terça-feira, 24 de setembro de 2013

Último round...

- De certo achas muito estranha toda a cena da família da Ana…

- Sim… Ok, excita-me, agrada-me… Mas bolas! É estranho!

- É.

- Mas o que é que tu sabes sobre eles?

- Sei que não são uma família.

- Ah?

- A Ana e o irmão não são filhos dos “pais” deles.

- Não?

- Não. Foram adoptados.

- E eles sabem disso?

- Sabem.

- Mas…

- Eu conto-te tudo. Basicamente, os “pais” da Ana são tarados sexuais, para lá daquilo que possas imaginar. Tarados ao ponto de adoptarem duas crianças, simplesmente, para os treinarem a ser máquinas sexuais. As tuas primeiras experiências com a Ana, o teu caso com o irmão dela, o teu caso com o pai dela… Tudo foi premeditado e estudado ao pormenor.

- Não posso crer…

- Sim, todos sabiam de tudo.

- E tu, como soubeste?

- Como tu, fui apanhada na teia. O irmão dela seduziu-me e fodemos à grande. Mas, desde cedo, estranhei o ambiente vivido naquela casa, principalmente a forma como os cotas olhavam para mim. Estranhei mais ainda, quando apanhei a Ana a foder o “irmão”…

- Fogo…

- Yah. Nesse momento, decidi investigar e tentar rentabilizar a coisa para o meu lado. Não foi difícil ir para a cama com cada um dos quatro, individualmente, filmar tudo e gravar as revelações que cada um ia fazendo. Depois, foi só montar um vídeo, confrontar a família maravilha e ameaçar divulgar o conteúdo do filme. Foi nessa altura que me contaram toda a verdade.

- Surreal…

- Mesmo… o problema é que estou farta dos jogos deles. Quero sair da teia, mas não consigo e tu, minha querida, também já estás muito enterrada nisto.

- Dentro em breve volto para o Porto…

- Volta. Muda de número de telemóvel e esquece-os.

- E tu, porque não consegues sair?

- Depois de fazeres um broche com uma pistola apontada à cabeça… Os pais queriam brinquedos, adoptaram os filhos. Agora toda a gente quer-me a mim (e a ti!) como brinquedo. Por isso te digo, foge! Antes que as coisas fiquem sérias para o teu lado…

Ao ouvir tudo isto, simultaneamente com a estranheza, crescia em mim o tesão. Então, decidi.

- Obrigada por me teres contado. Agora, preciso fazer algo antes de fugir…

Vesti-me e dirigi-me a casa. Tomei um banho e produzi-me para o sexo. Olhei-me ao espelho e nunca me senti tão puta como naquele momento.

Primeiro, o consultório do pai. Cheguei sem aviso prévio. Dirigi-me à recepcionista que já me conhecia. Anunciou-me de imediato e, de imediato, a porta abriu-se.

Nem “boa tarde”. Mal a porta se fechou, a minha boca devorou a dele enquanto lhe abria as calças. Apesar da idade já avançada, o pénis rapidamente se ergueu desejoso de me penetrar. Contudo, foi a minha boca que primeiro o recebeu. Chupei-o sem parar até sentir os jactos quentes na minha garganta.

- Agora, fode-me!

Levantei a já de si reduzida saia e coloquei-me debruçada na secretária, de rabo empinado à espera da estocada.

Senti o fio dental ser arrumado para o lado e, logo de seguida, o caralho que me tirou a virgindade anos antes penetrava-me com toda a força.

- Porquê esta surpresa agradável? Saudades minhas? Relembrar o passado…

- Tesão… apenas tesão… a minha cona precisava de ti… Fode-me até te vires de novo e encheres-me de leite!

Nem estranhei ele não ter amolecido após o broche. Sendo tarado como era, provavelmente estaria “medicado”, para aviar a mulher, a suposta filha, ou qualquer outra cona que lhe aparecesse à frente.

Poucos minutos depois, a esporra escorria-me pelas pernas e eu preparava-me para o objectivo seguinte.

Peguei no telemóvel:

- Ana, onde estás?

