caído. Um homem jovem (não mais de 35), alto,
atraente, bronzeado… Vestia uma camisa branca, aberta no peito e jeans bem
justos, que faziam antever um conjunto rabo-pernas atlético e bem torneado.
Começava a adorar aquele local e vislumbrava várias oportunidades de tirar as
cuecas.
Depois dos cumprimentos
iniciais, o Duarte (“Por favor, não use o Dr.”) explicou que tinha-me
escolhido, pois tinha feito o curso dele na minha faculdade e, todos os anos,
tentava recrutar um estagiário de lá.
Enquanto ele falava, eu
só pensava “Fogo… que tesão!”. A conversa acabou por se desenrolar
naturalmente, falamos do curso, passamos para o trabalho e acabamos na vida
pessoal, nos nossos gostos, hobbies, etc.
- Eu não tenho grandes
hobbies… gosto muito de ler, sair para dançar… e pouco mais…
- Ora, Marta… só isso?
Apetecia-me responder “Sim!
Adoro foder e, por fim, fodia-te já aqui!”, mas resolvi contornar a questão:
- Uma rapariga não pode
revelar tudo sobre si… Disse o essencial para perceber a minha personalidade.
Agora compete ao Duarte decidir se fico aqui a estagiar, ou não…
Estranhamente, aquele
homem, tão seguro, ficou constrangido:
- Claro, claro… desculpe
se me estava a intrometer na sua vida… Podemos começar na segunda-feira. Ah… e
não precisa vir tão formal. De certeza já reparou como o pessoal por aqui se
veste.
- Sem dúvida. Prometo que
vai gostar do que vai ver.
É claro que, quando disse
isto, já estava a imaginar que roupa iria levar. A Secretária iria ser verdadeiramente
ofuscada.
Despedimo-nos.
Na segunda-feira, lá
estava. A Secretária, quando me viu, ficou nitidamente incomodada. Óptimo.
Tinha atingido o meu objectivo.
- Bom dia, Marta. – ouvi atrás
de mim. Era o Duarte. – Vamos ao meu escritório para definirmos o seu plano de
trabalho?
- Sim. – respondi com um
sorriso.
Entrei no escritório e
senti o olhar do Duarte preso no meu rabo, enquanto fechava a porta.
- E então? Estou melhor
vestida hoje?
- Lindíssima!
Usava um vestido super
curto, sem mangas, justo no peito e esvoaçante na direcção das pernas.
Sandálias de salto alto, que me faziam o rabo ainda mais saliente, permitindo,
através do tecido leve do vestido, vislumbrar o fio dental que usava. Nesse
dia, resolvi deixar o soutien em casa pelo que, com o fresco do ar condicionado,
os meus mamilos estavam excitados.
Apesar de todo o meu
corpo arder em desejo e do Duarte me comer com os olhos o tempo todo, nada mais
falamos a não ser de trabalho.
Fiquei a trabalhar numa
mesa em frente à Secretária, no hall que antecedia o escritório do Duarte.
Por volta das 18h, dispensou-me.
Já estava na rua, a caminho da paragem do autocarro, quando reparei que me
tinha esquecido do telemóvel… “Bolas!”
Voltei para trás. Subi o
elevador. O escritório estava vazio. Apenas um ou outro funcionário que, depois
da hora, terminava uma tarefa mais longa. O rádio, ainda ligado, debitava
informações de trânsito. Percorri o corredor até ao escritório do Duarte. A
Secretária não estava no lugar dela, mas ainda tinha o computador ligado e os
seus objectos pessoais em cima da mesa de trabalho.
Foi quando ouvi… “Não
pode ser… é demasiado cliché…” Da sala do meu chefe vinham ruídos que não
deixavam dúvidas. Sexo. Patrão e secretária. Típico. Não resisti à curiosidade
e resolvi espreitar. Não tive medo de ser apanhada. Se o fosse, de imediato me
ofereceria para me juntar à festa.
