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domingo, 6 de novembro de 2011

O fim de um ciclo

A cada momento que passava sentia-me mais dividida. Por um lado, atraída pelo tesão, pelo prazer… mas por outro, com medo de estar a ultrapassar um ponto sem retorno.

Contei à Ana que, naquela tarde, estaria com o pai dela. Reagiu friamente o que aumentou a minha apreensão. No entanto, as memórias dos momentos que já tinha vivido com o Gustavo aliadas à ansiedade de ser novamente possuída por ele, faziam-me avançar sem temer e com uma onda de desejo que percorria todo o meu corpo.

Antes de sair da escola fui ao WC e tirei as cuecas. Quando estava mesmo a chegar ao consultório do Gustavo, mandei-lhe uma SMS: “Estou de saia, sem cuecas e quase a chegar. Quero-te bem teso!”

Estava decidida que, desta vez, seria eu a controlar, a usar e a abusar.

O consultório ficava numa luxuosa clínica privada. A sala de espera estava com meia dúzia de pessoas. Dirigi-me à recepção. Ao falar com a recepcionista, interrogava-me se, também ela, já teria caído nas garras dele. Indicou-me o caminho e mandou-me entrar.

Enquanto caminhava comecei a sentir o meu suco deslizar para o exterior, percorrendo a vulva e chegando às coxas. Nunca na vida me tinha sentido com tanta vontade de sexo.

Nem bati à porta. Gustavo estava sentado atrás da secretária. Vi de imediato a webcam que, provavelmente, já estaria ligada. Avancei sem dizer uma palavra. Os olhos dele ardiam de desejo. Avancei. Conforme tinha pedido, ele apresentava-me um pénis erecto, rubro, ansioso por me penetrar. Abri as pernas por cima da cadeira e deslizei aquele membro duro para dentro de mim. Finalmente!

Cavalguei-o como nunca o tinha feito, lentamente, sentindo-o a preencher-me completamente. Sabia que estava a ser vista pela legítima. No meu íntimo, encarei aquela foda como um desafio. A cada movimento das minhas ancas, sentia ondas e ondas de prazer, muito perto do orgasmo. A minha sensibilidade estava nos píncaros e o meu clítoris perto da explosão. Deixei-o desapertar-me a blusa, o soutien e sugar-me as mamas. Neste momento, poderia jurar que entrei em transe. A minha mente viajou para outros mundos, deixei de ver o homem que estava dentro de mim, o espaço onde estávamos. Perdi a noção de quem era e de onde estava. Um prazer como nunca tinha sentido. E aumentei a velocidade. A espaços ouvia o barulho da cadeira a protestar contra o esforço a que era submetida. Não sei se gritei, mas é natural que o tenha feito de forma exagerada.

Depois, veio o orgasmo e, nesse mágico momento, voltei àquele consultório e ao homem que me possuía. Podia ler nos seus olhos que, também ele estaria prestes a vir-se. Mas aquela foda era a minha foda.

Decidi ficar por ali. Vesti-me, deixando desta vez o soutien como lembrança:

- Se quiseres voltar a ver-me…

E abandonei o consultório da mesma forma como tinha entrado.

Mas eu não queria voltar a estar com o Gustavo. Cada vez mais tinha a sensação de que as coisas não iriam correr bem.

De imediato, mandei SMS à Ana “preciso estar contigo”.

Apesar de sexualmente ter acabado de ter uma experiência inesquecível, sentia-me vazia, oca. Precisava mesmo da Ana, a única pessoa que, para além de me proporcionar prazer, fazia-me sentir algo, fazia o meu coração vibrar.

“O que se passa? Não devias estar com o meu pai?”

“Já estive. Mas não estou bem.”

Quando nos encontramos, só consegui abraça-la com toda a minha força e chorar copiosamente no ombro dela.

Ao fim de alguns minutos, lá me recompus e contei-lhe, sem entrar em grandes pormenores, o que tinha acontecido.