Onde ela estava na altura, agora não vem ao caso, mas meia hora depois estava na minha boca a vir-se de tal forma que quase “squirtava” para cima de mim:

- Foda-se que nunca te senti assim! O que se passa?

- Tesão… precisava comer-te, sentir o teu sabor na minha boca. Agora, fode-me.

Encostou-me à parede, de rabo virado para ela e penetrou-me com os dedos enquanto me insultava ao ouvido:

- Toma, puta de merda! Já fodeste meio mundo, mas nunca ninguém te comeu como eu, pois não?

E intercalava os impropérios com mordidelas e lambidelas… Quando me vim, enfiou-me os dedos na boca. Beijamo-nos e eu parti para casa dela.
Toquei à campainha, veio a mãe.

- Está sozinha?

- Não… o meu filho está cá. – respondeu surpreendida pela minha frieza.

- Óptimo! Pode chamá-lo?

- Com certeza!

Então, foi a minha vez de ficar surpreendida:

- Depois da tua “tour” desta tarde, calculo que agora sejamos nós… - disse ela.

- Sim. É verdade.

E caímos loucas no sofá enquanto as nossas roupas voavam. Quando já nuas, ele chegou e colocou-se no nosso meio. Foi a vez de o despirmos, enquanto as nossas bocas o beijavam. Uma de cada lado, íamos chupando aquele caralho, alternadamente, ou as duas ao mesmo tempo, colocando-o entre os nossos lábios e línguas.

Preguiçoso, permaneceu sentado, enquanto a “mãe” o cavalgava. Sentada ao lado dele, beijava os dois, principalmente as mamas dela. Egoísta, cavalgou o “filho” até se vir, num grito agudo e prolongado.

Desmontou, deixando o macho à minha disposição. Ele sorria maliciosamente, encantado por estar a ser fodido sem ter que se mexer. Foi a minha vez de o montar, sentir aquele caralho bem dentro de mim, e desfrutar dele. Agora, era ela que me chupava as mamas, me tocava e acariciava, enchendo-me de tesão.

Quando me vim, fiquei quase desfalecida no chão. Finalmente, ele acordou. Levantou-se, dirigiu-se a mim, abriu-me as pernas com violência e fodeu-me ali, no chão, enquanto a “mãe” se tocava no sofá. Como era típico nele, penetrava-me com uma força descomunal, como se o mundo fosse acabar.

Novo orgasmo e quase desmaiei. Ele continuava vigoroso e foi descarregar a sua energia na mulher que o educou para o sexo. Foi a vez de ela se vir novamente, mas ele não parou.

Já recuperada, levantei-me e sentei-me no sofá. Adivinhando o meu desejo, ele virou a “mãe” de quatro de modo a que a boca dela ficasse na minha cona. Estávamos, os três, no máximo da loucura, no máximo do tesão. Pela sala ecoavam gritos, gemidos e o som do vai-e-vem do pénis dentro dela.

- Agora tu, de quatro! – ordenou.

Obedeci e senti-me a ser enrabada. Não estava à espera, mas o facto de ele ter o caralhado lubrificado com o suco da “mãe” facilitou a invasão.

Os papéis inverteram-se e, agora, era eu que tinha uma cona à disposição da minha boca. Se, algum tempo antes, a “filha” quase “ejaculara”, a mãe não se ficou pelo “quase” e na minha cara verteu os jactos do seu tesão.

Ainda me recompunha deste orgasmo intenso e sinto novos jactos, desta vez bem dentro do meu ânus.

Estava cumprida a minha missão.


Nesse mesmo dia, regressei ao Porto e segui os conselhos da Elisa…

sábado, 10 de agosto de 2013

Na praia...

Não consegui dormir.

Naquele momento em que o cansaço vencia o meu corpo, o telemóvel tocou. Era a Elisa.

- Sai da cama e vem ter comigo à praia.

A ordem era segura e irrecusável.

Decidi arranjar-me para ela. Afinal eu desejava-a como nunca tinha desejado ninguém. Algo em mim sentia que íamos fazer amor.

Escolhi o meu bikini mais sensual, curto, mas não demasiado revelador. Perfumei-me e maquilhei-me discretamente. Já tínhamos estado juntas, mas nunca a sós e eu desejava muito esse momento.