A porta não estava
trancada… estava mesmo entreaberta. Espreitei pela frincha. Duarte, com as
calças nos tornozelos, sentado na sua secretária. De joelhos em frente a ele,
movendo a cabeça para trás e para a frente, em movimentos lentos e profundos,
uma mulher… mas não era a Secretária! Fiquei petrificada a assistir. O patrão
parecia estar em êxtase…
- Hmmm… também gostas de
assistir, sua puta oferecida! – sussurrou uma voz ao meu ouvido. Era a
Secretária! – Vamos assistir as duas?
Senti uma mão a levantar-me
o vestido. Longos e suaves dedos desviavam o meu fio dental…
- Tão húmida… deves estar
cheia de tesão…
Os dedos estavam agora
dentro de mim… Uma boca acariciava o meu pescoço e as orelhas…
A mulher levantou-se.
Pude ver, pela primeira vez, o pénis volumoso do Duarte. Desejei-o dentro de
mim. Talvez adivinhando os meus pensamentos, a Secretária penetrou-me mais
fundo e com mais vigor.
- Quem é ela? –
perguntei.
- Uma puta… todas as
segundas-feiras vem cá uma puta diferente. Eles fodem, a porta fica entreaberta
para eu assistir. Nesta altura o Duarte já te viu e deve estar ainda mais
excitado do que o normal…
- Porque não participas?
- O Duarte não quer…
Prefere assim. Não sei porquê… Eu não me importo…
Lá dentro, já o Duarte
penetrava a mulher por trás, olhando em direcção da porta. Os nossos olhares
cruzaram-se. A minha vagina libertava cada vez mais suco nos dedos da
Secretária. O Duarte veio-se…
- Anda comigo… - a
Secretária puxou-me por uma mão em direcção ao WC.
Fodemos uma à outra, como
se não houvesse amanhã. Aquela Secretária era, sem dúvida, a mulher mais sexy e
experiente com quem eu tinha estado. Soube dar-me prazer e soube extrair de mim
todo o prazer que eu tinha para libertar. Mas, durante o tempo todo, só me imaginava a ser possuída pelo meu chefe. Aquele caralho
ia ser meu…
sexta-feira, 23 de março de 2012
A orgia - final inesperado
Depois do almoço, servido em modo buffet junto à piscina, reinou a calma naquela casa. Provavelmente devido ao cansaço, ao álcool e às drogas, os convivas pareceram perder o apetite pelo sexo. Alguns casais e trios trocavam alguns beijos e carícias, mas nada comparado ao deboche que tinha ocorrido horas antes.
Voltei para o interior da casa e subi ao piso superior, com o intuito de explorar aquela zona, para mim, desconhecida.
No cimo das escadas encontrei um longo corredor, com várias portas de um lado e do outro. Calculei que fossem quartos e que tivessem sido utilizados nas últimas horas. Lembrei-me então que por ali deveria haver alguma cama confortável onde poderia descansar.
Experimentei a primeira porta… trancada. O mesmo se passou na segunda e na terceira. No entanto, ao chegar ao fundo do corredor, pude ver que a quarta porta estava entreaberta. Abri lentamente. Junto a uma janela, um casal beijava-se apaixonadamente. Ela estava de bikini. Ele de calções de banho. Preparava-me para fechar a porta, quando ouço a voz dela:
- Não vás… entra e assiste…
Entrei.
No quarto para além de uma cama de proporções generosas, havia um sofá. Sentei-me, enquanto o casal continuava.
Ela desceu com a boca pelo peito dele, até à zona dos calções. Despiu-os lentamente, exibindo um pénis que começava a dar os primeiros sinais de erecção. Também lentamente, ela abriu os lábios e envolveu o membro masculino. Com uma mão segurava-o na direcção da sua boca. Com a outra acariciava os testítulos. Cada movimento era lento, suave, sensual. Aos poucos, o pénis foi ficando erecto, duro e humedecido pela saliva dela. Ela, por sua vez, parecia saborear cada centímetro do vigoroso membro, como se fosse a mais deliciosa iguaria do mundo.