A Ana estava sozinha em casa e fomos tomar um banho juntas. Enchemos a banheira de espuma e ali ficamos a trocar carinhos e prazer.

Depois de nos secarmos fomos para a cama. A determinada altura diz a Ana:

- Sabes, amor… eu adoro estar contigo e o prazer que me dás, mas não achas que falta aqui algo?

- Puta! Queres uma pila, não é?

- Quero! Então, se és tu que queres, pega no telemóvel e liga a quem quiseres…

Apesar de ter ficado com o meu soutien de recordação e com uma falsa promessa de um novo encontro, o Gustavo nunca mais tentou estar comigo.

Eu e Ana amávamo-nos e éramos fiéis uma à outra. Continuamos a estar juntas, sozinhas, ou a três mas, cada vez mais, a nossa relação transcendia o sexo. O terceiro elemento era apenas um complemento para nos proporcionar um prazer maior.

Entretanto, entramos para a faculdade. Cursos diferentes, em cidades diferentes e as nossas vidas mudaram, principalmente a minha…

terça-feira, 25 de outubro de 2011

Reencontro na madrugada

O pai da Ana tinha uma promessa por cumprir. Devolver-me a minha peça de roupa interior, que tinha guardado no nosso último encontro, à guisa de troféu.
Aguardei algum tempo por novo contacto dele. Entretanto, a química sexual entre mim e a Ana estava cada vez mais apurada e, uma vez por outra, lá juntávamos aos nossos encontros um rapaz. Adorava ver a Ana a ser possuída, de quatro, ou cavalgando o macho, numa posição em que o seu corpo atingia uma plenitude de sensualidade.
Uma vez por outra, cruzava-me com o pai dela lá em casa. Uns olhares cúmplices e nada mais. Até que chegou uma daquelas noites em que eu dormia lá. Estava prestes a deitar-me com a Ana, quando recebo SMS: “Esta noite, 3h, na cozinha.”
O tesão disparou no meu corpo e foi a Ana quem lucrou.

- Hmmmm, querida, nunca te vi assim tão… quente!

- Estou inspirada!

A ansiedade manteve-me acordada até à hora de descer à cozinha. Quando lá cheguei a luz já estava acesa. Apresentei-me com a mesma roupa do nosso primeiro encontro, ou seja, apenas uma t-shirt. Gustavo estava em boxers.

- Tens algo que me pertence…

- Isto? – perguntou Gustavo segurando a minha tanguinha preta por um dedo.

- Sim…

- Vem cá buscar…

Fui. Como da primeira vez, caminhando sensual e lentamente. Cravei os olhos na zona genital dele e pude ver algo a crescer.

Ao chegar junto a ele, deixou cair a tanguinha no chão. Ajoelhei-me para a apanhar. Pude ver o seu tesão a crescer. A minha vontade era chupa-lo todo, logo ali. Mas levantei-me.

- Veste-as…

Preparava-me para as vestir, quando ele interrompeu:

- Tira primeiro a t-shirt.

Despi-me. Ali estava eu, nua, de madrugada, a exibir-me para o homem que me desflorou, pai da minha melhor amiga, que me olhava com um ar tranquilo, mas no qual se notava um desejo crescente.

- Linda… agora sim… veste-as…

Mal o fio dental assentou na cintura, as mãos de Gustavo prenderam-se às minhas nádegas descobertas e arrastaram-me para ele. Com força do agarrão, as minhas mamas balouçaram à altura da sua boca que logo as acariciou, alternadamente e avidamente, de tal forma que a saliva do meu amante deslizava pelo contorno curvilíneo dos meus seios firmes de adolescente.