Quando nos encontramos, praticamente me beijou na boca. Fiquei surpreendida, porque o local não era propriamente discreto.

Dirigimo-nos para a areia sem dizer uma palavra. Sinceramente, já não me interessava o que ela tinha para me contar. Queria comê-la e ponto final.

- Segue-me, aluguei uma barraca.

Instalamo-nos e ela despiu-se. Contemplei aquele corpo perfeito, “coberto” por um bikini vermelho que pouco escondia. Acendeu um cigarro e, a forma como inalava e expelia o fumo, tornava-a ainda mais sensual.

- Com que então queres perceber o porquê da família da Ana ser tão… estranha?

- Sim… mas neste momento a única coisa em que consigo pensar é levar-te para dentro da barraca e comer-te…

Nem sei como é que estas palavras saíram da minha boca. O certo é que, mal terminei de falar, a língua da Elisa invadiu a minha boca. Esquecemo-nos que estávamos num local público e entregamo-nos à paixão. Senti a parte de baixo do meu bikini humedecer rapidamente com o meu tesão.

Estávamos perto de ultrapassar todos os limites do pudor e decidimo-nos refugiar na barraca.
Em cima dela beijei-a longamente na boca e desci pelo pescoço até me perder nas suas mamas, firmes, resistentes à gravidade, incrivelmente deliciosas. Voltei à boca e pude sentir em cada beijo muito mais que tesão. Havia uma química incrível entre as duas.

Queria saborear cada centímetro do corpo dela, mas era quase impossível afastar os meus lábios dos seus.

Libertas dos minúsculos pedaços de tecido que cobriam a nossa intimidade, sentamo-nos frente a frente e pude sentir as suas mãos a acariciar-me as mamas, sem que a sua língua se desenrolasse da minha.

Então foi a sua vez de me saborear os seios e aquilo que senti quando a sua boca me chupou os mamilos foi totalmente indescritível… quase um mini orgasmo.

Não aguentei os gemidos provocados pelo prazer que ela me dava.

Deitei-me de costas e abri as pernas, oferecendo-lhe a minha cona. Explorou-a com os dedos mas, rapidamente, era a sua boca que me acariciava. Já me tinham feito muitos minetes na vida, mas nenhum como aquele.

Era a foda perfeita. Eu estremecia, gemia, contorcia-me… Vim-me como uma louca, enchendo a boca dela com o meu sumo.

De seguida deitei-a e montei-me numa das suas pernas, cavalgando-a como se estivesse a foder um caralho. Com os meus movimentos, a minha perna esquerda tocava-lhe na cona, dando-lhe também prazer. Nesta posição, podia beijá-la e chupar-lhe as mamas. Quando comecei a sentir o sumo do seu tesão na minha perna, desmontei e comecei a retribuir-lhe o prazer que me tinha dado com a boca.

Até ao momento, a Elisa tinha permanecido calma mas, mal a minha língua tocou no seu clítoris, soltou um longo e profundo gemido. Saboreei-a de todas as maneiras. Cada gota do seu tesão que eu sentia na minha boca dava-me ainda mais prazer. Devorei aquela cona deliciosa como se o mundo fosse acabar. As suas mãos agarraram-me a cabeça com força, como que a pedir mais intensidade nos meus movimentos. Então veio-se e a sua coninha transbordou. Dei-lhe a provar o seu próprio sumo na minha boca. Beijamo-nos apaixonadamente, com os nossos corpos bem colados.

Decidimos trocar os bikinis e voltamos para fora da tenda. Enquanto fumávamos mais um cigarro, a Elisa contou-me toda a verdade sobre a família da Ana…





domingo, 14 de abril de 2013

No mato II


Eram os pais da Ana. A cena estava cada vez mais estranha e eu perdida entre o tesão, o medo e uma sensação de estar a viver um filme surreal.

O carro parou e abriram-se as portas. O casal saiu e o pai da Ana falou:

- Estão aqui quatro conas que tive o prazer de estrear.

“Ah? A própria filha?” pensei. Como que adivinhando os meus pensamentos, pai e filha beijam-se.

