Mostrar mensagens com a etiqueta lingerie. Mostrar todas as mensagens
Mostrar mensagens com a etiqueta lingerie. Mostrar todas as mensagens

quarta-feira, 30 de novembro de 2011

A colega de quarto

Depois das férias veio a faculdade. A Ana rumou a Coimbra e eu rumei ao Porto. Foi o fim do nosso namoro. Ambas sabíamos disso, à partida, e, talvez por isso mesmo, tenhamos vivido as férias de forma tão desregrada e intensa. Inicialmente, mantínhamos alguns encontros ao fim de semana, quando voltávamos a casa. No entanto, com o passar do tempo e com a falta de tempo, a chama foi-se apagando. Continuamos amigas e a partilhar as experiências que íamos vivendo.

No Porto iniciei uma nova vida. Queria completar o meu curso rapidamente e com boas notas. Aliás, nunca fui má aluna… antes pelo contrário. Contudo, não me abstive de aproveitar ao máximo a diversão universitária.
Nos primeiros tempos morei sozinha. Os meus pais alugaram uma casa com dois quartos, na esperança de eu poder dividir as despesas com alguém. No entanto, só perto do Natal é que consegui companhia, uma colega do segundo ano, com quem tinha feito amizade durante as praxes.
Apesar de termos construído uma boa relação, ela desconhecia totalmente o meu carácter ninfomaníaco. Sabia das curtes que ia tendo, mas nada que ela achasse extraordinário.
Com o tempo, a Joana viria a revelar-se uma pessoa, no mínimo, surpreendente…

A primeira surpresa foi logo no momento em que se mudou para minha casa. Ajudei-a a arrumar as roupas dela e, qual não é o foi espanto, quando reparo o quão sexy era a sua roupa interior: rendas, sedas, meias de ligas… A Joana era muito atraente, mas só no momento em que toquei na sua lingerie é que me senti com vontade de algo mais. Agi naturalmente, pois sabia que, em breve, iria poder vê-la usando aquelas roupas lá em casa.

Encontrei também saias e vestidos curtos e havia uma mala na qual ela não me deixou mexer:

- Para já… é segredo! Mas, daqui a uns tempos, talvez te mostre…

Tentei manter-me abstraída e agir naturalmente, mas aquela miúda começava a mexer comigo.

Adorava vê-la a entrar e a sair do banho, a passear-se pela casa em lingerie, a fumar à janela vestida apenas com uma t-shirt e sem mais nada por baixo.
Não eram raros os dias em que se produzia toda e saía, sempre de táxi. Nunca fiz perguntas mas, ficando sozinha, aproveitava para me masturbar pensando nela ou no que estaria a fazer fora de casa.

Certo dia, a Joana anuncia:

- Amanhã vou trazer uma pessoa cá a casa… não te importas, pois não?

- Não… queres que saia para ficares mais à vontade?

- Não é preciso, basta que fiques no teu quarto… mas tu é que sabes…

- Eu fico no quarto, tenho muito que estudar…

- OK!

E lançou-me um sorriso maroto.

Mal terminei de jantar, refugiei-me no meu quarto a estudar. Podia ouvir a Joana a abrir e a fechar armários e a correr entre o quarto dela e o WC.

Um tempo depois, ouvi a campainha, a porta abrir e a voz de um homem. A Joana tinha-me dito que não tinha namorado, por isso calculei que fosse algum engate.

Ouvia-os a conversar na sala. Não resisti à curiosidade e resolvi espreitar discretamente. A Joana estava perfeitamente maquilhada, com um vestido super sexy e de sapatos altos, como quando ia sair. Mas, o que mais me surpreendeu na cena foi o homem que a acompanhava. Tinha idade para ser nosso pai!

Então, lembrei-me dos meus tempos com o Gustavo e esqueci-me do que se passava à minha frente. Levantaram-se em direcção ao quarto e voltei ao meu. “Caramba! Esta miúda também tem tara por homens mais velhos?”