Num ágil e único movimento, levantou-se e debruçou-me sobre a mesa. Arrepiei-me com o contacto frio do objecto com a minha pele, mas Gustavo permaneceu indiferente. Senti o fio dental ser arrumado para o lado e, quando ainda me mentalizava para uma penetração, senti-me totalmente invadida por um pénis duro, quente, que parecia rasgar-me ao meio. Ali ficou, repousando alguns segundos. A violência da penetração provocou-me alguma dor, apesar de já estar lubrificada. Contudo, não articulei um som. Esta nova experiência estava a ser de tal forma surpreendente que me sentia numa montanha russa. Por cima de nós dormia a família daquele homem, que agora me penetrava repetidamente com todas as suas forças, proferindo obscenidades. Senti que aquela cópula terminaria num prazer unilateral e só nessa altura ganhei consciência do perigo que corria. Eu ainda não tomava a pílula e ele estava sem preservativo.

- Não te venhas dentro de mim!

- Uma puta como tu não toma a pílula? Foda-se!
Dito isto, parou. Eu continuei debruçada na mesa, à espera. Nem me atrevia a olhar para trás.

- Felizmente, vim prevenido.

“Ok… vai colocar o preservativo”, pensei. Mas não foi o som do invólucro que eu ouvi. Algo parecido com uma tampa de plástico. Enquanto tentava adivinhar o que se seguiria, senti algo húmido e frio no meu ânus e percebi o que se estava a passar. Seria a primeira vez. Apesar de vários dos meus parceiros sexuais terem sugerido a penetração anal, para contornar a minha virgindade, nunca tinha aceitado. Não por qualquer espécie de tabu, pura e simplesmente pelo medo da dor.
Com mais medo fiquei por saber o estado selvático em que o Gustavo se encontrava.

- Vai com calma querido…

-Hmmm… não me vais dizer que nunca levaste no cu?

- Não…

- Então isso vai dar-me ainda mais gozo! Vais ver que vais gostar!

Lubrificou-me mais um pouco. Depois, com o dedo, foi-me abrindo lentamente. Enquanto com a outra mão e com a língua me estimulava a vagina. Voltei a sentir prazer. O Gustavo voltava a ser o amante dedicado e empenhado em fazer-me sentir bem.
O prazer fez-me relaxar. O meu buraquinho ia abrindo e preparava-se para receber dentro dele a virilidade do Gustavo, bem como o sumo do prazer.

- Vai, querido… fode-me!

- Sim…

Cumpriu com o que eu lhe pedi. Lentamente, dando-me espaço para me habituar à invasão, Gustavo foi-me penetrando o cu, até eu sentir os testículos beijarem-me as nádegas. Senti alguma dor, mas a habilidade e a experiência de Gustavo amenizaram-na.

- Estás bem?

- Sim, querido! Agora fode-me e vem-te no meu cuzinho!

Gustavo começou a mexer-se e eu a sentir-me estimulada. Não sei se por ser mais uma experiência nova, pela hora ou pelo local, o que é certo é que, dentro de mim, despertou o fogo que me levava aos meus melhores orgasmos.

Aos poucos, Gustavo voltou ao seu estado selvagem. Recomeçaram as obscenidades (o que me excitou ainda mais), até que, após uma estocada mais violenta, senti-me inundada por aquele líquido espesso e quente que me era tão familiar, mas não naquela zona do meu corpo. O meu amante abrandou o ritmo e ia parar, mas não deixei:

- Estou quase a vir-me, cabrão! Não pares agora!

Não sei como estas palavras saíram da minha boca, mas ele gostou e, sem deixar esmorecer o pénis, continuou a enrabar-me até eu ter o meu orgasmo.