- Tens esporra do teu irmão na boca…

- E quero ter a tua também…

Cada vez mais desnorteada, nem me apercebi que, do meu lado, a mãe da Ana despia-se. Colocando a sua mão na minha nunca, puxou-me para um beijo. Honestamente, nunca me tinha sentido atraída por ela, mas aquele beijo… aquele beijo. Quando dei por mim, estava eu em cima dela, as nossas mamas roçando-se e os meus dedos dentro daquela cona experiente.
Abstraí-me do que me rodeava. Ouvia gemidos, gritos e o som de corpos a chocarem na fúria do prazer. Mas, o que me interessava era o corpo que tinha por baixo de mim. Aquela boca que continuava a beijar-me como nunca ninguém o tinha feito, aquelas mamas que enchiam as minhas de prazer, e a cona que, apesar da experiência, comprima os meus dedos dentro de si, enchendo-os com o um mel delicioso.

Mudei a posição das minhas pernas de modo a que pudesse esfregar a minha cona numa das suas. As suas mãos agarravam-me o rabo e pude sentir um dedo, depois dois, penetrar-me o cu.

- Gostas, putinha? Vou abrir o teu cuzinho para o meu marido te enrabar?

- Sim…

Nisto senti o grosso caralho que, anos antes, me tinha desvirignado, a romper-me as entranhas. Gritei de dor mas, aos poucos, o meu corpo foi-se habituando àquela presença. Coloquei-me de quatro para facilitar a penetração e para poder fazer um minete à mulher. Ela era, agora, o centro das atenções. Para além da minha boca a comer-lhe a cona, tinha a filha e a “nora” a chupar-lhe as mamas e o pénis do filho na boca.

O primeiro a sucumbir foi o pai da Ana, vindo-se em fortes jactos de sémen quento dentro do meu cu. De seguida, o filho. Apesar do que já se tinha passado, libertou-se num intenso orgasmo na boca da mãe, de imediato partilhado pela irmã e pela namorada.
Neste cenário, eu estava cada vez mais excitada e aumentava a velocidade dos movimentos da minha língua no clítoris da mãe da minha amiga. Até que chegou a vez dela se vir, ejaculando abundantemente na minha cara. Nunca tinha estado com uma “squirter”, o que me deixou ainda mais louca. No entanto, à minha volta, todos se vestiam e recompunham, como se não se tivesse passado ali nada. Mas eu queria mais! Não era justo todos terem gozado e eu ali como simples objecto. Não! Também eu queria o meu momento de glória.
Quando me preparava para protestar, como que adivinhando a minha revolta, a Elisa aproximou-se de mim e sussurrou:

- Para teu bem, é melhor que não digas nada agora. Veste-te e obedece. Amanhã eu telefono-te.

Assim fiz.

O irmão da Ana deixou-me em casa e eu passei o resto da noite a pensar no que me diria a Elisa no dia seguinte.

sábado, 5 de janeiro de 2013

No mato...


Quando chegamos à sala, todos agiam normalmente, como se não se tivesse passado nada. No entanto, na minha cabeça ecoavam as palavras da Elisa. Procurei nos rostos daquela família algum sinal de que tivessem percebido o que eu e ela estivéramos a fazer no WC. Mas, nada…

Depois do café, mandei novo SMS à Elisa a perguntar o significado das suas palavras no final da nossa queca. Resposta: “Descobre por ti própria… Mas eu acho que algumas coisas já sabes…”.

Cada vez percebia menos.

Quando já pouco, ou nada, havia para fazer ali, o irmão da Ana deu a ideia de sairmos os quatro. Aceitei de imediato, pois era mais uma oportunidade de estar com a Elisa. Só nessa altura dei pela falta de alguém: o namorado da Ana.

- Ana, o teu namorado não veio?
- Viste-o aqui? – respondeu de forma brusca.
- Não… desculpa… só agora me lembrei dele…
- Tinha coisas para fazer…

A noite tornava-se cada vez mais estranha.