Pouco tempo depois, do quarto ao lado vinham rios, gritinhos e pequenos gemidos. Na minha cama, fui-me despedindo, tentando visualizar o que se passava no quarto ao lado, guiada pelos sons que daí vinham.
Não sei se o parceiro da Joana sabia que eu estava em casa. Se sabia, parecia pouco preocupado, pois eu podia ouvi-lo perfeitamente, na sua voz madura, dando indicações à minha amiga e exprimindo por palavras aquilo que queria e iria fazer com ela.
Eu já estava nua e com os meus dedos inundados de suco vaginal. Do outro lado havia sexo oral e um primeiro orgasmo que a Joana recebeu na sua boca. Na minha cama, imaginei-me a beijá-la e a receber na minha boca o sémen que ela tinha recolhido do seu amante e, também eu, atingi o orgasmo.
Tempo de pausa. Rebolei na minha cama, provando o meu próprio sabor.
O homem tornava-se agora mais agressivo, revelando todo o tesão que tinha por ela. Gritos, gemidos intensos e outros sons caracterizavam o prazer a que ambos se entregavam. Ouvia palmadas, provavelmente no rabo dela, acompanhadas por insultos e demais vernáculo porno-erótico. Voltei a tocar-me.
Novo orgasmo, acompanhado de um urro de prazer do macho.
Ouvi-os a conversar e, uns cinco minutos depois, a porta da rua a bater.

- Marta, já podes circular! – ouvi, vindo do outro lado da parede.

Fui ter com a Joana. A porta do quarto estava aberta. As suas roupas espalhadas pelo chão, um preservativo usado, os lençóis manchados e ela deitada nua na cama, contando uma série de notas de 20 euros.

Sem saber o que fazer, soltei um “desculpa” e virei costas:

- Espera! – disse ela. – Mais cedo ou mais tarde ia ter que te contar… Senta-te aqui…

E para mim abriu-se a porta de um novo mundo…


sexta-feira, 14 de outubro de 2011

Finalmente, mulher (parte II)

O banho foi relaxante e ao mesmo tempo excitante. Beijamo-nos e trocamos carícias, fiz-lhe um broche até ele se vir na minha boca.
Voltamos para a cama. Ele retirou os lençóis manchados com o meu sangue e deitou-se de costas. Deitei-me ao lado dele, beijando-lhe o peito e masturbando-o suavemente. Não dizíamos nada. Apenas olhares, beijos, toques…
Ele voltou a crescer. Sentia-o duro na minha mão e com vontade de o sentir de novo dentro de mim.

- Quero-te dentro de mim… mas não quero arriscar de novo…

- Pega no meu casaco, bolso interior do lado direito…

Dois preservativos. Abri um e coloquei-o naquele pénis que se erguia orgulhoso à minha frente. Abri as pernas por cima dele e deixei-me deslizar, lentamente. A dor voltou. Permaneci imóvel, deixando o meu corpo adaptar-se à segunda investida. À medida que a dor ia desvanecendo, comecei a movimentar-me, como uma amazona na sua montada. Cravei as mãos no peito do Gustavo, enquanto que as suas mãos me prenderam o rabo e iam guiando o ritmo do meu corpo. Os testículos tocavam-me nos lábios vaginais. Estranhamente, só naquela altura reparei no enorme espelho que havia na parede da cabeceira da cama. Vi os nossos corpos, naquela pose erótica. Vi o meu rosto de prazer. As minhas mamas firmes, os mamilos erectos e vermelhos e senti de novo o meu corpo a expelir o mel do prazer. Inconscientemente aumentei o ritmo das minhas ancas. Deixei-me cair para a frente, deixando as minhas mamas à mercê da boca de Gustavo que as devorava como se a sua vida dependesse disso. Nesta posição, já não era eu que comandava, mas sim ele. Penetrava-me violentamente, produzindo o pornográfico som do seu corpo a bater nas minhas nádegas. Eu gritava. Todo o meu corpo era tesão.
Com a sua força masculina, Gustavo virou-me e fodeu-me com tanta força que as dores voltaram. Explodiu sem esperar por mim. Senti-me frustrada, não por ele se ter vindo sem mim, mas por ter transformado aquela foda num acto puramente egoísta dele. Ao contrário da primeira, em que se tinha empenhado em me proporcionar o máximo prazer, naquele momento, tinha sido apenas uma pura descarga de desejo no meu corpo. Mesmo assim, beijei-o. Mesmo assim, eu estava feliz e, antes que as coisas piorassem, disse-lhe:

- Tenho que ir embora…

- Mas ainda temos tanto para fazer!