A luz da escadaria acendeu-se. Alguém se aproximava. Tínhamos pouco mais de vinte segundos para nos recompormos. Eu só tinha que vestir uma tshirt, mas Gustavo tinha muito que explicar. Quando acabei de me vestir, ele já lá não estava. Provavelmente, fugiu pela porta que liga a cozinha ao jardim. Atordoada com estes pensamentos, nem reparei que a pessoa que descia as escadas já se encontrava ao pé de mim…

sexta-feira, 14 de outubro de 2011

Finalmente, mulher (parte II)

O banho foi relaxante e ao mesmo tempo excitante. Beijamo-nos e trocamos carícias, fiz-lhe um broche até ele se vir na minha boca.
Voltamos para a cama. Ele retirou os lençóis manchados com o meu sangue e deitou-se de costas. Deitei-me ao lado dele, beijando-lhe o peito e masturbando-o suavemente. Não dizíamos nada. Apenas olhares, beijos, toques…
Ele voltou a crescer. Sentia-o duro na minha mão e com vontade de o sentir de novo dentro de mim.

- Quero-te dentro de mim… mas não quero arriscar de novo…

- Pega no meu casaco, bolso interior do lado direito…

Dois preservativos. Abri um e coloquei-o naquele pénis que se erguia orgulhoso à minha frente. Abri as pernas por cima dele e deixei-me deslizar, lentamente. A dor voltou. Permaneci imóvel, deixando o meu corpo adaptar-se à segunda investida. À medida que a dor ia desvanecendo, comecei a movimentar-me, como uma amazona na sua montada. Cravei as mãos no peito do Gustavo, enquanto que as suas mãos me prenderam o rabo e iam guiando o ritmo do meu corpo. Os testículos tocavam-me nos lábios vaginais. Estranhamente, só naquela altura reparei no enorme espelho que havia na parede da cabeceira da cama. Vi os nossos corpos, naquela pose erótica. Vi o meu rosto de prazer. As minhas mamas firmes, os mamilos erectos e vermelhos e senti de novo o meu corpo a expelir o mel do prazer. Inconscientemente aumentei o ritmo das minhas ancas. Deixei-me cair para a frente, deixando as minhas mamas à mercê da boca de Gustavo que as devorava como se a sua vida dependesse disso. Nesta posição, já não era eu que comandava, mas sim ele. Penetrava-me violentamente, produzindo o pornográfico som do seu corpo a bater nas minhas nádegas. Eu gritava. Todo o meu corpo era tesão.
Com a sua força masculina, Gustavo virou-me e fodeu-me com tanta força que as dores voltaram. Explodiu sem esperar por mim. Senti-me frustrada, não por ele se ter vindo sem mim, mas por ter transformado aquela foda num acto puramente egoísta dele. Ao contrário da primeira, em que se tinha empenhado em me proporcionar o máximo prazer, naquele momento, tinha sido apenas uma pura descarga de desejo no meu corpo. Mesmo assim, beijei-o. Mesmo assim, eu estava feliz e, antes que as coisas piorassem, disse-lhe:

- Tenho que ir embora…

- Mas ainda temos tanto para fazer!

- Talvez outro dia…

Vestimo-nos antes de sairmos do quarto, beijamo-nos novamente. Bolas! Aquele homem fazia-me mesmo perder a cabeça. Encostou-me à parede. Encostou-se a mim e senti-o novamente duro. Fiquei de novo excitada. Meteu-me as mãos por dentro da saia e puxou-me as cuequinhas até aos tornozelos. Tirou-as e guardou-as num bolso. Do outro bolso tirou o preservativo que minutos antes não tinha sido utilizado. Abri-lhe a braguilha e tirei para fora o pénis. Preparava-me para o abocanhar, mas o Gustavo não deu tempo. Colocou-lhe o preservativo, pegou-me pelas nádegas e fodeu-me contra a parede. Desta vez não houve dor.
Arrisquei:

- Quero-me vir contigo!

- Sim… - respondeu-me no meio de um arfar.

O meu tesão aumentava, novamente, ao ver a cena reflectida no espelho:

- Dá-me, querido! Fode-me com toda a tua força!

Senti o orgasmo a aproximar-se. Aquela descarga eléctrica que explodia no meu corpo, dos pés à cabeça.