Entramos no carro do irmão da Ana. Pouco tempo depois de arrancarmos, sem qualquer tipo de constrangimento, a Elisa faz a mão deslizar para o meio das pernas do namorado. Ouve-se o barulho do fecho das calças e com um sorriso maroto nos lábios, o braço esquerdo dela começa uma série de movimentos ascendentes e descendentes, de forma lenta e suave.
Como eu ia sentada atrás do condutor, só podia imaginar o que se passava mas de certeza que a Ana estava a ver tudo. Olhei para ela, mas continuava com o ar frio com que me tinha brindado ao longo do jantar.

O carro começa a afastar-se da cidade e entramos numa zona de mato, cuja única iluminação provinha do luar e das estrelas.

O carro para e Elisa mergulha entre as pernas do condutor. Não queria acreditar! Estava totalmente sem reacção, enquanto da frente chegavam gemidos dele e o som da boca a sugar-lhe o pénis.
A Ana continuava impávida e serena.

Ao fim de alguns minutos, abrem-se as portas da frente. O casal sai e coloca-se à frente do carro, sendo iluminados pelos faróis que continuavam ligados. As roupas caem. Ela deita-se no capô, de pernas abertas e desta vez é ele que mergulha. A excitação crescia dentro de mim perante o insólito da cena. Abre-se a porta de trás, ao meu lado. A Ana sai e também ela fica nua. O irmão emerge das pernas da namorada e ambos beijam-se apaixonadamente.

A cena incestuosa deixou-me desconcertada, mas incrivelmente excitada. A Elisa volta-se no capô, ficando de barriga para baixo e fixando o meu olhar. Instintivamente, deslizei a minha mão para entre as minhas pernas. A minha vontade era juntar-me ao grupo, mas não sabia se tinha “autorização”. Os três davam a impressão de estarem habituados a estes jogos e eu não sabia até que ponto me queriam lá no meio.

Aproveitando a nova posição de Elisa, o irmão da Ana penetrou-a por trás. A rapariga nunca largou o meu olhar e eu nunca larguei a minha cona. Pude ver a expressão de prazer no rosto dela, crescendo cada vez mais, até ao orgasmo. Nem reparei no que estariam a fazer a Ana e o irmão.
Os meus dedos estavam encharcados e a qualquer momento eu explodiria.

O irmão da Ana voltou para o carro, abrindo a porta do meu lado. Puxou-me para fora. Nisto, as duas raparigas aproximaram-se de mim e os três despiram-me. A Ana e a Elisa conduziram-me para a frente do carro, ficando os nossos três corpos femininos iluminados pelos faróis. Da mala, o irmão da Ana retirou uma manta que colocou aos nossos pés. As duas deitaram-me na manta e cada uma segurou-me numa perna, abrindo-as o mais possível. O homem ajoelhou-se à minha frente e penetrou-me profundamente, de uma vez só. Eu não percebia porque obedecia a este estranho desejo deles, mas o que é certo é que estava excitada e disposta a tudo o que acontecesse.

Durante largos minutos ele fodeu-me com toda a força que tinha. O meu corpo explodia em orgasmos, enquanto as duas raparigas limitavam-se a segurar-me as pernas.

Parou.

Pensei que se tinha vindo mas, quando saiu de dentro de mim, o seu pénis não mostrava sinais de ter tido um orgasmo. Continuava orgulhoso, apontado na direção das estrelas. Senti uma imensa vontade de o ter na minha boca e extrair do seu interior o leite quente que já tinha provado noutras alturas. No entanto, quem o fez foi a irmã. Num urro selvagem, ele esporrou-se completamente na boca dela, que não aguentou tamanha carga e transbordando o sémen pelo queixo e caindo nas mamas.

Atordoada pela foda que tinha levado, pela insólita cena que estava a viver, nem me apercebi que, entretanto, outro carro tinha chegado… um carro bem familiar…

sábado, 8 de dezembro de 2012

O jantar


Com duas fêmeas a puxar por ele, o irmão da Ana acabou por não aguentar por muito tempo e adormeceu. No entanto, eu e a namorada dele, ainda tínhamos bastante energia. Fizemos uma pausa para um cigarro e aproveitamos para nos conhecermos melhor. Chamava-se Elisa. Confessei que de todas as mulheres com quem tinha estado, nenhuma me tinha excitado tanto e dado tanto prazer. Fizemos amor repetidamente até ser dia, sem que o rapaz que dormia ao nosso lado acordasse.