- Talvez outro dia…

Vestimo-nos antes de sairmos do quarto, beijamo-nos novamente. Bolas! Aquele homem fazia-me mesmo perder a cabeça. Encostou-me à parede. Encostou-se a mim e senti-o novamente duro. Fiquei de novo excitada. Meteu-me as mãos por dentro da saia e puxou-me as cuequinhas até aos tornozelos. Tirou-as e guardou-as num bolso. Do outro bolso tirou o preservativo que minutos antes não tinha sido utilizado. Abri-lhe a braguilha e tirei para fora o pénis. Preparava-me para o abocanhar, mas o Gustavo não deu tempo. Colocou-lhe o preservativo, pegou-me pelas nádegas e fodeu-me contra a parede. Desta vez não houve dor.
Arrisquei:

- Quero-me vir contigo!

- Sim… - respondeu-me no meio de um arfar.

O meu tesão aumentava, novamente, ao ver a cena reflectida no espelho:

- Dá-me, querido! Fode-me com toda a tua força!

Senti o orgasmo a aproximar-se. Aquela descarga eléctrica que explodia no meu corpo, dos pés à cabeça.

- Dá-me! Dá-me! Dá-me tudo agora!

Gritou como um animal. Três estocadas longas, profundas, fortes e o nosso prazer foi simultâneo.

Saiu de mim. Enquanto retirava o preservativo, aproximei-me e chupei-o, limpando o sémen que tinha ficado preso à sua pele.

Virei costas e desci para a garagem, antes que o animal acordasse de novo.  “As cuecas”, pensei.

Já no carro:

- Vais devolver-me algo que tens no teu bolso e que me pertence?

- Sim, da próxima vez em que estivermos juntos. O que quer dizer que não precisas trazer nada semelhante vestido…

quinta-feira, 13 de outubro de 2011

Finalmente, mulher (parte I)

O meu dilema adensava-se. Queria contar à Ana que tinha encontrado o homem que tanto procurava… mas não lhe podia dizer que esse homem era pai dela!
Resolvi inventar.
Contei basicamente tudo o que tinha acontecido entre mim e o pai dela, mas usando como actor principal um amigo desconhecido do meu pai. A cena da cozinha foi fácil de transpor: ele mora longe e vem visitar-nos de vez em quando, ficando cá a dormir. Mas a cena do carro foi, a seu modo, transporta para o quarto dele.
Adiante.
Esta semi-confissão das minhas aventuras com um homem com idade para ser meu pai (e que era, de facto, pai da Ana) fez-nos ficar cheias de desejo e fizemos amor… no WC de um shopping!
Entretanto, eu aguardava, cada vez mais ansiosa, um contacto do Gustavo. Masturbava-me na minha cama, imaginando-o a masturbar-se no banho, ou pensado em mim enquanto fazia amor com a mulher. Imaginava-nos a foder no quarto da Ana, na cama dele, na sala… Rapidinhas na cozinha durante a noite.
Aquele homem não me saía da cabeça e alimentava todas as minhas fantasias.
“Tive uma operação que durou a noite toda e hoje estou de folga. Sei que de tarde não tens aulas. Podes?”
Foi a mensagem com que acordei no dia que me transformou.
“Sim. Onde? A que horas?”
“Mal saias das aulas, vais embora como se fosses para a casa. Age naturalmente para a Ana não desconfiar. Encontro-me contigo na paragem do BUS junto ao shopping.”
“Ok”.

Saltei da cama e tomei um banho demorado. Fiz a depilação… total. Espalhei creme pelo corpo, perfumei-me, maquilhei-me. Escolhi uma lingerie que ainda não tinha estreado. Fio dental, com renda à frente. Soutien todo em renda. Conjunto preto a combinar com meias e cinto de liga. A ocasião merecia. Não pude vestir uma saia muito curta para que nas aulas ninguém reparasse nas ligas. Escolhi uma saia pelo joelho, mas justa, tipo “executiva”. Assim vestida parecia mais velha, o que me fez sorrir ao ver o resultado final da produção, junto ao espelho.
Ao ver-me assim na escola, a Ana exclamou:

-Não me digas que é hoje?!

- Sim, no fim das aulas.

- Posso ir contigo, só para o ver?

- Não, desculpa querida. Mas ele, não quer ser visto, obviamente.

- Eu percebo, mas depois quero saber todos os pormenores!