- Dá-me! Dá-me! Dá-me tudo agora!

Gritou como um animal. Três estocadas longas, profundas, fortes e o nosso prazer foi simultâneo.

Saiu de mim. Enquanto retirava o preservativo, aproximei-me e chupei-o, limpando o sémen que tinha ficado preso à sua pele.

Virei costas e desci para a garagem, antes que o animal acordasse de novo.  “As cuecas”, pensei.

Já no carro:

- Vais devolver-me algo que tens no teu bolso e que me pertence?

- Sim, da próxima vez em que estivermos juntos. O que quer dizer que não precisas trazer nada semelhante vestido…

quinta-feira, 13 de outubro de 2011

Finalmente, mulher (parte I)

O meu dilema adensava-se. Queria contar à Ana que tinha encontrado o homem que tanto procurava… mas não lhe podia dizer que esse homem era pai dela!
Resolvi inventar.
Contei basicamente tudo o que tinha acontecido entre mim e o pai dela, mas usando como actor principal um amigo desconhecido do meu pai. A cena da cozinha foi fácil de transpor: ele mora longe e vem visitar-nos de vez em quando, ficando cá a dormir. Mas a cena do carro foi, a seu modo, transporta para o quarto dele.
Adiante.
Esta semi-confissão das minhas aventuras com um homem com idade para ser meu pai (e que era, de facto, pai da Ana) fez-nos ficar cheias de desejo e fizemos amor… no WC de um shopping!
Entretanto, eu aguardava, cada vez mais ansiosa, um contacto do Gustavo. Masturbava-me na minha cama, imaginando-o a masturbar-se no banho, ou pensado em mim enquanto fazia amor com a mulher. Imaginava-nos a foder no quarto da Ana, na cama dele, na sala… Rapidinhas na cozinha durante a noite.
Aquele homem não me saía da cabeça e alimentava todas as minhas fantasias.
“Tive uma operação que durou a noite toda e hoje estou de folga. Sei que de tarde não tens aulas. Podes?”
Foi a mensagem com que acordei no dia que me transformou.
“Sim. Onde? A que horas?”
“Mal saias das aulas, vais embora como se fosses para a casa. Age naturalmente para a Ana não desconfiar. Encontro-me contigo na paragem do BUS junto ao shopping.”
“Ok”.

Saltei da cama e tomei um banho demorado. Fiz a depilação… total. Espalhei creme pelo corpo, perfumei-me, maquilhei-me. Escolhi uma lingerie que ainda não tinha estreado. Fio dental, com renda à frente. Soutien todo em renda. Conjunto preto a combinar com meias e cinto de liga. A ocasião merecia. Não pude vestir uma saia muito curta para que nas aulas ninguém reparasse nas ligas. Escolhi uma saia pelo joelho, mas justa, tipo “executiva”. Assim vestida parecia mais velha, o que me fez sorrir ao ver o resultado final da produção, junto ao espelho.
Ao ver-me assim na escola, a Ana exclamou:

-Não me digas que é hoje?!

- Sim, no fim das aulas.

- Posso ir contigo, só para o ver?

- Não, desculpa querida. Mas ele, não quer ser visto, obviamente.

- Eu percebo, mas depois quero saber todos os pormenores!

E, de facto, houve muitos pormenores. Mal saí do autocarro, vi o carro dele do outro lado da rua. Dirigi-me directamente para lá, entrei e, mal fechei a porta, arrancou sem dizer uma palavra. Estaria nervoso.
Fomos para um motel. A porta da garagem fecha-se atrás de nós e acontece o primeiro beijo, longo, molhado, intenso…

- Quero-te… - sussurrado ao ouvido.

- Vou ser tua…

Subimos para o quarto. Encostou-me à parede e continuou a beijar-me, enquanto que os seus dedos me desapertavam a blusa. Assim que se viu livre da primeira peça de roupa, a sua boca caiu para o meu pescoço e para os meus ombros.
As suas mão experientes encontraram rapidamente o fecho da minha saia que, poucos segundos depois caía no chão.