- Posso voltar a ver-te? – perguntei enquanto me vestia.
- Claro… - respondeu ela naquela voz que, só por si, me deixava húmida – dá-me o teu número.

Regressei a casa, satisfeita. A ansiedade sexual que se tinha apoderado de mim na noite anterior tinha sido plenamente satisfeita.

Obviamente, quando cheguei ao meu quarto, adormeci. Acordei a meio da tarde com um SMS da Ana. “Hoje vens cá jantar. Os meus pais estão com saudades tuas.”

Estremeci. Não pude deixar de recordar o meu caso com o pai da Ana e o meu quase caso com a mãe.

Contudo, mal cheguei a casa da Ana, as minhas atenções ficaram entradas numa única pessoa: a Elisa. Apesar de vestida de forma discreta, não deixava de transbordar sensualidade. Trocamos olhares cúmplices, mas eu queria trocar muito mais coisas.

O jantar decorreu de forma animada, mas havia uma certa tensão no ar. Talvez devido à presença do namorado, a Ana não agia normalmente comigo. Ele, por sua vez, estava embasbacado comigo e com a Elisa. O pai da Ana, procurou-me com o olhar toda a noite, como que a tentar estabelecer contacto para um reencontro. Apesar de mais velho, mantinha o charme e, acreditava eu, a potência. O irmão da Ana estava mais preocupado em comer e em despachar o frete. Provavelmente, teria sexo prometido no fim da noite. A Elisa, por sua vez, era toda segurança e confiança. Revelou-se uma pessoa culta, bem formada e boa conversadora. Fogo… estava ainda mais sexy!

Lembrei-me, então, que tinha o número dela gravado no meu telemóvel. Mandei mensagem: Por mim, possuía-te agora, aqui…

A resposta não tardou: Quem te vai possuir, sou eu… Vai ao WC e não tranques a porta.

Obedeci. Esperei um 2 minutos até ela entrar.

- Qual foi a desculpa que usaste?

- Um telefonema importante…

Ainda não tinha terminado de dizer “importante”, já as suas mãos levantam-me o vestido e os seus dedos afastavam-me as calcinhas. A penetração não foi difícil, pois eu já estava bem húmida de tesão.

Só depois de ter dois dedos bem dentro de mim é que me beijou. As saudades que eu tinha daquela boca…

- Gostas, puta?

A minha excitação era tanta que nem consegui responder.

A sua boca repartia-se entre beijos lascivos e insultos obscenos:

- Essa cona já deve ter sido tão fodida, mas ainda é bem apertadinha…

Eu limitava-me a gemer. Tive o primeiro orgasmo, o segundo e ela sempre a possuir-me à bruta.

Quando estava quase a atingir o terceiro orgasmo, atirou-me para o chão. Abriu as pernas e lentamente fez descer a sua vagina à minha boca, de joelhos, como se estivesse a cavalgar um pénis. Mais uma vez apresentava-se sem lingerie e pude constatar o tesão enorme que ela sentia, pois o seu fluído vaginal já escorria por uma das coxas.
Devorei-lhe a cona, enquanto a ia penetrando com os dedos.

- Mete também no cu! – gritou de tal forma que cheguei a recear que ouvissem na sala de jantar.

Com os dedos da mão que estava livre, penetrei-lhe no ânus e senti o seu prazer a aumentaqr, quer pelos gemidos, quer pela forma como ondulava o corpo em cima de mim.

Entretanto, os seus dedos voltaram a penetrar-me e senti o orgasmo que anteriormente tinha sido interrompido a aproximar-se. Simultaneamente, o corpo dela mexia-se cada vez mais, em espasmos. Ela já tinha percebido o meu ponto de ebulição e0 preparava-se para nos provocar um orgasmo simultâneo, algo difícil de atingir numa relação entre duas mulheres. Talvez por isso tenha sido tão mágico e tão intenso.

Eu tinha a boca e cara cheias com o mel que brotava do seu interior e ela fez questão de sorver cada gota.

Retocamos a maquilhagem juntas e, no fim, trocamos mais um beijo.