Parou e voltou a procurar a sua boca. Enquanto se beijavam novamente, as mãos masculinas soltaram os fios que prendiam o bikini àquele corpo sensual. Agora eram dois corpos nus, colados e desejosos de se possuírem.
A porta abriu-se e entrou um rapaz. Sentou-se na cama.
O casal pareceu alheio àquele novo “convidado”.
Forte e viril, o macho, agarrou a sua companheira pelas nádegas, encostando-a à parede. Pelos movimentos dos seus quadris, pelos gemidos e pelo olhar dela, calculei que ele estivesse a penetrá-la. Na cama, o outro rapaz masturbava-se.
A porta abre de novo. Outro rapaz. Também ele se sentou na cama. Também ele se começou a masturbar.
Quase inconscientemente, deslizei para dentro de mim os meus dedos. Pude sentir o meu suco, quente e denso.
Contra a parede, o casal continuava a foder. O olhar da fêmea tornou-se extasiático. Os seus gritos mais intensos e não tardou a explodir num orgasmo.
Na cama, dois pénis iam sendo excitados.
O homem pousou-a no chão e conduziu-a à cama. De imediato, um dos rapazes deitou-se. Ela colocou-se por cima dele e acolheu, num movimento único, dentro de si, aquele pénis ansioso. O outro rapaz, de imediato, ofereceu o seu à boca. Imaginei logo que o homem que a tinha acabado de fodê-la contra a parede, iria ocupar o ânus. Contudo, dirigiu-se a mim. Despiu-me a parte de baixo do bikini e pegou nos meus dedos. Levou-os à boca e provou.
Na cama, a mulher cavalgava e mamava ao mesmo tempo.
Sem dizer uma palavra, o homem penetrou-me com os seus dedos. Tirou. Os mesmos dedos que me tinham penetrado, dirigiam-se agora ao ânus da outra mulher no quarto. Ele usava o meu lubrificante natural, para lubrificar o cu dela. Chamou-me para a cama. Colocou-me ao lado dela e penetrou-me novamente, primeiro com os dedos e depois com o pénis. Voltou a acariciar o ânus dela com um dedo, depois dois e depois com o caralho. Aos poucos foi entrando. Ela não largava a piça que tinha na boca.
Eu fiquei ali, a assistir àquela cena, enquanto os quatro bacantes pareciam totalmente alheios à minha presença. No entanto, não parei de me masturbar. Estava a viver um prazer único.
Se, até ao momento, tudo estava a ser surpreendente, o que aconteceu a seguir, foi ainda mais.
O que estava na boca, abandonou-a e apontou o caralho na minha direcção, ejaculando para cima de mim de forma abundante, atingindo-me as mamas e barriga. Apesar de surpreendida, não protestei e acolhi aquele líquido quente de bom grado. O meu tesão aumentou exponencialmente.
Poucos segundos depois, o que estava na cona também saiu e repetiu o gesto do colega. Agora, sem cima de mim, misturavam-se dois sémens diferentes e eu sentia-me, cada vez mais, em êxtase.
O outro continuava a enrabá-la.
- Anda cá! – disse ele.
Ordenou-me me colocasse por baixo dela, em 69. Ela bebeu todo o rasto de esperma que estava espalhado no meu corpo, enquanto eu devorava a vagina, a vulva e o clítoris dela.
Pouco depois ele veio-se e bebi toda a esporra que escorria do cu para a cona dela. Estava louca e também eu queria vir-me. Parecendo adivinhar os meus desejos, foi a vez dela de me fazer um minete. Excitada como estava, não demorei muito a vir-me e nem reparei que os três homens tinham abandonado a sala.
Fiquei deitada na cama, saboreando aquele momento. Também ela se foi embora. Pouco tempo depois, também eu fui embora… daquela casa…
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