- Estás linda!

Encostei-o à parede e desapertei-lhe a camisa. Percorri-lhe o peito com a boca, até chegar à cintura. Ajoelhei-me, abri-lhe as calças e segurei firmemente o seu pénis, guiando-o até á minha boca. Venerei, acariciei, chupei, aquele membro que me ia tornar mulher. Enquanto o chupava, imaginava-o dentro de mim e o meu tesão ia aumentando.

- Pára… - gemeu ele.

Pus-me de pé e beijei-o novamente. Agarrou-me pelas nádegas e enrolei as minhas pernas na sua cintura. Levou-me até à cama e caíu em cima de mim, sem parar de me beijar. Rolamos na cama e eu fiquei por cima. Sentei-me de forma a colocar a vagina mesmo em cima do pénis dele, de forma a ambas as fontes de prazer se estimularem. Desapertou-me o soutien e imediatamente beijou, sugou, chupou avidamente as minhas mamas. Comecei a gritar de prazer, enquanto com movimentos das ancas ia proporcionando prazer a ambos. Virou-me novamente e, com a boca, despiu-me as cuequinhas. Senti, então, a boca dele a beijar-me nos lábios vaginais, fazendo a língua deslizar lentamente para dentro de mim. Os movimentos dos seus lábios eram em tudo semelhantes aos movimentos que fazia quando me beijava na boca. Eu estava cada vez mais louca. Usou os dedos para alargar a vagina e poder penetrar-me mais fundo com a língua. O meu prazer era cada vez maior:

- Fode-me!

- Ainda não…

Continuou, continuou até eu me vir toda na boca dele.

Ao sentir o meu orgasmo, colocou-se de joelhos e abriu-me mais um pouco as pernas. Abraçou-me, segurando-me ternamente nos seus braços. Olhou-me nos olhos, beijou-me e, à medida que me ia beijando, senti o seu membro colocar-se em posição para me penetrar.

- Não pões preservativo?

- Não vai ser necessário querida… confia em mim…

Eu sabia que estávamos a arriscar em demasia, mas a sensação de sentir a carne dele dentro de mim, sem qualquer entrave artificial, fez-me perder a cabeça.
Como estava toda molhada, por causa do orgasmo que tinha tido há pouco, a entrada foi suave enchendo-me de prazer. Além disso, a segurança daquele abraço faziam-me perder o medo da dor que se aproximava.
Mais uma vez, olhou-me nos olhos e, nesse momento, senti-me invadida e uma dor que percorreu todo o corpo. Agarrei-o. Ficou dentro de mim, algum tempo, sem se mexer. A dor ia desaparecendo. Mais um beijo, carícias e a dor foi dando lugar ao prazer. Saiu um pouco, voltou a entrar com força. Dor. Nova pausa. Prazer.
Era claro que o Gustavo tinha experiência a desflorar mulheres. Sabia dosear a dor e o prazer. Fê-lo de tal forma que, ao fim de alguns minutos toda eu era tesão. Então, começou a foder-me. Cada vez com mais força e cada vez mais fundo. Largou o abraço e as suas mãos estavam agora apoiadas lateralmente ao meu corpo. Arqueava as costas e penetrava-me com movimentos lentos e profundos. As minhas mãos apertavam-lhe as nádegas, numa tentativa vã de controlar os seus movimentos.
Retirou o pénis ainda manchado pelo meu sangue virginal e veio-se em cima de mim, espalhando o seu sémen no meu ventre e nas mamas. Foram vários jactos, quentes, cheios de força, resultantes da acumulação de tesão que aquela tarde estava a proporcionar. Eu espalhei aquele leite como se fosse um creme hidratante. Adorava a sensação!

- Vamos tomar um banho, que a tarde ainda está a começar…