- Isto, para mim, é pouco… preciso mais! -  disse-lhe eu, olhando-a nos olhos.

- Querida… o que acontece entre nós é delicioso. Nunca estive com uma mulher como tu, mas não se pode tornar um hábito.

- Eu não sou uma mulher de hábitos. Sou uma mulher de prazer. Dentro em breve regresso ao Porto e não queria partir sem poder passar uma noite inteira contigo e desfrutar ao máximo de prazer que podemos ter as duas…

- Sendo assim…

Novo beijo.

- Ah… só uma coisa! – disse eu  - Não podemos chegar juntas à sala!

- Ui… há tantos anos a conviver com eles e ainda não os conheces? Acredita que todos sabem o que estivemos aqui a fazer.

E eu fiquei a pensar…

domingo, 2 de dezembro de 2012

Eu, ele e a outra



Paramos em frente a uma nova zona residencial.

- Agora moro aqui… - disse ele.
- Sozinho?
- Depende das noites…

Foi tudo muito rápido. Quando dei por mim, estava deitada, de pernas abertas, e ele fodia-me sem parar. O meu corpo estremecia em orgasmos sucessivos. O telemóvel dele toca e, para minha surpresa, sem parar de me penetrar, atende:
- Diz, amor…

“Amor?”, pensei eu, “que raio se passa aqui?”

- Sim, estou a fodê-la… queres juntar-te a nós?

Entre o surpresa e o excitada, decidi aumentar o volume dos meus gemidos.

- Ouves? É a puta a gemer com o meu caralho dentro dela… Anda que ainda tenho tesão para ti!

Como se aquele telefonema não tivesse existido, continuamos entregues ao prazer.

Um quinze minutos depois, a porta do quarto abre-se e entra uma mulher deslumbrante. Eu estava a ser possuída de quatro, com o vigoroso pénis do irmão da Ana todo enfiado no meu ânus. Ela, com vestido preto, bem curto. Tirou-o de uma só vez, exibindo o corpo nu, desprovido de lingerie. Sem tirar os sapatos de salto alto juntou-se a nós na cama. Senti que beijava o rapaz que, não saindo de dentro de mim, abrandou o ritmo da penetração. De seguida, dirigiu-se a mim e beijou-me. E que beijo! Nunca, ninguém, me tinha beijado daquela forma. O meu desejo aumentou, queria sentir aquela boca na minha coninha, mas foi o inverso que aconteceu. Deitou-se em frente a mim, oferecendo-me a sua vagina, que devorei com dedicação. Depilada, vermelha, quente e húmida, pude sentir na minha foca os seus fluídos, até ao orgasmo, que libertou ainda mais o seu mel íntimo.

- Quero provar-me… - disse num sussurro e beijou-me de novo.
Nesse momento, as estocadas dele no meu cu aumentaram de velocidade e força e pude sentir o seu sémen invadir-me as entranhas. Estava a proporcionar-lhes prazer, mas também eu queria desfrutar de um orgasmo.
Adivinhando os meus pensamentos, a rapariga falou:

- Descansa, querido… que agora é a minha vez de dar a esta cabra o que ela merece.

A voz dela era quente e sensual e excitava-me ainda mais.

Deitou-me de costas e abriu-me as pernas. Colocou-se entre elas, penetrando-me com os dedos. Beijou-me na boca e foi descendo. Ao passar pelos seios, deteve-se mais um pouco, beijando, chupando e mordiscando, sem parar de me foder com os dedos, ora dentro de mim, ora brincando por fora. O meu corpo ondulava e retorcia-se anunciando o orgasmo para breve. Numa cadeira que havia ali ao pé, ele fumava um cigarro e apreciava a cena masturbando-se levemente, contudo, aquele pau voltava a ganhar forma.