E, de facto, houve muitos pormenores. Mal saí do autocarro, vi o carro dele do outro lado da rua. Dirigi-me directamente para lá, entrei e, mal fechei a porta, arrancou sem dizer uma palavra. Estaria nervoso.
Fomos para um motel. A porta da garagem fecha-se atrás de nós e acontece o primeiro beijo, longo, molhado, intenso…

- Quero-te… - sussurrado ao ouvido.

- Vou ser tua…

Subimos para o quarto. Encostou-me à parede e continuou a beijar-me, enquanto que os seus dedos me desapertavam a blusa. Assim que se viu livre da primeira peça de roupa, a sua boca caiu para o meu pescoço e para os meus ombros.
As suas mão experientes encontraram rapidamente o fecho da minha saia que, poucos segundos depois caía no chão.

- Estás linda!

Encostei-o à parede e desapertei-lhe a camisa. Percorri-lhe o peito com a boca, até chegar à cintura. Ajoelhei-me, abri-lhe as calças e segurei firmemente o seu pénis, guiando-o até á minha boca. Venerei, acariciei, chupei, aquele membro que me ia tornar mulher. Enquanto o chupava, imaginava-o dentro de mim e o meu tesão ia aumentando.

- Pára… - gemeu ele.

Pus-me de pé e beijei-o novamente. Agarrou-me pelas nádegas e enrolei as minhas pernas na sua cintura. Levou-me até à cama e caíu em cima de mim, sem parar de me beijar. Rolamos na cama e eu fiquei por cima. Sentei-me de forma a colocar a vagina mesmo em cima do pénis dele, de forma a ambas as fontes de prazer se estimularem. Desapertou-me o soutien e imediatamente beijou, sugou, chupou avidamente as minhas mamas. Comecei a gritar de prazer, enquanto com movimentos das ancas ia proporcionando prazer a ambos. Virou-me novamente e, com a boca, despiu-me as cuequinhas. Senti, então, a boca dele a beijar-me nos lábios vaginais, fazendo a língua deslizar lentamente para dentro de mim. Os movimentos dos seus lábios eram em tudo semelhantes aos movimentos que fazia quando me beijava na boca. Eu estava cada vez mais louca. Usou os dedos para alargar a vagina e poder penetrar-me mais fundo com a língua. O meu prazer era cada vez maior:

- Fode-me!

- Ainda não…

Continuou, continuou até eu me vir toda na boca dele.

Ao sentir o meu orgasmo, colocou-se de joelhos e abriu-me mais um pouco as pernas. Abraçou-me, segurando-me ternamente nos seus braços. Olhou-me nos olhos, beijou-me e, à medida que me ia beijando, senti o seu membro colocar-se em posição para me penetrar.

- Não pões preservativo?

- Não vai ser necessário querida… confia em mim…

Eu sabia que estávamos a arriscar em demasia, mas a sensação de sentir a carne dele dentro de mim, sem qualquer entrave artificial, fez-me perder a cabeça.
Como estava toda molhada, por causa do orgasmo que tinha tido há pouco, a entrada foi suave enchendo-me de prazer. Além disso, a segurança daquele abraço faziam-me perder o medo da dor que se aproximava.
Mais uma vez, olhou-me nos olhos e, nesse momento, senti-me invadida e uma dor que percorreu todo o corpo. Agarrei-o. Ficou dentro de mim, algum tempo, sem se mexer. A dor ia desaparecendo. Mais um beijo, carícias e a dor foi dando lugar ao prazer. Saiu um pouco, voltou a entrar com força. Dor. Nova pausa. Prazer.
Era claro que o Gustavo tinha experiência a desflorar mulheres. Sabia dosear a dor e o prazer. Fê-lo de tal forma que, ao fim de alguns minutos toda eu era tesão. Então, começou a foder-me. Cada vez com mais força e cada vez mais fundo. Largou o abraço e as suas mãos estavam agora apoiadas lateralmente ao meu corpo. Arqueava as costas e penetrava-me com movimentos lentos e profundos. As minhas mãos apertavam-lhe as nádegas, numa tentativa vã de controlar os seus movimentos.
Retirou o pénis ainda manchado pelo meu sangue virginal e veio-se em cima de mim, espalhando o seu sémen no meu ventre e nas mamas. Foram vários jactos, quentes, cheios de força, resultantes da acumulação de tesão que aquela tarde estava a proporcionar. Eu espalhei aquele leite como se fosse um creme hidratante. Adorava a sensação!

- Vamos tomar um banho, que a tarde ainda está a começar…