Senti os lábios dela nos meus lábios íntimos e a sua língua a penetrar-me. Então não aguentei mais e explodi. Deixei o meu tesão escorrer naquela boca deliciosa. Ao lado, ele vinha-se também, espalhando o esperma no seu peito nu. Com um sorriso cúmplice, ela disse:

- Vem…

E ajoelhamo-nos ambas em frente a ele, sorvendo as gotas brancas que pintalgavam o seu peito moreno e depilado. Pelo meio, íamos partilhando as duas o líquido que recolhíamos com as nossas bocas. Até que, segurando firmemente o pénis quase “morto” com uma mão, ela disse:

- Não querido… não te vou deixar “morrer”…

E meteu-o de imediato na boca…

(continua...)

sexta-feira, 17 de agosto de 2012

Reencontro


O esperma dele era excecionalmente quente e, à medida que me inundava a boca e a garganta, sentia o meu corpo a implorar ser penetrado com toda a força. Mas não. Naquele dia, tinha dito, expressamente que queria um broche. Apenas um broche.
- Mas eu quero-te dentro de mim!

- Isso… é quando eu quiser!

Era assim todos os dias, desde aquela noite muito estranha em minha casa, com a Joana. O meu Chefe usava e abusava de mim… mas era bom. As dimensões daquele pénis e o vigor com que me possuía, enchiam plenamente o meu desejo carnal. Nunca tinha encontrado outro homem assim, em toda a minha vida.

No final do estágio, decidiu admitir-me no quadro da empresa. Como prémio, ofereceu-me uns dias de férias.

Aproveitei para ir a casa, rever a família e planeava encontrar-me com a Ana, o meu primeiro amor. Há anos que não estávamos juntas, mas íamos falando pela net. Confesso que, mais do que matar saudades, queria ver o corpo dela, queria saber se ainda era atraente e se sentia desejo por mim.

Fomos lanchar descontraidamente. Estava mais mulher, atraente e sexy. Transbordava autoconfiança. Apresentou-me ao seu namorado, também ele um pedaço de mau caminho. O lanche prolongou-se até à hora de jantar. Convidou-me para jantar em casa dela. Ao ouvir o convite estremeci. Os pais dela e o irmão iriam lá estar e não poderíamos de deixar de recordar o que se tinha passado anos antes.
Recusei. Inventei uma desculpa e fui para casa. Sozinha no meu quarto não conseguia sossegar os meus pensamentos. A minha mente viajava entre os corpos da Ana, do irmão, dos pais dela e do namorado. A tensão transformou-se em tesão e acabei por me tocar.
Precisava de sexo a sério.
Tomei um banho, escolhi uma roupa bem sexy e fui até um dos bares da moda.

Mal tinha entrado, ouço uma voz familiar atrás de mim:

- Olha, quem é ela! Cresceu a miúda!

O irmão da Ana. Era agora um homem… e que homem! Não pensei duas vezes:

- Temos uns assuntos que ficaram por resolver há uns anos atrás, não temos?

Seguro, não se mostrou surpreendido pelo meu avanço:

- Pois temos. Anda.

Puxou-me pela mão e levou-me às traseiras do bar. Encostando-me contra a parede, beijou-me freneticamente, enquanto as suas mãos me esmagavam as mamas, naquela noite libertas de soutien.

Senti-o a crescer e queria-o dentro de mim o mais rápido possível. Ele também estava ansioso. Abriu as calças e erguendo-me pelo rabo, enfiou-se de uma só vez dentro de mim. Pensei que ia aproveitar alguns segundos para me sentir, mas não. Começou num vai-e-vem frenético, fodendo-me com toda a força que tinha. A excitação que sentia há horas, levou-me a um orgasmo intenso, poucos segundos depois foi a vez dele explodir dentro mim, jacto atrás de jacto, fazendo o sémen deslizar pelas minhas coxas:

- Foi bom de mais para ficarmos só por aqui, querido… Não me queres levar para um sítio mais íntimo e fodemos a noite toda?

Arrastou-me para o carro dele, onde em tempos já nos tínhamos divertido, e arrancou. Sedenta, abri-lhe a braguilha e mamei-o enquanto ele conduzia:

- Pára, não me quero vir agora… quero guardar o meu tesão todo para mais daqui a pouco.

- Então vou-me entreter sozinha…

Reclinei-me no banco e comecei a tocar-me, com dois dedos dentro de mim e uma mama de fora.

- Sua puta!

- Nah… se eu fosse puta tinhas que pagar… vou deixar-te comeres-me à grande… de borla!

(continua...)